Dialética Hegeliana: Nova Ordem Mundial Illuminati

CMI Brasil

Resumo da notícia da revista Time, de 25/5/1992, “A Chat with the Gorbatchevs”, pg 51.

“Nada sobre a visita triunfal de duas semanas de Mikhail Gorbatchev aos EUA sugere que ele seja um político removido do poder. Os americanos … o receberam com ovações… Embora sua visita aos EUA tenha sido para angariar fundos e fazer contatos para …. a Fundação Gorbatchev, ela também serviu para apresentá-lo aos estadistas, cujos pronunciamentos terão repercussões em todo o mundo. Seu tema é um corolário de sua própria Perestroika: o mundo inteiro precisa de uma mudança e de uma reorientação… Gorbatchev não foi forçado a admitir que a teoria socialista falhou ou que o comunismo morreu. Uma alternativa entre capitalismo e comunismo estará sendo oferecida em um futuro próximo ….”

A maioria de vocês provavelmente está balançando a cabeça, confusa com essa notícia, não percebendo que ela contém uma das maiores admissões na história do mundo moderno! No entanto, qualquer aluno da conspiração Iluminista da Nova Ordem Mundial, saberia imediatamente o que Gorbatchev quis dizer quando afirmou “uma alternativa entre capitalismo e comunismo estará sendo oferecida em um futuro próximo”.

Ao considerarmos a afirmação de Gorbatchev com cuidado, vemos que ele nos disse que existem três sistemas de governo, dois atualmente constituídos e um por vir. Ele especificamente menciona o comunismo e o capitalismo como atualmente estabelecidos no mundo, mas afirma que um terceiro, ainda sem nome definido, será implantado, que não será nem comunista nem capitalista. Continuar a ler

Rússia: Dentro da Nova Ordem Mundial Illuminati

Por ”Sonja” (henrymakow.com) 11 Nov 2009

Tradução Google

As pessoas no ocidente ver a Rússia de Putin através de óculos cor-de-rosa [fornecida pelos meios de comunicação.] E a realidade não é nem um pouco cor-de-rosa.

Após banditismo e anarquia do reinado de Yeltsin, os russos queriam ”mão forte”. E aqui vem Putin. Em primeiro lugar, todo mundo era suspeito. Dentro de meio ano Putin passou de um burocrata desconhecido para se tornar Primeiro-ministro e Presidente. Ele foi nomeado pelo próprio Eltsin.

Quem é Putin? Ele é um ex-oficial da KGB. Nasceu em São Petersburgo em uma família simples de trabalhadores. Sua mãe é judia. Quando ele chegou ao poder ele disse: ”Temos que limpar a bagunça”.

FSB é uma agência russa de inteligência que sucedeu a KGB. FSB significa Federal Security Service. Essa é a palavra-chave na Rússia. Seu principal significado é corrupção. Temos um governo oculto da FSB. Eles estão por trás de todos os oligarcas russos. Continuar a ler

China: Ascensão e Queda: A História e o Futuro

James Petras 3 de junho de 2012

Tradução: Google

Introdução: O estudo do poder mundial tem sido marcada por historiadores Eurocêntricos que têm distorcido e ignorado o papel dominante desempenhado pela China na economia e tecnologia mundial entre 1100 e 1800.

John Hobson [1] pesquisador brilhante sobre a história da economia mundial durante esse período oferece uma abundância de dados empíricos provando a superioridade econômica e tecnológica da China sobre a civilização Ocidental durante a maior parte do milênio antes de seu declínio no século 19.

O reaparecimento da China como potência econômica mundial levanta questões importantes sobre o que podemos aprender com sua ascensão e queda e sobre as futuras ameaças internas e externas que confrontam esta superpotência econômica emergente. Continuar a ler

Político russo revela planos de Armagedom

Um influente líder político russo diz que a Rússia tem a capacidade de “destruir qualquer parte do planeta” e matar centenas de milhões de pessoas com novas tecnologias.


Planos insanos de Jirinovski

Vladimir Volfovich Zhirinovsky trabalha secretamente para o governo israeli. Seu verdadeiro nome é Eidelshtein.

