Desastre nuclear no Japão: Sabotagem Nazi-Sionista

David Icke

Empresa de segurança israelense Magna BSP instalou câmeras de segurança e sensores dentro dos edifícios da usina nuclear de Fukushima cerca de um ano antes de ocorrer desastre nuclear no Japão. Magna BSP está localizado em Dimona em Israel – a casa do maciço programa de armas nucleares israelense. Esta empresa é especializada em produção de cercas de segurança para uso civil e militar que incluem um ‘sistema de radar eletro-ópticos’ e ‘câmeras de visão estereoscópica’. As câmeras gigantes instalados na usina pesavam mais de mil quilos (1 tonelada) e possuíam tamanho e forma muito semelhante com Armas de fissão nuclear de tipo balístico

Outra empresa de segurança israelense, ICTS-International, formado por agentes da inteligência israelense, foi responsável pela ‘segurança’ dos aeroportos nos atentados de 9/11 em Nova York; em Paris, Aeroporto Charles De Gaulle um ‘bombista’, Richard Reid, entrou livremente no avião; em Amsterdam, Aeroporto Schiphol o ‘bombista’, Umar Farouk Abdulmutallab, foi permitido entrar livremente em seu avião sem passaporte. Como resultado disso temos um estado policial e segurança horrenda nos aeroportos com scanners radioativos de corpo inteiro da TSA (promovido por Michael Chertoff, filho de um agente do Mossad e co-escritor do Patriot Act – exterminador de liberdade).

Cada empresa de segurança e vigilância em Israel é controlado pela Mossad – Agência de Inteligência de Israel, um dos principais braços da agenda global Rothschild-Illuminati. Isto inclui a empresa de segurança Magna BSP. Abaixo temos fotografia de uma das câmeras gigantes que foram instalados no interior dos edifícios de contenção dos reatores de Fukushima. Mais informações sobre Magna BSP no site ( http://defense-update.com/products/m/magna.htm ). Notícia veiculada por Jerusalen Post confirma presença de Magna BSP na usina de Fukushima ( http://www.jpost.com/Defense/Article.aspx?id=212168 )

Fonte: http://www.davidicke.com/headlines/50180-down-by-the-riverside-ticking-time-bombs

Propagação de nuvens radioativas

Resumo de mapas de nuvens radioativas através de correntes de vento:

Na Austrália, inexplicavelmente os níveis de radiação em Brisbane (localizado ao norte de Sydney) está em 0.176 micro-Sieverts/h, nível de radiação acima dos detectados em Tóquio, radiação na Austrália aqui.

Resumo do site Jimstonefreelance.com

Para estudo mais amplo sobre a sabotagem nuclear no Japão e outros assuntos interessantes aconselho o site: jimstonefreelance.com

A destruição da usina é tão grave que só poderia ter sido realizado com armas nucleares. Hidrogênio não produz explosão ideal. Ele não pode transformar concreto em pó. Pode produzir altas pressões, se isolado, mas o telhado de concreto reforçado com estrutura de metal reforçado deveria ter aliviado a explosão. É preciso um explosivo de alta intensidade para arrancar e despedaçar concreto reforçado, uma onda de choque muitas vezes mais rápido do que explosão supersônica. Isto significa que tudo o que realmente aconteceu em Fukushima não se encaixa na história “oficial”.

Se o gás hidrogênio misturado com o ar pode produzir explosões fortes o suficiente para explodir edifícios de contenção dos reatores, uma das mais fortes estruturas construídas sobre a terra, as bombas de hidrogênio cheio de gás seria a opção privilegiada para uso militar. É extremamente importante conhecer as diferenças entre o projeto do reator de água fervente de Fukushima e o projeto de Chernobyl. Em Chernobyl, uma explosão de hidrogênio causou a destruição do reator, porque o reator combinou hidrogênio e oxigênio na proporção perfeita para incendiar a milhares de PSI no interior do vaso do reator. (acesse o link sobre Sabotagem de Chernobyl no final do artigo)

A inundação dos geradores externos pelo tsunami é irrelevante, porque o sistema de backup de emergência são eles próprios impulsionados por vapores dos Reatores. Não há necessidade de eletricidade para funcionar é necessário apenas um gerador de emergência funcionando. Interessante então que todos os nove sistemas de backup não elétrica e independentes nos três reatores falharam. Isso é tecnicamente impossível de acontecer e foi provavelmente o resultado de um ataque de Stuxnet.

