As faces do mal que governam o mundo

Costuma-se dizer que uma imagem vale por 1000 palavras. Com a expressão do rosto é ainda mais reveladora, especialmente os olhos.

Políticos, banqueiros e muitas outras figuras públicas, se você viu um profissional de perto, nota-se uma higidez de cera, um falso esplendor e expressões memorizadas. Personagens mais famosos e poderosos do mundo precisam ser pegos de surpresa para revelar a sua verdadeira natureza.

Os olhos são as janelas da alma e o espelho do mundo. As expressões do rosto também podem revelar a verdadeira natureza. Mas, certamente, “as ações falam mais alto que palavras.”

Aqui estão alguns exemplos de líderes ou agentes do poder.

Olhe para a luz em seus olhos – não estão lá.

Olhe atentamente para eles. Você pode notar alguma coisa preocupante.

Simplesmente perturbadores. Na verdade é surreal…

Esses caras são pesos-pesados do Vaticano. Nota-se qualquer humanidade? Papa Paulo VI e o Papa Benecioasaurus

Os católicos não têm o monopólio da Pedofilia … Mulah escolhendo uma vítima

Diretamente de um filme B – Dick Cheney teve um enorme poder durante décadas, foi responsável pela morte de milhões de pessoas ao tentar cumprir a missão maquiavélica maçônica.

Missão que claramente o inspira. “Oooooooo dia feliz ….”

 Imperador dos EUA, David Rockefeller. Personagem de Batman empalidece em comparação

Um dos mais arrepiantes de todos – John D. Rockefeller. Pele esticada, um reptiliano?

David Icke acredita que os reptilianos estão influenciando o mundo. Bzezinski pode ser um espírito maligno por trás de cinco Presidentes dos EUA, com certeza dá credibilidade à idéia. David Icke só pode estar certo. Algo dirige essas pessoas.

Político brasileiro

Frases de Paulo Maluf durante a campanha eleitoral na TV

“Eu roubo mas faço…”

“Tá bom, está com vontade sexual, estupra mas não mata!

Lloyd Blankfein, banqueiro manipulador da Goldman Sachs…responsável pelo desastre econômico global.

As mil e uma caretas de Hilária Clinton

Rival de Putin e agente de Rothschild, notório oligarca russo Boris Berezovski


Ex-primeiro ministro britanico Tony Blair tirando uma foto no Iraque.

A vida imita a arte?

Nazista George Herbert Bush

Barbara Bush, suposta filha de Aleister Crowley

Mr. Satã, Aleister Crowley, auto intitulado ”A Besta”.
Barbara Bush é filha da Besta?
Em dúvida ainda? ( Clique aqui )

Grande mestre do Grau 33 da Maçonaria, o General Albert Pike.
Você encontrará uma estátua para ‘honrar’ ele em Washington DC. Afinal de contas, EUA foi fundado pela Maçonaria.

Leon Trótski, seu verdadeiro sobrenome era Bronstein de origem judaica, revolucionário comunista e idealizador do Exército Vermelho, responsável pela morte de 130 milhões de pessoas.

Jacob Schiff, banqueiro judeu que financiou a revolução russa, responsável pelo assassinato brutal da família real russa.

Paul Warburg, pai fundador do parasita Federal Reserve (FED) dos EUA

Michelle Obama dando um mau-olhado a primeira-dama francesa, Carla Bruni-Sarkozy

Obama é um político do tipo Facebook, que fez pouco na vida que não seja regurgitar os discursos de Martin Luther King, ele é fantoche dos Illuminati?

Nicolas Sarkozy, Angela Merkel, David Cameron e Obama, ha ha ha.

Angela Merkel é filha de Hitler?
Em dúvida? ( Clique aqui )

Fique de olho nesses caras (fundadores da Google) – sionistas de mãos dadas com a NSA (National Security Agency). Na verdade, eles estão de olho em você …

CEO da Monsanto, Hugh Grant muito elogiado por sementes geneticamente modificados da Monsanto (alimentos transgênicos cancerígenos). A Monsanto quer eliminar o excesso de oferta mundial de alimentos naturais. Promove o fim da agricultura orgânica.

Bill Gates é o filantropo mais generoso do mundo, ele foi preparado em uma família de eugenistas nazistas com único proposito: o controle da população mundial e financiamento da NOM. Bill Gates é uma farsa? veja aqui.

Illuminati insano, “artista” Lucian Freud, neto de Sigmund Freud. Viveu perturbado e faleceu em 2011.

Narendra Modi foi comparado ao líder comunista Mao Zedong. Assim como Mao Zedong desenvolveu o país, mas ele causou muita destruição e morte também. Modi é acusado de estar por trás dos motins de Guzerate onde milhares de pessoas foram assassinadas e torturadas.

Franco-maçom e estudante da filial da Yale University na China (escola frequentado por Bush nos EUA), Mao Zedong, provavelmente o maior assassino em massa da história, responsável pela morte através da fome, tortura e assassinato de quase cem milhões de seus compatriotas a mando de banqueiros internacionais. Hoje é uma das figuras mais odiados na China.

Ele trabalha nos bastidores do governo dos EUA. Além de empurrar o cancerígeno Aspartame ele está à frente de qualquer corporação genocida que ele pode assumir, Donald Rumsfeld planejou 11/09.

Bildergerger, Rainha Beatrix da Holanda, presunçosamente abastada para alimentar toda a África. Besta abastada.

Conheça o pai de Beatrix, o príncipe Bernhard, já falecido.

O diretor do FBI J. Edgar Hoover, 1970, maçom do Grau 33.

Nathaniel Rothschild, herdeiro da dinastia Rothschild. Ele é financista, ligado a todos os tipos de negócios sujos. Rothschilds é a dinastia mais genocida que existiu na historia.

‘Baronesa’ Philippine de Rothschild – Observe a corrente que acorrenta o pescoço, símbolo de Baphomet

Em tempos mais felizes, ela usa Satanás acorrentado no pescoço. Ou ela está acorrentado ao Satanás?

Vimos este rosto em algum outro lugar …

Acho que descobrimos de onde a Disney tira suas inspirações – pessoas próximas?

Jacob Rothschild. Você interpreta esse olhar

Robert Mugabe – um ditador genocida plantado pela CIA.

Sionista Larry Silverstein, dono do complexo WTC

Larry não apareceu para o seu pequeno-almoço diário no topo do WTC em 11 / 9. Ele lucrou muito dinheiro com a destruição das torres já que recebeu generosos pagamentos do seguro (7 bilhões de dolares), aliás WTC era deficitário e já com planos de demolição. Larry admitiu ter ordenado a demolião da torre aqui.

Rainha da Grã-Bretanha. Linhagem começa com ‘sangue’…

Tanto dinheiro, tão pouca luz. George Soros, um dos principais fantoches da Illuminati

Henry Kissinger, CEO da Nova Ordem Mundial?


Sionista Ehud Barak, considerado por alguns como sendo o mentor de 11/09, ele é um açougueiro de Gaza e co-escultor da agressão israelense / Americana sobre o mundo. Google suas imagens – as vibrações são tão ruins que você só pode suportar ver por pouco tempo …

Conclusão

A lista vai continuar a crescer. Muitas dessas pessoas venderam a alma ao diabo. Muitos que estão no poder não sabem o que realmente estão fazendo, muitos deles estão sendo manipulados e acreditam que estão fazendo a coisa certa. Outros sabem, mas estão comprometidos e não podem sair por medo de represálias.

A coisa boa é que estes malucos são uma pequena minoria (5%). Não participar ou contribuir em seus esquemas de toda forma possível é fundamental. Se muitas pessoas fizerem isso a estrutura da pirâmide ou torre de Babel viria para baixo.

Fonte: http://beforeitsnews.com/story/302/915/SUPER-SIZED_-_Faces_of_Evil_that_Rule_the_World.html

Ataque terrorista na Noruega: Operação Illuminati?

Operação de bandeira falsa (False flag em Inglês) são operações terroristas conduzidas por governos, corporações ou outras organizações que aparentam ser realizadas pelo inimigo de modo a tirar partido das consequências resultantes. O nome é retirado do conceito militar de utilizar bandeiras do inimigo. Operações de bandeira falsa foram já realizadas tanto em tempos de guerra como em tempo de paz.

Os recentes ataques terroristas na Noruega, que matou 76 pessoas fazem parte de uma operação de bandeira falsa planejado pelos Illuminatis para impor um governo fascista na Europa, um evento usado para espalhar o terror, porque as pessoas amedrontadas são mais fáceis de manipular.

O monstro que executou esses ataques é Anders Behrin Breivik, norueguês. Segundo a polícia, Anders é um nacionalista de extrema direita e fundamentalista cristão com pontos de vista pró-sionista com opiniões hostis ao islã. Ele é um acérrimo critico do multiculturalismo europeu e um simpatizante de Winston Churchill. Ele tem fortes ligações com a maçonaria.

Foto de Anders, usando um uniforme maçom (Daily Mail)

Em conversa com a BBC, o embaixador do Brasil na Noruega disse que a situação no país é “surpreendente“. Ele contou que a cidade está vazia pelo período de férias, e que a tranquilidade foi interrompida pelas explosões.

Um outro detalhe interessante desse atentado é o fato de que o primeiro ministro norueguês não foi atingido pelo atentando, o escritório do governo estava vazio devido ao feriado. Tudo indica que Anders ou grupo de terroristas não tinham como objetivo atacar o primeiro ministro. (Fonte)

Os jovens que foram massacrados no acampamento na Ilha de Utoya em Oslo pertencia ao movimento da juventude do Partido Trabalhista.

O Partido Trabalhista norueguês (Arbeiderpartiet, A/Ap) é um partido político social-democrata e aliado sênior do atual governo norueguês.

Como partido político dominante eles têm uma enorme influência na política externa do país. Os jovens que foram chacinados tinham acabado decidir boicotar Israel:

“Dois dias antes do massacre na Ilha de Utoya, o líder da AUF (movimento de juventude do Partido Trabalhista), Eskil Pedersen deu uma entrevista ao Dagbladet, no qual ele revelou o que ele pensa de Israel.

No decorrer da entrevista, Pedersen afirmou que ele “acredita que chegou o momento de tomar medidas mais drásticas contra o Israel, e espera que o ministro dos Negócios Estrangeiros para impor um boicote econômico contra o país.”

“Eu reconheço que esta é uma medida drástica”, declarou Pedersen, mas acho que dá uma clara indicação de que estamos cansados do comportamento de Israel”. (Fonte)

Podemos observar que cada vez mais as suspeitas do atentado recaem sobre o serviço secreto israelense, o Mossad, e há também indicações de envolvimento do serviço secreto britânico, MI6, e forças da OTAN.

Estado palestino ganha reconhecimento na Noruega

O presidente palestino Mahmoud Abbas recentemente havia visitado a Noruega, na sua campanha para obter o reconhecimento do Estado palestino. O chanceler da Noruega, Jonas Gahr, disse que a Noruega deseja apoiar a causa e conhecer o texto da resolução que os palestinos apresentarão às Nações Unidas em setembro de 2011, antes de comprometer o apoio à causa.

Versão oficial é uma farsa

Tudo isso não é um trabalho de um atirador solitário, mas uma vasta operação militar. Anders (um maçom) sofreu lavagem cerebral para executar esses ataques e assumir toda a responsabilidade. Houve vários relatos de vítimas e testemunhas de outros atiradores em cena. Por algum milagre, a equipe da SWAT norueguês desembarcou na ilha, correu atrás do atirador, e prenderam-no sem qualquer problema.

Quem está por trás de tudo isso?

A pergunta a fazer é quem beneficia com isto?

A) Desacreditar os críticos do governo e sistema
B) Disseminar o medo e depois o ódio na Europa fortalecendo a islamofobia
D) Endurecer as leis contra o terrorismo e criar um estado policial fascista
E) Reforçar o controle da mídia e reduzir a liberdade do povo
F) Extinguir totalmente a soberania nacional (Noruega não faz parte da UE), fortalecendo a União Europeia (Governo Fascista).

Um outro aspecto deste atentado é a transferência de identidade. São provocados atentados terroristas para atribuir uma má denominação a um grupo. Eles se referiam que o fulano (Anders) era anti-sistema, isso poderá levar os governos de várias Nações a afirmar que todos os grupos de cidadãos que sejam anti-sistema e anti-governo são “potenciais terroristas”.

Problema-Reação-Solução

O método preferido dos Illuminati fazerem seus movimentos conforme o planejado é chamado de Problema-Reação-Solução, e funciona assim:

Digamos que os illuminatis queiram fazer algo que eles sabem que as pessoas não irão gostar. Isso pode ser dar mais poder a polícia, reduzir direitos básicos ou reduzir o padrão de vida pelo aumento de desemprego (colapso financeiro). Eles sabem que se anunciar essas políticas publicamente, a sociedade certamente irá contra.

Assim, eles primeiro criam um PROBLEMA – aumento da criminalidade e atentados terroristas, ou cria uma falsa organização terrorista como a Al Qaeda, para fazer a empreitada bélica.

Tenha certeza que outra pessoa vai ser culpado pelo problema, e não a real pessoa por trás de tudo. Então cria se um bode expiatório – como grupos extremistas – e usa a mídia para dizer as pessoas quem eles devem culpar. Dá-se início à segunda parte, a REAÇÃO da população – que costuma ser: “Isso não pode ficar assim! O que ELES irão fazer à respeito?

Bingo. Exatamente o que eles queriam. Isso permite que ELES (na verdade, os manipuladores) ofereçam a SOLUÇÃO para os problemas que eles mesmos criaram – uma nova legislação que continua avançando na consolidação do poder ou na erosão da soberania de um país ou incitar mais guerras imperialistas. Essa técnica tem sido usada há muito tempo – Dioclesiano já fazia isso em Roma. Em tempos modernos, vimos isso no Bombardeio de Oklahoma City, no Bombardeio de Mumbai na Índia, no 11 de Setembro em Nova York, no furacão Katrina em Nova Orleans, no ataque do PCC em São Paulo etc.