Apresentadora da TV estatal da Geórgia entrevista Vladmir Zhirinovsky

Apresentadora: Alguns dizem que Moscou está levantando a bandeira branca ao admitirem vinhos georgianos em seu mercado. Geórgia está afinal bloqueando o acesso da Rússia à Organização Mundial do Comércio. O que você diria a eles? Não há uma bandeira branca?

Jirinovski: nem sequer pensamos nisso. Nós nunca curvamos nossa cabeça à ninguém. Pelo contrário todas as grandes potências do mundo inclinam suas cabeças para a Rússia: China, Japão, Alemanha, França e o Estados Unidos. Não se trata apenas de permitir importações de vinhos estrangeiros para a Rússia. Eu vejo isso como um problema global. Nós vamos bloquear a importação de todos os bens da Moldávia e da Bielorrússia para os nossos mercados também.

Jirinovski: Eu acho que a Rússia tem poder suficiente para influenciar a Geórgia e obter permissão para entrar na Organização Mundial do Comércio. A solução será encontrada, independentemente de impostos. Nós precisamos de quatro partes concordando: Washington, Moscou, Bruxelas e Pequim. Existem apenas quatro capitais dominantes no mundo: Washington, Bruxelas, Moscou e Pequim. É isso aí. A apenas 4 capitais do mundo. Nada mais importa. O resto dos países não são os verdadeiros jogadores na cena internacional. As quatro capitais sempre irão concordar. Neste caso, os chineses virão a Moscou e irão concordar com a posição de Moscou. Os europeus chegarão em Moscou e concordarão com as posições de Moscou. E depois os norte-americanos virão para Moscou como Biden fez e concordarão em tudo, exatamente sem problemas. Tudo é decidido nas 4 capitais do mundo, e em nenhum outro lugar. Agora coloque isso na cabeça, que: Washington não tem futuro, esse estado artificial entrará em colapso; Então essa velha Europa entrará em colapso, um continente com nenhuma importância. A China também vai explodir. E o que resta é a Rússia! Na possessão da capacidade de lançamento orbital e do poder espacial dominaremos o mundo. Com novas armas, que ninguém sabe que existe… ainda não. Com essas armas nós iremos destruir qualquer parte do planeta em 15 minutos. Nenhuma explosão, nenhum tipo de laser, nem raios. É uma arma calma e silenciosa, e continentes inteiros serão posto para dormir para sempre. E isso é tudo, por agora.

Jirinovski: Houve um tsunami no Japão, certo? Então eu digo, se vocês (EUA) quiserem mesmo o mais ínfimo parte da ilha Kurile de nós, então vocês terão de cavar em meio aos destroços e escombros de suas construções. E 120 milhões de vocês deverão morrer! E isso vale para o resto do mundo também. Todo mundo deveria começar a pensar sobre seu próprio futuro; E o futuro do mundo inteiro. Você ainda está pensando em vender o seu vinho da Geórgia para Rússia, agora? Vocês querem observadores da ONU na nossa fronteira? Vocês querem que o Mundo esqueça a palavra Geórgia completamente? Pense nisso, presidente Sakashvili.  Em seguida, haverá um outro tsunami…. (em Tokyo? em Londres? nos EUA?)

Vladmir Zhirinovsky

Zhirinovsky também tem uma longa história de inflamar violência em contextos políticos. Em seu debate com notório Boris Nemtsov em 1995, uma “luta de soco” explodiu. Em 2003, Zhirinovsky se envolveu em uma briga após um debate televisivo com Mikhail Delyagin. Em 2005, Zhirinovsky inflamou uma briga no parlamento por cuspir em um legislador do partido Rodina, Andrei Saveliyev. Durante o debate televisivo presidencial de 2008, ele ameaçou Nikolai Gotsa, o representante do candidato do Partido Democrata da Rússia Andrei Bogdanov com violência, dizendo que ele vai “esmagar a cabeça” dele e ordenar seus guarda-costas fuzilar ele no corredor.

