Radiação no Japão – Mapa interativo – Efeitos sobre a saúde

Níveis de radiação no Japão. Mapa mostra níveis de radiação no Japão, atualizado regularmente. Os níveis de radiação no mapa são mostrados em nano-Gray por hora (nGy/h). Este mapa mostra nível máximo de radiação registrado em cada prefeitura no Japão que na minha opinião é muito impreciso e desatualizado. Acesse o mapa aqui.

Conversão de medidas:

1 nano-Gray (1 nGy) = 0,001 micro-Sievert (0,001 μSv)

1 Gray (1 Gy) = 1 Sievert (1 Sv)

Tokyo Radiation Levels, atualizado, acesse facebook aqui

Tóquio, 29 de março de 2011: 0.145 micro-Sieverts/hr

Radiação em Tóquio, 29 de março de 2011: 0.145 micro-Sieverts/hr = 145 nano-Gray/hr

Dose de radiação normal antes do desastre nuclear: 0.35 micro-Sievert/hr = 35 nano-Gray/hr

Níveis  de radiação em Tóquio após desastre nuclear equivale a 4x dose normal.

Zonas radioativas em vermelho, áreas com baixa radioatividade em azul

Acesse o mapa aqui.

Radiação na Austrália

Radiação detectado em Brisbane na Austrália 0.176 micro-Sieverts/h

Na Austrália, os níveis de radiação em Brisbane (ao norte de Sydney) está em 0.176 micro-Sieverts/h, níveis de radiação equivalente aos detectados em Tóquio. Radiação na Austrália aqui.

Dose cumulativo de radiação

Dose de radiação normal que uma pessoa média recebe durante um ano: 2mSv = 2,000μSv = 2,000,000nGy (2 milhões nano-Grays por ano)

Raio-X de mamografia: 3mSv = 3,000,000nGy

Dose de radiação recebido por tripulantes em viagens aéreas de Nova York a Tóquio durante um ano: 9mSv = 9,000,000nGy

Raio X gastrointestinal: 14mSv = 14,000,000nGy

Limite de exposição de radiação de um trabalhador industrial: 20mSv = 20,000,000nGy

Tabagismo 1.5 maço de cigarros por dia durante um ano: 13 a 60mSv = 13,000,000 a 60,000,000nGy por ano.

Dose de radiação durante evacuação em Chernobyl: 350mSv = 350,000,000nGy

Conversor de medidas aqui

Saiba mais:

Desastre Nuclear no Japão – Sabotagem Sionista

Terremoto no Japão: Evidências de ataque contra o Japão

Armas secretas dos EUA vs URSS

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Terremoto e Tsunami no Japão: Evidências de ataque terrorista contra o Japão

Evidências e códigos revelam desastre artificial

O Japão encontra-se numa zona geologicamente instável e sofre diariamente os efeitos da atividade sísmica. Todavia, muitas evidências irrefutáveis indicam que o mega terremoto e tsunami no Japão foi um desastre artificial. Aqui temos evidências bastante razoáveis, de qualquer forma, recomendo que tirem suas próprias conclusões.

Filme Presságio

O filme “Knowing” (Presságio) lançado em 2009 com Nicolas Cage no papel principal previu desastre nuclear no Japão. Veja com atenção as cenas do filme aqui e segunda parte aqui.

Alex Collier previu tsunami no Japão

Alex Collier previu tsunami no Japão. Alex Collier disse em 1995: ”Há uma possibilidade que uma parte do Japão afunde, e não vai ser um acidente, vai ser criado pelo governo mundial.” Acesse o vídeo aqui

Coincidências revelam códigos secretos

1) 11 de novembro de 1918 – O Armistício da Primeira Guerra Mundial foi assinado ás 11 horas do dia 11 de novembro de 1918 que pôs fim à Guerra.
2) 11 de setembro de 2001 – Atentado ao World Trade Center
3) 11 de março de 2004 – Atentados em Madrid (911 dias após 11 de setembro de 2001)
4) 11 de janeiro de 2010 – Mega terremoto no Haiti
5) 11 de março de 2011 – Mega terremoto e mega tsunami no Japão
6) 11 de maio de 2011 – Terremoto devastador incomum na Espanha

Apenas coincidência?

A numerologia se desenvolveu na antiga Babilônia. É fato que a numerologia fora adotada pelos iluminati, uma sociedade secreta satanista que estão por trás dos governos, religiões, agências de inteligência e maiores organizações empresais em todo o mundo.

Número 11 é utilizado pelos illuminati como assinatura terrorista!

Evidências de terremoto artificial

As ondas sísmicas em vermelho revelam detonação de um teste nuclear subterrâneo realizado na Índia em 1998. As ondas sísmicas em azul indicam um terremoto natural que ocorreu em 1995 no Paquistão.

Este gráfico acima mostra as ondas sísmicas do terremoto e tsunami artificial no Japão em 11 de março de 2011. As ondas sísmicas deste terremoto são muito semelhantes com as ondas sísmicas produzidas por um teste de detonação nuclear. Veja sismógrafo instalado no Japão aqui.

Terremoto artificial

O conceito em si é simples: através do estudo das falhas geológicas, de vulcões submarinos extintos ou de atrito das placas tectônicas nas vizinhanças da nação visada, definindo-se um ponto crítico para a instalação de um artefato (bomba) termonuclear ou de nêutrons, com potência calculada para desencadear um abalo sísmico de grande intensidade, ou uma sequência de abalos com enorme efeito destrutivo. A única explicação plausível para o ocorrido no Japão foi o de uma detonação submarina de bomba nuclear.

Benjamin Fulford, ex-jornalista-chefe da Forbes relatou que armas nucleares foram perfurados no solo do oceano, as bombas foram detonadas, desencadeando terremoto e tsunami, espalhando radiação no oceano. (Fonte)

Aumento de terremotos nas últimas décadas

Gráfico mostra aumento de terremotos nas últimas décadas

Datas————–Anos decorridos—–Quantidades de sismos (Mag superior a 6.99)

1863 a 1900———-38 anos—————————12
1901 a 1938———-38 anos—————————53
1939 a 1976———-38 anos—————————71
1977 a 2014———-38 anos————————–164 (até Março de 2011) previsão de 190 sismos até 2014.