Não esqueçamos do lema dos Illuminatis: “ORDO AB CHAO” – A ORDEM VINDA DO CAOS.

Controle da Mente

Controle da mente está obviamente muito relacionado à religião, que é, para mim, a melhor forma de controle mental em massa já inventado.

Assim como propaganda e televisão. Mas o controle de mente das sociedades secretas vai muito mais fundo do que isso. Os projetos de controle da mente dos Illuminati têm produzido literalmente milhões de robôs mente-controlados que são programados usando técnicas sofisticadas para levar a cabo a Agenda da Illuminati. Leia mais sobre Controle da Mente dos Illuminati

Controle da mente e o assassinato da Princesa Diana

Por David Icke
Um dos mais importantes tópicos a se pesquisar se quisermos entender como Diana foi morta, é o poder e potencial do controle da mente. Darei alguns exemplos. Nos anos 80, a melhor parte dos 30 cientistas trabalhando em projetos secretos, na maioria programadores de computador, morreu em circunstâncias muito estranhas e inexplicáveis. A Marconi foi a maior companhia envolvida, mas havia outras como a Plessey e a British Aerospace. Em 1986, Vimal Dajibhai, que trabalhava para a Marconi Underwater Systems, dirigiu seu carro de Londres até Bristol, uma cidade com a qual não tinha nenhuma conexão, e jogou-se da famosa ponte suspensa dessa cidade. Poucos meses antes, Arshad Sharif, um programador de computadores na Marconi Defence Systems, também dirigiu de Londres até Bristol e enforcou-se.

Porquê Bristol? No passado, Bristol foi um porto dos Cavaleiros Templários (Knights Templar) e o seu nome deriva da deusa Fenícia, Barati. Acontece que a unidade de elite da Inteligência Britânica designada por Comitê dos 26 tem lá a sua base e costumam utilizar o complexo Aeroespacial Britânico para transportar agentes Britânicos e estrangeiros para dentro e fora do país. Nesse período dos anos 80, não apenas em Bristol, houve muitas mortes estranhas de pessoas que ocupavam os postos mais altos de desenvolvimento nas indústrias de “defesa”.

O que faz um homem pegar o seu carro, conduzir mais de duas horas até à Ponte Suspensa de Bristol, e jogar-se? Isto parece não ter nada a ver com o assassinato de Diana, mas tem. Estou falando de controle da mente. Um cientista da CIA contou-me que foi submetido a formas de controle mental para impedi-lo de se lembrar de um projeto, uma vez que ele estivesse terminado. Vou lhe dar um exemplo de controle mental, numa situação muito semelhante à de Paris. David Sands era um cientista altamente capacitado que trabalhava numa área muito sensível da defesa, mas aos 37 anos queria deixar a indústria e mudar o seu estilo de vida. Era casado e tinha duas crianças pequenas, um filho com 6 anos e uma filha com 3. Sands e a sua mulher tinham acabado de regressar de um agradável feriado em Veneza, quando morreu em circunstâncias misteriosas. Embora elas não sejam tão misteriosas assim se você entende de controle da mente. Ele trabalhava para a Easams que, por sua vez, tratava dos contratos para o Ministério da Defesa.

Ao que parece, enquanto Sands e a sua mulher estavam em Veneza, o casal foi visitado por membros da unidade de elite da polícia Britânica, o Ramo Especial. Depois, no Sábado, 28 de Março de 1987, David Sands disse à sua mulher que ia sair para pôr gasolina no carro, mas não regressou durante seis horas. Ninguém fazia ideia onde ele estava, mas eu acho que sei. A sua mulher, Anna, contatou a polícia e o agente John Hiscock estava na sua casa quando Sands chegou às 10:20h. Quando lhe perguntaram o óbvio: “Onde você esteve?”, ele disse que tinha estado dirigindo e pensando. A sua mulher disse que não era costume ele ficar fora tanto tempo e que não achava que ele tivesse consciência de quanto tempo tinha estado fora. “Ele parecia confuso, mas feliz”, disse ela. Dois dias mais tarde, na Segunda, 30 de Março, ele subiu no seu impecavelmente conservado Austin Maestro e iniciou a sua viagem habitual da sua casa em Itchen Abbas, perto de Winchester, para a Easams em Camberley na Surrey.

A sua esposa disse que não havia nada de estranho na sua conduta nem no seu comportamento e as condições da estrada estavam boas. Mas passados cerca de 30 minutos da sua viagem, quando David Sands passava na A303 em Popham, perto de Basingstoke, de repente fez uma volta em U pela dupla faixa da estrada e avançou em alta velocidade em sentido contrário ao seu destino. Virando para uma estrada a cerca de 130 km por hora, Sands jogou seu carro contra um restaurante abandonado, morrendo numa grande explosão. Não havia marcas de derrapagem. Ele nem sequer tentou parar. É tão óbvio que durante o tempo que esteve fora, a sua mente foi programada e bastou uma simples palavra, sinal, som ou ação, para o programa ser ativado. Nessa altura ele teria mudado o seu “eu normal” para se tornar um homem concentrado apenas em conduzir contra o restaurante e explodir a si mesmo. A programação do subconsciente supera o poder da mente consciente e um robô programado toma o lugar do humano.

O mesmo, estou convencido, foi o que aconteceu a Henri Paul (motorista de Diana) em Paris. Sands desapareceu durante 6 horas antes de bater contra o restaurante. Paul desapareceu por 3 horas antes de bater contra o 13º pilar do túnel Pont de l’Alma. As redes da Irmandade (The Brotherhood) estavam operando através de diversas pessoas e agências, para garantir que Diana estivesse em Paris naquela noite, pois a base do plano era executar um ritual Satânico específico e a data, o local e as circunstâncias da morte tinham de ser organizados nos mais intrincados detalhes. Diana estava sob a rede de segurança de Al Fayed na maior parte do tempo antes do acidente e durante todo o tempo nos últimos dias. As conversas dela eram ouvidas e monitoradas pelo sistema de escuta de Al Fayed. Durante o seu desaparecimento, Henri Paul, um agente da Inteligência Francesa e Britânica, estava sendo programado para o seu papel, ou talvez os preparativos finais estivessem sendo colocados na programação já instalada.

A morte ritual de Diana foi organizada a partir do topo da Irmandade e, por comparação, pessoas como Al Fayed são pequenas e impotentes insignificantes, peões num jogo que não compreendem totalmente a situação. O Mercedes que foi levado para Ritz tinha sido roubado algumas semanas antes, mesmo antes da relação de Diana com Dodi ter começado, e quando foi recuperado, submeteram-no a extensivos reparos. Ele tinha estado estacionado na parte de fora do exclusivo restaurante Taillevent, quando a porta do condutor foi bruscamente aberta e o chofer puxado para fora por três homens armados com pistolas e falando árabe. O veículo desapareceu por duas semanas e quando foi encontrado, faltavam-lhe as rodas, a porta tinha sido arrancada e o sistema eletrônico juntamente com o equipamento de controle dos freios tinham desaparecido. Al Fayed, como nós vimos, controlava a companhia, a Etoile Limousines, que forneceu o veículo. Não se admirem com o fato das Autoridades Francesas terem recusado a proposta dos especialistas da Mercedes de examinar o carro depois do acidente.

Quando Henri Paul regressou em serviço naquela noite, parecia o seu “eu normal” para a maioria dos observadores. O programa estava bem dentro da sua mente esperando ser ativado. Provavelmente tinha ingerido algumas bebidas alcoólicas no Ritz, mas a quantidade de álcool e o seu comportamento não corresponderam ao diagnóstico médico posterior. Afirmar que ele era um alcoólico também não corresponde com o exame do seu fígado. Mas se, como sugeri, Henri Paul fosse um “múltiplo” controlado mentalmente, poderia estar bêbado num compartimento da sua mente e em outro não. Tenho ouvido sobre isso de “múltiplos” que se recuperaram e que tiveram experiências como essa. Alguém próximo de Paul naquela noite, o seu controlador, estava mudando os seus compartimentos. Deste modo, ele podia ter um nível considerável de álcool no sangue, enquanto que em alguns compartimentos da mente, permanecia inafetado por ele.

Um pouco antes ou um pouco depois do Mercedes ter saído do Ritz, Henri Paul recebeu o sinal que ativou o programa mental. Pode ter sido um som, um sinal, uma cor ou mais provável uma palavra ou frase. Com a programação do subconsciente de Paul superando a sua mente consciente, ele acelerou até ao Place de la Concorde e desceu a via de sentido duplo até Pont de l’Alma. Rees-Jones colocou o seu cinto de segurança, mas aparentemente não avisou a Diana nem a Dodi do perigo. Assim eles ficaram sem cinto. Quando Paul entrou no túnel de Pont de l’Alma a 130 km/h (alguns relatórios dizem que foi mais devagar), ele freou bruscamente, raspou a parede do lado direito do túnel, e então apontou o carro para o 13º pilar. É o décimo terceiro pilar que revela tudo.

A Irmandade, ao longo da história, tem tido uma obsessão tão grande pelo número 13, que acreditar que isso tenha sido uma simples coincidência beira ao nível da fantasia. Deve haver uns 30 pilares naquele túnel e o carro bateu justamente no 13º porque assim estava planejado. Diana tinha aversão ao número 13 e ela não permitiria uma 13º secção no leilão do seu vestido na Christies no mês de Junho antes de morrer. Se, como algumas testemunhas têm sugerido, que o acidente foi provocado pelo Mercedes batendo num Fiat Uno branco do paparazzi ou por um motociclista projetando uma forte luz nos olhos de Paul, não havia maneira de ele ter certeza de se chocar com o 13º pilar. Mas uma pessoa com um subconsciente profundamente programado seria capaz de colocar o carro exatamente no local definido, mesmo a grandes velocidades. Mark Phillips foi o homem que ajudou a desprogramar Cathy O’Brien quando ela era uma escrava controlada mentalmente da CIA.

Ele trabalhou neste campo grande parte da sua vida e depois de eu ter tirado as minhas conclusões sobre os acontecimentos em Paris, lhe telefonei perguntando se seria possível programar Henri Paul para bater naquele pilar em grande velocidade. Mark não teve dúvidas. “Sim, Sim,” disse, “Mais do que sim, absolutamente sim.” Ele disse que o subconsciente trabalha muito mais depressa que a mente consciente e para o subconsciente 130 km/h é na verdade algo muito lento comparado a sua capacidade de pensamento e reação.

Se a velocidade era consideravelmente baixa como alguns relatórios sugeriram, teria sido ainda mais fácil. “Existem várias técnicas que podiam ter sido usadas para programar a sua mente durante aquelas três horas que esteve desaparecido,” disse Mark. O número de maneiras que eles poderiam ter usado para causar o acidente (outro veículo, um dispositivo explosivo, armas atordoantes, etc., etc.) dariam para encher um livro, e qualquer uma delas é possível. Mas não se quisessem ter a certeza de bater no 13º pilar, algo que fizeram. Para fazer isso, precisavam de um condutor com o subconsciente programado . . .

Lady “Di” morreu num túnel em Paris. Os pedestres não podem visitar o local por causa do trânsito. Coincidentemente, o local situado exatamente acima do ponto onde ela foi assassinada é uma praça com uma réplica da tocha da Estátua da Liberdade.

Di tem a mesma pronúncia que die = morrer.

Pont de L’Alma em Paris: a passagem subterrânea onde Diana foi morta.

O documentário “Unlawful Killing” promove a ideia de que a morte da princesa e de Dodi al Fayed foi planejado.

Traduzido por Jeordie –Alexys@SAFe-mail.net

Simbologia Illuminati em notas de dólar

Pesquisador Robert Wilson diz que: Tanto a bandeira dos Estados Unidos como a pirâmide illuminati têm treze divisões horizontais. Bem eu fui verificar se bate certo, vejam as imagens abaixo.

Nota de 1 dólar

Um dos símbolos mais famosos é a pirâmide com o olho-que-tudo vê (olho de luçifer)

Esse símbolo é tão real que podem vê-lo nas notas de 1 dólar. Uma das teorias aponta que a utilização destes símbolos ocultos no dinheiro serve para a “fantasmagoria” do monopólio que o Estado detém sobre a energia psíquica. O cidadão capitalista aprende que dinheiro equivale a segurança e falta de dinheiro a insegurança.

Por cima da pirâmide consta a frase em latim “Annuit coeptis” (ele tem favorecido os nosso empreendimentos) ele, provavelmente : lucifer, o arquiteto, o olho-que-tudo vê. O olho significaria também uma alegoria à capacidade deles estarem simultaneamente em todo o lado. (por exemplo com sistemas de escuta, sistema echelon, espionagem etc).

Abaixo da pirâmide poder ler-se “ Novus Ordo Seclorum” (a nova ordem dos séculos) ou seja: A Nova Ordem Mundial. Pegue uma nota de 1 dólar e verá que é mesmo verdade.

A pirâmide está dividida em duas : Ela constitui-se de 72 blocos de pedra. Alguns dizem que seriam os 72 degraus da escada de Jacob, estando assim relacionados com o judaismo e a tradição cabalística. Por outro lado, a pirâmide não está terminada, o que poderia interpretar-se como uma chamada de atenção para o futuro. (Eles iriam fazer algo mais).

Acima da águia estão 13 estrelas correspondentes aos 13 estados de então. Os Estados Unidos foram inicialmente fundados pelas treze colônias do Império Britânico. Essas estrelas, com as suas cinco pontas, são um simbolo maçónico. Ela tem 9 plumas na cauda, correspondendo aos graus do ritual maçónio de York. As asas exibem respectivamente 32 e 33 penas, aludindo assim aos graus do rito Escocês. Na pata esquerda segura 13 flechas, indicando ação e transmutação. No bico ela segura um pergaminho no qual em latim se lê “et pluribus unum”, uma alusão à necessidade de integrar e agrupar os membros das antigas colônias que agora constituiam uma só nação. Fazer todas as nações uma só.