Texto completo no site: http://www.jimstonefreelance.com/fukushima.html

Nota: Hitler foi financiado por bancos sionistas.

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Projeto HAARP: Secretário da Defesa Admite Guerra Ambiental

Secretario de Defesa dos E.U.A, William Cohen, em 1997, durante a “Counter Terrorism Conference”, defendendo o Programa H.A.A.R.P, desenvolvido no ALASKA, pela Marinha e pela Força Aérea americana, disse:

“Outros países estão envolvidos em um mesmo tipo de eco-terrorismo para que possam alterar o clima, detonar terremotos e vulcões remotamente, através do uso de ondas eletromagnéticas. Portanto, não faltarão mentes engenhosas por aí, que estarão encontrando formas de causar terror à outras nações. Isto é real, e essa é a razão pela qual temos de intensificar os nossos esforços, e é por isso que isto é tão importante. “

Acho que não é preciso dizer mais nada sobre o uso militar do HAARP, não acham? Isso foi dito faz 13 anos! Discurso original no site do Departamento de Defesa dos EUA: http://www.defense.gov/Transcripts/Transcript.aspx?TranscriptID=674

Resolução do Parlamento Europeu sobre HAARP

Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares, contestando uma avaliação do projecto, por parte da Science and Technology Options Assessment (STOA), o órgão da União Europeia responsável por estudo e avaliação de novas tecnologias.
Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comités de Relações Internacionais e de Defesa, onde se alega que o Projecto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre.

Fonte: http://www.defense.gov/Transcripts/Transcript.aspx?TranscriptID=674

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Armas Geofisicas: EUA vs URSS

Terremoto nos EUA: Desastre provocado por detonação nuclear

UNICEF e Cruz Vermelha: Verdades Inconvenientes

Antes de doar para Cruz Vermelha e UNICEF por favor, mantenha em mente esses fatos:

CEO da UNICEF Caryl M. Stern recebe 1,2 milhões de dólares por ano (100 mil dólares por mês), mais todas as despesas, incluindo um Rolls Royce. Menos de 5 centavos de dólar doado é aplicado para a causa.

Presidente e CEO da Cruz Vermelha dos EUA, Marcha J. Evans recebe salário anual de 651,957 dólares e mais despesas adicionais.

Presidente da United Way, Brian Gallagher recebe um salário base de $ 375.000, juntamente com numerosos e dispendiosos benefícios.

Nenhum comentário adicional é necessário.

Dinheiro como dívida: Você sabe como é criado o seu dinheiro?

Você sabe como é criado o seu dinheiro?

O cidadão comum ficaria revoltado se soubesse como os bancos criam o dinheiro.

A maioria das pessoas vai do nascimento à morte sem se dar conta de como o dinheiro é criado, sem simplesmente pensar qual a origem do dinheiro.

Por quê os governos precisam pedir o seu próprio dinheiro emprestado para os bancos? Por quê eles tomam empréstimos bancários com juros, se podem criar dinheiro sem juros à vontade?

A maioria do público fica chocado e perplexo com a revelação de que o dinheiro é literalmente dívida.

Assista esse importante documentário e saiba como o sistema financeiro foi desenvolvido para escravizar a população e preparar o caminho para a Nova Ordem Mundial.