Entre 1997 e 2007, um período de apenas 10 anos, houve 99 terremotos de magnitude 6.9 ou superior: Isso representa um aumento de 600% em comparação com décadas anteriores. Armas sísmicas estão causando o aumento na quantidade de terremotos? (Fonte)

Imagens de satélite confirmam mudança na ionosfera

Imagens de satélite da NASA mostram mudanças no calor da ionosfera acima do epicentro do terremoto de 11 de março de 2011. O índice total do elétron na ionosfera aumentou dramaticamente antes do terremoto. Fonte: technologyreview.com

Magnetômetro registra HAARP ativo antes e durante o terremoto

Magnetômetro mostra atividade de HAARP no dia 11 de março de 2011

Magnetômetro mostra atividade do HAARP no dia 11 de março de 2011. Magnetômetro é um instrumento usado para medir as alterações dos campos magnéticos na ionosfera. A Ionosfera se localiza entre 60 a 1.000 km de altitude, e devido à sua composição, reflete as ondas de rádio artificial induzido por HAARP.

Imagem mostra HAARP ativo nos dias 9 a 11 de março de 2011, imagem retirado do site oficial do HAARP.

Acesse site oficial do HAARP aqui, e no campo DATA digite a data do terremoto nesta ordem: 2011/03/11, sem barras.

O que é HAARP?

HAARP próximo de Gakona, Alasca, a oeste do Parque Nacional Wrangell-San Elias

Antenas de HAARP utilizam frequências de ondas de rádio super-potentes [bilhões de Watts] que são focalizadas para aquecer uma área de 1.000 Km quadrados da ionosfera. Os cientistas do instituto HAARP constataram que a frequência 2,5 Hz é a frequência que corresponde a assinatura de ressonância de um terremoto.

HAARP pode emular a frequência 2,5 Hz e irradiar essa frequência para ionosfera, a ionosfera reflete essa energia de volta para superfície da Terra – penetrando vários quilômetros no solo, desencadeando terremotos. Ao irradiar a frequência em uma trajetória específica, HAARP pode provocar terremotos em qualquer lugar do planeta. Uma transmissão de curta duração não é o suficiente para perturbar a matéria sólida (magma e crosta terrestre) por isso eles transmitem a frequência na área-alvo durante vários dias.

HAARP começou a transmitir a frequência 2.5 Hz, pouco antes da meia-noite dia 8/03/11 e continuou a transmitir a mesma frequência até 11/03/11 quando ocorreu mega terremoto no Japão. HAARP foi rapidamente desligado após terremoto.

No site da USGS é possível observar que o terremoto NÃO aconteceu na falha geológica do Anel do Pacífico. O epicentro foi a cerca de 100 km a oeste da falha geológica. O epicentro ocorreu em terra firme!

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Projeto HAARP: Secretário de Defesa Admite Guerra Ambiental

Secretario de Defesa dos E.U.A, William Cohen, em 1997, durante a “Counter Terrorism Conference”, defendendo o Programa H.A.A.R.P, desenvolvido no ALASKA, pela Marinha e pela Força Aérea americana, disse:

“Outros países estão envolvidos em um mesmo tipo de eco-terrorismo para que possam alterar o clima, detonar terremotos e vulcões remotamente, através do uso de ondas eletromagnéticas. Portanto, não faltarão mentes engenhosas por aí, que estarão encontrando formas de causar terror à outras nações. Isto é real, e essa é a razão pela qual temos de intensificar os nossos esforços, e é por isso que isto é tão importante. “

Acho que não é preciso dizer mais nada sobre o uso militar do meio ambiente, não acham? Isso foi dito faz 13 anos! Discurso original no site do Departamento de Defesa dos EUA: http://www.defense.gov/Transcripts/Transcript.aspx?TranscriptID=674

Resolução do Parlamento Europeu sobre HAARP

Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares, contestando uma avaliação do projeto, por parte da Science and Technology Options Assessment (STOA), o órgão da União Europeia responsável por estudo e avaliação de novas tecnologias.
Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comités de Relações Internacionais e de Defesa, onde se alega que o Projecto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre. Fonte: http://www.fas.org/news/usa/1997/04/bmd970429d.htm

Quem devastou o Japão e por que?

O Japão foi chantegeado com armas sísmicas dos EUA (fantoche sionista). O Federal Reserve dos EUA (Banco Central dos EUA) liderado por David Rockefeller ordenou esses ataques a fim de extorquir grandes somas de dinheiro e submissão do Japão.

Fonte: Bloomberg.com

Benjamin Fulford ex-jornalista-chefe da Forbes relatou um aumento repentino dos preços das ações de Higashi Nihon House (uma das maiores empreiteiras de construção do Japão) no mês anterior ao terremoto. Só faria sentido para o preço das ações dessa empresa a crescer repentinamente se alguém tivesse conhecimento antecipado que muitas habitações estavam prestes a ser destruídas e reconstruídas. As investigações posteriores irão provar também que este terremoto artificial foi planejado com muita antecedência. (Fonte)

Tom Heneghan, especialista em assuntos militares havia relatado que quatro reatores nucleares no Japão (um em Fukushima) tiveram os seus sistemas de computadores invadidos por vírus “Stuxnet”, um mês antes do terremoto no Japão. Nota: Stuxnet é um vírus de computador israelense-americano da NSA que foi desenvolvido para desestabilizar o programa nuclear iraniano. Ele ataca diretamente nos sistemas de refrigeração de um reator nuclear. Stuxnet desativou os sistemas de segurança dos reatores nucleares japoneses (sistema Siemens) e foi sincronizada a ter lugar no momento do terremoto (Fonte).

Yomiuri Shimbun (um dos maiores jornais do Japão) relatou que o Japão foi atacado por Stuxnet (Fonte).

Informações de um residente em Tóquio

Esta série de terremotos pesados e prolongados não são naturais. Trata-se de terremotos artificiais. Muitos japoneses já perceberam a história. Esta é a verdadeira guerra encoberta! Quando um míssil nuclear anti-bunker é lançado e explode no solo do oceano pode provocar fortes sismos (explosões de bombas nucleares submarinas-subterrâneas). A Marinha dos EUA possui essa tecnologia.

