A Elite Global Illuminati: Top 1% mais ricos do mundo

A economia mundial está em crise e o pior da crise ainda está por vir, mas a riqueza mundial continua a crescer, atingindo este ano um novo record de 231 trilhões de dólares, de acordo com Credit Suisse.

E mais do que nunca, essa riqueza está concentrada no topo da piramide. Apenas 0,5% da população mundial é dona de incríveis 38.5% da riqueza mundial.

Enquanto os protestos contra ”1 %” continuam em Manhattan e outras cidades na Europa, vamos descobrir como a riqueza é distribuída e quais países estão aumentando sua parcela de participação de pessoas ricas no mundo.

Os gráficos são da Credit Suisse’s 2011 Global Wealth Report. Clique aqui para baixar o relatório.

0,5% da população mundial detém 38,5% da riqueza mundial. Isso é loucura

E os dois terços da população mundial possuem apenas 3,3% da riqueza mundial!

Aqui você pode ver o nível de (decil) desigualdade na distribuição de riqueza em cada continente.

Africa e Índia têm a maior concentração de renda do mundo. Desigualdade na África é tão grande que quase a metade dos adultos vivem abaixo da linha da pobreza, enquanto que alguns poucos indivíduos africanos estão entre os top 1% mais ricos do mundo.

O Brasil tem a décima-terceira pior distribuição de renda do mundo de acordo com o índice de Gini com renda per capita de US$ 11.000.

A região da Ásia-Pacífico (especificamente Japão) tem a melhor distribuição de renda do mundo, a riqueza é distribuida de forma mais equitativa entre os ricos e pobres, possuindo menor desigualdade social. Notavelmente a China é o país que mais concentra sua riqueza na classe média possuindo renda per capita média de US$ 9.000, enquanto América do Norte e Europa concentram maior parte de suas riquezas entre os ricos e os pobres com renda per capita média de US$ 40,000.

China, Índia, América Latina e África combinados representam 56% da população mundial, mas apenas 16% da riqueza mundial. Europa representa 34% da riqueza mundial. Ásia-Pacífico e China combinados representam 31% da riqueza global. América do Norte representa 28% e América Latina 4% da riqueza mundial.

EUA é o lar de 21% das pessoas ricas que têm mais de 100.000 dólares em riqueza. Japão é o lar de 16%. Itália 8%, Alemanha e Grã-Bretanha 7%, França e China 6%.

Os números se tornam mais concentrados quando você olha para os milionários. A maioria dos milionários do mundo vivem nos EUA e Europa.

O número de ultra-ricos está crescendo rapidamente, devido, em parte, ao fato de que “a última década tem sido especialmente propício para acumulação de grandes fortunas,” de acordo com Credit Suisse.

Este ano, a Europa ultrapassou os EUA em números de milionários que possuem entre US$ 1 milhão e US$ 50 milhões.

No entanto, a Europa é a única região do mundo onde o crescimento da economia abrandou no ano passado.

EUA é o lar de 32% dos bilionários do mundo e 41% dos americanos ricos possuem patrimônio líquido superior a US$ 10 milhões. Portanto, EUA é o país com maior concentração de pessoas ricas do mundo.

Apesar de tudo isso, o número de norte-americanos que não têm acesso a necessidades básicas como alimentação e cuidados de saúde agora é maior do que era no auge da Grande Recessão em 1929. O número de americanos que recebem vale-refeição ultrapassou 45 milhões de pessoas. A pesquisa Gallup constatou que na China apenas 6 por cento da população não tinham dinheiro suficiente para comprar comida para si ou para sua família, em comparação com 19 por cento dos norte-americanos. Apenas três anos atrás, os resultados eram quase inversos. (Fonte)

A participação da China está aumentando rapidamente. O número de milionários na China deve dobrar até o ano 2016. O número de milionários no Brasil deve aumentar 155%. Índia 155% e Africa do Sul 242%.

No entanto, esses números e estatísticas não expõe a totalidade da riqueza mundial. Grande parte da riqueza mundial são baseados em dívidas, riquezas fraudulentas sem lastro.

Sociedades Anônimas e riqueza anônimas

Muitos ricos são membros de Sociedades Anônimas (SA) que são uma forma jurídica de constituição de empresas na qual o capital não se encontra atribuído a um nome em específico, mas está dividido em ações que podem ser transacionadas livremente, sem necessidade de escritura pública ou identificação. Por ser uma sociedade de capital anônima, prevê a obtenção de lucros a serem distribuídos aos acionistas anônimos.

Agora fica a conhecer os 1% mais ricos do mundo.

Fonte: http://www.businessinsider.com/charts-facts-about-global-wealth-2011-10?op=1

Democracia Totalitária

Escrito por Denis Lerrer Rosenfield, 27 de Maio de 2010

Hugo Chávez persegue opositores, fecha canais de televisão, legisla por decretos, vende armas às Farc, não respeita a soberania da Colômbia, submete o Poder Judiciário, obriga seus militares a jurarem “pátria, socialismo ou morte”, relativiza e mesmo abole o direito de propriedade e nada, entretanto, ocorre com ele.

Enquanto isso, em Honduras, as instituições do país, por intermédio do Supremo Tribunal, do Congresso, das Forças Armadas, com apoio explícito da Igreja Católica, dos meios de comunicação e da sociedade civil em geral, destituíram um presidente democraticamente eleito que seguia o caminho de Chávez. Colocou-se como um déspota ao tentar quebrar cláusulas pétreas da Constituição hondurenha, como a da reeleição de presidente da República, e por isso mesmo foi deposto. É como se o céu tivesse caído na cabeça do país. Protestos de todos os lados. Assembleia das Nações Unidas, OEA, Estados Unidos, União Europeia e diplomacia brasileira. Neste último caso, os liberticidas se põem como os defensores da liberdade e da democracia.