Dinheiro Como Dívida – Parte 1

Dinheiro Como Dívida – Parte 2

Dinheiro Como Dívida – Parte 3

Dinheiro Como Dívida – Parte 4

Dinheiro Como Dívida – Parte 5

RESUMO

Problema: O sistema financeiro é baseado na criação de dinheiro “a partir do nada” por bancos privados que depois o emprestam com juros. Este sistema injusto e absurdo baseia-se na dívida e permite a formação de bolhas especulativas e as consequentes depressões. Ao contrário do que muitos pensam são os bancos que emprestam dinheiro aos governos que depois o imprimem e não o contrário. Por isso os impostos têm que ser aumentados para o governo pagar os juros aos bancos!

O total dos empréstimos é muito superior ao total do dinheiro depositado. A quantidade de dinheiro físico “real” guardado nos bancos para pagar aos depositantes é apenas uma pequena fracção do total que seria necessário se todos os depositantes o quisessem levantar ao mesmo tempo!

Este sistema é conhecido como “empréstimo baseado em reserva fracional” ou “empréstimo sem cobertura ou lastro”(em inglês “fractional reserve lending”).
Nos dias de hoje a quantidade de dinheiro que um Banco pode emprestar pode variar geralmente entre 8 a 12 vezes o dinheiro depositado!

Portanto quando você deposita seu dinheiro no Banco este pagar-lhe-á juros mas cobrará uma taxa de juro mais elevada para outras 8 e 12 pessoas baseado no dinheiro que você deposita.

Por exemplo com uma taxa de juros de 5 % o Banco obteria até 50% do valor do seu depósito em cada ano!

Por isso é que os Bancos ficam muito satisfeitos por lhe pagar comissões se você lhes fornecer mais depositantes.

Solução: O dinheiro necessário para o funcionamento da economia deveria ser criado pelo Estado. Isto permitiria baixar os impostos e até eliminar os juros e evitaria a formação de bolhas especulativas.

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Já é matematicamente impossível liquidar a dívida dos EUA

Por The Economic Collapse

Muitas pessoas estão inquietas quanto ao rápido crescimento da dívida nacional dos EUA e estão a pedir uma solução. O que elas não percebem é que simplesmente não há solução. Agora já é matematicamente impossível para o governo dos EUA liquidar a sua dívida nacional. A verdade é que o governo dos EUA agora deve mais dólares do que os realmente existentes. Se o governo atuasse hoje e tomasse todos os centavos de todos os bancos, negócios e contribuintes americanos, ainda assim não seria capaz de liquidar a dívida nacional. E se assim fizesse, obviamente a sociedade americana cessaria de funcionar porque ninguém teria mais dinheiro para comprar ou vender fosse o que fosse.

E o governo dos EUA ainda continuaria com uma dívida maciça.

Então porque o governo estado-unidense simplesmente não aciona as impressoras e imprime mais dinheiro para liquidar a dívida?

Bem, por uma razão muito simples.

Porque não é assim que o sistema funciona.

Como se verifica, quanto mais dólares entrarem no sistema, mais aumenta a dívida do governo dos EUA.

O governo dos EUA não emite o dólar dos EUA – quem o faz é o Federal Reserve (Banco Central dos EUA).

O Federal Reserve (FED) é um banco privado (Federal só nome) possuído e operado com o objetivo do lucro por um grupo muito poderoso da elite dos banqueiros internacionais.

Se tirar uma nota de dólar da carteira e der uma olhada notará que no topo ela diz “Federal Reserve Note”.

Ela pertence ao Federal Reserve (FED).

O governo dos EUA não pode simplesmente imprimir um novo dinheiro sempre que quiser sob o sistema atual.

Ao invés disso, ele deve obtê-lo do Federal Reserve.