O mentor destes ataques com terremotos artificiais devastadores é David Rockefeller (nazista e sionista), a mão invisível que controla o Federal Reserve dos EUA, que pretende iniciar 3 Guerra Mundial. A China e Rússia serão envolvidos nessa guerra.

A meta eterna de David Rockefeller é trazer o mundo para uma GUERRA FINAL. Caso as pessoas continuem ignorantes, o mundo inteiro vai ser manipulado e destruído por estes velhos loucos. Fonte: http://richardkoshimizu.at.webry.info / Tradução via google.

Explosões de reatores nucleares

Coincidências ou códigos secretos?

As sociedades secretas adoram os números. O terremoto no Japão aconteceu no dia 11 do terceiro mês = 113

A primeira explosão na usina de Fukushima ocorreu no reator 1
A segunda explosão ocorreu no reator 3
Os reatores 1 e 3 formam o número 13 !

Fukushima = Fuck-Shima. Shima em japonês significa ilha!

Acesse também: Desastre Nuclear no Japão – Sabotagem israelense?

A multinacional GE é o responsável pelo desastre nuclear no Japão?

A GE, empresa norte-americana que se gaba de “trazer coisas boas para a vida” foi o designer destas usinas nucleares que estão explodindo como pipocas no Japão.

A empresa pode escapar de bilhões de dólares em responsabilidade por este desastre contínuo em 6 reatores nucleares, graças à lei japonesa, que torna o operador – neste caso, a Tokyo Electric Power Co. (TEPCO) responsável. Continue lendo, acesse a (Fonte).

GE, empresa controlado por Rockefeller

Pode não ser coincidência que os reatores nucleares que explodiram no Japão foram construídos por GE, multinacional controlado por dinastia petrolífera e bancário Rockefeller. De acordo com jornalista Benjamin Fulford, um agente de Rockefeller no Japão contou-lhe que havia planos para construir 500 reatores nucleares na China e depois explodi-las com maquinas de provocar terremotos. É fundamental garantir que não haja possibilidade de sabotagem das usinas nucleares, quer por agentes humanos, ou então pelo uso de hackers ou terremotos artificiais. Existem 15 usinas nucleares construídos pela GE, que estão localizados acima da falha geológica de  New Madrid nos EUA. (Fonte)

Contaminação Nuclear

A usina nuclear de Fukushima foi projetado pela empresa GE, o modelo dos reatores em questão é o Mark I Reactors. O reator número 3 de Fukushima utilizava combustível nuclear MOX (óxido misto), um combustível nuclear feita de combinação de plutônio e urânio. O combustível nuclear MOX utilizado em Fukushima pode demorar décadas para descontaminação e sofre com efeito cumulativo no solo e meio-ambiente, por isso é imperativo reter o vazamento o mais rápido possível. A radioatividade do plutônio pode ser bloqueada pela pele humana ou camadas de papel, mas se a substância for inalada ou ingerida, ela permanece no corpo durante muito tempo (efeito cumulativo) e pode aumentar o risco de câncer.

O mito da radiação

O que define se uma substancia é “veneno” ou “remédio” é a sua dosagem

Começando com o acidente de Three Mile Island em 1979 nos EUA e acidente de Chernobyl em 1986 na Ex-União Sovietica, uma crença generalizada que todos os níveis de radiação ionizante são perigosos foi disseminado ao redor do mundo. Desde 1980, vários estudos científicos têm mostrado efeito de hormese da radiação.

Hormese significa algum evento que é perigoso em altas doses, torna-se benéfico em baixas doses. A idéia de que doses mínimas de algumas substâncias tóxicas fazem bem ao organismo foi descrita pela primeira vez em 1888 e ficou conhecida como “hormese”. Os exemplos mais comuns são os elementos químicos presentes no corpo humano tais como Li, Cd, Se, radiação UV, que são essenciais ao nosso organismo porem se tornam letais se presentes em altas doses no nosso organismo. Os estudiosos que apoiam essa teoria acreditam que a Hormese vale para as radiações ionizantes. De acordo com essa teoria, radiação abaixo de 1 REM, o sistema imunológico ficaria ativado. Exemplo: ( Dizem que as pessoas que vivem em Guarapari, Espirito Santo – um dos lugares de maior radioatividade do mundo – tem uma imunidade maior a Certas Doenças e Vive mais.)

No entanto, este novo entendimento, aparentemente contraditória sobre os efeitos da radiação é desconhecido para o público em geral. A fim de compreender as razões da crença generalizada sobre a radiação, devemos estudar os efeitos da radiação com novos pontos de vista e entender os interesses politicos e comerciais envolvidos na manutenção da crença generalizada de que todos os níveis de radiação são prejudiciais.

Sites que apoiam a teoria de Hormese da Radiação:

hiroshimasyndrome.com

www.ecolo.org

Colapso Financeiro Mundial

As elites no topo da sociedade secreta global Illuminati (nazistas e sionistas) sabem que o seu império financeiro está chegando ao fim, e antes que os últimos pilares de sua rede global desmorone, eles estão tentando criar negatividade em massa através do caos, destruição e mortes desnecessárias sempre que possível. Nota: Hitler e partido nazista foi financiado pelos bancos sionistas. Existem inúmeras evidências indicado a agência alemã conhecido como DVD (David) projetou o nazismo com financiamento judeu.

Como a informação continua a intensificar, os atos repugnantes dos illuminati não poderão ir muito longe e não ficarão impunes.

Eventualmente muitas vitórias virão no Oriente Médio, Ásia, América do Sul e África.

O Japão deu um ultimato aos Illuminati e foi devastado no processo. A ascensão dos Illuminati tornou-se desumana. A Europa, EUA, Rússia, China e Irã poderiam ser os próximos alvos da lista. O que aconteceu ao Japão foi um exemplo para todas as nações que se recusam a obedecer os Illuminati. Os Illuminati vão continuar devastando e escravizando a humanidade, transferindo vastas riquezas para Wall Street e City de Londres (centros financeiros da illuminati).