Até acredito que eles tenham essa tecnologia – HAARP. Isso já existe em muitos países. Os soviéticos tinham uma antena gigante próxima a Chernobil, e depois do acidente nuclear foi desativado.

No entanto, devido ao seu vicio pela bebida, racismo e promoção do “sexo pervertido” (temperamento violento) que, felizmente, perdeu toda a credibilidade e desde então desapareceu no cenário político mundial.

Zhirinovsky prometeu aos eleitores em 1991 que, se fosse eleito, vodka seriam livremente distribuídos a todos. Como candidato presidencial de 2000 e 2008, prometeu um ” estado policial ” e execuções sumárias se fosse eleito.

“Não é uma explosão, e não uma explosão de raios, e não algum tipo de laser, mas uma arma calma e silenciosa”, acrescentou Zhirinovsky, advertindo que “continentes inteiros, serão postos para dormir para sempre”e que ”120 milhões vão morrer” se alguém EUA interferir com a reivindicação russa sobre as ilhas Curilas, que são objeto de uma disputa territorial com o Japão. Ele também ameaçou eliminar as restrições à venda de armas para Irã e propôs vender as disputadas Ilhas Kurile para o Japão por US $ 50b.

Jirinovski fez uma referência para o recente tsunami no Japão, sugerindo que “novas armas” a que se refere estão relacionadas à tecnologia de controle de alterações climáticas e geofísicas russas, que tem sido intensamente estudada por EUA, Rússia, UE e China desde 1950 e é comumente usada hoje.

Ameaçando anexar Geórgia completamente, Jirinovski advertiu, “e, em seguida, haverá outro tsunami, do outro lado do planeta, do Cáucaso”. Jirinovski também alertou sobre “World War III” emergindo no Oriente Médio e norte da África que poderia levar ao colapso das instituições globais existentes, como a UE, a OMC, a OTAN e o surgimento de uma nova ordem mundial liderada pela Rússia. Anunciou sua intenção de disputar eleição presidencial russa em 2012.

Os comentários feitos por Jirinovski não foram menos controversos no passado. Uma vez ele apoiou a idéia de plantar bombas nucleares sobre o Oceano Atlântico e inundar a Grã-Bretanha.

O que devemos fazer com estes comentários tão surpreendentes? É Jirinovski apenas um demente ou realmente revelou os planos secretos da Rússia em fazer guerra climática/geofisica para dominar o mundo?

Saiba mais:

Rússia: Dentro da Nova Ordem Mundial Illuminati

O anti-imperialismo dos imperialistas

Por James Petras

Um dos grandes paradoxos da história são os políticos imperialistas que apregoam estarem empenhados numa grande cruzada humanitária, um “missão civilizadora” destinada a libertar nações e povos, enquanto praticam as mais bárbaras conquistas, guerras destrutivas e banhos de sangue em grande escala de povos conquistados de que há memória histórica.

Ideologia imperial

A propaganda imperial dos EUA variou ao longo do tempo. Antigamente, no século XIX, Washington proclamou a “Doutrina Monroe”, denunciando esforços europeus para colonizar a América Latina. No século XX, quando os EUA estavam a deslocar a Europa dos recursos primários baseados nas colônias no Oriente Médio e África, aproveitou-se de vários temas. Condenou “formas de dominação colonial” e promoveu transições “neo-coloniais” que destruíram os monopólios europeus e facilitaram a penetração corporativa de multinacionais estado-unidenses. Isto ficou claramente evidente durante e após a II Guerra Mundial, nos países petrolíferos do Oriente Médio.

Durante a década de 1950, quando os EUA assumiram a superioridade imperial e surgiu o nacionalismo anti-colonial, Washington forjou alianças com potências coloniais em declínio para combater um inimigo comum. Mesmo com a recuperação econômica pós II Guerra Mundial, com o crescimento e unificação da Europa, ela ainda atuou na repressão militar de insurgências e regimes nacionalistas.