Um pequeno país resiste bravamente a uma reação dessa magnitude, em nome de suas instituições, em nome da soberania e democracia. No entanto, os seus atores são tratados como “golpistas”, enquanto os déspotas bolivarianos são tidos por “democratas”. O que está em questão neste jogo com a palavra democracia?

Há duas acepções da democracia em questão, a da democracia totalitária e a da democracia representativa ou constitucional. A democracia totalitária volta-se contra o espaço de liberdade próprio da sociedade, de suas regras, leis e instituições, o que é precisamente assegurado pela democracia representativa.

Nas democracias totalitárias temos um processo de outro tipo, em que o voto passa a ser utilizado de forma ilimitada, como se ele fosse por si mesmo, graças à manipulação de um líder carismático e de seu partido, o princípio do ordenamento institucional. A democracia totalitária não admite nenhuma limitação, nenhuma instância que a regre. Tende a considerar tudo o que se interpõe no seu caminho como não-democrático, ganhando o epíteto de “direita”, “conservador” e “neoliberal”.

Pode-se dizer que a democracia totalitária se caracteriza por essa forma de ilimitação política, tendo como “inimigo” a limitação própria das instituições sociais, das instâncias representativas. Ela terá como alvo a ser destruído todo espaço que se configure como independente, em particular aquele espaço que torna possíveis as liberdades individuais e o processo de livre escolha. Não pode suportar um Estado de Direito, baseado precisamente nessas liberdades. Ou seja, a democracia totalitária não pode suportar a democracia liberal, também dita representativa ou constitucional, pelo fato de assegurar a existência de leis, de Poderes e de instituições, que não se podem adequar a tal processo de mobilização totalitária.

Eis por que as democracias totalitárias partem para questionar toda forma de existência social, que não se estabeleça conforme os seus desígnios. Os meios de comunicação que não aceitem ser instrumentalizados passam a ser considerados inimigos que devem ser abatidos, seja por diminuição de verbas publicitárias, seja por processos judiciais, seja por mecanismos de controle ou de banimento dos mais diferentes tipos. O contestador deve ser silenciado, pois não obedece aos ditames do “povo”, de tal “maioria” politicamente constituída. As esferas que asseguram a livre iniciativa individual são progressivamente circunscritas e limitadas, de modo que as pessoas sintam medo e passem a agir de forma não autônoma, como se assim houvesse uma conformidade ao que é “popular”. O Estado de Direito, por sua vez, é cada vez mais menosprezado, seja por não-obediência à legalidade existente, seja pela modificação incessante de leis e normas constitucionais, seja por atentados cometidos contra os princípios mesmos de uma sociedade livre.

A democracia totalitária volta-se contra os direitos individuais, contra os direitos das pessoas de não se dedicarem aos assuntos políticos, de se contentarem com seus afazeres próprios. Ela se volta contra as instituições por estas interporem um limite ao seu desregramento. Ela se volta contra a propriedade privada tanto no sentido material quanto imaterial. Ela se volta contra todo aquele que reclame pela liberdade. Eis a questão com que nos defrontamos na América Latina e no mundo todo. A clareza dos conceitos é uma condição da verdadeira democracia.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20090803/not_imp412618,0.php

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A Europa e EUA a beira de uma crise apocalíptica

Realeza britânica praticava canibalismo

Canibalismo medicinal: Ambos Queen Mary II e seu tio Rei Charles II comeram crânio humano em seu leito de morte em 1698 e 1685, respectivamente, de acordo com Dr. Sugg

Realeza britânica jantava carne humana há 300 anos atrás, imagine agora?

Eles têm sido famosos, durante muito tempo, por seu amor a extravagantes banquetes e receitas ricas. Mas o que é menos conhecido é que a realeza britânica também tinha um gosto por carne humana.

Um novo livro sobre o canibalismo medicinal revelou que, provavelmente no final do século dezoito, a realeza britânica engolia partes do corpo humano.

O autor, Dr. Richard Sugg, acrescenta que esta não era uma prática reservada para monarcas, mas era comum entre os bem afortunados na Europa.

Apesar de eles próprios denunciarem os bárbaros canibais do Novo Mundo, eles comiam, bebiam ou usavam pó de múmia egípcia, gordura, carne, osso, sangue, cérebro e pele humana.

O musgo retirado do crânio de soldados mortos foi usado até mesmo como cura para hemorragias nasais, segundo o Dr. Richard Sugg da Universidade de Durham.

O corpo humano tem sido amplamente utilizado como um agente terapêutico nos tratamentos mais populares envolvendo osso, carne ou sangue, disse dr Sugg.

“O canibalismo foi encontrado não só no Novo Mundo, como se costumava crer, mas também na Europa”.

“Uma coisa que raramente são ensinadas na escola ainda é evidenciada em textos literários e um texto histórico desta época como este: James I recusava remédios de cadáver; Charles II fazia seus próprios remédios de cadáver, e o cadáver de Charles I foi transformado em remédios.

“Junto com Carlos II, aos usuários eminentes ou prescritores se incluíam Francisco I, cirurgião de Elizabeth I, John Banister, Elizabeth Grey, Condessa de Kent, Robert Boyle, Thomas Willis, William III, e a rainha Mary”.

Novo Mundo: Representação do canibalismo da tribo Tupinambá do Brasil, descrita por Hans Staden em 1557. Se o mito era verdadeiro ou não, ignoraram o fato de que os europeus consumiam carne humana

A história do canibalismo medicinal, Dr. Sugg argumenta, levantou uma série de importantes questões sociais.

Ele disse: “canibalismo medicinal utilizava o formidável peso da ciência, editoras, redes de comércio e teoria da educação da Europa”.