Os projetos de controle da mente dos Illuminati (MK-Ultra e Monarch) têm produzido literalmente milhões de escravos mente-controlados ao redor do mundo, que são programados desde infancia para levar a cabo a Agenda da Illuminati. Os agentes mente-controlados dos Illuminati (banqueiros, cientistas, juízes, militares, historiadores, editores da mídia) não têm nenhuma empatia com a vida humana, nem mesmo com a própria família, caso prejudique os planos dos Illuminati. Os Illuminati são satanistas perversos e fanáticos, psicopatas de nascença, manipuladores, saqueadores, mentirosos que reinam há séculos e hoje manipulam a economia, governo, educação, exército e mídia mundial. A ONU, OMS, FMI, Interpol, etc são todos controlados por agentes da Illuminati. A verdade é sempre manipulada e escondida do público. A gripe suína e aviária, AIDS e ébola foram criados nos laboratórios militares para despovoar o planeta e gerar lucros bilionários para empresas farmacêuticas.

Para estudo mais aprofundado sobre o terremoto e desastre nuclear e outros assuntos aconselho o site: jimstonefreelance.com

Terremoto na Nova Zelandia foi um desastre provocado?

Terremoto na Nova Zelandia foi um desastre natural, ou foi provocado pelo homem? Acesse: uncensored.co.nz

Saiba mais:

Armas secretas dos EUA e URSS

Terremoto nos EUA provocado por detonação nuclear

Desastre Nuclear no Japão: Sabotagem Sionista

terremoto, tsunami e desastre nuclear no japão foi provocado, causado, ativado, por illuminati, sionistas, eua, rockefeller, vaticano, não foi desastre natural, armas secretas, fim do mundo


EUA 2012/2016: Um país insolvente e ingovernável

Por GEAB

Como anunciado nos GEAB anteriores, nossa equipe apresenta neste nº 60 suas antecipações sobre a evolução dos Estados Unidos para o período 2012-1016. Este país, epicentro da crise sistémica global e pilar do sistema internacional deste 1945, vai atravessar um período particularmente trágico da sua história no decurso destes cinco anos. Já insolvente, irá tornar-se ingovernável – provocando para os americanos e aqueles que dependem dos Estados Unidos choques económicos, financeiros, monetários, geopolíticos e sociais violentos e destruidores. Se os Estados Unidos de hoje já são bem diferentes da “hiper-potência” de 2006, ano de publicação dos primeiros GEAB que anunciavam a crise sistémica global e o fim do poderio estado-unidense, as mudanças que antecipamos para o período 2012-2016 são ainda mais importantes e vão transformar radicalmente o país, seu sistema institucional, seu tecido social e seu peso económico e financeiro.

Paralelamente, como a cada mês de Dezembro, avaliamos nossas antecipações para o ano decorrido. Este exercício muito raramente praticado pelos think-tanks, peritos e media [1] é um instrumento que permite tanto aos assinantes [2] como aos nossos investigadores verificar que o nosso trabalho mantém um forte valor acrescentado e que está em ligação directa com a realidade. Neste ano o nosso desempenho melhorou ligeiramente e o LEAP/E2020 atingiu um resultado de 82% de êxito nas suas antecipações para 2011.

Pormenorizamos igualmente nossas recomendações referentes às divisas, ao ouro, às bolsas e às consequências da marginalização do Reino Unido no seio da UE [3] sobre a libra, o ouro e a dívida britânica e apresentamos alguns conselhos quanto às evoluções do sistema institucional americano [4] .

Neste comunicado público optámos por apresentar um extracto da nossa antecipação sobre a evolução dos Estados Unidos para o período 2012-2016.

Mas antes de abordar o caso americano, queremos fazer o ponto sobre a situação europeia [5] .

Da não deslocação da Eurolândia à deslocação do Reino Unido

Como antecipado pela nossa equipe, a cimeira europeia de Bruxelas dos dias 7 e 8 de Dezembro últimos desembocou em dois acontecimentos chave:

  • a busca da integração da Eurolândia com uma aceleração e um reforço das integrações orçamentais e financeiras e o esboço de uma integração fiscal [6]
  • Os governos da zona euro, Alemanha à cabeça, confirmaram a sua vontade de irem até o fim deste processo, ao contrário de todos os discursos anglo-saxões e eurocépticos que desde há dois anos prediziam que a Alemanha abandonaria o euro. Paralelamente, recusam-se a seguir o caminho do Fed e do Banco da Inglaterra proibindo-se de fazer trabalhar a impressora de papel-moeda (Quantitative Easing, QE) enquanto a disciplina orçamental não estiver assegurada no seio da Eurolândia [7] . Os fracassos evidentes das QE tanto nos Estados Unidos como no Reino Unido [8] confirmam a pertinência desta opção que permitirá no fim de 2012 iniciar a criação de Eurobonds [9] .

Em contrapartida, a “garantia” de que o caso grego, de “imposição voluntária” de um desconto de 50% aos credores privados do país, permanecerá uma excepção é uma promessa que não compromete senão aqueles que nela acreditam. Ela foi igualmente avançada pelo presidente francês Nicolas Sarkozy cujos concidadãos sabem muito bem, após cinco anos de prática, que os seus compromissos não têm nenhum valor duradouro e são sempre de natureza táctica [10] .

– a marginalização duradoura (pelo menos 5 anos) do Reino Unido no seio da União Europeia confirma de modo gritante que doravante é a Eurolândia que dirige os assuntos europeus. A incapacidade de David Cameron para reunir nem que fossem dois ou três dos “aliados tradicionais” do Reino Unido [11] ilustra o enfraquecimento estrutural da diplomacia britânica e a falta de confiança geral na Europa sobre a capacidade do Reino Unido para ultrapassar a crise [12] . Também é um indicador fiável da perda de influência dos Estados Unidos sobre o continente uma vez que o envio do secretário do Tesouro Tim Geithner e do vice-presidente Joe Biden, em perambulação no continente alguns dias antes da cimeira, não serviu para nada e não permitiu evitar o fracasso britânico [13] .

Esta cimeira terá sido histórica, mas não ainda por ter resolvido os problemas financeiros e orçamentais europeus. Como havíamos antecipado em Dezembro de 2010, e como Angela Merkel acaba de recordar no Bundestag, o caminho da Eurolândia é um percurso longo, complexo e caótica, à imagem da rota percorrida desde os anos 1950 em matéria de integração económica [14] . Mas é um caminho que reforça o nosso continente e vai colocar a Eurolândia no coração do mundo de após a crise [15] . Se os mercados não estão contentes com esta realidade, o problema é deles. Eles vão continuar a ver seus activos-fantasmas esvaírem-se em fumo, seus bancos e hedge funds abrirem falência, tentando em vão fazer escalar as taxas de juros sobre as dívidas europeias [16] com o resultado de verem as notas das agências de crédito anglo-saxónicas perderem toda credibilidade [17] .