No livro dos Illuminati Robert Wilson diz que: 0,5 da população detém 70% da riqueza, deixando os outros 99,5 da população competindo violentamente pelo restante (30% da riqueza).

Nota de 20 dólares

1) Pegue uma nota de 20 dólares e dobre precisamente como esta figura abaixo:

2) Continue dobrando assim. Dobre precisamente conforme a figura:

3) Dobre o lado direito exatamente como dobrou o esquerdo. Você verá o Pentágono em chamas!!!

4) Agora dobre e veja do outro lado. As torres gêmeas do World Trade Center aparecem em chamas!!!

5) E dobre assim e olhe as letras, que estranho, hein?

6) E ainda mais impressionante: 9+11 = 20! (9/11 = 11 de setembro, o dia do ataque ao WTC). E tem mais, o ano 2001 foi o primeiro ano do século 21.

Nota de 50 dólares

WTC caindo

Nota de 100 dólares

Pó e fumaça após a queda de WTC

Previsão ou apenas coincidência?

Comitê dos 300, Bilderberg, Clube de Roma

Trechos do livro “Conspirators’ Hierarchy: The Story of the Committee of 300”, pelo Dr. John Coleman (America West Publishers, Carson City, Nevada:1992). Leia também Diplomacy by Deception e One World Order: Socialist Dictatorship, do mesmo autor. Estes livros estão à venda no site Amazon.com.

Prefácio

Dr. John Coleman
Na minha carreira como funcionário do serviço secreto, em muitas ocasiões tive acesso a documentos altamente confidenciais, mas trabalhando como um cientista político em Angola, no Oeste da África, tive acesso a uma série de documentos confidenciais ultra-secretos extraordinariamente explícitos. O que eu vi me deixou irado e ressentido e me lançou numa direção irreversível, com o objetivo primordial de desmascarar o poder que controla e manipula os governos inglês, americano e global. – Doutor John Coleman, novembro de 1991.

Uma visão panorâmica e histórica

Certamente que alguns estão cientes de que as pessoas que governam o nosso país não são as que verdadeiramente controlam os assuntos políticos e econômicos, domésticos e exteriores. Isto levou muitos a buscarem a verdade na imprensa alternativa, os autores de boletins informativos que, como eu, procuraram descobrir, mas nem sempre com êxito, por que os Estados Unidos estão com esta doença terminal. “Buscai e encontrareis” nem sempre foi o caso com este grupo. O que nós descobrimos foi que as pessoas vivem em densas trevas, e a maioria delas não se preocupa nem se interessa em descobrir para onde o seu país está indo, acreditando firmemente que ele sempre estará ali para ajudá-las. É assim que a maioria da população foi manipulada a reagir, e com essa atitude as pessoas se tornam marionetes nas mãos do governo secreto.

Freqüentemente ouvimos falar que “eles” estão fazendo isto e aquilo. “Eles” fazem qualquer coisa e passam impunes. “Eles” aumentam os impostos, fabricam atentados terroristas, instigam guerras e mandam nossos jovens para morrerem em guerras que não beneficiam o país. “Eles” parecem inatingíveis, invisíveis para nós, e é frustrantemente nebuloso quando se trata de tomar uma ação contra “eles”. Parece que ninguém consegue identificar claramente quem são “eles”. É uma situação que já dura há décadas. No decorrer deste livro, vamos identificar esses “eles” tão misteriosos, e, depois disso, fica por conta das pessoas resolverem a sua situação.

O Comitê dos 300 é uma sociedade altamente secreta, composta da classe governante intocável, que inclui a rainha da Inglaterra, a rainha da Holanda, a rainha da Dinamarca e as famílias reais da Europa. Esses aristocratas decidiram, quando a Rainha Vitória faleceu, que, de modo a adquirirem controle de mundo, seria necessário que os seus aristocratas “fizessem negócios” com os que não são aristocratas, mas que são líderes extremamente poderosos de empresas a nível global. E desta forma as portas para o poder se abriram para “os comuns”, como a rainha da Inglaterra gosta de chamá-los.

Desde a época que trabalhei no serviço secreto eu sei que chefes de Estado em outros países se referem a este órgão onipotente como “Os Magos”. Stalin criou a sua própria frase para descrevê-los: “As Forças Tenebrosas”, e o presidente Eisenhower, que jamais conseguiu passar do nível “hofjuden” (Judeu da Corte), se referiu a isso numa declaração que de maneira alguma define exatamente o que são. Ele disse que se tratava do “complexo industrial militar”.

Quem são os conspiradores que servem ao poderoso e onipotente, Comitê dos 300? Os nossos cidadãos mais bem informados estão cientes de que existe uma conspiração e que a conspiração trabalha sob diversos nomes como por exemplo Iluminati, Maçons, Mesa Redonda, Grupo Milner. O problema é que é bem difícil obter informação verdadeiramente concre-ta sobre as atividades dos membros do governo invisível.

Para ter uma idéia da amplitude e do nível universal desta conspiração, seria adequado a esta altura definir as metas decididas pelo Comitê dos 300 para a conquista e controle iminente deste mundo. É preciso ter uma compreensão bem clara de por que a energia nuclear é tão odiada no mundo todo, e por que é que o movimento pseudo-ecológico, fundado e financiado pelo Clube de Roma, foi convocado para travar guerra contra a energia nuclear, através de campanhas ecológicas anti-nucleares e até mesmo criando incidentes em usinas nucleares. Com a energia nuclear que gera a eletricidade de uma forma barata, relativamente segura e abundante, os países do Terceiro Mundo aos poucos ficariam independentes do auxílio exterior dos Estados Unidos e começariam a firmar a sua soberania. A energia nuclear é o segredo para tirar os países do Terceiro Mundo da sua condição retrógada, uma condição que o Comitê dos 300 ordenou que permanecesse.

Menos auxilio estrangeiro significa menos controle dos recursos naturais de um país por parte do FMI, e a idéia das nações em desenvolvimento assumirem o controle do seu destino foi anátema para o Clube de Roma e o Comitê dos 300, que o dirige. Nós já virmos oposição ao uso da energia nuclear nos Estados Unidos, Europa e mais recentemente no Japão, devido ao desastre nuclear, ser usada com êxito para bloquear desenvolvimento industrial em conformidade com os planos de “Desenvolvimento Zero Pós-industrial” do Clube de Roma.

Depender da ajuda dos Estados Unidos na verdade mantém os países estrangeiros subjugados ao Conselho das Relações Exteriores. o povo que deveria receber auxílio nesses países, recebe uma mínima parte do dinheiro, visto que normalmente acaba indo parar no bolso dos líderes corruptos do governo que permitem que a matéria-prima do país seja consumida desenfreadamente pelo FMI.

Mugabe do Zimbabwe, ex-Rodésia, é um bom exemplo de como a matéria-prima, neste caso minério de cromo de alto nível é controlada através do auxílio estrangeiro. LONRHO, o conglomerado gigantesco dirigido por Angus Ogilvie, um importante membro do Comitê dos 300, que trabalha para a sua prima Rainha Elisabeth II, tem agora controle total deste recurso tão valioso, enquanto que o povo do país afunda cada vez mais na pobreza e miséria, apesar de uma esmola de mais de 300 milhões de dólares por parte dos Estados Unidos.

A LONRHO agora monopoliza o cromo da Rodésia e cobra o preço que quer, sendo que durante o governo de Smith isso não era permitido. O preço permaneceu a um nível razoável por 25 anos antes do regime de Mugabe subir ao poder. Apesar de ter havido problemas durante o governo de 14 anos de Ian Smith, desde que ele partiu o desemprego quadruplicou e a realidade é que o Zimbabwe se encontra num estado de caos e bancarrota. Mugabe recebeu suficiente auxílio estrangeiro dos Estados Unidos (uns 300 milhões de dólares por ano) para dar-lhe condições de construir três hotéis na Cote d’Azur, Cap Ferat e Monte Carlo, enquanto que o seu povo sofre doença, desemprego, subnutrição e vive subjugado a um regime de ferro que não permite queixas. Compare isto com o governo de Smith, que jamais pediu nem recebeu um centavo sequer em forma de auxílio dos Estados Unidos. Vê-se então claramente que o auxílio do exterior é um meio poderoso de exercitar controle sobre os países como o Zimbabwe, e na verdade todos os países da África.

O Clube de Roma

Visto que já existem dezenas de livros escritos sobre o Conselho das Relações Exteriores (CFR, segundo a sigla em Inglês) e os Trilaterais, vamos passar diretamente ao Clube de Roma e à Fundação Marshall da Alemanha.

Foi uma revelação para algumas pessoas que o Clube de Roma e os seus patrocinadores usando o nome da Fundação Germânica Marshall, eram dois corpos altamente organizados da conspiração operando sob a fachada da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e que a maioria dos executivos do Clube de Roma eram provenientes da OTAN. O Clube de Roma formulou tudo o que a OTAN estipulou como diretrizes e, através das atividades do membro do Comitê dos 300, Lord Carrington, conseguiu dividir a OTAN em duas facções: um poder político (ala da esquerda) e a sua antiga aliança militar.

O Clube de Roma continua sendo uma das armas mais importantes de política exterior do Comitê dos 300, sendo o outro os Bilderbergers. Foi formado em 1968 com membros dedicadíssimos do grupo original Morgenthau, com base num telefonema feito pelo falecido Aurellio Peccei pedindo uma nova e urgente campanha para agilizar os planos do Governo Mundial – agora chamado a Nova Ordem Mundial.

O pedido de Peccei foi atendido pelos mais subversivos “planejadores do futuro” que os Estados Unidos, França, Suécia, Grã-Bretanha, Suíça e Japão conseguiram reunir. Durante o período de 1968-1972, o Clube de Roma se tornou uma entidade coesa de cientistas de novas ciências, globalistas, planejadores do futuro e internacionalistas de todos os tipos. Como disse um delegado: “Nós nos tornamos o casaco de muitas cores que José tinha.”

De um modo geral, pretendia-se que o Clube de Roma incentivasse e disseminasse um programa de idéias de “pós-industrialização” no Ocidente, juntamente com a disseminação de movimentos de contracultura tais como drogas, rock, hip hop, hedonismo, satanismo, feitiçaria, “ecologia”, etc. O Instituto Tavistock (Tavistock institute), o Instituto de Pesquisas Stanford (Stanford Research Institute), e o Instituto para Relações Sociais (Institute for Social Relations), na verdade todas as organizações de pesquisa no campo da psiquiatria social aplicada, ou têm delegados no corpo administrativo do Clube de Roma, ou agiram como conselheiros e desempenharam um papel de relevo na tentativa da OTAN de adotar o que eles denominaram de a “Conspiração Aquariana”.

O Clube de Roma é a matriz das agências conspiratórias, uma união entre financistas anglo-americanos e famílias da Nobreza Negra da Europa, principalmente a auto denorninada “nobreza” de Londres, Veneza e Gênova. O segredo para o seu sucesso no controle do mundo é a capacidade que tem de criar e manipular recessões econômicas e subseqüentes depressões. O Comitê dos 300 procura convulsões sociais a nível global, seguidas de depressões, como uma técnica para levar o povo a aceitar mais facilmente coisas maiores que estão por vir, e usam isto como o seu método principal para criar no mundo inteiro massas de pessoas que vão se tornar beneficiarias da sua “assistência social” no futuro.

O Clube de Roma tem a sua própria agência de serviço secreto e também pega “emprestado” da INTERPOL de David Rockefeller. Cada agencia de serviço secreto americano – bem como a KGB e a Mossad – colabora com ela.

As metas

Quais são as metas desta elite secreta? Desta elite que também se autodenomina os OLÍMPIOS (eles acreditam verdadeiramente que têm o mesmo poder e importância dos deuses legendários de Olimpo, que, como Lúcifer, o deus deles, acreditam firmemente que foram chamados para implementar o seguinte, por divino direito:

(1) Um Governo Mundial/Nova Ordem Mundial, com uma igreja e um sistema monetário unificados sob a direção deles. Não são muitas as pessoas que sabem que o Governo Mundial único começou a estabelecer a sua “Igreja” na década de 1920/1930, pois perceberam a necessidade de uma fé religiosa, de modo a terem um veículo de manipulação e assim poderem ter corpo “religioso” para canalizar esta crença na direção que queriam.

(2) A destruição total de soberania nacional.

(3) A destruição da religião, exceto a “religião” acima mencionada criada por eles.

(4) Controle de todas as pessoas através do controle mental e do que Brzezinski [Zbignew] denominou “tecnotrônica”, que criaria autômatos e um sistema de terror ao lado do qual o Red Terror de Felix Dzerzhinsky pareceria brincadeira de criança.

(5) Terminar toda industrialização e produção de eletricidade por energia nuclear no que eles denominam “sociedade de desenvolvimento zero pós-industrial”. Isentos disso se encontram a indústria da informática e de eletrodomésticos. As indústrias americanas que continuarem existindo serão transferidas para países, onde existe população em abundância. Os desempregados no princípio da destruição Industrial ou se tornariam viciados em drogas e álcool, ou se tornariam uma estatística no processo de eliminação que conhecemos hoje em dia como Global-2000.

(6) Legalização das drogas e da pornografia.

(7) Despovoamento das grandes cidades com base na experiência feita durante o regime de Pol Pot no Cambódia. É interessante observar que os planos de genocídio de Pol Pot foram feitos aqui nos Estados Unidos por uma das fundações de pesquisa do Clube de Roma.

(8) Repressão de todo desenvolvimento científico exceto o que for considerado benéfico para o Comitê. Maiores alvos são a energia nuclear para objetivos pacíficos. Odeia-se em particular experiências de fusão nuclear que no momento estão sendo vítimas de ódio pelo Comitê e os seus abutres na imprensa. O desenvolvimento da tocha de fusão acabaria de uma vez com o conceito do Comitê de “limitados recursos naturais”. Uma “tocha de fusão” usada adequadamente poderia criar recursos naturais ilimitados das substâncias mais comuns que existem.