Em tempos recentes a maré ascendente do imperialismo alimentadas por procuradores israelenses nos EUA levaram a algumas sérias divergências entre o imperialismo estado-unidense e o europeu. Com a exceção da Inglaterra, a Europa assumiu um mínimo compromisso simbólico com as guerras dos EUA e a ocupação do Iraque e Afeganistão. A Alemanha e a França concentraram-se em expandir seus mercados de exportação e suas capacidades econômicas, deslocando os EUA em grandes mercados. A convergência dos EUA e de impérios europeus levou à integração de instituições financeiras e às subsequentes crises e colapso comuns mas sem qualquer política coordenada de recuperação. Ideólogos dos EUA propagaram a ideia de uma “União Europeia em declínio e decadência”, ao passo que ideólogos europeus enfatizaram os fracassos dos “mercados livres” anglo-americanos e as fraudes da Wall Street.

Potências econômicas em ascensão e desafios nacionalistas

Há uma longa história de “anti-imperialismo”, condenações, revelações e indignações morais patrocinadas exclusivamente contra rivais imperialistas, potências emergentes, as quais em alguns casos estão simplesmente a seguir as pegadas das potências imperiais estabelecidas.

Na preparação para a II Guerra Mundial, as potências imperiais europeias e dos EUA, enquanto exploravam colônias asiáticas condenavam a invasão e colonização pela potência imperial japonesa. O Japão, por sua vez, afirmava estar a liderar forças da Ásia no combate contra o imperialismo ocidental e projetava uma esfera de “co-prosperidade” pós colonial de parceiros asiáticos em pé de igualdade.

O “anti-imperialismo” ianque é destinado aos movimentos nacionalistas dos países colonizados e ao seu público interno. Imperialistas britânicos fomentaram levantamentos entre as elites agro-mineiras na América Latina prometendo “comércio livre” contra o domínio mercantilista espanhol… explorando agravos legítimos para fins imperiais. Durante a II Guerra Mundial, os imperialistas japoneses apoiaram um setor de movimento nacionalista anti-colonial na Índia contra o Império britânico. Os EUA condenaram o domínio colonial espanhol em Cuba e nas Filipinas e foram à guerra para “libertar” os povos oprimidos da tirania espanhola … e ali permaneceram para impor um reino de terror, exploração e domínio colonial muito pior…

Os porta-vozes oficiais do império publicitam atrocidades reais e falsificadas dos seus rivais imperiais e destacam ferozmente os infortúnios das vítimas colonizadas. A elite corporativa pedem ação militar para proteger a propriedade, ou tomar recursos estratégicos; as pessoas com sentimentos humanitários e progressistas denunciam os “crimes contra a humanidade” e refletem os apelos “a fazer algo concreto” para salvar as vítimas do genocídio falsificado. Setores da esquerda juntam-se ao coro, descobrindo um setor de vítimas que se ajusta à sua ideologia abstrata e pedem às potências imperiais para “armarem o povo para que se liberte” (sic). Ao conceder apoio moral à guerra imperial, com a deglutição da “guerra para salvar vítimas” os progressistas tornam-se o protótipo do “anti-imperialismo dos tolos”. Tendo assegurado vasto apoio público na base do “anti-imperialismo”, as potências imperialistas ocidentais sentem-se livres para sacrificar vidas de cidadãos e o tesouro público, para prosseguir a guerra, alimentada pelo fervor moral de uma causa justiceira.

No período contemporâneo as guerras imperiais “anti-imperialistas” e a agressão foram grandemente ajudadas pela cumplicidade de “bases” bem financiadas chamadas “organizações não governamentais” as quais atuam na mobilização de movimentos populares que podem “convidar” à agressão imperial.

Chile

No Chile, durante os anos 1972-73 sob o governo eleito democraticamente de Salvador Allende, a CIA financiou e proporcionou apoio importante – via AFL-CIO – a proprietários privados de camiões para paralisar o fluxo de bens e serviços. Também financiaram uma greve de um setor do sindicato de trabalhadores do cobre (na mina El Teniente) a fim de reduzir a produção de cobre e as exportações, na preparação para o golpe de estado. Depois de os militares tomarem o poder vários responsáveis do sindicato “da base” participaram no expurgo de ativistas de esquerda eleitos pelo sindicato. Não é preciso dizer que imediatamente os proprietários de camiões e trabalhadores do cobre acabaram a greve, abandonaram suas exigências e a seguir perderam todos os direitos de negociação!