Esta cimeira é histórica pois confirma e dinamiza o retorno dos países fundadores da UE aos comandos do projecto europeu e porque mostra que longe de assistir a um deslocamento da zona euro, o choque tentado por David Cameron às ordens dos financeiros da City [18] levou a uma aceleração do deslocamento do Reino Unido [19] . Além do afrontamento entre liberais-democratas e conservadores que a atitude de Cameron iniciou, fragilizando sempre mais uma coligação já em más condições, esta marginalização britânica provoca uma oposição determinada na Escócia e no País de Gales, cujos dirigentes proclamam seu apego à UE e sua vontade, no que se refere à Escócia [20] , de aderir ao euro uma vez posto em marcha o processo de independência por volta de 2014 [21] .

E, cereja em cima do bolo, a conivência entre a City e o governo britânico doravante é um tema que ultrapassa as fronteiras britânicas e reforça a determinação do continente de por sob controle definitivo esta entidade “fora da lei”. Como havíamos descrito desde Dezembro de 2009 e do início dos ataques contra a Grécia e a Eurolândia, a City, alarmada pelas consequências da crise em matéria de regulamentação europeia, lançou-se num ataque contra a Eurolândia em gestação, pondo ao seu serviço o Partido Conservador e os media financeiros anglo-saxónicos [22] . O episódio da recente cimeira de Bruxelas marca uma grande derrota para a City nesta guerra cada vez mais pública, expondo de passagem o rancor de uma maioria de britânicos não contra a Eurolândia mas contra a City [23] , acusada de parasitar o país [24] .

Com 1800 mil milhões de libras de dinheiro público investidos nos bancos para evitar o seu colapso em 2008, os contribuintes britânicos são efectivamente os que pagaram mais caro o salvamento dos estabelecimentos financeiros. E o governo inglês pode muito continuar a excluir esta soma do cálculo do seu endividamento público pretendendo que se trata de um “investimento”, quando de facto cada vez menos pessoas do mundo imaginam que os bancos da City recuperarão da crise, sobretudo desde o agravamento do segundo semestre de 2011: as acções compradas pelo Estado de facto já não valem mais nada. O “hedge fund UK” está à beira do precipício [25] … e graças à David Cameron e à City, ele está isolado, sem ninguém para lhe acudir, nem na Europa nem nos Estados Unidos.

Com a bolha chinesa [26] prestes a juntar-se à recessão europeia e à depressão americana, a tempestade de 2012 vai determinar se David Cameron e seu ministro das Finanças George Osborne são descendentes dignos dos grandes navegadores britânicos.

Mas retornemos agora ao extracto da nossa antecipação sobre o futuro dos Estados Unidos para o período 2012-2016.

EUA 2012/2016: Um país insolvente e ingovernável

Neste GEAB nº 60, nossa equipe apresenta suas antecipações do futuro dos Estados Unidos para o período 2012-2016. Recordamos que desde 2006 e os primeiros GEAB, o LEAP/E2020 descreveu a crise sistémica global como um fenómeno caracterizando o fim do mundo tal como se conhece desde 1945, marcando o colapso do pilar americano sobre o qual esta ordem mundial tem repousado há cerca de sete décadas. Desde 2006 havíamos identificado os anos 2011-2013 como aqueles no decorrer dos quais o “Muro Dólar”, sobre o qual assenta a potência dos Estados Unidos, ia se deslocar. O Verão de 2011, com a degradação da classificação de crédito dos EUA pela agência S&P marcou uma viragem histórica e confirmou que o “impossível” [27] estava mesmo em vias de se concretizar. Parece-nos portanto essencial proporcionar hoje aos nossos leitores uma visão antecipadora clara sobre o que espera o “pilar” do mundo de antes da crise no momento, desde o Verão de 2011, em que esta crise passou à “velocidade superior” [28] .

Assim, segundo o LEAP/E2020, o ano eleitoral 2012 que se abre sobre um fundo de depressão económica e social, de paralisia completa do aparelho de estado federal [29] , de forte rejeição do bipartidarismo tradicional e de questionamentos crescentes sobre a pertinência da Constituição, inaugura um período crucial da história dos Estados Unidos. No decorrer dos próximos quatro anos, o país vai ser submetido a choques políticos, económicos, financeiros e sociais jamais experimentados desde o fim da Guerra de Secessão que, acaso da história, começa muito precisamente há 150 anos, em 1861. No decorrer deste período, os Estados Unidos vão ser simultaneamente insolventes e ingovernáveis, transformando em “barco à deriva” (“bateau-ivre”) o que foi o “navio almirante” do mundo destes últimas décadas.

Para tornar compreensível a complexidade dos processos em curso, nossa equipe optou por organizar suas antecipações neste assunto em torno de três grandes polos:
1. A paralisia institucional estado-unidense e o deslocamento do bipartidarismo tradicional.
2. A espiral económica infernal dos EUA: recessão/depressão/inflação
3. A decomposição do tecido sócio-político estado-unidense.

A espiral económica infernal dos EUA: recessão/depressão/inflação (extracto)

Os Estados Unidos terminam o ano de 2011 num estado de fraqueza sem equivalente desde a Guerra de Secessão. Já não exercem nenhuma liderança significativa a nível internacional. A confrontação entre blocos geopolíticos aguça-se e acham-se confrontados com quase todos os grandes actores do mundo: China, Rússia, Brasil (e mais geralmente quase toda a América do Sul) e doravante a Eurolândia [30] . Paralelamente, não chegar a dominar um desemprego cuja taxa real está estagnada em tornos dos 20% no pano de fundo de uma redução contínua e sem precedente da população activa (que caiu ao seu nível de 2011 [31] ).