“Embora medicamento de cadáver tem sido apresentado como uma terapia medieval, isso teve seu auge durante as revoluções científicas e sociais da Grã-Bretanha no início da era moderna”.

“Isso sobreviveu ao século 18, e entre os pobres perdurou, teimosamente no tempo da rainha Vitória”.

“Independentemente da questão do canibalismo medieval, a comercialização de partes do corpo humano, agora, parece ser antiético para nós.

“No auge do canibalismo medicinal, corpos e ossos eram rotineiramente retirados das tumbas egípcias e dos cemitérios europeus. Não só isso, mas de alguma forma no século XVII, uma das maiores exportações da Irlanda para a Grã-Bretanha foi de crânios humanos”.

Uma pintura da decapitação de Charles I em 1649 mostra pessoas recolhendo o sangue do rei com lenços. Pensava-se ter propriedades curativas

O livro apresenta vários exemplos nítidos, muitas vezes perturbadores da prática, que vão desde a execuções na Alemanha e na Escandinávia, através dos tribunais e laboratórios da Itália, França e Grã-Bretanha, aos campos de batalha da Holanda e da Irlanda e segue até as tribos canibais das Américas.

A pintura que mostra execução de Charles I em 1649 mostra pessoas recolhendo o sangue do rei com lenços.

Dr. Sugg disse: Isto era utilizado para tratar o “mal do rei”- uma doença mais comumente curada pelo toque dos monarcas.

“Na Europa continental, onde o machado caia rotineiramente sobre os pescoços dos criminosos, o sangue foi o medicamento mais escolhido por muitos epilépticos.

“Na Dinamarca, o jovem Hans Christian Andersen viu, no cadafalso, pais dando ao filho doente, sangue para beber. Tão popular foi este tratamento que os carrascos mandavam seus assistentes, rotineiramente, recolher o sangue em taças, que jorrava do pescoço dos condenados para distribuir aos interessados”.

“Ás vezes um paciente furava a fila. Em uma execução no início do século XVI na Alemanha, um vagabundo agarrou o corpo decapitado, antes que tivesse caído, e bebeu seu sangue”.

A última ocorrência registrada desta prática na Alemanha foi em 1865.

Autor Dr Richard Sugg, da Universidade de Durham, mergulha no mundo sombrio do canibalismo medicinal em seu novo livro: Múmias, Vampiros e Canibais

Enquanto James I se recusou a tomar sopa de cérebro humano, seu neto Charles II gostou tanto da idéia que comprou a receita. Pagou talvez £ 6,000 para isso, ele, muitas vezes, destilou cérebro humano em seu próprio laboratório privado.

Dr. Sugg disse: “De acordo com antigos conhecimentos – as gotas do rei – como era chamado este remédio líquido foi muito usado contra epilepsia, convulsões, doenças mentais e, frequentemente, como um tratamento de emergência para moribundos”.

“Foi a primeira coisa que Charles procurou em 02 de fevereiro de 1685, no início de sua última enfermidade, e foi utilizado não só em seu leito de morte, mas também no leito da rainha Mary em 1698”.

A pesquisa do Dr. Sugg será apresentada em um próximo documentário do Canal 4 por Tony Robinson (UK), onde serão apresentadas as reconstruções de antigas receitas de medicamentos usados pelos antigos canibais com ajuda de cérebros, sangue e crânios de porcos.

O livro chamado Mummies, Cannibals and Vampires será publicado em 29 de junho de 2011 por Routledge que documenta a história européia da medicina de cadáver desde a Renascença até a era Vitoriana, longamente esquecida.

Fonte: http://www.dailymail.co.uk/news/article-1389142/British-royalty-dined-human-flesh-dont-worry-300-years-ago.html#ixzz1MvLOrek5

Saiba mais: Fetos abortados usados em alimentos

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Fetos abortados usados em alimentos

Células de bebês abortados usados em alimentos

Pepsico, Kraft Foods, Campbell Soup, Solae e a Nestlé em parceria com Senomyx, uma empresa de biotecnologia foi encontrada usando células fetais abortadas para desenvolver intensificadores de sabor, de acordo com um grupo de vigilância pró-vida.

A empresa de biotecnologia, Senomyx, negociadas na bolsa de valores como SNMX, orgulha-se da inovação e sucesso em “programas de sabor”, projetado para reduzir a MSG, sal e açúcar nos produtos alimentares e em bebidas. Fonte: ADF

Pepsi utiliza fetos humanos em pesquisas

A Children of God for Life [Filhos de Deus pró-vida], uma organização norte-americana sem fins lucrativos fez um anúncio polêmico. Eles entraram com uma resolução de acionistas pedindo que a PepsiCo pare de usar células de bebês abortados em seus produtos.

O pedido, protocolado junto à comissão de seguros e comércio dos EUA e também junto á empresa, visa impedir que células conhecidas como HEK-293 (rins embrionários humanos) sejam utilizados para desenvolver realçadores de sabor para alimentos.

O acionista da PepsiCo que entrou com o pedido questionou se o Conselho de Administração “adota uma política corporativa que reconhece os direitos humanos e segue padrões éticos que não envolvem o uso partes de seres humanos abortados em pesquisas privadas e nos projetos em desenvolvimento. ”

Em agosto de 2010, a PepsiCo firmou um contrato de quatro anos com a Senomyx, empresa de biotecnologia “fornecedora de ingredientes que desenvolve intensificadores de sabores de alimentos e bebidas”. O pedido é que a Senomyx desenvolvesse edulcorantes artificiais de alta potência para as bebidas da PepsiCo.

A empresa recebeu US$ 30 milhões para desenvolver e testar novos sabores. A utilização de células fetais se deve ao fato de elas liberarem certas proteínas que produzem sinais químicos, quando os sabores são introduzidos.