(9) Causar através de guerras limitadas nos países desenvolvidos, e através de inanição e enfermidades nos países do Terceiro Mundo, a morte de três bilhões de pessoas até o ano 2050. pessoas que eles chamam de “bocas inúteis”. O Comitê dos 300 encarregou Cyrus Vance de redigir um texto sobre este assunto, sobre a melhor maneira de causar tal genocídio. O texto foi redigido com o título de Relatório Global 2000 e foi aceito e aprovado para ser colocado em prática pelo presidente Carter, pelo governo americano e em nome do governo americano, e foi aceito por Edwin Muskie, na época Secretário de Estado. Segundo as cláusulas do Relatório Global 2000, a população dos Estados Unidos deverá ter uma redução da ordem de 100 milhões até o ano 2050.

(10) Enfraquecer a fibra moral da nação e desmoralizar os trabalhadores da classe operária criando desemprego em massa. À medida que os empregos diminuem devido às políticas de desenvolvimento zero pós-industrial apresentados pelo Clube de Roma, trabalhadores desmoralizados e desalentados recorrerão a bebidas alcoólicas e drogas. Os jovens serão incentivados através de entretenimento e das drogas a se rebelarem contra o status quo e subseqüentemente destruindo a sociedade e o núcleo familiar. O Comitê dos 300 encarregou o Instituto Tavistock de esboçar um plano para atingir este objetivo. O Instituto Tavistock por sua vez encarregou o Instituto de Pesquisas Stanford de assumir este trabalho sob a direção do professor Willis Harmon. Este trabalho mais tarde veio a ser conhecido como “A Conspiração Aquariana”.

(11) Evitar que os povos no mundo inteiro decidissem o seu próprio destino, criando crise após crise e depois “manipulando” tais crises. Isto confundirá e desmoralizará a população ao ponto de, ao se deparar com muitas escolhas, resultará numa apatia a nível de massa. No caso dos Estados Unidos, um órgão para gerenciamento de crises já existe. Chama-se órgão Federal de Controle de Emergência (FEMA, pela sigla em inglês), cuja existência eu revelei em 1980.

(12) Promover gângsteres da música, como por exemplo o grupo imundo e degenerado dos “Rolling Stones” (um grupo gângster bem promovido pela Nobreza Negra Européia) e todos os grupos de gângsteres criados pelo Instituto Tavistock. Continuar edificando o fundamentalismo cristão, que será aproveitado para fortalecer o país sionista de Israel, identificando-se com os judeus através do mito do “Povo Eleito de Deus”, e doando quantias altíssimas de dinheiro para o que eles acreditam erroneamente ser uma causa religiosa com a intenção de promover a divulgação do cristianismo.

(13) Disseminar religiões ocultistas e esotéricas de baixo nível, de modo a manipular as pessoas para propósitos políticos, mas principalmente impedir a ascensão espiritual.

(14) Causar o colapso das economias do mundo e engendrar um caos político global.

(15) Assumir controle de todas as políticas exteriores e domésticas de países soberanos.

(16) Dar o máximo apoio a instituições mundiais como por exemplo as Nações Unidas (ONU), o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco de Acordos Internacionais (BIS), o Tribunal de Haia, e, tanto quanto possível, diminuir a eficácia de instituições regionais dissolvendo-as gradualmente ou colocando-as sob o controle das Nações Unidas.

(17) Infiltrar e subverter todos os governos e corroer por dentro a soberania e integridade das nações que estes governos representam.

(18) Organizar um aparato terrorista a nível mundial e usá-los para instigar leis mais autoritárias.

(19) Controlar a educação com a intenção e o propósito de destruí-la total e completamente.

Muitas dessas metas que eu mencionei em 1969, foram desde então atingidas ou estão prestes a serem realizadas.

Com um patrocínio ilimitado, centenas de pesquisadores teóricos e 5.000 engenheiros sociais, com a imprensa e os bancos do seu lado, e com o controle da maior parte dos governos, vemos que estamos rastreando um problema de proporções imensas, que não pode ser confrontado por nenhuma nação no momento.

Como eu já declarei tantas vezes, fomos erroneamente levados a crer que o problema ao qual me refiro se originou em Moscou. Fomos condicionados a acreditar que a China é o maior perigo que os americanos, tem pela frente. Isso simplesmente não é verdade. O maior perigo de todos emerge da massa de traidores que se encontra no nosso meio. Esses inimigos são os lacaios do Comitê dos 300 que ocupam cargos elevados na estrutura governamental de nossos países.

Enfraquecimento dos Estados Unidos

O Clube de Roma se sente confiante de que realizou o que lhe foi incumbido pelo Comitê dos 300, que era “enfraquecer” os Estados Unidos. Olhe ao seu redor e veja como a moral foi minada. As drogas, a pornografia, a “música” banal, o sexo livre, o núcleo familiar, tudo isso foi total-mente minado, e finalmente o assassinato (aborto) desnecessario de milhões de bebês inocentes por suas próprias mães.

Quem é que vai duvidar de que os Estados Unidos estão prontos para ruir internamente e cair nos braços do Governo Mundial de uma nova tenebrosa Idade Média? – Os Estados Unidos sofreram uma decadência espiritual e moral, a base industrial foi destruída e com isso 50 milhões de pessoas ficaram desempregadas, nossas cidades grandes, especialmente Detroit, são assombrosas fossas sépticas de todo o crime imaginável com o índice de homicídios quase três vezes maior do que de qualquer outro país; temos 6 milhões de pessoas sem teto, e a corrupção no governo atinge proporções epidêmicas.

O Clube de Roma obteve êxito em dividir as Igrejas cristãs; obteve êxito em formar um exército de carismáticos, fundamentalistas e evangélicos que lutam pelo estado sionista de Israel. Durante a guerra de genocídio no Golfo, eu recebi dezenas de cartas me perguntando como é que eu poderia ser contra “uma guerra cristã justa contra o Iraque”. Como é que eu poderia duvidar que o apoio dos cristãos fundamentalistas à guerra (do Comitê dos 300) contra o Iraque não era baseado na, Bíblia? Afinal de contas, não foi Billy Graham que orou com o presidente Bush logo antes de começarem a guerra? A Bíblia não fala de “guerras e rumores de guerras”?

Estas cartas dão uma idéia da eficiência do trabalho do Instituto Tavistock. Os fundamentalistas cristãos vão ser uma força invencível a favor da nação de Israel, exatamente como foi planejado. É lamentável que estas pessoas tão bem intencionadas não percebam que estão sendo grosseiramente manipuladas pelo Clube de Roma e que suas opiniões e crenças não são genuínas, mas foram criadas para elas através de centenas de pesquisas e estudos teóricos do Comitê dos 300, espalhados por todo o território americano. Em outras palavras: os cristãos fundamentalistas e os evangélicos, assim como qualquer outro segmento da população americana, sofreram lavagem cerebral.

Algumas pessoas talvez tenham dificuldade em aceitar a idéia de uma conspiração global porque tantos escritores têm lucrado com isso. Outras duvidam que atividade a nível global possa progredir com tanto êxito. Eles vêem toda a burocracia que existe no nosso governo e dizem: “Bem, como é que vamos acreditar que particulares podem fazer mais do que o governo?” Isso é porque se esquecem do fato de que o governo fantoche faz parte da conspiração. Eles querem evidência concreta, e evidência concreta é difícil de se encontrar.

Outras dizem: “E daí? Eu não estou nem aí com a conspiração. Eu nem voto.” Essa é exatamente a maneira como a população americana em geral foi condicionada a reagir. O nosso povo ficou desanimado e confuso, e isso é o resultado de anos de uma guerra travada contra nós. um povo desmoralizado e confuso vai estar muito mais pronto para receber de braços abertos um homem grandioso que prometa subitamente resolver todos os problemas e garantir uma sociedade bem organizada na qual as pessoas têm um bom emprego escravo e a rivalidade doméstica é mínima. Esse ditador, que é o que vai ser, será recebido de braços abertos.

Organizações de fachada

O Comitê dos 300, apesar de existir há mais de 150 anos, só por volta de 1897 é que se tornou no que é atualmente. Sempre deu ordens através de outras fachadas, como por exemplo o Instituto Real para Assuntos Internacionais (Royal lnstitute for lnternational Afairs). Quando foi decidido que um super-órgão controlaria os assuntos europeus, o RIA fundou o Instituto Tavistock, que por sua vez criou a OTAN. Por cinco anos a OTAN foi patrocinada pela Fundação Germânica Marshall. Talvez o membro mais importante dos Bilderbergers, um corpo político estrangeiro do Comitê, foi Joseph Rettinger, que segundo se diz foi o seu fundador e o organizador, cujas reuniões anuais têm deleitado caçadores de conspiração há várias décadas.

Rettinger era um padre jesuíta que recebeu uma ótima formação e um maçom grau 33. A senhora Katherine Meye Graham, que é suspeita de ter assassinado o marido para assumir o controle do jornal Washington Post, era outro membro proeminente do Clube de Roma, assim como Paul G. Hoffman da Companhia de Seguros de Vida Nova Iorque, uma das maiores companhias de seguros nos Estados Unidos e uma companhia proeminente no Clube de Roma, ligada diretamente à família da Rainha Elizabeth da Inglaterra. John J. McCloy, o homem que tentou acabar com a Alemanha depois da Segunda Guerra Mundial, e por último mas não menos importante, James A. Perkins da Carnegie Corporation, também foram membros fundadores dos Bilderbergers e do Clube de Roma.

Que elenco de estrelas! Mas, por mais estranho que pareça, até recentemente pouquíssimas – se é que alguma agência do serviço secreto – tinham ouvido falar desta organização. O poder desses personagens e das empresas, emissoras de TV, jornais e bancos que elas representam se encontram à altura do poder e prestígio de no mínimo dois países europeus, e isso é ainda apenas a pontinha dos enormes interesses interligados do Comitê dos 300.

A Companhia de Análises e Pesquisas (Research Analysis) está situada em McLean, Virginia. Fundada em 1948, foi absorvida pelo Comitê dos 300 em 1961, quando se tomou parte do bloco de John Hopkins. Já trabalhou em mais de 600 projetos, inclusive a integração de negros no exército americano, o uso tático de armas nucleares, programas de guerra psicológica e controle de população em massa.

Pesquisas de opinião pública e pesquisadores

Um dos aspectos mais importantes entre as conclusões entregues por esses estudos teóricos e o que se torna uma política do governo e uma política pública são os “pesquisadores da opinião pública”. O trabalho destas companhias de pesquisa de opinião pública e estatística é moldar e formar a opinião pública da maneira mais conveniente para os conspiradores. As emissoras CBS-NBC-ABC, o Jornal New York Times e o jornal Washington Post estão constantemente fazendo pesquisas de opinião pública. A maior parte desse trabalho é coordenado pelo National Opinion Research Centre onde, por incrível que pareça, foi esboçado um perfil psicológico da nação toda.

Os fatos e estatísticas são colocados em computadores do Gallup e Yankelovich, Skelley e White, para uma avaliação comparativa. Grande parte do que nós lemos nos nossos jornais ou vemos na televisão foi primeiro autorizado pelas companhias de pesquisa de opinião pública. A informação que recebemos é o que os pesquisadores de opinião pública acham que devemos saber. Isto chama-se “formação da opinião pública”. O objetivo principal deste pequeno condicionamento social é descobrir até que ponto o público reage favoravelmente a diretivas políticas originadas pelo Comitê dos 300. Nós somos denominados “grupos de população visados”. E o que os pesquisadores querem ver é até que ponto o povo resiste às notícias dadas nos noticiários da noite.

Fazer estatísticas baseadas nas pesquisas de opinião pública se tornou uma arte logo antes dos Estados Unidos entrarem na Segunda Guerra Mundial. Americanos, sem saberem, foram condicionados a considerar a Alemanha e o Japão inimigos perigosos que tinham que ser combatidos. Num certo sentido era a verdade, o que torna o condicionamento mental ainda mais perigoso, porque, com base na informação que as pessoas recebem, parecia realmente ser a Alemanha e o Japão. Muito recentemente vimos como funciona o processo de condicionamento do Instituto Tavistock, quando os americanos foram condicionados a considerar o Iraque uma ameaça e Saddan Hussein um inimigo pessoal dos Estados Unidos.

Programado para mudar, pronto para a destruição

É este Comitê dos 300 que montou redes de controle mais interligados do que qualquer coisa que já se viu neste mundo. Não é necessário o uso de correntes e cordas para nos restringir. O medo que temos do que está por vir faz isso de uma forma muito mais eficiente do que qualquer restrição física. Temos sofrido lavagem cerebral ao ponto de abrirmos mão do nosso direito constitucional de porte de armas; de abrirmos mão da nossa própria constituição; permitimos que as Nações Unidas exercitem controle sobre nossa política exterior e que o FMI controle nossa política fiscal e monetária; permitirmos que o presidente (Bush) viole a lei dos Estados Unidos, permaneça impune, invada um país soberano estrangeiro e torture e massacre estrangeiros. Em outras palavras, sofremos tal lavagem cerebral que, como nação, aceitamos todo e qualquer ato fora da lei da parte do nosso governo quase sem questionar.

Graças ao Clube de Roma o nosso potencial tecnológico caiu, e é inferior ao do Japão e da Alemanha, países que nós supostamente derrotamos na Segunda Guerra Mundial. Como é que isso aconteceu? Isso aconteceu por causa de homens como o Dr. Alexander King e por causa da cegueira da mente: não reconhecemos a destruição dos nossos estabelecimentos de ensino e do nosso sistema de ensino. Devido à nossa cegueira, não estamos mais formando engenheiros e cientistas em quantidade e qualidade suficiente para nos manter entre as nações industrializadas do mundo. Graças ao Dr. King, um homem que pouquíssimas pessoas nos Estados Unidos conhecem, a educação nos Estados Unidos atingiu o seu nível mais baixo desde 1786. Estatísticas do Instituto para o Ensino Superior mostram que a capacidade de ler e escrever dos jovens na escola secundária nos Estados Unidos são mais baixas do que as dos jovens da mesma faixa etária em 1786.