O imobiliário, fundamento da riqueza das famílias estado-unidenses juntamente com a bolsa, continua a ver os seus preços caírem ano após ano apesar das tentativas desesperadas do Fed [32] de facilitar os empréstimos à economia através da taxa zero. A bolsa retomou sua baixa interrompida artificialmente pelas duas Quantitative Easing de 2009 e 2010. Os bancos americanos, cujos balanços estão muito mais carregados de produtos financeiros derivados do que os seus homólogos europeus, aproximam-se perigosamente de uma nova série de falências de que a MF Global é um sinal precursor, demonstrando a inexistência dos procedimentos de controle ou de alerta três anos após o colapso da Wall Street em 2008 [33] .

A pobreza estende-se cada dia um pouco mais através do país, em que um americano em cada seis depende doravante de selos de alimentação [34] e em que uma criança em cada cinco experimenta episódios de vida na rua [35] . Os serviços públicos (educação, sociais, polícia, rodoviários, …) foram consideravelmente reduzidos em todo o país para evitar as falências de cidades, municípios ou Estados. O êxito encontrado pela revolta das classes médias e dos jovens (Tea Party e Occupy Wall Street) é explicado por estas evoluções objectivas. E os próximos anos verão estas tendências agravarem-se.

O estado de fraqueza da economia e da sociedade estado-unidense de 2011 é, paradoxalmente, o resultado das tentativas de “salvamento” efectuadas em 2009/2010 (planos de estímulo, QE, …) e da degradação de uma situação “normal” pré 2008. O ano de 2012 vai assinalar o primeiro ano de degradação a partir de uma situação já muito deteriorada [36] .

As PMEs, as famílias, as colectividades locais [37] , os serviços públicos, … não têm mais “colchões amortecedores” para atenuar o choque da recessão em que o país caiu de novo [38] . Havíamos antecipado que o ano de 2012 veria uma baixa de 30% do US dólar em relação às principais divisas mundiais. Nesta economia que importa o essencial dos seus bens de consumo, isso se traduzirá por uma baixa quase equivalente ao poder de compra das famílias estado-unidenses num fundo de inflação com dois algarismos.

Os Tea Party e Occupy Wall Street têm portanto belos dias pela frente pois a cólera de 2011 tornar-se-á a fúria de 2012/2013…

Notas:

(1) Sem falar sequer das agências de classificação que passam o seu tempo a modificar as suas avaliações, prova de que não dispõe de nenhuma metodologia fiável e que vagam ao sabor das pressões e das modas.

(2) Que assim podem julgar directamente tanto a pertinência das nossas antecipações como a honestidade das nossas avaliações.

(3) Uma evolução antecipada há muito pela nossa equipe.

(4) A pedido de numerosos leitores estado-unidenses.

(5) É no GEAB 61 ou 62 que apresentaremos nossas antecipações para a UE 2012-2016.

(6) O presidente da UE, Herman Van Rompuy, quase tem razão ao dizer que dentro de alguns anos julgar-se-á este fim de ano 2011 como um “annus mirabilis” para a Europa. Para a nossa equipe, é 2012 que será de facto o ano chave. Fonte: Le Soir, 13/12/2011

(7) Fonte: New York Times, 10/12/2011

(8) O Banco de Pagamentos Internacionais (BIS, na sigla em inglês) acaba de assinalar ao Reino Unidos que a sua política de Quantitative Easing estava em vias de fracassar. Fonte: Telegraph, 12/12/2011

(9) Seja o que for que Angela Merkel diga hoje.

(10) Os alemães, holandeses e outros países com excedente estão igualmente determinados a retornar a este ponto quando chegar o momento certo. E mantemos nossa antecipação de que 30% da dívida pública ocidental não será reembolsada em 2012: na Europa, no Japão e nos Estados Unidos.

(11) Ou seja, os países europeus ainda enfeudados a Washington como a Chéquia de Vaclav Klaus, os países bálticos ou a Suécia.

(12) Todos os países da zona euro, salvo o Reino Unido, alinharam-se sabiamente por trás da bandeira da moeda única europeia. Mas sem dúvida são “irresponsáveis”, “idiotas” ou “inconscientes”… ao contrário dos comentadores dos media anglo-saxónicos que sabem estar tudo condenado ao fracasso. Assim como antes de 2008 eles estavam persuadidos da invencibilidade das finanças anglo-saxónicas ou, até o segundo semestre de 2011, de que a crise estava sob controle! Fonte: Libération, 13/12/2011

(13) Este tipo de visitas estado-unidenses de alto nível ou telefonemas presidenciais, amplamente divulgados pela imprensa dos EUA, pouco antes de uma cimeira europeia tornou-se uma característica da administração Obama. Impossibilitada de poder influir sobre os acontecimentos – uma vez que os eurolandeses fizeram compreender a Washington que devia ocupar-se dos seus próprios assuntos – isso permite fazer com que a opinião pública americana acredite que Washington continua sempre o “deus ex machina” dos assuntos europeus; embora nunca desde 1945 a influência dos EUA foi tão fraca sobre a evolução da Europa. É verdade que sem dinheiro, sem ameaça comum e sem credibilidade em matéria económica e financeira, a tarefa dos enviados americanos não é fácil!

(14) Fonte: Euronews, 14/12/2011

(15) Segundo o LEAP/E2020, Angela Merkel é hoje sem contestação o único “homem de estado” europeu e mesmo ocidental. Ela não é uma grande visionária mas é a única responsável política que combina a necessidade de políticas difíceis com uma visão positiva do futuro. E seja o que for que se pense, ela dá prova de uma inegável determinação, uma qualidade necessária para realizar as coisas que têm importância em política e que são sempre coisas difíceis.

(16) Dizemos “em vão” por duas razões. Por um lado, porque as taxas reais actuais não são de todo aquelas que a imprensa utiliza (ver gráfico acima) e, por outro, porque, segundo as nossas análises, a Eurolândia em 2012 ou princípio de 2013, se as taxas continuarem a subir, tratará de arrecadar directamente uma parte da imensa poupança europeia para desligar-se nas suas próprias condições dos mercados financeiros anglo-saxónicos … que deverão aceitar um enorme desconto (haircut).

