Como, Porque e Quando destruir os EUA

Entrevista com um suposto membro da Al Qaeda

Esta entrevista circula na Internet. Pode ser verdadeira, mas também pode ser mentiras, misturada com verdades. Pode ser um balão de ensaio, ou um embuste. Ou pode ser autêntica, porém feita de maneira a não parecer. Ou vice-versa… Pode tudo. Tirem suas conclusões.

Antes de mais, gostaria de reiterar que Al-Qaeda e Al-Jazeera são farsas criadas pela CIA:

1- Al-Qaeda é uma organização terrorista falsa criada pelo Pentágono para justificar guerras no Oriente Médio e para impor um estado fascista mundial.

2- A Rede Al-Jazeera é uma operação de desinformação da CIA e MI6.

3- Bin laden era realmente um fantoche da CIA.

A entrevista a seguir, foi feita por um repórter da Rede Al-Jazeera com um terceiro homem em comando da organização Al Qaeda, o sr. Mohammed Al-Asuquf. Al-Asuquf tem uma qualificação impressionante, doutor em física e mestrado em economia internacional. Na entrevista, ele fala dos planos da Al Qaeda com total desprendimento, conhecimento de causa e transmite uma segurança inabalável. Esta entrevista foi enviada a Abel-Bari Atwan, editor-chefe do Al Quds, um jornal de língua árabe publicado em Londres, mas não chegou a ser publicada, pois seu conteúdo é muito revelador. Uma cópia da entrevista veio parar em Foz-do-Iguacu e foi traduzida para o português por um professor universitário da comunidade árabe daquela cidade. Esta é provavelmente a única versão, que não em árabe, desta entrevista. Continuar a ler

É hora de parar de financiar os EUA

Benjamin Fulford 22-05-12

Gostaríamos de começar este relatório semanal com uma mensagem especial ao presidente da China, Hu Jintao: O povo chinês pediu ao criador para garantir a ascensão pacífica da China para o centro do palco mundial. Foi-lhe dito que isso aconteceria, mas você prometeu acabar com a pobreza e parar a destruição ambiental. Você já presidiu um dos maiores períodos da longa e gloriosa história da China.

Contudo, não foram capazes de acabar com a pobreza e parar a destruição ambiental. Nós pedimos para que por favor não obstrua o caminho de pessoas que desejam realizar esses objetivos. Especificamente, nós gostaríamos que você parasse de subsidiar o governo corporativo fascista ilegal de Obama com dinheiro chinês. Só em 2011 você sozinho forneceu-lhes $295 bilhões em subsídios chineses. Por favor pare de fazer isso. Obrigado.

E agora a notícia:

O culto satânico que tomou o poder na Europa ocidental e nos Estados Unidos agora é uma besta ferida e perigosa ameaçando outra vez desencadear o terror nuclear. Uma fonte de serviços de inteligência britânica disse que uma bomba nuclear que estava destinada a explodir em Londres era um SS19 Ucraniano que tinha sido “reduzida” para gerar uma explosão máxima de 500 quilotons a 100 quilotons. A bomba em Londres foi trazida num momento em que por razões misteriosas alguém sênior do Ministério da Defesa britânica ordenou que todos os AWACS mantivessem-se em solo, disse ele. Esta arma foi então da Inglaterra para a Alemanha e agora pode estar no Japão, disse ele. Aviões AWACS devem ser capazes de detectar a bomba durante o transporte, porque ela está sem blindagem.

Estes mísseis nucleares faziam parte de um lote vendido pelo negociante de armas russo Viktor Bout, dizem as fontes. O Irão também comprou algumas dessas armas, disse ele.

Essa nova informação se encaixa com o que outras fontes, incluindo um agente do FSB de apelido Richard Sorge e um parente próximo do Xá do Irã, disse.

Este grupo satânico irá dar outro empurrão para iniciar a 3ª Guerra Mundial no Irão, ele e outras fontes disseram. Continuar a ler

10 Razões pelas quais o dólar como moeda global está prestes a chegar ao fim

The Economic Collapse

O dólar dos EUA passou a ser referência em todo o mundo como a principal moeda global. Durante décadas, o uso do dólar tem sido absolutamente dominante no comércio internacional. Isso resultou em enormes benefícios para o sistema financeiro dos EUA e possibilitou o governo dos EUA exercer tremenda influencia ao redor do globo. Mas há grandes mudanças no horizonte. Os principais meios de comunicação têm sido silenciosos sobre isso, mas algumas das maiores economias do mundo têm vindo a fazer acordos entre si para se livrar do dólar. Instituições internacionais como a ONU e o FMI emitiram relatórios sobre a necessidade de se afastar do dólar em direção a formação de uma nova moeda internacional. Assim, o reinado do dólar como moeda de reserva mundial está definitivamente terminando, e a mudança vai ter enormes implicações para o sistema financeiro mundial. Continuar a ler

Pirâmides ao redor do mundo

A cada ano novos e intrigantes sítios arqueológicos vão sendo descobertos em todo o mundo. Pirâmides nas florestas tropicias sul-americanas, no interior da China e outros locais vão evidenciando que o passado da Humanidade não é exatamente como nossos livros de ciência contam.