“Há muitas opções no mercado que dispensam o uso de células de bebês abortados”, declarou Debi Vinnedge, presidente da Children of God for Life. Ele entende que poderiam usar células de animais, insetos ou leveduras com resultados similares.

Declarou ainda que foram enviadas cartas a todos os membros do Conselho e Diretoria Executiva da PepsiCo, mas não obtiveram uma resposta. “Os acionistas têm o direito de saber a verdade sobre o que a PepsiCo está fazendo”, disse Vinnedge em um recente comunicado de imprensa. “Essa falta de consideração da PepsiCo para com a sensibilidade do público só tem feito a empresa perder o apoio.”

O grupo pró-vida afirma que procurou as duas empresas pedindo que parassem com experimentos que usam células de fetos humanos, mas não obteve resposta.

A PepsiCo emitiu uma comunicação oficial para os consumidores, se defendendo: “Com relação às pesquisas da Senomyx, afirmamos que utilizamos técnicas que têm sido padrão durante várias décadas nas melhores universidades, hospitais e agências governamentais dos EUA. Trata-se da mesma prática de todas as empresas farmacêuticas e de biotecnologia do mundo.

Bradley Mattes, diretor executivo do Instituto Vida, que se juntou ao boicote, declarou: “a Pepsi decidiu continuar com isso, então acredito que todo consumidor preocupado com a santidade da vida humana deve boicotar essa empresa”. Fonte: Christian Post

Mito ou fato?

Devido ao fato de utilizar quantidade minúscula de células fetais eles são listados como “realçadores de sabores” ao invés de serem rotulados como HEK-293 (células de rins embrionários humanos).

Aqui está uma lista de produtos que utilizam ou utilizavam células de fetos abortados: Kraft Mayonnaise, Pepsi, Nestle Chocolate Milk, Starbucks Iced Coffee Drinks, Nestea, Nestle Ice Cream products e Kraft Salad Dressings.

Lembrando que esse lance de colocar partes de fetos também é feito em vacinas.

O que mais eles estão colocando que nós não sabemos?

Mais informações no site Children of God for Life

Saiba mais:

Realeza britânica praticava canibalismo

Vacinas produzidas de fetos abortados

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A guerra ao terror é uma falsificação

Paul Craig Roberts, Global Research, October 4, 2011

Na década passada, Washington matou, mutilou, deslocou e tornou viúvas e órfãos milhões de civis, tudo em nome da “guerra ao terror”. Os ataques de Washington a outros países constituem agressão nua e impactam primariamente as populações civis e infraestrutura – e, por isso, constituem crimes de guerra segundo a lei. Nazis foram executados precisamente pelo que Washington está hoje a fazer.

Além disso, as guerras e ataques militarem custaram aos contribuintes americanos em prejuízos e custos a serem incorridos no futuro pelo menos 4 trilhões de dólares – um terço da dívida pública acumulada – o que resultou numa crise do défice dos EUA que ameaça a seguridade social, vale-alimentação, medicare, o valor do US dólar e o seu status de divisa de reserva internacional, enquanto enriquece de forma nunca visto antes na história o complexo militar/industrial e de segurança e seus apologistas.

Talvez o mais elevado custo da “guerra ao terror” de Washington tenha sido pago pela Constituição dos Estados Unidos e suas liberdades civis. Qualquer cidadão dos EUA que Washington acuse é privado de todos os direitos legais e constitucionais, podendo ser assassinado sem jugamento. Os regimes Bush-Cheney-Obama arruinaram a maior conquista da humanidade – a responsabilidade do governo perante a lei.

Se olharmos ao redor do terror de que a polícia de estado alegadamente nos protegeu, excepto para o próprio 11/Set, assumindo que aceitamos a improvável teoria oficial do governo, não houve ataques terroristas nos EUA. Na verdade, como destacou o RT em 23/Agosto/2011, um programa de investigação da Universidade da Califórnia descobriu que as “tramas de terror” interno publicitadas nos media foram preparadas por agentes do FBI. http://rt.com/usa/news/fbi-terror-report-plot-365-899/

O número de agentes encobertos do FBI agora ascende a 15 mil, dez vezes o número existente durante os protestos contra a guerra do Vietname quando manifestantes eram acusados de simpatias comunistas. Como aparentemente não há conspirações reais de terror para esta enorme força de trabalho descobrir, o FBI justifica seu orçamento, alertas de terror e buscas invasivas de cidadãos americanos inventando “tramas de terror” e descobrindo alguns indivíduos dementes para capturar. Exemplo: a trama da bomba no Metro de Washington DC, a trama do metro na cidade de Nova York, a trama para explodir a Sears Tower em Chicago foram todos estratagemas organizados e geridos por agentes do FBI.

O mais recente laço armado pelo FBI é um homem de Boston, Rezwan Ferdaus, o qual é acusado de planear explodir o Pentágono e o Capitólio dos EUA com pequenos modelos de aviões carregados com explosivos C-4. O Promotor dos EUA, Carmen Ortiz, assegurou aos americanos que eles nunca estiveram em perigo porque os agentes encobertos do FBI estavam a executar e controlar a trama. usatoday.com/news/washington/story/2011-09-28/DC-terrorist-plot-drone/50593792/1

Ferdaus serve a qual organização terrorista? Certamente não a al Qaeda, a qual alegadamente enganou todos os 16 serviços de inteligência dos EUA, NATO, NORAD, o National Security Council, Air Traffic Control, Dick Cheney e a segurança de aeroportos estado-unidenses quatro vezes na mesma hora no dia 11 de setembro. Uma organização terrorista tão altamente capaz não estaria envolvida numa trama tão insignificante como explodir o Pentágono com um pequeno avião.