Assim, quando o governo dos EUA precisa tomar mais dinheiro emprestado ele vai ao FED e pede-lhe mais alguns pedaços de papel verde chamados Federal Reserve Notes. O FED permuta estes pedaços de papel verde (notas) por pedaços de papel rosa chamados Títulos do Tesouro dos EUA. O FED então vende estes Títulos do Tesouro americano aos bancos centrais estrangeiros ou mantém os títulos consigo. É este o modo como o governo dos EUA obtém mais pedaços de papel verde chamados “U.S. dollars” a fim de colocá-los em circulação. Mas aos fazer isso, ele incide em ainda mais dívida pela qual terá de pagar ainda mais juros. De modo que todas as vezes em que o governo estado-unidense faz isso, a dívida nacional torna-se ainda maior e passa a dever ainda mais juros sobre aquela dívida aos credores nacionais e estrangeiros.

Os maiores credores estrangeiros do mundo da dívida nacional dos EUA

O secretário do Tesouro, Tim Geithner advertiu que os EUA podem ser obrigados a dar calote em algumas de suas obrigações se os republicanos não concordarem em elevar o teto do endividamento dos EUA (atualmente em US$ 14,3 tri) até 2 de agosto de 2011. (Folha.com)

Começa a perceber o quadro?

Enquanto está a ler isto, a dívida nacional dos EUA é de aproximadamente US$12 trilhões (atualmente 14 trilhões), embora cresça tão rapidamente que é realmente difícil estabelecer um número exato.

Então quanto dinheiro realmente existe nos Estados Unidos de hoje?

Bem, há vários meios de medir isto.

A oferta monetária “M3″ inclui toda a oferta monetária “M2″ mais todos os outros Certificados de Depósito M1 e M0 (depósitos a longo prazo e saldos dos fundos mútuos do mercado monetário institucional), depósitos de eurodólares e acordos de recompra. O Federal Reserve já não mantém registo do M3, mas segundo o ShadowStats.com ele está atualmente em torno dos US$14 trilhões.

Mas, mais uma vez, nem todos este “dinheiro” realmente “existe”.

Então por que é que ele não existe?

É porque o atual sistema financeiro está baseado em algo chamado reserva fracionária.

Quando você entra no seu banco local e deposita US$100, eles não mantêm os seus US$100 no banco. Ao invés disso, mantêm apenas uma pequena fração do seu dinheiro ali no banco e emprestam o restante a alguém. O sistema funciona porque não corremos todos ao banco e exigimos todo o nosso dinheiro ao mesmo tempo.

Segundo o New York Federal Reserve Bank, a reserva bancária fracionária pode ser explicada deste modo…

“Se a exigência de reserva for de 10%, por exemplo, um banco que recebe um depósito de US$100 pode emprestar US$90 daquele depósito. Se o tomador do empréstimo então preencher um cheque para alguém que deposita os US$90, o banco que recebe aquele depósito pode emprestar US$81. À medida que o processo continua, o sistema bancário pode expandir o depósito inicial de US$100 para um máximo de US$1000 de dinheiro: (100+90+81+72,90+… = 1000)”. E os bancos cobram juros e lucram com dinheiro inexistente.

Grande parte do “dinheiro” hoje é basicamente feito a partir do ar.

A verdade é que os bancos hoje são mais livres do que nunca para “multiplicar” dramaticamente as quantias neles depositadas. Mas todo este dinheiro “multiplicado” está apenas no papel, ou seja, números no computador – ele realmente não existe.

A questão é que as medidas mais vastas da oferta monetária (M2 e M3) exageram amplamente quanto “dinheiro real” realmente existe no sistema.

Assim, se o governo dos EUA exigisse hoje todo dólar dos bancos, negócios e indivíduos nos Estados Unidos ele não conseguiria arrecadar US$14 trilhões (M3) ou mesmo US$8,5 trilhões (M2) porque estas quantias são baseadas na reserva fracionária.

De modo que o resultado é isto…

1) Se todo o dinheiro possuído por todos os bancos, negócios e indivíduos dos Estados Unidos fosse reunido hoje e enviado ao governo dos EUA, não haveria suficiente para liquidar a dívida nacional estado-unidense.