Agora, para impressionar mais ainda, foram descobertos, há alguns anos, estruturas piramidais nos Bálcãs, mais precisamente na Bósnia-Herzegóvina, sofrido país europeu e muçulmano que se independizou após sangrenta guerra.

O complexo de pirâmides abriga no mínimo quatro estruturas piramidais de portes gigantescos, batizadas com os nomes de pirâmides do Sol, da Lua, do Dragão e do Amor. Continuar a ler

Massacre no Afeganistão: Mulheres e crianças são assassinadas

(CMI)  No Afeganistão militares norte-americanos violaram mulheres antes de assassiná-las. Notícias russo-iraniano – Iranian Press TV – diz que 20 soldados estão envolvidos no massacre.

Mais uma vez a imprensa mente descaradamente e sonega informações importantes à opinião pública sobre mais um massacre de civis indefesos no Afeganistão por parte das tropas invasoras. Testemunhas afirmam que cerca de 20 soldados estavam bêbados e rindo do massacre. Continuar a ler

Estado Nazi-Sionista de Israel

Por Gilson Gondim

Israel é um beco sem saída. Pretende ser ao mesmo tempo um Estado judeu (a estrela de Davi na bandeira já diz tudo) e um Estado democrático. Não se pode ser, ao mesmo tempo, um Estado racial, étnico e religioso e um Estado democrático. Não quando dentro de suas fronteiras e dos territórios que ele controla existem pessoas de raças, etnias ou religiões diferentes. Israel não anexa formalmente a Cisjordânia e a Faixa de Gaza porque, se o fizesse, teria que dar o direito de voto aos palestinos anexados. Em 2020, haverá mais árabes do que judeus vivendo entre o Mar Mediterrâneo e o Rio Jordão, pois a taxa de natalidade entre os árabes é bem maior do que entre os judeus. Os judeus passariam a ser minoria em Israel. E aí, como ficaria? Estado democrático de maioria árabe ou apartheid e ditadura judia escancarada?

Acontece que Israel enfrentará esse dilema mesmo sem anexar a Faixa de Gaza e a Cisjordânia. Quase 20% do eleitorado israelense são árabes, que só têm o direito de ser minoria oprimida no Estado sionista, mas que, com sua taxa de natalidade bem mais alta, tornar-se-ão maioria em algum momento do século 21. Os sionistas com certeza reagirão com apartheid e ditadura sionista indisfarçável. Cheio de vizinhos muçulmanos hostis ou potencialmente hostis e com uma maioria árabe dentro de seu próprio território oficial, Israel não terá como sobreviver. Os judeus que não se retirarem serão mortos em represália ao apartheid que terão praticado. E a sangrenta e opressiva aventura sionista será finalmente encerrada.

Há outros cenários possíveis, em prazo mais curto. Por exemplo: A instabilidade crônica do Paquistão, com o Exército e os partidos políticos divididos e desmoralizados, levará, mais cedo ou mais tarde, a uma revolução islâmica. E o Paquistão é potência nuclear consumada. Com um governo revolucionário islâmico na “Terra dos Puros” (o significado de “Pakistan”), alguma organização terrorista islâmica militante sunita, terá acesso a mísseis nucleares.

Há que se considerar, também, a rápida mudança demográfica nos Estados Unidos. Até meados do século 21, a maioria do eleitorado americano será formada por negros, hispânicos e muçulmanos. E aí, meus caros, adeus ao apoio incondicional, dogmático e automático a Israel. Adeus aos bilhões de dólares anuais de ajuda americana. Adeus ao escudo fornecido pelo Tio Sam.

Todos os cenários são catastróficos para o Estado sionista. Se não fossem a ajuda americana e a complacência de ditaduras árabes pró-EUA, como Arábia Saudita e Egito, Israel já teria sido varrido do mapa há muito tempo. Entretanto, não é uma questão de “se”, mas de “quando”. É apenas uma questão de tempo. Antes do final deste século. A partir do século 22, ou de algum momento do século 21, Israel não passará de uma mancha na história da humanidade.

Para evitar a maior parte das discussões, deixem-me, desde já, declarar que não sou nem a favor, nem contra a existência de Israel.

Fonte: http://www.parlamentopb.com.br/artigo.php?id=170

Al Jazeera: A Grande Mentira Sionista

Considerada na opinião pública como defensora dos povos árabes oprimidos, a criação de Al Jazira foi mais um método de desestabilização mediática do Oriente Médio por parte dos Estados Unidos.