Kosovo

Os EUA apoiaram jihadistas armados para libertar a “Bósnia” e armaram as “bases” terroristas do Exército de Libertação do Kosovo para despedaçar a Jugoslávia. Quase toda a esquerda ocidental alegrou-se quando os EUA bombardearam Belgrado matando milhares de civis, degradando a economia e afirmaram estarem a “responder a um genocídio”. A “soberana e independente” Kosovo tornou-se num enorme mercado de escravas brancas, passou a abrigar a maior base militar dos Estados Unidos na Europa, com a mais elevada migração per capita de qualquer país da Europa.

A estratégia imperial das “bases” combina retórica humanitária, anti-imperialista com ONGs pagas e treinadas, com blitzes de mass media para mobilizar a opinião pública mundial e especialmente “prestigiosos críticos morais de esquerda” por trás das suas tomadas de poder.

A consequência de movimentos imperiais promovidos por “anti-imperialistas”

O registo histórico dos movimentos “de base” imperialistas promovidos por “anti-imperialistas” e “pró democracia” é constantemente negativo. Vamos resumir brevemente os resultados.

Chile

No Chile a greve “de base” dos proprietários de camiões levou à brutal ditadura militar de Augusto Pinochet e a cerca de duas décadas de tortura, assassínio, prisão e exílio forçados de centenas de milhares, à imposição de brutais “políticas de mercado livre” e à subordinação às políticas imperiais dos EUA. Em resumo, as corporações multinacionais do cobre estado-unidenses e a oligarquia chilena foram os grandes vencedores e a massa da classe trabalhadora e os pobres os grandes perdedores.

Europa Oriental

Os EUA apoiaram “levantamentos da base” na Europa Oriental contra a dominação soviética e levou à dominação estado-unidense; à subordinação à NATO ao invés do Pacto de Varsóvia; à transferência maciça de empresas públicas nacionais, bancos e media para multinacionais ocidentais. A privatização de empresas nacionais beneficiou os EUA e levou a níveis sem precedentes de desemprego com dois algarismos, disparo de rendas entre os ricos e o crescimento da pobreza entre pensionistas.

Nos países hoje capitalistas da Europa Oriental e da ex-URSS gangs criminosas altamente organizadas desenvolveram prostituição em grande escala e redes de droga; “empresários” gangster estrangeiros e locais assumiram empresas públicas lucrativas e formaram uma nova classe de super oligarcas. Políticos de partidos eleitorais, pessoas de negócios locais e profissionais ligadas a “parceiros” ocidentais foram os vencedores sócio-economicos. Pensionistas, trabalhadores honestos, agricultores, juventude desempregada foram os grandes perdedores juntamente com os anteriormente subsidiados artistas culturais. Bases militares na Europa Oriental tornaram-se a primeira linha do império para ataque militar à Rússia e o alvo de qualquer contra-ataque.

Se medirmos as consequências da mudança no poder imperial, é claro que os países da Europa Oriental tornaram-se ainda mais subservientes sob os EUA e a UE do que sob a Rússia. Crises financeiras induzidas pelo ocidente devastaram suas economias. Acima de tudo, o grau de controle imperial sobre todos os setores economicos excedeu de longe qualquer coisa que tenha existido sob os soviéticos. O movimento “de bases” na Europa Oriental têve êxito em aprofundar e estender o Império dos EUA; os advogados da paz, justiça social, independência nacional, e bem-estar social foram os grandes perdedores.