A nação foi condicionada de tal forma a mudar e se tornou tão acostumada a mudanças planejadas que mal se nota quando ocorrem grandes transformações. Nós sofremos uma decadência tão rápida nos últimos anos que hoje em dia o divórcio não é mais razão de estigma, o suicídio está na moda e pouquíssimas pessoas se surpreendem com ele; depravações sociais e aberrações sexuais, algo que antigamente nem se mencionava, agora se tomaram comum.

O presidente Jefferson uma vez disse que tinha dó das pessoas que achavam que sabiam o que estava acontecendo só porque liam o jornal. Disraeli, o primeiro-ministro britânico, disse praticamente a mesma coisa. É verdade que em todas as eras, governantes se deleitaram em dirigir as coisas dos bastidores.

Nos disseram que ganhamos a Guerra do Golfo. O que a grande maioria do povo americano não percebe é que, ao ganharmos a guerra perdemos o auto-respeito e a honra da nossa nação, as quais apodrecem nas areias no deserto do Kuwait e do Iraque, junto aos cadáveres dos soldados iraquianos que foram massacrados depois de terem concordado em se retirar do Kuwait e de Basra. Não mantivemos a nossa promessa de que seguiríamos as Convenções de Genebra e não os atacaríamos. As pessoas que nos controlam nos perguntaram: “O que é que vocês querem? Vitória ou auto-respeito? Não dá para ter as duas coisas.”

Vivemos numa sociedade “descartável” programada para não durar. Nós nem piscamos ao tomarmos conhecimento dos 6 milhões de pessoas sem teto, nem dos 50 milhões de pessoas desempregadas, nem dos 25 milhões de bebês que foram assassinados até agora. São coisas “descartáveis” de uma conspiração tão maldita que a maioria negará existir ao ser confrontada com elas, justificando esses eventos com as palavras “os tempos mudaram”.

Foi assim que o Instituto Tavistock nos condicionou a reagir, eles desmantelam os nossos ideais e ninguém protesta. A garra espiritual e intelectual do nosso povo foi destruída!

Uma mulher que já foi casada diversas vezes se toma popular. Bandas e mais bandas de música de drogados e imundos ganham horas e horas no ar para apresentar os seus grunhidos, seus rebolados sem nexo, sua moda e linguagem nojenta. Novelas com cenas quase pornográficas não despertam comentários de ninguém, sendo que no princípio da década de 80 isso jamais teria sido aceito. Hoje em dia, porém, é considerado normal e desejável. Nós fomos vítimas e sucumbimos ao que o Instituto Tavistock denomina “choques futuros”, só que o futuro é agora e estamos tão insensíveis devido a ondas sucessivas de choques culturais que parece inútil protestar, e portanto, segundo a nossa lógica, não adianta protestar.

Existe um termo técnico para esta condição. Chama-se “cansaço de discernimento a longo alcance”. É a arte de sujeitar continuamente um grupo grande de pessoas a um cansaço de discernimento a longo alcance que foi desenvolvido por cientistas que trabalhavam no Instituto Tavistock de Relações Humanas e suas subsidiárias americanas, o instituto de Pesquisa de Stanford e a Rand Corporation, e no mínimo mais 150 instituições de pesquisa aqui nos Estados Unidos.

Quem pode negar que, com o imenso aumento no uso de drogas, o crack obtendo milhares de novos viciados instantaneamente a cada dia; com a praga terrível que nós denominamos AIDS, que assola nossas cidades; com o fracasso total do nosso sistema de educação; o aumento surpreendente do nível de divórcio; o nível inacreditável de homicídios que choca o resto do mundo, assassinatos satânicos em série, o desaparecimento de milhares de criancinhas que são roubadas nas ruas por pervertidos; um maremoto de pornografia acompanhada de um “vale tudo” nas nossas telas de televisão – quem pode negar que esta nação está em crise? uma crise que não estamos combatendo mas fechando os olhos para ela.

Pessoas bem intencionadas que se especializam nessas coisas colocam a culpa de grande parte do problema na educação, ou no que os Estados Unidos consideram educação escolar. Agora há uma abundância de criminosos na faixa etária de 8 e 14 anos. Já é comum ver estupradores com 10 anos de idade.

A década de 60 e a Imprensa

O papel da imprensa na nossa sociedade é de importância vital para o êxito da lavagem cerebral em grandes grupos da população. As guerras entre gangues em Los Angeles terminaram em 1966 quando a imprensa parou de dar cobertura ao assunto. A mesma coisa acontecerá com a recente onda de guerras entre gangues em Los Angeles. Gangues de rua vão desaparecer depois que a cobertura por parte da imprensa diminuir e parar completamente. Assim como ocorreu em 1966, o assunto vai se tomar “ultrapassado”. Gangues de rua terão cumprido o seu propósito de criar insegurança na nação.

Sem toda aquela histeria por parte da imprensa, e se não tivesse havido cobertura quase que 24 horas por dia, o culto ao rock hippy-beatnick e as drogas jamais teria chegado a lugar algum. Teria permanecido sendo uma esquisitice local. Ao invés disso, como os Beatles receberam uma cobertura imensa da imprensa, os Estados Unidos sofreram ondas sucessivas de choques culturais.

Os homens ali enterrados em estudos teóricos e Institutos de pesquisas, cujos nomes e rostos apenas algumas pessoas conhecem, asseguraram-se de que a imprensa desempenhasse o seu papel. Por sua vez, o papel tão importante da imprensa em não desmascarar a força por trás de futuros choques culturais assegurou-se de que a fonte da crise jamais fosse identificada. Sendo assim, a nossa sociedade enlouqueceu com tantas choques psicológicos e estresse. O termo “enlouqueceu” consta no manual de treinamento do Instituto Tavistock. Desde o seu modesto começo em 1921, quando chegou a 1966, o Instituto Tavistock estava pronto para lançar uma revolução cultural irreversível de grande Porte nos Estados Unidos, que ainda não terminou. A Conspiração Aquariana faz parte disso.

E assim a nossa nação enfraquecida ficou madura para a introdução das drogas. Isso também fazia parte integral da Conspiração Aquariana. A proliferação do uso de drogas foi um dos assuntos estudados no Science Policy Research Unit (SPRU) no prédio do Instituto Tavistock na Universidade de Sussex.

O uso de drogas agora faz parte do cotidiano nos Estados Unidos. Este programa planejado pelo Instituto Tavistock capturou milhões de jovens americanos e a geração mais velha começou a acreditar que os Estados Unidos estavam passando por uma revolução social natural, sem perceber que o que estava ocorrendo com os seus filhos, não era um movimento espontâneo, mas sim uma criação altamente artificial tramada para forçar transformações na vida social e política do povo americano.

Hoje em dia se fala muito em meio-ambiente e, apesar de falar mais de rios puros e ar fresco, existe um outro meio-ambiente igualmente importante, principalmente o meio-ambiente social. O meio-ambiente do nosso estilo de vida ficou poluído, o nosso modo de pensar se poluiu. Nossa capacidade de controlar nosso destino se poluiu. Nos deparamos com alterações que poluem o nosso modo de pensar a tal ponto que não sabemos mais o que dizer. A “transformação do meio-ambiente” está aleijando a nação; nós demonstramos ter tão pouco controle sobre isso que tal situação tem causado ansiedade e confusão nas pessoas.

Agora procuramos soluções em grupo em vez de soluções individuais para os nossos problemas. Não utilizamos nossos recursos para resolver problemas. Nestas circunstâncias o uso crescente de drogas desempenha um papel importante. Trata-se de uma estratégia deliberada, planejada por cientistas da Nova Ciência, os engenheiros sociais e os especuladores, tendo como alvo a parte mais vulnerável: a imagem que temos de nós próprios e o conceito que temos, e acabamos por ser nada mais que ovelhas a caminho do matadouro. Nós nos tornamos confusos devido às muitas decisões que temos que tomar, e nos tornamos apáticos.

O tráfico de drogas

Da Colômbia a Miami, do Triângulo Dourado ao Portão Dourado (São Francisco), de Hong Kong a Nova Iorque, de Bogotá a Frankfurt, o tráfico de entorpecentes, e em especial o tráfico de heroína, é um alto comércio e é dirigido de cima para baixo por algumas das famílias mais “intocáveis” do mundo; e cada uma dessas famílias têm no mínimo um membro que faz parte do Comitê dos 300. Não é um negocinho de camelôs, e requer bastante dinheiro e conhecimento para mantê-lo dando lucro sem problemas. O maquinário sob o controle do Comitê dos 300 garante esse desempenho.

Talentos assim não se encontram nas esquinas nem nos metrôs de Nova Iorque. Com toda certeza, os traficantes fazem parte integral do comércio, mas apenas como pequenos vendedores temporários. Digo temporários porque alguns são pegos pela polícia e outros são mortos por rivais. Mas o que importa? Não falta gente para tomar o seu lugar.

Não, não é nada em que o Sindicato das Micro Empresas e pequenos grupos de gangsters estariam interessados. É alto negócio, um vasto império, esse negócio sujo de entorpecentes. Ele é dirigido de cima para baixo por necessidade, em cada país no mundo. Na verdade, é o maior empreendimento que existe no mundo atualmente e transcende todos os outros. Sabe-se que é protegido do alto pelo simples fato de que, assim como acontece com terrorismo internacional, não se consegue acabar com ele, o que, para uma pessoa de raciocínio normal, deveria indicar que algumas das pessoas mais importantes nos círculos reais, a oligarquia, a plutocracia, estão dirigindo o negócio, mesmo que seja feito através de intermediários.

Não existe um governo que não saiba exatamente o que acontece em relação ao tráfico de entorpecentes, mas o Comitê dos 300, através da sua rede internacional de subsidiários, cuida dos membros individuais em cargos de influência. Se um político de algum governo “dá muito trabalho” ele é retirado, como no caso de Ali Bhutto no Paquistão e Aldo Moro na Itália. Ninguém está fora do alcance do Comitê onipotente, apesar de que a Malásia, China e outros países do Oriente terem conseguido agüentar firme fora das suas garras até agora. A Malásia tem as leis anti-drogas mais rígidas do mundo. A Possessão nem que seja de uma pequena quantidade de drogas é punida com a pena de morte.

Como acontece com a Empresa Kintex da Bulgária, a maioria dos pequenos países se envolvem diretamente nessas empresas criminosas. Os caminhões da Kintex transportavam regularmente heroína pela Europa Ocidental, usando caminhões da sua própria frota com o logotipo EEC do Triangle lntemationale Routier (TIR). Caminhões com esse logotipo com número de reconhecimento do Mercado Comum Europeu não devem ser parados na alfândega nos postos de fronteira. Caminhões do TIR podem transportar apenas produtos perecíveis. Deveriam ser inspecionados no país de origem, e o motorista de cada caminhão leva consigo documentação comprovando supostamente isso.

De acordo com as obrigações do tratado internacional é isso que acontece, então os caminhões da Kintex podiam carregar heroína até o teto e registrar tudo como “frutas e legumes frescos” e depois circularem por toda a Europa Ocidental, entrando até mesmo nas bases militares de alta-segurança da OTAN no norte da Itália. Dessa forma, a Bulgária se tornou um dos países principais na rota da heroína.

Lembre-se disso da próxima vez que você ler nos jornais que encontraram uma grande quantidade de heroína num fundo falso de um carro, e alguma pobre “mula” paga o preço pela sua atividade criminosa.

Isso é uma “ninharia”, um zé-ninguém qualquer é pego e a imprensa faz a maior estória disso para dar a impressão que o nosso governo está realmente cuidando da ameaça das drogas.

Pausemos aqui por um momento. Será que dá para acreditar que com todas as técnicas modernas de fiscalização, inclusive reconhecimento por satélite, não se conseguiria detectar esse tráfico de entorpecentes nem acabar com ele? Como é que a polícia e o exército não consegue ir lá e destruir os laboratórios depois que os descobrem? Se for esse o caso, e se ainda não conseguimos interditar o tráfico da heroína, então os serviços anti-drogas deveriam ser conhecidos como “Serviços Geriátricos” e não órgãos de controle às drogas.

Até mesmo uma criança saberia dizer aos supostos “vigilantes da droga” o que devem fazer. Fique só de olho em todas as fábricas de anidrido acético, o elemento químico mais essencial para os laboratórios poderem refinar o ópio bruto e transformarem em heroína. Depois, siga a pista! Às vezes cargas de cocaína são interditadas e confiscadas. Eles só fazem isso como uma demonstração para promover a idéia falsa de que estão fazendo algo. Muitas vezes a carga confiscada pertence a uma nova empresa que está tentando entrar no tráfico. Essa competição é aniquilada, pois eles informam as autoridades exatamente em que ponto dos Estados Unidos a carga vai entrar e quem são os donos dela. Mas as cargas realmente grandes nunca são tocadas; heroína é cara demais.

Para os oligarcas e plutocratas do Comitê dos 300, as drogas têm dois propósitos. Primeiro elas geram um grande lucro, e segundo vão mais dia menos dia tornar boa parte dos jovens em mortos vivos, drogados que são será mais fácil influenciar, pois, no caso de rebeldia, o castigo será reter o suprimento de heroína, cocaína e outras drogas. Para isso é necessário legalizar as drogas para que o sistema de monopólio possa causar a proliferação do uso de drogas, pois centenas de milhões de trabalhadores frustrados ou permanentemente desempregados vão recorrer às drogas em busca de consolo.

Em um documento ultra-secreto do Royal Institute of International Affairs, monta-se o cenário da seguinte maneira (em parte): Deve-se consolidar o controle total do tráfico de drogas para que os governos de todos os países sob a nossa jurisdição tenham um monopólio que nós controlaremos através do suprimento… Bares de drogas vão cuidar dos desordeiros e descontentes, dos possíveis revolucionários que se tornaram viciados sem vontade própria…”

O mundo do futuro?