Como um americano que esteve no serviço público durante anos, devo esperar que a pergunta já tenha disparado nas cabeças dos leitores: por que esperam que acreditemos que um pequeno avião seja capaz de explodir o Pentágono quando um avião de passageiros Boeing 757 carregado com jet fuel foi incapaz de efectuar a tarefa, fazendo meramente um pequeno buraco na parede do Pentágono.

Quando observo a credulidade dos meus concidadãos para com as absurdas “tramas de terror” que o governo dos EUA fabrica, isso leva-me a perceber que o medo é a mais poderosa arma que tem qualquer governo para avançar uma agenda não declarada.

Aparentemente, os americanos, ou a maior parte deles, estão tão dominados pelo medo que não podem sentir remorsos pelo facto de o “seu” governo assassinar e deslocar milhões de pessoas inocentes. Na mente americana, bilhões de civis foram reduzidas a terroristas que merecem ser exterminados. Os EUA estão no caminho de um holocausto que tornam os terrores nazistas um mero precursor.

Pense acerca disto: Não será admirável que após uma década de matança, de destruição de famílias inocentes em seis países islâmicos não haja eventos terroristas reais nos EUA?

Pense por um minuto quão fácil seria o terrorismo nos EUA se houvesse quaisquer terroristas realmente dispostos a fazer. Será que um terrorista da Al Qaeda, a organização que alegadamente conseguiu o 11/Set – a mais humilhante derrota sofrida por uma potência ocidental, ainda mais “a única superpotência do mundo” – ainda estaria a tentar sequestrar ou explodir um avião?

Certamente não quando há tantos alvos fáceis. Se a América estivesse realmente infectada por uma “ameaça terrorista real”, um terrorista simplesmente entraria nas maciças filas de espera de aeroportos, estações de metro ou em shopping centers e largaria ali a sua bomba na hora do rush. Isso mataria muito mais pessoas do que poderia ser alcançado explodindo um avião e tornaria completamente claro que a “segurança” não significa que seja seguro.

Seria uma brincadeira de criança para terroristas explodir subestações eléctricas pois ninguém está ali, nada excepto um cadeado na cerca de arame. Seria fácil para terroristas explodirem centros comerciais. Seria fácil para terroristas despejarem caixas de pregos em ruas congestionadas e auto-estradas durante as horas de ponta, interrompendo o tráfego de artérias importantes durante dias.

Antes, caro leitor, de me acusar de dar ideias terroristas, pensa realmente que elas já não teriam ocorrido se os terroristas são capazes de executar o 11/Set?

Mas nada acontece. Então o FBI prende um rapaz por planear explodir a América com modelos de aviões. É realmente deprimente [verificar] quantos americanos acreditarão nisto.

Considere também que neoconservadores americanos, os quais orquestraram a “guerra ao terror”, não tem protecção e que a protecção do Serviço Secreto de Bush e Cheney é mínima. Se a América realmente enfrentasse uma ameaça terrorista verdadeira, especialmente uma tão profissional como a que executou o 11/Set, todo neoconservador juntamente com Bush e Cheney podiam ser assassinados dentro uma hora.

O facto de neoconservadores tais como Paul Wolfowitz, Donald Rumsfeld, Condi Rice, et. al., viverem desprotegidos e livres do medo é prova de que a América não enfrenta nenhuma ameaça terrorista.

Pense agora acerca da trama do sapato-bomba, da trama do champô engarrafado com bomba e da trama da bomba nas cuecas. Peritos verdadeiros, outros que não são prostitutas contratadas pelo governo estado-unidense, dizem que tais tramas não têm sentido. O “sapato-bomba” e a “bomba nas cuecas” eram fogos de artifício coloridos incapazes de explodir uma lata de comida. A bomba líquida, alegadamente misturada na toilete de um avião, foi considerada pelos peritos como fantasia.

Qual a finalidade destas tramas falsas? E recorde que todas as informações confirmam que a “bomba nas cuecas” foi trazido para dentro do avião por um oficial do serviço secreto, apesar do facto de o “bombista de cuecas” não ter passaporte. Nenhuma investigação foi efectuada pelo FBI, CIA ou quem quer que seja quanto à razão porque foi permitido um passageiro sem passaporte entrar num voo internacional e colocar uma bomba a bordo.

A finalidade destas pretensas tramas é despertar o nível de medo e criar oportunidade para o ex czar da Homeland Security, Michael Chertoff, ganhar uma fortuna a vender porno-scanners radioativos à Transportation Security Administration (TSA).

O resultado destes publicitadas “tramas terroristas” é que todo cidadão americano, mesmo com altas posições no governo e certificados de segurança, não podem embarcar num voo comercial sem tirar os sapatos, o casaco, o cinto, submeter-se a um porno-scanner ou ser sexualmente apalpado por agentes da TSA. Nada podia tornar as coisas mais simples do que uma “segurança de aeroporto” que não pode distinguir um terrorista muçulmano de um entusiástico patriota americano, de um senador, de um general da Marinha ou de um operacional da CIA.

Se um passageiro precisa por razões de saúde transportar quantidades de líquidos e cremes para além dos limites impostos à pasta de dente, champô, alimentos ou medicamentos, ele deve obter previamente autorização da TSA, a qual raramente funciona. Um dos mais admiráveis momentos da América é o caso, documentado no YouTube, de uma mulher doente numa cadeira de rodas, que exige alimentação especial, tendo o seu alimento jogado fora pela gestapo TSA apesar da aprovação escrita da Transportation Safety Administration, com a sua filha presa por protestar e a mulher moribunda abandonada sozinha no aeroporto.

Isto é a América de hoje. Estes assaltos a cidadãos inocentes são justificados pela extrema-direita estúpida como “protegendo-nos contra o terrorismo”, uma “ameaça” que toda evidência mostra que não existe e que foi inventado pelo governo.

