A batalha tem sido contra uma Inteligência Artificial e os seus escravos humanos

Benjamin Fulford, 18 de Junho de 2012

Como diz o velho clichê, a verdade por vezes é mais estranha que a ficção. Evidências empíricas demonstram que a atual crise financeira tem sido causada por uma inteligência artificial. Esta inteligência artificial nasceu de um sistema monetário que não foi baseado na realidade, mas era parasita da realidade.

É por isso que a maioria das transações no mercado financeiro hoje em dia são realizadas por computadores e não por humanos. É por isso que estão tentando eliminar todos os negociantes humanos da Chicago Mercantile Exchange. É por isso que uma pequena elite humana ainda vivem uma vida astronomicamente rica e têm estado a promover o uso de drones e robotoids para substituir soldados humanos que já não obedeciam ordens. É por essa razão que tantos jovens estão reduzidos à escravidão e ás drogas pela elite e alguns estão fugindo para a realidade virtual.

Bem, a realidade desferiu um contra-ataque fatal contra a matriz monetária conhecida por alguns como Satanás.

Conforme mencionado anteriormente, a intensa cobertura da mídia sobre a ”crise financeira” e a ”crise europeia” ignorou o elefante na sala. O que aconteceu é que as pessoas que produzem coisas reais no mundo real não estão mais prestando homenagem à besta financeira em Wall Street e City of Dondon, e os escravizadores de mentes no Vaticano e os valentões em Washington D.C. Continuar a ler

Julian Jaynes: A Mente Bicameral

João de Fernandes Teixeira – Portal Ciência & Vida

Embora pouco conhecido no Brasil, Julian Jaynes (1920-1997) foi um dos mais originais filósofos da mente do século XX. Nascido nos arredores de Boston foi também um grande professor universitário, tendo lecionado na Universidade de Princeton por longo tempo. Infelizmente, Jaynes não viveu muito. O alcoolismo corroeu sua saúde, o que o levou a falecer prematuramente.

Sua obra principal, The Origin of Consciousness in the Breakdown of the Bicameral Mind, publicada em 1976, tornou-se, na época, muito popular nos meios acadêmicos americanos. Posteriormente, tornou-se uma espécie de leitura cult, por exibir um conhecimento profundo dos textos das antigas civilizações, o que demonstrava uma extraordinária erudição do autor.

Nesse livro, Jaynes apresenta uma hipótese inusitada sobre a origem da consciência humana, que aproximava pela primeira vez a Filosofia da Mente da História, do estudo dos textos antigos e da Antropologia. Seus pontos de vista são considerados um pouco fantasiosos, especialmente se examinados da perspectiva da Neurociência contemporânea.

Contudo, Jaynes continua sendo lido e, nos Estados Unidos, há, hoje, uma Julian Jaynes Society, que se dedica ao estudo de sua obra. Ao que parece, sua teoria da consciência, apesar de fantasiosa, ainda é muito sedutora. Ou talvez porque estejamos diante de um daqueles casos nos quais se aplica o provérbio italiano que diz “si non è vero è ben trovato”.

A hipótese de Jaynes é que, se numa linguagem não existe a palavra “eu” (e seus pronomes), seus falantes não terão uma mente ou consciência no sentido em que nós a temos. A ausência de uma representação de “eu” na linguagem escrita é indício de que em uma determinada época ou cultura não havia nada parecido com uma “consciência”, talvez nem mesmo em sua tradição oral. Continuar a ler

Projeto inteligente ou design inteligente versus Darwin

Desenho artístico mostrando a complexidade do "motor" do flagelo de uma bactériaProjeto inteligente ou design inteligente é a tradução do termo inglês intelligent design, corrente de pensamento que busca contestar as ideias evolucionistas e criacionistas em relação ao surgimento da vida na Terra.

A base do ideal dessa corrente “científica” é a afirmação de que a diversidade biológica não se deu evolutivamente, mas sim por interferência de uma inteligência superior, não reportando essa ação a Deus ou a seres extraterrestres.

No Brasil, a tradução do livro A Caixa Preta de Darwin – O Desafio da Bioquimica à Teoria da Evolução do autor Michael J. Behe, constitui um importante meio de informar aos interessados sobre as ideias do Desing Inteligente.