2) O único meio de criar mais moeda é incidir em ainda mais dívida, o que torna o problema ainda pior.

Como se vê, isto é o que todo o Sistema do FED foi concebido para fazer. Foi concebido para vagarosamente drenar a riqueza maciça do povo americano e transferi-la para a elite dos banqueiros internacionais.

Trata-se de um jogo concebido de modo a que o governo dos EUA não possa vencer. Tão logo eles criem mais moeda pela assunção de empréstimos com venda de Títulos do Tesouro para Bancos Centrais estrangeiros (dinheiro público estrangeiro), o governo dos EUA deve mais do que foi criado por causa dos juros.

Se você deve mais dinheiro do que alguma vez foi criado você não pode reembolsá-lo.

Isto significa dívida perpétua enquanto o sistema FED existir.

É um sistema concebido para forçar o governo estado-unidense a montantes de dívida sempre crescentes porque não há escapatória.

Naturalmente, se houvessem escutado o muito sábio pai fundador dos E.U.A, Thomas Jefferson, poderiam ter evitado esta confusão colossal…

“Se o povo americano alguma vez permitir aos bancos privados que controlem a emissão do seu dinheiro, primeiro pela inflação e depois pela deflação, os bancos e corporações que crescerão em tornos deles (em torno dos bancos) privarão o povo da sua propriedade até que os seus filhos acordem sem lar no continente que os seus pais conquistaram”.

Esta advertência aplica-se também a todos os outros povos do mundo.

Mas não ouviram, não é?

Poderiam resolver este problema encerrando o Federal Reserve e devolvendo o poder de imprimir o dinheiro ao Congresso dos EUA (o que é aquilo que a Constituição dos EUA estabelece). Mas os políticos fantoches dos banqueiros em Washington D.C. não querem fazer isso, porque a sobrevivência e o poder deles depende da existência do FED. O Federal Reserve é um banco privado possuído e operado com o objetivo do lucro por um grupo muito poderoso da elite dos banqueiros internacionais, eles compram, subornam, chantageam e eliminam pessoas que são contra o sistema.

Assim, a menos que esteja desejoso de mudar fundamentalmente o sistema atual, podem deixar de se queixar acerca da dívida nacional dos EUA e de outros países porque agora é matematicamente impossível liquidá-la.

Isto significa dívida perpétua (escravidão perpétua) do povo americano com os credores enquanto o sistema FED existir. Um calote completo da dívida pode desencadear uma nova guerra mundial?

O original encontra-se em theeconomiccollapseblog.com

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Que venham os produtos chineses

Por que comprar Títulos do Tesouro (Dívida) dos EUA?

Muitos sugeriram que os países exportadores não são obrigados a comprar Títulos do Tesouro (US Treasuries) dos EUA com os seus dólares do excedente comercial. Eles destacam que a China e outros países exportadores assim o fazem voluntariamente porque a dívida soberana dos EUA (US Treasuries) é o instrumento mais seguro para armazenar valor. Isto agora, obviamente, já não é verdadeiro. Então, por que países exportatores continuam a comprar dívida soberana estado-unidense? O que se segue explica o porque.

Um estado soberano nunca deve dívidas internas exceto por desígnio voluntário. Quando um estado soberano (EUA) toma empréstimo estrangeiro a fim de evitar cobrar impostos ou aumentar tributos, isto é um expediente político, não uma necessidade financeira.

Graças à hegemonia do dólar, os EUA desfrutam da mais alta classificação de crédito. A hegemonia do dólar é um fenómeno geopolítico no qual o dólar dos EUA, assume o status de divisa primária de reserva na arquitetura financeira internacional. A arquitetura é uma arte cuja estética baseia-se na bondade moral, da qual a atual arquitetura financeira internacional está visivelmente carente. Portanto a hegemonia do dólar é objetável não só porque o dólar, usurpa um papel que não merece, como também o seu efeito sobre a comunidade internacional é destituído de bondade moral, porque destrói a capacidade de governos soberanos exceto os EUA de utilizarem o crédito soberano (moeda nacional) para financiar o desenvolvimento das suas economias internas, e força-os a exportar para ganhar reservas em dólar a fim de manter o valor cambial das suas próprias moedas internas.