(17) A este respeito, a composição dos accionistas das três agências esclarece a ausência total de independência das suas decisões uma vez que estão nas mãos de alguns grandes bancos e fundos de investimento estado-unidenses (fonte: Bankster ). Já é tempo de elas degradarem a classificação da Eurolândia em vários pontos … para que os investidores façam a sua opção: acreditar nas classificações das agências ou confiar nas suas próprias opiniões (fonte: CNBC, 15/12/2011). Haverá uma diferença no fim. Segundo o LEAP/E2020, aqueles que seguirem as agências serão os maiores perdedores desta crise financeira. E a tentativa dos governos europeus de “manter a todo preço o seu AAA”, como é o caso de Nicolas Sarkozy, demonstra apenas uma coisa: eles não fazem senão ouvir os seus amigos financeiros. Quando se está na Eurolândia e se é o primeiro bloco comercial do mundo, o detentor da maior poupança mundial, etc…, pode-se zombar das agências de classificação. Ou se as ignora ou se lhes rompe as rédeas. Duas coisas que estarão igualmente no programa de 2012.

(18) Os “hedge funds” da City tornaram-se os maiores doadores do Partido Conservador (ver gráfico acima) que de facto é o seu intermediário político. E estes mesmos “hedge funds” têm naturalmente uma ternura particular pelos eurocépticos britânicos de que Roger Cohen esboça um quadro particularmente edificante no New York Times de 13/12/2011. O que os eurocépticos britânicos reprovam em Angela Merkel não é que ela seja alemã e sim que não seja nazi. Se fosse o caso, as suas ideias de “raça superior” poderiam exprimir-se mais facilmente no seio da UE.

(19) Que se encontra privado de influência sobre decisões que o afectarão de qualquer maneira. Fonte: Guardian, 10/12/2011

(20) Fontes: Scottish TV, 12/12/2011; Wales Online, 10/12/2011; Independent, 05/12/2011

(21) A propósito disto, nossa equipe aproveita para partilhar as suas reflexões sobre a utilização do termo “Unido” nos nomes de países. Consideramos que todos os países ou entidades políticas que põem a palavra Unido ou União no seu nome estão condenados à desunião no dia em que uma crise grave modifica os equilíbrios internos. O facto de utilizar o termo “Unido” mascara de facto um problema fundamental de identidade comum. É por isso que a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas entrou em colapso; que as Províncias Unidas estão desunidas e que os Estados Unidos assim como o Reino Unido enfrentam tendências centrífugas crescentes. Também é por isso que a União Europeia não é uma entidade política viável (está destinada a não ser senão um grande mercado, fonte: Spiegel, 18/11/2011) … ao contrário da Eurolândia que não tem necessidade de acrescentar União ou Unido para ter uma identidade comum. Franck Biancheri, director do LEAP/E2020, exprimiu assim, por estas razões, sua oposição à adopção da expressão União Europeia em lugar de Comunidade Europeia no princípio dos anos 1990.

(22) E utilizando plenamente sua capacidade de manipular as cotações das divisas e de outros activos financeiros. Uma aptidão em declínio rápido devido à crise e ao desmascaramento crescente da manipulação em curso.

(23) Fonte: Independent, 10/12/2011

(24) A City é uma sobrevivência feudal que escapa a toda regulamentação séria no seio do Reino Unido. Nem que seja por ser um imenso centro financeiro que muito poucos controladores “controlam”, apoiada sobre a vasta rede de paraísos fiscais formada por confetis do antigo império britânico. Para informação, a France Télévisions acaba de difundir uma notável reportagem sobre a City em 11/2011. Poder-se-ia dizer que a City é uma espécie de base de “piratas” à imagem das costas bárbaras que as potências europeias finalmente dominaram através de campanhas militares no século XIX, após séculos de piratarias e de tráficos de toda espécie.

(25) Seja devido ao factor de a dívida ser pública ou privada. Assim, em 2012 os investimentos imobiliários britânicos serão incapazes de refinanciar US$156 mil milhões de empréstimos. Fonte: Bloomberg, 09/12/2011

(26) Fontes: Telegraph, 14/12/2011; Les Echos, 01/12/2011

(27) Recordemos que apenas um ano antes parecia totalmente louco antecipar uma tal degradação. Os peritos financeiros, os media especializados e outros especialistas do “futuro como cópia conforme do passado” consideravam impossível uma tal degradação, ou eventualmente a prazo de cinco ou des anos se a situação financeira do país continuasse a degradar-se.

(28) Esta exigência é tanto mais forte porque as esferas mediáticas e financeiras são totalmente parasitadas pelo “chamariz” que constitui a “crise do euro”, destinada, como sublinhamos desde há dois anos, e ocultar a gravidade da situação no cerne do sistema financeira mundial, a saber, a Wall Street e a City. O clamoroso fracasso de David Cameron em Bruxelas, na semana passada, ilustra igualmente o pânico que reina no coração das finanças anglo-saxónicas.

(29) A Eurolândia, apesar das suas “desvantagens” contantemente recordadas pelos media anglo-saxónicas e dos sarcasmos histéricos dos intermediários da Wall Street e da City, conseguiu desde há cerca de dois anos construir toda uma nova aparelhagem político-institucional para atravessar a crise e preparar-se para o mundo de amanhã. Os Estados Unidos ao contrário verificaram-se totalmente incapazes da menor iniciativa para adaptarem-se à nova ordem mundial como mostrou recentemente o fracasso da super-comissão de redução do défice apesar do seu objectivo bem limitado de 1500 mil milhões de reduções ao longo de 10 anos (ver o gráfico acima). A História dos Estados, tal como a das espécies, mostra entretanto que a capacidade de adaptação é essencial para a sobrevivência; e que isto é uma lei que não tem excepção.