Michael J. Behe, professor de bioquímica em Lehigh University disse certa vez que o flagelo de certas bactérias, como o da E. coli, que permite que elas se locomovam, é uma estrutura complexa demais a ponto de ser improvável que tenha evoluído naturalmente e gradativamente. A intrincada combinação de proteínas que formam este motor funciona apenas se todas as “peças” estiverem presentes e no seu devido lugar. Remova apenas um elemento qualquer e o flagelo perde sua funcionalidade.

O próprio Darwin já admitia:
“Se pudesse ser demonstrada a existência de qualquer órgão complexo que não poderia ter sido formado por numerosas, sucessivas e ligeiras modificações, minha teoria desmoronaria por completo.” (Darwin, C. R., Origem das Espécies, p.161). Continuar a ler

Anunnaki: os deuses astronautas da suméria

Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados “planetas”, embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os misteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Continuar a ler

Anunnaki: colonização de planetas em busca de ouro

O texto abaixo é uma semi-tradução, adaptação e resumo de parte do artigo A different story of the Anunnaki, de Estelle Nora Harwit Amrani, publicado em janeiro de 1999 no website Vibranis One Source e republicado pela biblioteca virtual Pleyades em agosto de 2000. A autora alega que as informações apresentadas foram obtidas por experiência e conhecimentos próprios.

Os homens não foram criados diretamente por Deus. O aparecimento do homem no planeta Terra relaciona-se geneticamente, simbolicamente e literalmente a umas poucas civilizações de outros planetas, especialmente aquela conhecida como os Anunnaki.

A história da existência do homem sobre a Terra é quase sempre um relato mítico e, não raro, relacionado a personificações dos planetas, potências cósmicas. Encarados, em geral, como engenhosa fantasia dos antigos, como um jogo psicológico para explicar o que não se sabe, os mitos, entretanto, nascem de uma verdade. Em todo o mundo as mesmas histórias são contadas, sobre como os deuses criaram a humanidade [MITOS DE CRIAÇÃO], como foram instrutores de toda a cultura tecnológica e inspiradores das expressões artísticas, e a fatalidade, os dilúvios – “catástrofe das águas”.

Com base nos achados arqueológicos, Zecharia Sitchin afirma neste livro que deuses ou extraterrestres seriam responsáveis pelos fantásticos monumentos megalíticos que marcaram as grandes civilizações do passado. Continuar a ler

FEMA: Federal Emergency Management Agency

Robert Shapiro

18 de junho de 1996

Quero falar sobre o FEMA (Federal Emergency Management Agency – Departamento Federal de Administração de Emergências) agora, pois o que temos aqui é uma organização governamental legítima que foi grandemente usurpada. Essa organização recebia verbas consideráveis. Sei que, para muitas pessoas, parece ser uma organização de fachada, e entendo esse ponto de vista. Contudo, falemos primeiro do que há de bom no FEMA.

Essa organização foi montada, e atuou efetivamente, para ajudar todos os cidadãos nas emergências e crises. Se ela dispusesse das verbas que lhes foram destinadas, poderia ter sido imensuravelmente útil. Mas (e não estou exagerando aqui) 80~90% de suas verbas foram desviados para ser empregados por um grupo clandestino de indivíduos intimamente ligado ao sinistro governo secreto. Quero fazer aqui uma distinção: o próprio FEMA não está associado ao sinistro governo secreto. Está, até certo ponto, sendo vitimizado pelo governo secreto porque milhões, para não dizer bilhões, de dólares que poderiam ter sido um apoio para seus próprios objetivos dignos e um auxílio para as vítimas de situações de emergência, incêndios, inundações, tornados e terremotos foram desviados. Para onde foi o dinheiro? Continuar a ler

Tecnologias do antigo Egito: Aeronaves, UFOs e Submarinos de Abydos

Por Ceticismo Aberto

Em 2 de março de 1999, um programa especial do canal FOX intitulado “Opening the Lost Tombs: Live from Egypt” apresentou a uma grande audiência ‘evidência gráfica de que uma civilização com alta tecnologia existiu anteriormente à Egípcia’.

abydoscolumn fortianismo ceticismo

A evidência eram hieroglifos presentes na estrutura do teto no templo a Seti I em Abydos, Egito, um templo da Nova Dinastia de 3000 anos. Os hieroglifos parecem representar uma exibição de diversas máquinas, incluindo principalmente um helicóptero:

abydoswall fortianismo ceticismo

À primeira vista, as figuras parecem-se realmente tanto com helicópteros e aviões que tem-se a impressão de que é uma fraude, ou uma montagem. Porém, expedições posteriores e mesmo anteriores incluindo uma disputa sobre a descoberta do ‘achado’ parecem confirmar que os hieroglifos existem da forma como é mostrada na fotografia.