Portanto todas as economias não-dólar são forçadas a atrair capital denominado em dólares mesmo para atender necessidades internas. Mas as economias não-dólar devem acumular dólares de reserva antes de poderem atrair capital externo. Mas os dólares que as economias exportadoras acumulam com excedentes comerciais de exportação só podem ser investidos em dólar, privando as economias não-dólar do capital necessário em setores internos. A única proteção contra tais ataques à divisa interna (moeda nacional) é suspender a plena convertibilidade, o que manterá o investimento de capital externo afastado. Portanto a hegemonia do dólar, a subjugação de todas as outras moedas internas ao dólar, priva as economias não-dólar do capital necessário ao privar os seus governos do poder de emitir crédito soberano (moeda nacinal) para o desenvolvimento interno.

Durante mais de uma década desde o fim da Guerra-Fria, os EUA mantiveram os dólares significativamente acima do seu valor economico real, atraíram excedentes em conta capital e exerceram autonomia política unilateral dentro de um sistema financeiro globalizado ditado pela hegemonia do dólar. As razões para isto são complexas mas a mais importante razão é que todas as principais commodities, mais destacadamente o petróleo, são denominadas em dólar, sobretudo como uma extensão de geopolítica de superpotência. Este fato é a âncora para a hegemonia do dólar que torna possível a hegemonia financeira estado-unidense, a qual torna possível o excepcionalismo e unilateralismo dos EUA.

Quando a China e outros países exporta bens de riqueza real para os EUA por dólares, ela está a receber crédito soberano estado-unidense (dólares). Portanto o défice comercial dos EUA denominado em dólares é de fato concessão de empréstimo dos EUA à China através da compra de bens chineses. A China agora é o maior possuidor da moeda fiduciária (dólar) dos EUA e como tal está a atuar como uma agente do estado dos EUA, com a plena confiança e crédito dos EUA por trás do instrumento de crédito soberano dos EUA (dólar), o qual é bom para pagar impostos estado-unidenses e é de curso legal para toda a dívida pública e privada nos EUA. A moeda fiduciária, tal como um passaporte, habilita o seu possuidor à protecção do estado ao impingir crédito soberano. Uma vez que a China (país estrangeiro) não pode pagar impostos estado-unidenses, os dólares que ela recebe só podem ser utilizados para comprar dívida soberana dos EUA (Títulos do Tesouro – Treasuries) através da extinção de dólares dos EUA. Através desta transação, a China muda a sua posição de agente do crédito soberano dos EUA para a de credor dos EUA. Eis porque a China e outros países devem comprar Treasuries com o seu dólar excedente adquirido com exportação – para mudar a sua posição de um agente dos EUA para a de um credor dos EUA.

O único meio de a China e outros países livrar-se deste dilema é exigir que todas as exportações sejam pagas em sua moeda nacional. Isto significa fim do dólar como moeda internacional.

Texto completo no site: http://resistir.info/crise/liu_05jan10.html

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Apocalipseemtemporeal

A violação efetiva do estado de Portugal, Itália, Grécia, Espanha e Irlanda (PIIGS) é um passo no “colapso” financeiro global. Mas além da estupidez e ganância dos políticos-lacaios (mau caráter), poucos entendem “quem” e “o que” está realmente por trás da destruição dos PIIGS e por quê. Os verdadeiros culpados não são David Rockefeller ou Herman van Rompuy (Presidente do Conselho Europeu), nem tão pouco o mega especulador e defensor número um mundial da legalização das drogas, George Soros. Estes são lacaios da elite financeira global centrada no poderoso e desconhecido Grupo Inter-Alpha.