A voz do terrorismo

A rede de televisão Al Jazira foi criada em 1996 no Catar e veio para substituir a BBC em língua árabe, sendo que alguns dos seus jornalistas provêm dessa estação televisiva. A fundação oportuna de Al Jazira chegou no momento para cobrir os acontecimentos dos atentados do 11 de setembro 2001 e para difundir uma série de vídeos “autenticados” dos vários comunicados da Al Qaeda.. Sem esta estação televisiva os Estados Unidos teriam tido muito mais dificuldades em propagar mundialmente tais documentos.

Al Jazira tornou-se assim, em pouco tempo, o porta-voz mediático do nebuloso grupo terrorista Al Qaeda. Numerosos vídeos apelando à rebelião contra o ocidente, alguns dos quais do mítico Bin Laden, aparecem regularmente neste canal televisivo com toda a liberdade e sobretudo com toda a impunidade.

Sim, com toda a impunidade. Basta pensar em qualquer televisão que difundisse vídeos de apelo ao crime, assassinato massivo ou que reivindicasse atentados, rapidamente seria alvo de perseguição jurídica e da intervenção dos serviços secretos ocidentais.

Antes pelo contrário, os media ocidentais contentam-se de reproduzir acriticamente as notícias deste estranho canal televisivo, as informações, essas, foram sempre tidas como verdadeiras e fidedignas.

Um estranho estatuto

Oficialmente, esta televisão pertence ao seu fundador, o Cheikh Hamad Ben Khalifa Al-Thanir, do Catar, que tirou o seu pai do poder com um golpe de estado. Autoproclamado como um espaço de liberdade, Al Jazira está dependente administrativa e financeiramente da família regente do Catar, país dominado por um sistema político oligárquico tribal. Al Jazira beneficia de um estatuto jurídico ambíguo entre o público e o privado, estando a sua redação vedada à população local.

Al Jazira, com este objetivo mediático não-identificado, difunde assim, estranhamente, vídeos da Al Qaeda a poucos quilometros da maior base americana no Oriente Médio, o que não deixa de constituir, por si só, um mistério digno dos contos das mil e uma noites.

Ao serviço dos Estados Unidos e de Israel

Porta-voz das populações árabes, Al Jazira nunca apresentou um único programa sobre a controversa política interna do Catar. Mas pior do que isso, durante as chamadas revoluções árabes, teve frequentemente uma atitude, no mínimo, pouco imparcial.

Recentemente, tudo começou, no Egito, com a defesa de certos grupos rebeles em detrimento de outros, como foi então o apoio dado ao cheikh Kardaoui, apresentado como o verdadeiro inspirador da revolução egípcia, quando este só muito tardiamente se juntou à revolta.

As dúvidas foram desfeitas quando os espectadores se aperceberam que, enquanto a cobertura mediática das revoltas no Egito e na Tunísia tinham merecido emissões contínuas, 24 horas, os acontecimentos no Barém passaram totalmente despercebidos e as poucas reportagens apresentadas foram todas próximas das teses do governo desse país e dos Estados Unidos.

Porque é que a revolta do Barém, uma das mais pacíficas, não tem direito à neutralidade e até ao apoio de Al Jazira? Será que era uma revolta menos interessante do que as outras ou as suas reivindicações menos justas? Em contrapartida, este canal de televisão não pára de incentivar a população da Síria a revoltar-se contra o regime sírio, apesar das reformas efetuadas pelo seu presidente.

Dois pesos, duas medidas. Na realidade Al Jazira defende os seus “padrinhos” isto é, o plano americano no Oriente Médio. Al Jazira foi criada para atrair um número máximo de pessoas, ganhar credibilidade, para depois a seguir influenciar e “guiar” os povos árabes perturbados pelos recentes acontecimentos.

Outro fato elucidativo, é o de que Al Jazira sempre se mostrou complacente com as atitudes de Israel em detrimento da causa palestina. Frequentemente, foram chamados aos seus estúdios comentadores israelitas para expor os seus pontos, pouco coerente com os objetivos defendidos pelos povos árabes. A recente aproximação dos partidos palestinos e consequente possibilidade de uma solução de paz com Israel, foi em parte deitadas por terra pela revelação por Al Jazira, estilo wikileaks, de documentos secretos comprometedores para os negociadores palestinos, em janeiro deste ano.

Para dar maior credibilidade a este canal televisivo, os países membros da NATO sempre se mostraram “incomodados” com as suas divulgações e foram até ao ponto de bombardear as suas instalações em 2001, tendo obviamente falhado o alvo. Em 2005, para credibilizar ainda mais o fato de esta televisão ser “incomoda” para o ocidente, o Daily Mirror revela que Tony Blair tinha dissuadido George Bush de bombardear as instalação de Al Jazira.

Fonte: http://octopedia.blogspot.com/2011/05/al-jazira-grande-mentira.html

Saiba mais:

A guerra ao terror é uma falsificação

O que é a Al-Qaeda, quem criou?

 A segunda morte de Osama Bin Laden

A Europa e EUA a beira de uma crise apocalíptica