Em suma, a intenção e o propósito do Comitê dos 300 é causar as seguintes condições:

Um governo mundial e um sistema monetário único sob oligarcas hereditários não eleitos pelo povo mas selecionados entre o seu próprio grupo como que num sistema feudal na época da Idade Média. Sob este governo mundial, a população será limitada por meio de restrições contra o número de filhos por família, doenças, guerras, fome, até que um bilhão de pessoas que sejam realmente úteis para os governantes serão introduzidas em áreas que serão definidas restrita e rigidamente vigiado, se tornarão a população total do mundo.

Não haverá classe média, apenas governantes e servos – socialismo ditatorial. Todas as leis serão uniformes sob um sistema de tribunais mundiais obedecendo a um único código penal internacional, apoiado pela força policial de um único Governo Mundial e um poderio militar de um Governo Mundial único para executar leis em todos os ex-países onde não existirá mais limites nacionais. O sistema social será baseado num só programa de assistência social; pessoas que são obedientes e subservientes ao Governo Mundial serão recompensadas com meios de subsistência; as pessoas rebeldes simplesmente morrerão de fome ou serão declaradas marginais, tornando-se assim alvo para qualquer pessoa que queira matá-las. Será proibido o porte de armas de qualquer tipo que seja.

Só se permitirá uma única religião que será na forma da igreja do Governo Mundial. Satanismo, luciferianismo e feitiçaria serão reconhecidos como legítimos dentro do governo mundial, deixando de existir escolas particulares ou igrejas. As igrejas cristãs já foram subvertidas e o cristianismo será coisa do passado quando o Governo Mundial subir ao poder.

Cada pessoa será totalmente doutrinada a acreditar que é uma criatura do Governo Mundial com um número de identificação e todas as informações (documentos, registros médico, residencial, profissional, financeiro) gravados num microchip implantado sob a pele para ser de fácil localização através de GPS, sendo que este número de identificação ficará gravado num arquivo matriz no computador da OTAN em Bruxelas, na Bélgica, podendo ser lido a qualquer momento por qualquer agência do Governo Mundial quando quiserem. Os arquivos matrizes da CIA, FBI, e órgãos da polícia estadual e municipal, do imposto de Renda, da FEMA e do programa de Seguridade Social se expandirão vastamente e formarão a base dos registros pessoais de todos os indivíduos nos Estados Unidos.

Não haverá matrimônio e vida familiar como nós a conhecemos hoje. As crianças serão educadas em institutos como propriedade do estado. Tal experiência foi feita na Alemanha Oriental sobre o governo de Erich Honecker quando crianças eram tiradas dos pais considerados cidadãos desleais ao estado.

Será promovida a pornografia e a apresentação de filmes pornográficos em todo teatro ou cinema, inclusive pornografia de homossexuais e lésbicas. A população mundial anteriormente fértil vai se tornar estéril devido a doenças disseminados através de vacinas ou poluição ao longo da vida. A reprodução humana será rigidamente controlado e será permitido a reprodução humana unicamente através de uma tecnica artificial em laboratório do governo.  Será compulsório o uso de drogas sofisticadas “recreativas” e cada pessoa terá uma quota que poderá adquirir em lojas do Governo Mundial no mundo todo. Expandir-se-á o uso de drogas de prazer de controle mental e o uso das mesmas se tornará compulsório. Essas drogas de controle mental serão administradas no suprimento de alimentos e/ou de água sem o conhecimento e/ou consentimento das pessoas. Serão criados bares de drogas, empresas dirigidos por funcionários do Governo Mundial, onde a classe escrava poderá passar o seu tempo livre. Desta maneira, as massas – todos os que não pertencerem à elite – serão reduzidas ao nível de comportamento de animais controlados sem vontade própria e facilmente arrebanhadas e manipuladas.

O sistema econômico será fascista e se baseará na decisão da classe governante de só permitir que haja alimentos e serviços suficientes para manter os campos de trabalho da massa em funcionamento. Toda a riqueza estará acumulada nas mãos dos membros de elite do Comitê dos 300. Cada indivíduo será doutrinado para entender que depende totalmente do governo para sobreviver. O mundo será governado pelos Decretos Executivos do Comitê dos 300 que se tornarão lei instantaneamente. Boris Yeltsin usava decretos do Comitê dos 300 para impor a vontade do Comitê na Rússia num projeto experimental. Existirão tribunais de punição e não tribunais de correção e justiça.

A indústria será totalmente destruída, junto com os sistemas de energia nuclear e energia livre. Apenas membros do Comitê dos 300 e a sua elite terá direito de usar os recursos da terra. A agricultura estará apenas nas mãos dos membros do Comitê dos 300, sendo a produção de alimentos estritamente limitada e controlada. Isto já começou a ser colocado em prática através de Codex Alimentarius.

A eutanásia será compulsória para os doentes terminais, idosos e deficientes físicos e mentais. Pelo menos 3 bilhões de “bocas inúteis” serão eliminadas até o ano 2050 através de guerras controladas, epidemias organizadas de doenças fatais que evoluem rapidamente e fome através de alimentos irradiados sem vitaminas (Codex Alimentarius). Energia, alimentos e água serão distribuídos em quantidades mínimas apenas para assegurar a subsistência dos que não são elite.

Todos os produtos farmacêuticos essenciais ou não, médicos, dentistas e trabalhadores do campo da saúde serão registrados na central de dados, e nenhum remédio ou assistência médica serão administrados sem permissão direta dos controladores regionais responsáveis por cada cidade, vila ou povoação.

Não haverá papel moeda nem ouro e prata nas mãos de quem não pertencer à elite. Todas as transações serão feitas através de um cartão de débito ou microchip implantado sob a pele que terá o número de identificação do proprietário. Qualquer pessoa que de alguma forma infringiras regras e regulamentos do Comitê dos 300 terá o seu cartão suspenso por tempo predeterminado segundo a natureza e severidade da infração.

Essas pessoas descobrirão, quando forem adquirir alguma coisa, que seu cartão está suspenso e que não poderão obter nenhum tipo de serviço. A tentativa de trocar moedas “velhas”, isso quer dizer moedas de prata e ouro das ex-nações agora já inexistentes, será considerada crime gravíssimo sujeito a pena de morte. Todas estas moedas terão que ser entregues dentro de um prazo, junto com revólveres e qualquer tipo de armas. Apenas a elite e funcionários com altos cargos no Governo Mundial poderão ter armas e dinheiro vivo.

Caso a ofensa seja séria, o cartão será confiscado ao ser apresentado no ponto de verificação. Depois disso essa pessoa não poderá obter alimentos, assistência médica, abrigo e emprego, e será registrada oficialmente como marginal. Desse modo os marginais se agruparão em regiões onde terão que subsistir por seus próprios meios, sujeitos a serem perseguidos e mortos a tiros quando vistos. As pessoas que de alguma forma auxiliarem os marginais também serão mortas. Se algum marginal não se entregar à polícia ou aos militares depois de um determinado período de tempo, um membro da sua ex-família será selecionado ao acaso para pagar a sentença na prisão em seu lugar.

Todos os serviços de informação e a imprensa estarão sob o controle do Governo Mundial. Medidas regulares de lavagem cerebral serão consideradas “entretenimento” da mesma maneira que foi praticada e se tornou uma arte no mundo atual, só que no futuro a tecnologia de controle mental usado na mídia será infinitamente mais eficiente. Jovens tirados de seus “pais desleais” receberão educação especial com a finalidade de embrutecê-los. Jovens de ambos os sexos serão treinados para serem carcereiros, militares e espiões do Governo Mundial.

O Comitê dos 300 há muito que aperfeiçoou seus planos para desestabilizar a civilização como nós a conhecemos. Na Europa Ocidental as nações estão trabalhando para formar uma federação de estados dentro da estrutura de um governo com só uma moeda. De lá o sistema do Mercado Comum Europeu será transferido aos poucos para os Estados Unidos e o Canadá. As Nações Unidas estão se transformando metodicamente num carimbo de aprovação para o governo mundial, sendo as suas políticas ditadas pelos Estados Unidos como vimos no caso da Guerra do Golfo.

Países sob um regime de assistência social existem em abundância na Europa, e os Estados Unidos estão se tornando rapidamente no país onde o povo mais vive com base na assistência social. Hoje existem mais de 45 milhões de americanos vivendo com subsidio de vale-refeição do geverno. Uma vez que as pessoas passem a depender do governo para a sua subsistência, será muito difícil desligá-las disso.

A proibição do porte de armas particulares já está em vigor em três quartos do mundo. Somente nos Estados Unidos a população ainda pode possuir as armas de fogo, mas este direito está sendo violado a nível alarmante através de leis municipais e estaduais que infringem o direito constitucional que todos os cidadãos têm de porte de armas. Até chegarmos ao ano 2015, porte de armas particulares terá se tornado algo obsoleto nos Estados Unidos.

Semelhantemente, a educação está sendo minada a um ritmo alarmante. Escolas particulares estão sendo forçadas a fechar devido a uma série de estratagemas legais e falta de condições financeiras para funcionarem. O padrão de educação nos Estados Unidos já afundou a um nível tão deplorável que hoje mal pode ser chamado de educação. Isto está de acordo com o plano; como eu descrevi anteriormente, o Governo Mundial não quer que os nossos jovens recebam uma educação adequada.

O desejo de ser livre

Entretenimento popular, principalmente a indústria cinematográfica, foi usada para fazer cair no descrédito aqueles que fizeram advertências sobre esta ameaça tão perigosa à liberdade individual e à liberdade do ser humano.

Liberdade é uma lei dada por Deus que o homem constantemente buscou subverter e minar, mesmo assim o anseio que cada indivíduo tem por liberdade é tão grande que até agora nenhum sistema conseguiu arrancar esse sentimento do coração humano. As experiências conduzidas na URSS, Grã-Bretanha e nos EUA, para sufocar a ânsia pela liberdade, até agora não obtiveram êxito.

Mas, com a ascensão da Nova Ordem Mundial/Governo Mundial, vão ser agilizadas amplas experiências para extirpar da mente, corpo e alma do homem aquele anseio por liberdade que Deus lhe deu. O que já está ocorrendo não é nada, é algo insignificante em comparação com o que está por vir. O ataque à alma é a essência de uma multidão de experiências que estão sendo maquinadas.

Manipulação da opinião pública

O que toma o Comitê incrível é o sigilo também incrível que prevalece a respeito dele. Nenhum órgão noticioso jamais mencionou essa hierarquia de conspiração, portanto, como seria de se esperar, as pessoas duvidam da sua existência. Grande parte do Comitê dos 300 está sob o controle da monarquia britânica, neste caso Elizabeth II.

Não existe uma entidade que o Comitê não possa influenciar e controlar, e é óbvio que o campo da comunicação é rigorosamente controlado. Se olharmos para a RCA, veremos que a sua diretoria é composta de personalidades proeminentes na Grã Bretanha e nos Estados Unidos que também têm altos cargos em outras organizações, como por exemplo no Conselho das Relações Exteriores, OTAN, no Clube de Roma, na Comissão Trilateral, nos Maçons, no Skull and Bones, Bilderbergers, Round Table, Sociedade Milner e na Sociedade Jesuíta-Aristotles. Entre estas pessoas se encontrava David Sarnoff, que se mudou para Londres ao mesmo tempo que Sir William Stephenson se mudou para o prédio da RCA em Nova Iorque.

As três maiores redes de televisão vieram da RCA, principalmente a National Broadcasting Company (NBC), que foi a primeira, e logo depois surgiu a American Broadcasting Company (ABC) em 1951. A terceira grande rede de televisão foi a Columbia Broadcasting System (CBS) que, como as duas outras companhias, era e continua sendo dominada pelos serviços secretos britânicos. William Paley recebeu instrução técnica de lavagem cerebral em massa no Instituto Tavistock antes de ser considerado qualificado para dirigir a rede CBS.

Yankelovich utilizou ao máximo todo o conhecimento adquirido durante a Segunda Guerra Mundial. Yankelovich, como guerreiro de segunda geração, é incomparável; é por isso que as pesquisas da ABC conduzidas pela empresa dele sempre são as que definem a “opinião pública”. A população dos Estados Unidos estava sendo alvo de um ataque ao seu senso de realidade. Logicamente esta técnica é um treina-mento padrão para certos grupos de serviço secreto, inclusive a CIA.

Yankelovich como o mais antigo manipulador da opinião pública no Comitê dos 300, ninguém duvida que Yankelovich fez um trabalho incomparável. Como e onde tudo isso começou?

De acordo com documentos que falam da Primeira Guerra Mundial que consegui recolher e examinar no Escritório de Guerra em Whitehall Londres, parece que o Royal Institute for International Affairs foi incumbido pelo Comitê dos 300 de fazer um estudo sobre manipulação de informação de guerra. Esta tarefa foi dada ao Lord Northcliffe e ao Lord Rothmere e Arnold Toynbee, que era agente M16 no RIIA. A família de Lord Rothmere era dona de um jornal que estava acostumado a apoiar diversas posturas do governo, por isso considerou-se que o jornal poderia alterar a percepção do público, principalmente entre o número cada vez maior de pessoas que eram contra a guerra.

O projeto foi sediado na Wellington House. Especialistas americanos convocados para ajudar Lord Rothmere e Northcliffe foram Edward Bemays e Walter Lippman. O grupo teve sessões “quebrando a cabeça” para desenvolverem técnicas de mobilização de apoio em massa para a guerra, principalmente entre a classe operária cujos filhos, esperava-se, seriam mandados em massa para os campos de chacina de Flanders.

Através do jornal de Lord Rothmere, experimentaram-se novas técnicas de manipulação e, depois de um período de seis meses, ficou óbvio que tinham obtido êxito. Os pesquisadores descobriram que apenas um pequeno grupo de pessoas conseguia raciocinar e tinha a capacidade de analisar o problema, ao passo que o resto apenas expressava a sua opinião. Segundo Lord Rothmere, foi assim que 87% do povo britânico reagiu à guerra, simplesmente expressando suas opiniões sem entenderem a realidade subjacente. Ele teorizou que o mesmo princípio se aplicava não só à guerra, mas a todo problema possível e imaginário na sociedade. Sendo assim, se a opinião do povo pode ser moldada e manipulada, então pode-se controlar o povo.