Nenhum americano hoje está seguro. Sou um antigo associado da equipe do subcomité da House Defense Appropriations. Requeria altas autorizações (clearances) de segurança pois tenho acesso a informação respeitante a todos os programas americanos de armas. Como economista chefe do House Budget Committee tenho informação respeitante aos orçamentos militares e de segurança dos EUA. Quando era secretário assistente do Tesouro dos EUA, fornecida toda manhã o relatório da CIA ao Presidente bem como infindável informação de segurança.

Quando deixei o Tesouro, o Presidente Reagan nomeou-me para um comité super-secreto destinado a investigar a avaliação da CIA da capacidade soviética. Resumindo, eu era consultor do Pentágono. Tinha toda espécie de autorização de segurança.

Apesar do meu registo das mais altas autorizações de segurança e da confiança do governo dos EUA em mim, incluindo confirmação pelo Senado numa nomeação presidencial, a polícia aérea não pode distinguir-me de um terrorista.

Se eu brincasse com modelismo de aviões ou comparecesse a manifestações anti-guerra, há pouca dúvida de que também seria preso.

É extraordinário que tantos cidadãos americanos, cidadãos da única superpotência do mundo, realmente acreditem que estão a ser ameaçados por povos muçulmanos que não têm unidade, nem marinha, nem força aérea, nem armas nucleares, nem mísseis capazes de cruzar os oceanos.

Na verdade, grandes percentagens destas “populações ameaçadoras” muçulmanos, especialmente entre os jovens, estão corrompidos pela liberdade sexual que existe na América. Mesmo os iranianos tolos que apoiaram a “Revolução Verde” orquestrada pela CIA esqueceram o derrube por Washington na década de 1950 do seu governo democraticamente eleito. Apesar de uma década de acções militares abusivas contra povos muçulmanos, muitos muçulmanos ainda olham para a América para a sua salvação.

Seus “líderes” são simplesmente subornados com grandes somas de dinheiro.

Com a “ameaça terrorista” e a Al Qaeda sem Osama bin Laden, o qual fora deixado desprotegido e desarmado pela sua “organização terrorista de âmbito mundial”, Washington produziu um novo bicho-papão – os Haqqanis.

Segundo John Glaser e anónimo responsáveis da CIA, o presidente do US Joint Chiefs of Staff, Mike Mullen, “exagerou” o caso contra o grupo insurgente Haqqani quando afirmou, os Hagganis eram um braço operacional do serviço secreto do governo do Paquistão, o ISI. O almirante Mullen está agora a afastar-se do seu “exagero”, um eufemismo para uma mentira. Seu ajudante, capitão John Kirby, disse que as acusações de Mullen foram destinadas a influenciar os paquistaneses a romper a Rede Haqqani”. Por outras palavras, os paquistaneses deveriam matar e torturar mais gente do seu próprio povo para salvar os americanos de perturbações.

Se não sabe o que é a Rede Haqqani, não fique surpreendido. Você nunca ouviu falar da Al Qaeda antes do 11/Set. O governo dos EUA inventa não importa a que seja, novos bicho-papão que são necessários para causar incidentes para proover a agenda neoconservadora de hegemonia mundial e de lucros mais altos para a indústria de armamentos americanos.

Durante dez anos, a população da “superpotência” americana sentou aí, sendo apavorada e mentalmente estupradas pelas mentiras do governo. Enquanto americanos assentam no medo de “terroristas” não existentes, milhões de pessoas em seis países tiveram suas vidas destruídas. Tanto quanto existe de evidência, a vasta maioria dos americanos não está perturbada e nem sente qualquer remorso pelo assassínio desumano de outras pessoas em países que não são capazes de localizar nos mapas.

Realmente, a Amerika é uma luz para o mundo, um exemplo para todos.

30/Setembro/2011

O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=26866

Este artigo traduzido encontra-se em http://resistir.info/

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Farsas: Madre Tereza, Gandhi e Dalai Lama

Em sua biografia demolidora sobre Madre Tereza de Calcutá, o livro: The Missionary Position – Mother Teresa in Theory and Practice (em português: A Posição do Missionário – Madre Teresa na Teoria e Prática) é um livro escrito por Christopher Hitchens.

Hitchens cita episódios constrangedores da vida da madre, como uma viagem ao Haiti em que ela declarou que o governo sanguinário de Jean-Claude Duvalier, o ditador baby Doc, amava os Pobres e os pobres o amavam. Sabe-se hoje que baby doc havia doado grandes quantidades de dinheiro para as obras de tereza.

Não sou tão radical quanto Hitchens em chamar Madre Tereza de Calcutá de fraude, é um evidente exagero. Ela não deixou de dedicar a vida aos pobres, não usou o dinheiro em benefício próprio e isso é mais do que reconhecido. Mas é importante que sua vida seja submetida a uma avaliação mais rigorosa do que simplesmente a ver como uma santa. O mesmo vale para MAHATMA GANDHI (1868-1948) e o 14ª DALAI LAMA. Eles não são, de nenhuma maneira, os santos modernos que imaginamos.

GANDHI foi advogado na África do Sul, e ali começou sua vida política defendendo uma minoria explorada. A época, fez todo o possível para lutar pelos direitos dos indianos que viviam no país africano mas, para atingir seu objetivo, defendeu o Apartheid. E fez isso publicamente. Escreveu artigos incitando os indianos a combaterem os negros, chamando-os de Não-Civilizados: Muitos anos depois, ele usaria termos parecidos para se referir à casta hindu dos intocáveis, os não-cidadãos do país (Dalit), que não têm e nunca teve direito algum. Nada disso desmerece sua campanha extraordinária de resistência pacífica contra os colonizadores britânicos na Índia, mas deixa claro que, se alguém quer seguir o exemplo do grande líder da independência da Índia, é bom entender o quanto ele era complexo e passível de cometer erros e replicar preconceitos de sua época -até porque, se suas opiniões podem chocar hoje, elas eram a norma do contexto social em que MAHATMA viveu.