(30) No seu belo poema “Se” , Rudyard Kipling escrevia “…Se puderes suportar ouvir tuas palavras / Travestidas por trapaceiros para enganar tolos, / E ouvir mentirem sobre ti suas bocas loucas / Sem que mintas tu mesmo uma única palavra… Então os Reis, os Deuses, a Fortuna e a Vitória / Serão para sempre seus escravos submissos”. E este conselho vale tanto para as colectividades quanto para os indivíduos pois a leitura imprensa anglo-saxónica a propósito do euro e da Eurolândia faz com que a nossa equipe pense irresistivelmente nesta passagem do poema. Contudo, com a marginalização do Reino Unido no seio da UE e a aceleração da integração da Eurolândia (conforme as nossas antecipações), constatamos a ultrapassagem de uma barreira psicológica na Eurolândia: já não é tempo de poupar as susceptibilidades dos nossos “aliados” anglo-saxónicos, mas muito simplesmente de nos protegermos dos ataques dos nossos adversários anglo-saxónicos. Ao contrário dos media e dos peritos “mainstream” da Wall Street e da City, os eurolandeses não perdem tempo a “travestir as palavras para enganar tolos”; eles contentam-se em levar em conta a realidade, a avançar ignorando-os e a cortar uma por uma as cordas que os ligam às praças financeiras (e amanhã políticas) britânicas e americanas. Nossa equipe não pode resistir ao prazer de apresentar uma nova ilustração da manipulação quotidiana de informação em que a maior parte dos media britânicos e americanos se tornou especialista. Assim, no quadro da nossa rubrica “os trapaceiros falam aos tolos”, MarketWatch publicou em 14/12/2011 um artigo intitulado “Os gestores de fundos temem uma deslocação da zona euro”. Ora, o que é que se descobre no interior do artigo? Que o seu principal temor (para 75% dentre eles) era uma nova degradação da classificação dos EUA (48% pensam que acontecerá em 2012) e que somente 44% deles pensavam que havia um risco de que um país saia um dia da zona euro, sem mencionar o prazo. Uma titulação honesta deveria portanto ter sido “Os gestores de fundos tem uma nova degradação da classificação dos EUA”. Mas, como se diz em francês, “à la guerre, comme à la guerre!” (faça o que é preciso fazer).

(31) Quanto no mesmo tempo a população dos EUA aumentou em 30 milhões de pessoas, ou seja, uma alta de 10%. Fonte: Washington Post, 02/12/2011

(32) Para a nossa equipe, 2013/2014 vai proporcionar, através do Congresso e devido a um apoio maciço na opinião pública, uma ocasião sem precedentes para reclamar um desmantelamento do Fed. As convicções anti-federais dos Tea Parties e aquelas anti-Wall Stret encontrarão aí um ponto de convergência irresistível.

(33) A este respeito, é particularmente interessante constatar que as agências de classificação, Moody’s à cabeça, mais uma vez nada viram aproximar-se uma vez que no fim do Verão de 2011 a MF Global era recomendada por estas agências … quando aquela sociedade já estava mesmo em vias de retirar dinheiro das contas dos seus clientes para tentar sobreviver. Aqueles que acreditam que os seus investimentos estão melhor protegidos na Wall Street ou na City que meditem sobre este “pormenor”.

(34) Fontes: MSNBC, 11/2011; RT, 08/12/2011

(35) São números que doravante classificam o país integralmente na categoria “terceiro mundo” em matéria social. Fonte: Beforeitsnews, 29/11/2011

(36) O país já não gera crescimento, como explica Gregor McDonald em SeekingAlpha de 05/12/2011.

(37) Fonte: Washington Post, 29/11/2011

(38) O país de facto nunca saiu desde 2008, salvo tecnicamente devido a medidas macroeconómicas. Mas ninguém se alimenta de macroeconomia … salvo os economistas.


[*] Global Europe Anticipation Bulletin.

O original encontra-se em www.leap2020.eu/…

Este comunicado encontra-se em http://resistir.info/ .

Símbolos ocultos em Washington DC

Os Estados Unidos, por ser o mais poderoso país do mundo, é uma nação opressora, radical e violenta diante dos demais países e principalmente com seus inimigos. É uma nação destituído de ética e de moral. Sendo assim, muitos acreditam que os E.U.A é o verdadeiro inferno ou a residência do Satã. Há pessoas que acham que um presidente ou um líder americano vai ser o próximo “Satã”. Para justificar tal teoria, veja os seguintes gráficos e imagens abaixo:

De acordo com a doutrina ocultista/satânista, os quatro pontos da cabeça de Baphomet (veja a figura) representam os quatro elementos do mundo, o fogo, a água, a terra, e o ar. O quinto ponto na parte inferior representa o espírito de Satã.

Na foto acima Pentagrama Invertido (símbolo do satanismo), o quinto ponto abaixo representa Satã. Observe o pentagrama satânico que formam as ruas de Washington DC em que a parte sul do pentagram cai na casa branca. Ou seja, onde o espírito e a mente de Satã deve residir!

É sabido também que a coruja é um dos símbolos do satanismo. Veja o desenho do contorno do Capitólio, se parece muito com uma coruja!

Veja a imagem subliminar colocado na nota de um dolar, tem a imagem de uma coruja pousada!

Pirâmide Illuminati com treze degraus na nota de um dólar. Uma pirâmide cujo cume (a elite) é representada pelo olho da consciência que vê tudo e domina uma base cega, feita de tijolos identicos (a população).As duas menções em latim são muito significativas. “NOVUS ORDO SECLORUM” significa, “nova ordem para os séculos dos séculos”. Em outros terminos: nova ordem mundial. E “ANNUIT COEPTIS” significa : “nosso projeto será coroado de sucesso.

Franklin Roosevelt em 1933 ordenou que se introduzisse esse simbolos nas notas de 1 dólar.

A bandeira dos Estados Unidos consiste em 13 faixas horizontais que representam as antigas Treze Colônias.

Esqueletos encontrados na casa de Benjamin Franklin

Construtores encontraram restos mortais de dez corpos escondidos debaixo da casa de Benjamin Franklin em Londres, o pai fundador da independência norte-americana. Esqueletos de quatro adultos e seis crianças foram descobertos durante a reforma em 36 Craven Street, perto de Trafalgar Square. Pesquisadores acreditam que pode haver mais corpos enterrados sob o porão da cozinha.

As estimativas iniciais indicam que os ossos têm cerca de 200 anos e foram enterrados no momento em que Franklin morava na casa em 1757-1762, e 1764-1775. A maioria dos ossos apresentam sinais de ter sido dissecado, serrado ou cortado. Um crânio encontrado estava perfurado com vários furos. Paul Knapman, o legista de Westminster, disse: “Não se pode descartar a possibilidade de um crime. (FONTE)

Fonte: http://www.mensagens-subliminares.kit.net/artcasabranca.htm