Quando os manipuladores depararam com essa conclusão tão significativa, eles experimentaram isso vez após vez durante a guerra, de modo que, apesar de centenas de milhares de jovens britânicos estarem sendo chacinados nos campos de batalha da França, não se levantava praticamente nenhuma oposição àquela guerra sangrenta. Os registros daquela época mostram que até o ano de 1917, logo antes dos Estados Unidos começarem a participar da guerra, 94% da classe operária britânica que estava agüentando todo o sofrimento e as conseqüências da guerra, não tinha a mínima idéia do objetivo da guerra, a não ser aquela imagem criada pelos manipuladores da imprensa de que os alemães eram urna raça horrível que queria destruir a monarquia e o país deles e que por isso tinham que ser aniquilados da face da terra.

Logicamente nada mudou, porque em 1991 aconteceu a mesmíssima situação criada pelos órgãos noticiosos, que permitiu que o presidente Bush violasse flagrantemente a Constituição travando uma guerra de genocídio contra a nação do Iraque com o consentimento de 87% do povo americano.

“A manipulação consciente e inteligente de hábitos organizados e opiniões das massas é um elemento importante numa sociedade democrática. As pessoas que manipulam esse mecanismo invisível da sociedade são um governo invisível, que é o verdadeiro poder governante no nosso país.”

E para apoiar a sua posição, Bernay citou o artigo de H. G. Wells publicado no New York Times. Wells apoiou entusiasticamente a idéia de meios modernos de comunicação que “abririam um novo mundo de processos políticos que permitiriam que o desígnio comum fosse documentado e apoiado contra a perversão e a traição” (ao governo invisível.)

Continuando com as revelações no livro Propaganda:

“Nós somos governados, nossas idéias são moldadas, nossos gostos são formados, nossos conceitos são sugeridos, principalmente por homens dos quais nunca ouvimos falar. Qualquer que seja a atitude que alguém decida tomar contra esta condição, mesmo assim é um fato que em praticamente cada ação que tomamos na nossa vida cotidiana, quer seja no campo político ou dos negócios, na nossa conduta social ou na nossa ética, somos dominados por um número relativamente pequeno de pessoas, uma fração mínima dos nossos 7 bilhões que entendem os processos mentais e os padrões sociais das massas. Essas pessoas que mexem os pauzinhos são as que controlam a mente do povo, as que controlam as velhas forças sociais e inventam novas maneiras de restringir e guiar o mundo.”

Bernay não teve coragem de revelar ao mundo quem eram os “eles” que “mexem os pauzinhos que controlam a mente do povo…”, mas neste livro nós estamos compensando esse lapso intencional da parte dele revelando a existência desse “grupo relativamente pequeno de pessoas”, o Comitê dos 300.

O governo invisível do Comitê dos 300 exerceu uma tremenda pressão nos Estados Unidos para mudar o seu modo de agir – para pior. Os Estados Unidos são o último reduto da liberdade, e a menos que nos tirem essa liberdade o progresso para o Governo Mundial será consideravelmente retardado. Tal trabalho é algo de proporções imensas para o Governo Mundial, exige muita habilidade de organização, controle de governos e suas políticas. A única organização que poderia ter assumido esta tarefa monumental com alguma esperança de êxito é o Comitê dos 300, e acabamos de ver até que ponto ele chegou, quase obtendo o êxito total.

Acima de tudo, a batalha para superar isto vai ser uma batalha espiritual.

Fonte: http://www.umanovaera.com/conspiracoes/o_comite_dos_300.htm

Saiba mais:

Governantes Invisíveis e Sociedades Secretas

Antiga Ordem Mundial

A farsa do crescimento econômico do Brasil

Marco Antonio Villela dos Santos

Iniciaremos a análise tratando do contexto internacional.

1. Conjuntura internacional

1.1 Crise do imperialismo

Em 2009, na avaliação dos desdobramentos da chamada “crise do subprime”, e com a queda do quarto maior banco de investimentos dos EUA (Lehman Brother), em agosto de 2008, caracterizamos o atual estágio da crise do capitalismo, do imperialismo como:

“Uma conjuntura em que a crise latente e prolongada (desde o início da década de 1970) do imperialismo encontra-se em uma fase aberta, mais aguda, (…) com tendência a se aprofundar e se arrastar por longo período. Não é uma crise localizada, do subprime, da esfera financeira, como inicialmente trataram de alardear os arautos das classes dominantes. É uma crise do processo de acumulação capitalista, de sobreacumulação de capital e superprodução de mercadorias”.

Podemos afirmar hoje que a crise do capitalismo, do sistema imperialista, continua se aprofundando, com “idas e vindas”, com “altos e baixos”, arrastando-se, com repercussões diferenciadas em cada país, em cada formação econômico-social.

1.2 Estágio da luta de classes

A ofensiva do imperialismo, comandado pelos EUA e Londres se desdobra nos planos militar, econômico e político. No plano militar, destacamos a ampliação de bases militares, como na Colômbia, as intervenções militares, como a da Líbia, a manutenção das guerras no Iraque e no Afeganistão; no plano econômico, precarização do trabalho, os cortes de direitos trabalhistas; no plano político, as campanhas de criminalização das lutas populares, campanhas contra o “terrorismo” para tentar legitimar guerras imperialistas.

1.3 Nova divisão internacional capitalista do trabalho

O agravamento da crise do capitalismo aprofunda o processo de reconfiguração da economia mundial, do sistema imperialista. E, entre uma série de características desse processo [7] , destacamos o avanço da nova divisão internacional capitalista do trabalho e nele a transferência de indústrias dos países imperialistas para regiões com baixíssimo preço da força de trabalho.

No caso da China, o PIB cresceu 9,2% em 2009 e atingiu 10,3% em 2010, puxado pelo crescimento industrial. A China tornou-se o maior exportador e produtor industrial-manufatureiro do mundo, (superando os EUA), e a segunda maior economia mundial.

A China acelera a produção e a exportação de produtos industrializados-manufaturados (intensivos em trabalho; com média e alta intensidade tecnológica), a importação de produtos primários (petróleo, alimentos e matéria-prima para a produção industrial) e a ampliação do investimento em infraestrutura para o mercado interno chinês. Além disso, amplia a exportação de capital, especialmente na forma de investimentos que garantam o abastecimento de produtos primários para sua indústria.

O aumento da demanda por produtos primários pela China e a especulação na bolsa de mercadorias tem resultado no aumento dos preços das commodities.

E nesse contexto – no caso do Brasil, na nova divisão internacional do trabalho – a parte que nos coube foi a especialização na produção intensiva e exportação em larga escala dessas commodities.

2. Conjuntura nacional

A reconfiguração da economia mundial condiciona as transformações na formação econômico brasileira.

O deslocamento de parte significativa da produção industrial para a Ásia/China criou uma forte procura por produtos básicos, principalmente minérios, alimentos e petróleo e norteou a especialização do Brasil na produção de commodities para exportação.

2.1 O processo de “regressão”

As mudanças na estrutura econômica brasileira se apresentam – como afirmamos em 2006 – em quatro aspectos principais:

1 – na constituição de um setor agroindustrial e mineral voltado à exportação. A especialização na produção e exportação de commodities é a principal característica do processo de regressão e se torna o polo dinâmico da economia brasileira. As commodities tende a se transformar num dos principais itens da pauta de exportação brasileira];

2 – na quebra de elos da cadeia produtiva em ramos importantes da atividade industrial de manufatura e fechamento de setores da produção, cujos produtos, peças e componentes passam a ser importados;

3 – na organização de um novo setor industrial de manufatura brasileira voltado para a constituição de ilhas de produção e montagem de mercadorias em empresas estrangeiras ou associadas, de média tecnologia, para exportação [e, como se verificou posteriormente, também para o mercado interno, artificialmente aquecido pela oferta de crédito fácil, pelo estímulo ao endividamento e por políticas compensatórias];

4 – na montagem de um sistema de valorização fictícia do capital, remunerando com altos juros o capital que circula nas engrenagens da especulação.

Os quatro aspectos acima levantados compõem um todo, e se relacionam, se reforçam entre si. Essa é a forma como o Brasil se insere na nova divisão internacional do trabalho.

Diferentes estudos, artigos e matérias nos meios de comunicação diuturnamente vêm levantando dados que evidenciam a especificidade e a intensidade com que o Brasil tem se ajustado ao atual estágio internacional de valorização e concentração do capital.

Selecionamos uma pequena amostra do que se tem noticiado sobre o tema.

Neste primeiro gráfico, destacamos o significativo avanço (cerca de 100%) do déficit de manufatura de 2009 para 2010, de US$ 36,5 bilhões para US$ 70,9 bilhões. É uma demonstração cabal que o ano de 2010, que registrou um dos maiores períodos de crescimento da economia brasileira de 7,5% do PIB, é também aquele em que se aprofunda o processo de regressão (desindustrialização), com crescimento muito maior das importações de manufaturados, isto é, de produtos com maior intensidade tecnológica (implicando em efeitos já levantados: quebra de elos de cadeia produtiva, fechamento de setores de produção, redução de empregos de manufatura etc) e redução relativa de exportações de manufaturados.

“A produção de matérias-primas é outra vencedora neste cenário. Segundo o BNDES, os investimentos commodities devem somar 614 bilhões de reais entre 2011 e 2014. Só o setor de óleo e gás deverá absorver 378 bilhões ou 61,5% do montante total. Em segundo lugar está o segmento de extração mineral, que deverá investir 62 bilhões ou 10,2% do total previsto. Cada vez mais, portanto, o investimento é canalizado para a produção commodities ” (Carta Capital, de 20 de abril de 2011).

Através desse segundo gráfico, notamos que mesmo quando se fala em aumento dos investimentos, este se concentra em setores de baixo valor agregado: 71% em petróleo e gás e setor extrativo mineral – commodities.

“A indústria de manufatura, sob forte concorrência externa, encara um cenário bem mais preocupante. No ano passado, as importações de produtos manufaturados cresceram 45%, para mais de 150 bilhões de dólares. As exportações do mesmo segmento cresceram 18%, mas não chegaram a 80 bilhões. Resultado: um déficit de manufaturados de mais de 70 bilhões de dólares, quase duas vezes maior do que o registrado em 2009.

Dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostram que os produtos industrializados importados abocanharam mais da metade (54%) da expansão do consumo entre 2008 e 2010. Em alguns setores, o problema é ainda mais nítido. No segmento de máquinas e equipamentos industriais, toda a expansão da demanda nos últimos dois anos foi suprida por bens vindos de países estrangeiros como a China, a Coreia do Sul e a Alemanha. Comportamento parecido tiveram a siderurgia, os têxteis e os artigos de vestuário” (Carta Capital, de 20 de abril de 2011).

O crescimento do mercado interno e do consumo de produtos manufaturados – também alardeado nos últimos anos – foi ocupado em mais da metade (54%) por importados. No setor de bens de capital (investimento), que é estratégico, 100% de sua expansão foi realizada com capital vindos do exterior, nos dois últimos anos. Nesse sentido, o crescimento econômico do “Brasil grande” esconde a real mudança regressiva na estrutura econômica brasileira.

“Cerca de 80% das exportações brasileiras à China no ano passado foram de produtos básicos, como commodities. De tudo o que foi vendido àquele país, 66% foi apenas em minério de ferro e soja triturada. (http://economia.terra.com.br – 8.4.2011)

“Nesta relação bilateral [Brasil-China], o desequilíbrio nas trocas comerciais de manufaturados é evidente, de acordo com o levantamento do Derex [Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp]. Enquanto 97,5% das importações brasileiras da China foram de bens manufaturados, apenas 5% das exportações brasileiras são provenientes deste setor“. (http://www2.uol.com.br – 18.1.2011)

“O Brasil teve Superávit comercial com a China em 2010, de US$5 bilhões, mas porque houve forte aumento do preço das matérias-primas. Somente de minério de ferro foram US$13,3 bilhões de receita, ou 43% de tudo que vendemos aos chineses. Nos dois primeiros meses deste ano, a participação do minério foi ainda maior: 61,3%. ” (Coluna de Miriam Leitão, O Globo – 13/04/2011)

Esses três últimos trechos apontam as relações comerciais Brasil-China como um aspecto fundamental para entender a nova situação que o Brasil se insere na nova divisão internacional do trabalho (a produção de commodities para exportação) e o momento atual do processo mais geral da regressão de manufaturados” [9] .

No caso do Brasil, pela sua formação econômico específica, a produção de commodities para exportação leva a um processo de especialização nessa produção.

3.1 Brasil e China na nova divisão internacional do trabalho

“No âmbito produtivo, a mudança do modelo chinês de produção de baixissímo custo para médio custo e qualificação pode significar transformações estruturais na divisão internacional do trabalho e das próprias plantas de produção, em virtude da tendência de elevação dos preços das commodities [12] , bem como da pressão competitiva chinesa sobre os parques industriais mais complexos, inclusive o brasileiro.

Nos fluxos de capitais, essa nova dinâmica pode significar uma realocação dos Investimentos Diretos Externos (IDE), destinando-se a setores voltados aos suprimentos de alimentos, matérias-primas e energia para o mercado chinês. Além da busca de fornecimento de commodities, o IDE chinês no mundo tem mais recentemente se voltado para setores em que a indústria desenvolve capacidade competitiva (automobilística, informática, equipamentos de telecomunicações, eletrodomésticos e eletroeletrônicos, entre outras).”(p.4)

Este início do “Comunicado” indica que a especialização brasileira na produção de commodities no contexto da nova divisão internacional de trabalho leva a uma tendência forte (“pressão competitiva”) de fechamento de empresas de manufatura no Brasil, quebra de elos de cadeia produtiva em alguns ramos industriais e desnacionalização da economia. Vale ressaltar que as mudanças do “modelo chinês” (e suas relações com o Brasil) não são decorrentes de uma ação unilateral daquele país, mas estão integradas e condicionadas às mudanças do sistema capitalista global. Grandes monopólios dos países imperialistas (EUA, Europa e Japão) se deslocaram para a China em busca da valorização máxima de seus lucros na produção, atraídos particularmente pelos baixos salários, originando especialmente uma relação simbiótica EUA-China.