O caso do DALAI LAMA também é exemplar. Prêmio Nobel da Paz em 1989, imagem pública da luta pela independência do Tibete, carrega o título falso de mestre espiritual do budismo, que nos últimos 30 anos se tornou uma das religiões mais charmosas para os ocidentais. O que pouca gente sabe é que a vida dentro de sua cúpula religiosa não é como se imagina. Antes do controle chinês sobre o Tibet o povo tibetano não vivia numa democracia. E o DALAI LAMA à época recebia ajuda financeira e treinamento da CIA, agência de espionagem americana. Durante a ditadura de Dalai Lama havia muita pobreza, opressão e nenhuma perceptiva de crescimento econômico ou cultural. É bom não esquecer: estes três ídolos religiosos e políticos são apenas seres humanos. Suas motivações podiam ser sinceras, mas seus Métodos nunca foram Santos. Se eles fossem tão ingênuos e puros como se diz dificilmente seriam tão bem sucedidos.

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Madre Teresa de Calcutá é considerada uma santa. Assim a opinião pública decidiu — e daí para a frente sua santidade não foi mais questionada, fizesse ela o que fizesse. Pelo contrário, suas ações passaram a ser julgadas com base em sua reputação e não o contrário. Até o Vaticano, que via suas esquisitices com reservas, devido a seu tradicionalismo e oposição ás mudanças introduzidas pelo Concílio Vaticano II, aceitou o “fato” e passou a capitalizar sobre sua imagem.

O papa João Paulo II abriu o processo de sua beatificação a partir de um “milagre” ocorrido na Índia pouco tempo após sua morte, sem esperar os 7 anos regulamentares. A mídia americana evita criticá-la, por medo de serem acusados de conspiração.

Mas a verdade, que as pessoas preferem não saber, é que ela era uma fanática religiosa, de extrema direita, e o melhor que podemos supor a seu respeito é que ela acreditava no que fazia — mas também acreditava que os fins justificam os meios.

A imagem que ficou dela é muito positiva. Talvez inspire favoravelmente as pessoas. Talvez as leve a lutar para fazer deste mundo um lugar melhor, a ser como elas pensam que foi Madre Teresa. Mas a verdadeira Madre Teresa não foi necessariamente uma santa. Assim como grande parte dos santos da Igreja Católica, sua fama provelmente se baseia mais em mitos que em realidade.

Madre Teresa nasceu na Albânia e seu verdadeiro nome era Agnes Bojaxhiu. Sua organização, as Missionárias da Caridade, tem 4.000 freiras e 40.000 voluntários leigos. Sua fama começou com um filme sobre sua vida (e mais tarde um livro, “Something Beautiful for God”) feito pelo político inglês Malcolm Muggeridge em 1969. Malcolm era extremamente crédulo e se encantou com ela, a ponto de ver milagres ocorrendo durante as filmagens, como uma “aura” que apareceu no filme, na verdade o resultado do uso durante o dia de uma película mais apropriada para filmagens noturnas. Mas ele não quis saber de explicações técnicas…

O inglês Christopher Hitchens preparou um documentário sobre suas atividades, com farto material filmado, transmitido pela BBC, e publicou um livro em 1995, “The Missionary Position: Mother Teresa In Theory And Practice”, onde chega conclusão de que ela apoiava os ricos e poderosos e tudo lhes perdoava, enquanto pregava obediência e resignação aos pobres. Seu trabalho provocou muitas reações de repúdio. Seus críticos citaram abundantemente os Evangelhos e o acusaram de crueldade com uma mulher idosa, santa e humilde — mas em nenhum momento contestaram os fatos apresentados.

O livro cita, por exemplo:

  • Sua abjeta bajulação a todas as ditaduras sangrentas do mundo, principalmente as direitistas, como a de Franco, na Espanha, os Duvalier, no Haiti, Enver Hoxha, na Albânia e os esquadrões da morte na Nicarágua e Guatemala. Há registros em filme de suas visitas a esses países e do modo servil como posava ao lado de seus ditadores (ou levava flores para seus túmulos).
  • O modo como aceitava dinheiro e favores de ladrões e corruptos. Um dos casos mais famosos é o de Charles Keatings, do Lincoln Savings and Loan, da Califórnia. Charles era um católico fundamentalista. Foi condenado a 10 anos de prisão por roubar em torno de 252.000.000,00 dólares de 17.000 fundos de aposentadoria de gente humilde. Mas ele deu a Teresa mais de um milhão de dólares e lhe emprestava com frequência seu avião particular. Em troca, ele fazia uso de seu prestígio como “santa”.
  • Quando a fraude — e os donativos — foram descobertos, ela enviou ao juiz (Lance Ito, o mesmo do caso O. J. Simpson) uma carta no estilo “freirinha ingênua”, bem diferente de seus outros escritos, em que pintava o acusado como um homem bom que sempre ajudara os pobres. Pedia ao juiz que olhasse no fundo de seu coração antes de emitir seu julgamento e se perguntasse o que Jesus faria naquele caso. O promotor, Paul W. Turley, respondeu-lhe explicando que o dinheiro que ela tinha recebido era produto de roubo e deveria ser devolvido, já que representava as economias de toda a vida de milhares de pessoas humildes. E perguntava a ela o que Jesus faria se recebesse um dinheiro como aquele. Não teve resposta.
  • Quando a Irlanda organizou um referendo popular para decidir a continuidade ou não da proibição ao divórcio, Madre Teresa voou até lá e fez veementes discursos exortando o povo a votar a favor da proibição. Entretanto, quando sua amiga, a princesa Diana, se divorciou, ela declarou publicamente: “Foi melhor assim. Ela não era feliz nesse casamento”. Fica a dúvida se, neste caso, ela falou com o coração ou se, para os poderosos, tudo é permitido. Quando a fábrica da Union Carbide explodiu em Bhopal, matando milhares de pessoas, ela saiu pelo país dizendo: “Perdoem, perdoem, perdoem”. Tudo bem se perdoar a negligência de uma multinacional. Mas, aparentemente, não há perdão para uma pobre mãe que se divorcia do marido bêbado que a espanca e abusa dos filhos.
  • Ela sempre foi radicalmente contra todo e qualquer controle da natalidade. Quando lhe perguntaram se não nasciam crianças demais na Índia, ela respondeu: “Não concordo. Deus sempre provê. Provê para flores e os pássaros, para tudo o que ele criou. E as criancinhas são sua vida. Nunca nascerá o bastante”. É de se perguntar qual a função das Missionárias da Caridade, neste caso.
  • As pessoas enviavam a ela milhões e milhões de dólares em donativos para que ela construísse seus hospitais. Apenas numa conta nos EUA, havia mais de 50 milhões de dólares. O resto estava espalhado pelo mundo (menos na Índia, onde ela teria que prestar conta pelo que recebia). Entretanto, esse dinheiro era usado para construir novos conventos da ordem pelo mundo. Quando ela morreu, as irmãs já estavam instaladas em 150 países. Seus hospitais eram, na verdade, galpões rústicos e mal equipados onde as pessoas iam para morrer. Não havia médicos nem higiene e os “diagnósticos” eram feitos por leigos, como as irmãs e os voluntários. E não havia interesse em se encaminhar os doentes para hospitais de verdade. A idéia era a de que se deitassem nas macas ou no chão e sofressem até morrer. Em todos eles havia um quadro na parede que dizia: “Hoje eu vou para o Céu”. Faltava morfina, anestésicos e antibióticos. Apesar dos milhões nos bancos, que permitiriam a contrução de hospitais-modelo, a economia era a palavra de ordem. As injeções, quando havia o que injetar, eram feitas com agulhas lavadas na torneira e que eram usadas até ficarem rombudas e provocarem enorme sofrimento nos doentes. Penalizadas, as voluntárias pediam dinheiro para comprar agulhas novas mas as irmãs insistiam na virtude da pobreza. E quando uma irmã ficava doente? “Reze”, era a resposta.

Aliás, Madre Teresa dava grande importância ao sofrimento. Dizia que o sofrimento dos pobres purificava o mundo e que eles davam um belo exemplo (e, naturalmente, não fazia nada para reduzí-lo). Será que alguém perguntou a opinião dos pobres? Note-se, contudo, que quando ela própria ficava doente, corria a internar-se nos melhores e mais caros hospitais, jamais em suas “Casas de Moribundos”.

Para sermos honestos, Madre Teresa nunca afirmou que seu objetivo era dar assistência médica aos pobres. São as pessoas que se auto-iludem. Assim, elas têm a quem enviar seus donativos, sem perguntar o que é feito com eles, e podem aliviar sua própria consciência e seu sentimento de culpa pela pobreza do Terceiro Mundo. É claro que Madre Teresa nunca fez nada para desmentir esta falsa impressão.

  • Madre Teresa dizia que a AIDS era o castigo de Deus por um comportamento sexual inadequado (o que não explica por que esposas fiéis também pegam AIDS de seus maridos e crianças pegam de suas mães). Um detalhe não citado acima: a AIDS se propaga também pela transfusão de sangue, ou em outras muitas e variadas circunstâncias.
  • Apesar de toda sua fortuna, Madre Teresa insistia em manter a imagem de uma ordem de irmãs pobres e mendicantes. Tudo tinha que ser mendigado a cada dia: comida, roupas, serviços. Se a coleta fosse pequena, comia-se menos. Em certa ocasião, as irmãs receberam um grande carregamento de tomates e, para que não se estragassem, fizeram extrato. Foram severamente repreendidas por Madre Teresa: “Quem guarda comida de um dia para o outro, está duvidando da Providência Divina”.
  • Ela procurava manter uma imagem pública de pessoa humilde — mas não via nada de mais em aceitar as ofertas para viajar de primeira classe que as linhas aéreas lhe faziam. E foi assim que ela viajou a Roma para o seu primeiro encontro com o papa. Ao desembarcar, vestiu seu humilde sari e tomou um ônibus. É claro que, no dia seguinte, todos os jornais a retrataram como a freirinha humilde que andava de ônibus e se vestia pobremente, sem se perguntar como é que ela teria conseguido viajar até a Itália.

Agora o Vaticano quer beatificá-la ás pressas, sem esperar que se passem os 7 anos regulamentares de sua morte para iniciar o processo. E o milagre que foi aceito como evidência de sua santidade é, no mínimo, supeito: Monica Besra, 30 anos, analfabeta, da aldeia de Dangram, a noroeste de Calcutá, em 1998, um ano após a morte de Madre Teresa, se disse curada de um tumor no ovário após tocá-lo uma medalha da “santa”.

Os médicos do hospital Balurghat afirmam que a cura foi resultado do tratamento a que ela foi submetida e nem seu marido, Seiku Murmu, acredita nela. Em agosto de 2001 o “milagre” foi informado ao Vaticano e aceito duas semanas depois, tendo início o processo de beatificação. A irmã Betta, das Missionárias da Caridade, pediu para ver o prontuário da paciente, onde sonografias e relatórios mostravam a evolução do tratamento, e agora se recusa a devolvê-lo ou a fazer comentários.

Autor: Fernando Silva
Fontes: Christopher Hitchens – “The Missionary Position: Mother Teresa In Theory And Practice” e notícias diversas na Internet

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