O programa FOX não consultou egiptólogos sobre as figuras. Talvez porque aos egiptólogos elas têm uma explicação bem diferente:

“…., Eu temo que vocês foram sujeitos à famosa febre do “helicóptero de Abydos”. Há uma explicação simples ao que vocês estão vendo, pelo menos, como nós vemos isso na egiptologia. Não há mistério aqui; é apenas um palimpsesto (… definido como “… Um manuscrito, tipicamente um papiro ou pergaminho em que foi escrito mais de uma vez, sem que a escrita anterior seja completamente apagada e freqüentemente ainda legível “…). Foi decidido na Antigüidade substituir o título real de cinco camadas de Seti I pelo de seu filho e sucessor, Ramsés II. Nas fotos, nós vemos claramente “Aquele que repele as nove alianças”, que figura um pouco dos dois nomes de Seti I, substituído por “Aquele que protege o Egito e supera os países estrangeiros”, dois nomes de Ramses II. Com parte do reboco que cobria o título de Seti I agora caído, alguns dos símbolos superpostos realmente parecem-se com um submarinos, etc., mas é apenas uma coincidência.

abydosglyphs fortianismo ceticismo

O que está acontecendo nas fotografias é bem claro; apenas consultem Juergen von Beckerath, Handbuch der aegyptischen Koenigsnamen, Muencher aegyptologische Studien 20, páginas 235 a 237.

Essa questão aparece de vez em quando em listas na internet acadêmicas como a Anciente Near East (ANE) e outras, então nós todos estamos bem familiares com ela.

Sinceramente,
Katherine Griffis-Greenberg
Membro, Centro de Pesquisa Americana no Egito
Associação Internacional de Egiptologistas
Univ de Akabama em Birmingham
Estudos Especiais”

A explicação de que é um palimpsesto, ou seja, a superposição de hieroglifos faz muito sentido. Basta olhar de novo para a foto olhando o diagrama, até mesmo um leigo (como eu) pode perceber a superposição, e como há reboco caindo que coincidentemente acaba dando forma a desenhos intrigantes. É preciso notar que de fato, o  helicóptero não foi totalmente identificado. Parte dos dois símbolos que o formam foi. Mas ao notar que o “submarino” e mesmo o ‘avião e dirigível’ foram, fica mais difícil acreditar que aquilo realmente seja um helicóptero.

Consideremos por um momento que aquilo seja realmente a representação de um helicóptero. Em primeiro lugar, falta ao desenho do helicóptero um contra-rotor na cauda. Tal helicóptero não voaria, ficaria girando descontroladamente. Mesmo com um rotor, ele seria incompatível com o estabilizador horizontal que, este sim, está representado. Essa não é a cauda de um helicóptero, é a de um avião.

Ainda, há uma inconsistência freqüente nessas reinterpretações de desenhos antigos. Se aquilo é um helicóptero, presume-se que foi inventado em uma cultura que nada tinha a ver com a que inventou o helicóptero que nós conhecemos. É uma ENORME coincidência que dois helicóptero inventados independentemente sejam iguais. O mesmo aplica-se a foguetes e a trajes espaciais. Se há algum desenho de helicóptero, foguete ou traje espacial de dez mil anos, nós provavelmente não reconheceríamos nenhum deles como tal.

Comentários:

A maior dúvida aí não é afirmar ou não que é um palimpsesto. A maior pergunta é o porquê de todos estes simbolos representando helicópteros, submarinos, foguetes, aeronaves… estão todos juntos? No mesmo plano de hieróglifos?

Se o glifo do dito “helicóptero” estivesse sozinho… talvez a explicação do palimpsesto fosse razoável! Mas e os outros que estão juntos? Amontoados na mesma linha de informação?

————–

Não pretendo tomar partido do ser ou não ser verdadeiro o achado e se ele de facto está lá ou nao. Queria apenas corrigir o autor deste texto para o facto de que hoje em dia já existem helicópteros sem rotor de cauda, tendo este sido substituido por fluxos de ar na cauda. http://www.aerotecnologia.com.br/engenheiros/pages/engaer6.htm

Fonte: http://www.ceticismoaberto.com/fortianismo/2241/helicptero-de-abydos

Saiba mais:

Pirâmides do Egito: Tecnologias à frente de seu tempo