3.2 Intensificação do comércio bilateral Brasil-China

A China tornou-se o principal país de destino das exportações brasileiras e o segundo na origem das importações brasileiras. O Comunicado informa alguns dados sobre a evolução nas relações comerciais:

3.3 Nível tecnológico da importação e da exportação

Os gráficos acima apontam somente o quantitativo do comércio bilateral e a sua posição na balança comercial brasileira. O “x” da questão, porém, é o peso da China no processo de especialização brasileira na produção de commodities e o processo de desmonte da indústria de transformação e manufatura brasileira, evidenciado pelo nível de intensidade tecnológica das mercadorias. O Brasil exporta produtos básicos (produtos primários + manufaturas intensivas em recursos naturais: as commodities) e importa mercadorias com média/alta intensidade tecnológica de manufatura.

Sobre esse aspecto, o Comunicado informa:

“Todavia, a pauta de exportações brasileiras [para a China] vem se concentrando em produtos básicos. Entre 2000 e 2009, os produtos básicos passaram de 68% para 83% da pauta. Os produtos que apresentaram a maior participação das exportações, em 2010, foram minérios (40%), oleaginosas (23%) e combustíveis minerais (13%), que juntos responderam por 76% total das exportações brasileiras” (p.6)

“Mostra o seguinte comportamento: as importações de produtos de tecnologia aumentaram significantemente em termos de valores entre 2000 e 2010, saindo de US$ 487 milhões em 2000 para US$ 8 bilhões em 2008 e quase US$ 10 bilhões em 2010 [Gráfico acima]. Nos dois últimos anos essa participação tem caído ligeiramente, mas com destaque para o aumento das importações de produtos chineses de média intensidade tecnológica de 16% em 2000 para 44% em 2009. Justamente no segmento onde o Brasil tem mais dificuldade de acessar o mercado chinês e estrangeiro por meio das exportações” (p.7)

3.4 Exportação de capital na relação China/Brasil

A exportação de capital chinês (os “investimentos”) para o Brasil avançou – e de forma acelerada. Os investimentos prioritários se deram no setor de produção de commodities e no setor de infraestrutura necessário para garantir a exportação das mesmas. Mais recentemente – e este é um ponto novo e importante – houve um crescimento da presença de empresas chinesas na produção interna brasileira de manufaturados, contribuindo também desta forma, diretamente, para o processo de desmonte da indústria de transformação, manufatura brasileira. Mas fique registrado que o grande crescimento dos investimentos chineses se deu no ano de 2010 e com destaque para o setor de petróleo, com a compra de duas empresas que operam no Brasil, no valor de US$ 10,17 bilhões, além de um empréstimo de US$ 10 bilhões de dólares para a Petrobras (IPEA 2011, p. 10).

Seguem alguns dados do Comunicado do IPEA que apontam essa tendência:

“As aquisições chinesas de empresas que operam no Brasil entre 2009 e 2010 cresceram tanto em termos de operações (de 1 para 5) quanto em termo de valor (de US$ 0,4 bilhão para US$ 14,9 bilhões). Estas aquisições ocorreram, sobretudo, no setor de petróleo (US$ 10,17 bilhões). Os outros setores de atuação das empresas chinesas foram: financeiro (US$ 1,8 bilhão), mineração (US$ 1,22 bilhão) e energia elétrica (US$ 1,72 bilhão) [Tabela abaixo].

“Os investimentos do capital chinês no Brasil não ficaram concentradas apenas em atividades ligadas à exploração de petróleo e à siderurgia, mas também envolveram as empresas chinesas atreladas ao agronegócio as quais têm comprado vastas propriedades rurais agricultáveis. O avanço chinês na compra de minas, áreas de exploração de petróleo e de terras para agropecuária vêm provocando preocupações tanto nos setores empresariais quanto governamentais. (p.10)” [13]

“Além desses setores, as empresas chinesas já atuam nos mais diversos ramos no Brasil desde equipamentos de telecomunicações, passando por setor financeiro e energia elétrica até automóveis. No setor de telecomunicações e computadores, as empresas chinesas Lenovo, ZTE e Huawei já estão produzindo no Brasil, sendo que esta última é a líder no mercado de banda larga fixa e móvel. Quanto ao setor de energia elétrica, a China State Grid Corp comprou sete concessionárias brasileiras de transmissão de eletricidade.” (p.10)

Por outro lado, o investimento de capital brasileiro para China é irrelevante:

“Por sua vez, a queda do fluxo de IDE (Investimento Direto Estrangeiro) brasileiro para a China, pelos dados oficiais do Banco Central, reduziu ainda mais a pequena participação do Brasil na China entre 2006 e 2010 (de 0,06% para 0,03%). A China em 2009 foi o 30º principal país receptor de investimento brasileiro, posição esta que se manteve estável em 2010.”

3.5 O significado da relação no processo de regressão

Através dos dados registrados pelo Comunicado do IPEA, podemos identificar o papel das relações Brasil/China nas transformações da estrutura produtiva brasileira.

A) no que tange à “constituição de um setor agroindustrial e mineral voltado à exportação de commodities, que se torna o polo dinâmico da economia brasileira”, o Comunicado afirma:

“A concorrência entre a estrutura produtiva chinesa e a brasileira pode afetar esse dinamismo do comércio e dos investimentos. […] O “efeito China” tem gerado (i) a especialização regressiva – entendida como o aumento da exportação de commodities –; (ii) um significativo déficit para o Brasil no caso dos produtos de mais alta intensidade tecnológica [manufaturados]; (iii) uma perda na participação das exportações brasileiras de maior intensidade tecnológica em terceiros mercados (Europa, Estados Unidos e América Latina) em virtude da expansão das exportações chinesas.” (p. 14)

B) o que analisamos como “fechamento de setores de produção, quebra de elos na cadeia produtiva e constituição de ilhas de produção e montagem de mercadorias”, o Comunicado afirma:

“A ampliação da corrente do comércio entre a China e o Brasil veio acompanhada de pressão competitiva das manufaturas chinesas sobre o parque industrial brasileiro.” (p.14)

“… A pressão competitiva das manufaturas chinesas tende a gerar um processo de especialização regressiva da estrutura industrial brasileira ( desadensamento da cadeia produtiva doméstica ).” (p. 14)

D) o que analisamos como o “processo de regressão” (como tendência), condicionado pela nova divisão internacional do trabalho, o Comunicado afirma:

“Se não forem superados esses obstáculos, a vulnerabilidade externa estrutural – a especialização regressiva da pauta exportadora de commodities e redução da estrutura industrial brasileira – tende a agravar-se como um fenômeno de longo prazo e aprofundar as assimetrias no padrão de comércio, na eficiência do aparelho produtivo, na dinâmica tecnológica e na solidez do sistema financeiro nacional.” (p. 14 e 15)

O Comunicado do IPEA, como vimos, está repleto de informações sobre o “processo de regressão” a que nos referimos. O texto fornece dados que demonstram o aprofundamento desse processo principalmente nos últimos dois anos.

Aliás, de maneira bastante explícita, as classes dominantes brasileiras, envolvidas na produção de commodities, têm se afinado com as tendências do processo, não têm desperdiçado oportunidades, e vêm surfando com desenvoltura na “onda chinesa”. O que se constata é a concentração de riquezas, a centralização do capital nas mãos dos grandes monopólios de commodities que se associam e lucram tanto na esfera de commodities quanto na financeira/especulativa.

O grau de unidade da maioria das classes dominantes brasileiras que vivem de commodities em torno desse movimento regressivo de mudanças da formação econômico brasileira e na sustentação aos governos Lula e Dilma agrava os níveis de regressão e traz implicações diretas nas condições de vida e de trabalho do proletariado e do povo brasileiro. Os impressionantes níveis de concentração e centralização de capitais pelas elites e o correspondente aumento do fosso da desigualdade social-economica são uma marca da conjuntura brasileira. O Brasil, a sexta maior economia do mundo, apresenta um dos maiores índices de desigualdade social-economica do planeta, superando países ditadoriais como Nicarágua, Níger, Gambia, Venezuela, Moçambique, Uganda e Nigeria.

Fonte: http://www.cecac.org.br/MATERIAS/brasil-crescimento_economico_para_quem-20.5.11.htm

Veja quem são os principais beneficiados desse crescimento econômico do Brasil, deixando a maior parte da população relegada à miséria: Medicoanimosico.blogspot.com

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Declínio do império americano

The Economic Collapse

Estados Unidos são o ”número 1”? Muitos americanos orgulham-se profundamente de sua nação e acreditam que os EUA têm as melhores qualidades do mundo. Os Estados Unidos têm a maior economia do mundo. Os Estados Unidos têm a força militar mais poderosa de todo o planeta. Os Estados Unidos produziram os melhores filmes que o mundo já viu. Mas os Estados Unidos também são número 1 em muitas categorias não muito boas. Os EUA são líderes em divórcio, toxicodependência, dívida, obesidade, roubos de carros, assassinatos, estupros e crimes em geral. Segundo o autor, os EUA se tornaram numa nação de preguiçosos, gananciosos e decadentes que está apresentando sinais de decadência terminal.

Enquanto isso, na Internet, um site chamado “The Economic Collapse” antecipou o alto astral do Dia da Independência com uma lista de 20 “categorias não tão boas”, em que os EUA realmente são Numero Uno. Seu autor nos assegura de sua lealdade:

Eu amo os Estados Unidos. Eu amo o povo americano.

Então, ele abre fogo:

A América é como uma estrela de Rock envelhecendo que se tornou viciado em uma dúzia de drogas diferentes. A América é uma sombra de si mesma e precisa desesperadamente acordar antes que mergulhe no lixo da História.

A seguir, são 20 categorias não tão bom que os Estados Unidos lideram o mundo…

# 1 Os Estados Unidos têm a maior taxa de encarceramento do mundo e a maior população carcerária total em todo o globo.

# 2 De acordo com NationMaster.com, os Estados Unidos têm o maior percentual de pessoas obesas no mundo.

# 3 Os Estados Unidos têm a maior taxa de divórcio no mundo por uma larga margem.

# 4 Os Estados Unidos está empatado com Reino Unido por mais horas de televisão assistida por pessoa a cada semana.

# 5 Os Estados Unidos têm a maior taxa de uso de drogas ilegais em todo o planeta.

# 6 Há mais furtos de automóveis nos Estados Unidos a cada ano do que em qualquer outro lugar do mundo, de longe.

# 7 Há mais estupros e violencia sexual relatados nos Estados Unidos a cada ano do que em qualquer outro lugar do mundo.

# 8 Há mais homicídios relatados nos Estados Unidos a cada ano do que em qualquer outro lugar do mundo.

# 9 Há mais crimes total nos Estados Unidos a cada ano do que em qualquer outro lugar do mundo.

# 10 Os Estados Unidos também têm mais polícias do que em qualquer outro lugar do mundo.

# 11 Os Estados Unidos gastam muito mais em cuidados de saúde em percentagem do PIB do que qualquer outra nação na face da terra.

# 12 Os Estados Unidos têm mais pessoas em drogas farmacêuticas que qualquer outro país do planeta.

# 13 A percentagem de mulheres que tomam antidepressivos nos Estados Unidos é maior do que em qualquer outro país no mundo.

# 14 norte-americanos têm mais dívida do empréstimo de estudante do que qualquer outro no mundo.

# 15 Mais pornografia é criado nos Estados Unidos do que em qualquer outro lugar do mundo inteiro. 89 por cento é feito nos EUA e apenas 11 por cento é feito no resto do mundo.

# 16 Os Estados Unidos têm o maior déficit comercial no mundo a cada ano. Entre dezembro de 2000 e dezembro de 2010, os Estados Unidos tiveram um déficit comercial total de 6,1 trilhão de dólares com o resto do mundo, e os EUA teve um saldo comercial negativo a cada ano desde 1976.

# 17 Os Estados Unidos gastam 7 vezes mais em militar do que qualquer outra nação do planeta. De fato, gastos militares dos EUA é maior que o gasto militar da China, Rússia, Japão, Índia, e o resto da NATO combinados.

# 18 Os Estados Unidos têm muito mais bases militares em países estrangeiros do que qualquer outro país.

# 19 Os Estados Unidos têm o sistema tributário mais complicado do mundo inteiro.

# 20 Os EUA acumularam a maior dívida nacional que o mundo já viu e está piorando rapidamente. Agora, dívida pública dos EUA está se expandindo a uma taxa de US $ 40.000 por segundo.

A verdade é que a América mudou. A maioria dos americanos nem sequer dizer Olá para os vizinhos.

Os Estados Unidos já foram uma nação abençoada, mas agora está literalmente caindo aos pedaços.

Considere apenas um exemplo a seguir:

Em um caso chocante, a afiliada da CBS em Boston informou recentemente que uma mulher morta estava deitada no fundo de uma piscina pública durante dois dias, enquanto grande número de pessoas estavam nadando sobre ela. Como no mundo poderia algo assim acontecer ?….

A maioria dos americanos tornaram-se tão auto-envolvidos, que eles ignoram tudo que não seja sua família e amigos íntimos.

A alma da maioria dos americanos cresceu gelado e quando o colapso da economia acontecer, as coisas vão ficar muito, muito piores. Em vez de trabalhar como uma comunidade, a maioria dos norte-americanos vão se preocupar apenas em garantir que as suas próprias necessidades egoístas são atendidas.

Alguém tem alguma idéia sobre o porquê isso estar acontecendo?

Há aproximadamente um milhão de funcionários públicos e intelectuais que são pagos para pensar nisso! Você pode ver por si mesmo que bom trabalho eles fizeram.

Fonte: http://theeconomiccollapseblog.com/archives/number-one-20-not-so-good-categories-that-the-united-states-leads-the-world-in

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