O Grupo Inter-Alpha, desde a sua fundação em 1971, como um cartel bancário privado europeu a cargo dos círculos do senhor Jacob Rothschild, tem estado no epicentro das operações da monarquia britânica, todas dirigidas a partir de Londres. Quando falamos da monarquia, não se trata do rei do país com sua coroa prateada e seu trono de palha, mas do sistema de controle financeiro. O Grupo Inter-Alpha inclui o Royal Bank of Scotland, o Banco Espírito Santo de Portugal, Banco Santander da Espanha, o holandês ING, o Société Générale da França, e o alemão Commerzbank, entre outros entidades de peso.

A operação lançada pelo grupo, na verdade começou nos últimos estágios da Segunda Guerra Mundial. Foi dirigido por Jacob Rothschild de Londres. A rede bancária Rothschild, desde a sua criação, em Frankfurt, em finais de 1700, foi uma operação da Nobreza Negra de Veneza. Um de seus primeiros patrocinadores foi a família Thurn und Taxis, da Bavaria, os controladores da inteligência de Veneza e uma das principais famílias do império Habsburgo da Áustria. Esta ligação de Veneza é a verdadeira fonte do legendário poder financeiro da família Rothschild.

Voltando ao Grupo Inter-Alfa. Para atingir seu objetivo, em primeiro lugar construíram seu aparato (unidade) bancária na Europa no período pós-guerra da Segunda Guerra Mundial como a base de uma estrutura financeira universal. No entanto, foi na verdade um retorno ao modelo imperial que existia antes da Revolução Americana. O planejamento da UE começou antes mesmo de ter terminado a guerra.

Com estas medidas para a eliminação da soberania nacional, o Império começou o processo de construção de um sistema financeiro europeu sem fronteiras. Em rápida sucessão, veio o desenvolvimento dos mercados de eurobônus e de eurodólares, e os bancos do consórcio. Esses bancos foram os sindicatos ou empresas conjuntas (Joint Ventures), em sua maioria com sede em Londres, que uniram os bancos britânicos com os bancos com sede na Europa, Ásia e Américas. Foram concebidas para acompanhar a regulamentação bancária nacional e, como tal, representaram o início da “globalização” (ou seja, imperialização) de financiamento.

O verdadeiro poder do Grupo Inter-Alfa, no entanto, não se encontra nos bancos individuais em si, mas nas mudanças que as operações do Inter-Alfa têm causado na economia mundial. O projeto Inter-Alfa tornou o sistema financeiro mundial em um cassino gigantesco. Um parque temático para os bancos de investimento, os “braços especulativos” dos bancos comerciais, e dos fundos de alto risco para que possam brincar com o dinheiro, tanto o seu como do resto do mundo.

Veja: Em um sistema bancário saudável e bem regulamentado, os bancos comerciais são os mecanismos que ajudam no crescimento das economias locais e regionais. O banco local cresce à medida que cresce a economia local, mostrando assim um grande interesse em apoiar e promover esse crescimento.

O modelo oligárquico do Grupo Inter-Alfa, que detém o Banco Santander, funcionarão ao contrário. Sua rede de bancos é usada para transferir a capital da economia local para os mercados mundiais, onde o dinheiro é usado para especular, manipular e subjugar os povos do planeta.

Para terminar, não devemos esquecer que o sistema financeiro global centrado sobre o Grupo Inter-Alpha se alimenta do faturamento do tráfico de drogas. Nas suas elevações recentes, o Inter-Alfa controlava 70% dos ativos bancários do mundo. Os bilhões de dólares anuais em dinheiro do tráfico de drogas e outros fundos de origem criminosa, que alimentam a atual guerra das drogas contra o mundo, constituem uma parte vital deste mercado financeiro. Esse é o sistema Inter-Alfa, os bilhões de narcodólares não tem para onde ir!

Fonte: Daniel Estulin

Retirado do site: http://apocalipseemtemporeal.blogspot.com

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