Liberais ocidentais, progressistas e gente de esquerda que se apaixonou pelo “anti-imperialismo” promovido pelos imperialistas ianques são também grandes perdedores. Seu apoio ao ataque da NATO à Jugoslávia levou ao despedaçar de um estado multinacional e à criação de enormes bases militares da NATO e a um paraíso para traficantes internacionais de escravas no Kosovo. Seu apoio cego à promovida “libertação” imperial da Europa Oriental devastou o estado de previdência. Os principais beneficiários dos avanços imperiais do ocidente via levantamentos “de base” foram as corporações multinacionais, Pentágono e os neoliberais do livre mercado de extrema direita. Os moralistas de esquerda perderam credibilidade e apoio, seus movimentos de paz minguaram, suas “críticas morais” perderam ressonância. A esquerda e progressistas que foram a reboque dos “movimentos de base” apoiados pelo império, quer em nome do “anti-stalinismo”, “pró democracia” ou “anti-imperialismo” nunca se empenharam em qualquer reflexão crítica; nenhum esforço para analisar as consequências negativas a longo prazo das suas posições em termos de perdas de bem-estar social, independência nacional ou dignidade pessoal.

A longa história da manipulação imperialista de narrativas “anti-imperialistas” encontrou expressão virulenta nos dias de hoje. A Nova Guerra Fria lançada por Obama contra a China e a Rússia, a guerra quente no Golfo sobre a alegada ameaça militar do Irão, a ameaça intervencionista contra “redes de droga” da Venezuela e o “banho de sangue” da Síria são parte integral da utilização e abuso do “anti-imperialismo” para promover um império em declínio. Já é tempo de distinguir entre movimentos anti-imperialistas e pró democracia genuínos e aqueles promovidos por Washington, NATO, multinacionais e os mass media.

O original encontra-se em http://petras.lahaine.org/?p=1886

Laços de Família: Bush e Bin Laden

Por Frei Betto

Prescott Bush (avô de George W. Bush) integrava, em 1918, a sociedade secreta nazista Skull & Bones (Crânio e Ossos). Desafiado pelos colegas, invadiu um cemitério apache e roubou o crânio do lendário cacique Jerônimo.

Deflagrada a Segunda Guerra Mundial, Prescott Bush, sócio de uma companhia de petróleo do Texas, recebeu punição do governo dos EUA por negociar combustível com a empresa alemã Luftwaffe. O tribunal admitiu que ele violara o Trading with Enemy Act.

Esperto, após a guerra, Prescott aproximou-se dos homens do poder, de modo a usufruir de imunidade. Tornou-se íntimo dos irmãos Allen e John Foster Dulles. Este último comandava a CIA por ocasião do assassinato de John F. Kennedy, em 1963.

A amizade com Dulles garantiu ao filho mais velho de Prescott, George H. Bush, executivo da indústria petrolífera, o emprego de agente da CIA. George destacou-se a ponto de, em 1961, coordenar a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba, para derrubar o regime implantado pela guerrilha de Sierra Maestra.

Fiel às suas raízes, George H Bush batizou as embarcações que conduziram os mercenários de Zapata (nome de sua empresa petrolífera), de Bárbara (sua mulher) e Houston. A invasão fracassou, 1.500 mercenários foram presos e, mais tarde, liberados em troca de US$ 10 milhões em alimentos e remédios para crianças. (Malgrado a derrota, George H. Bush tornou-se diretor da CIA em 1976).

Triste com o mau desempenho de seu primogênito como 007, Prescott Bush consolava-se com o êxito do filho nos negócios de petróleo. E aplaudiu a amplitude de visão do filho, George H Bush quando, em meados dos anos 60, tornou-se amigo de um empreiteiro árabe que viajava com freqüência ao Texas, introduzindo-se aos poucos na sociedade local: Muhammad Bin Laden. Em 1968, ao sobrevoar os poços de petróleo de Bush, Muhammad Bin Laden (pai de Osama bin Laden) morreu misteriosamente em acidente aéreo no Texas. Os laços de família, no entanto, estavam criados.

George H Bush não pranteou a morte do amigo. Andava mais preocupado com as dificuldades escolares de seu filho George W. Bush, que só obtinha média C. A guerra do Vietnã acirrou-se e, para evitar que o filho fosse convocado, Bush pai tratou de alistá-lo na força aérea da Guarda Nacional. A bebida, entretanto, impediu que o neto de Prescott se tornasse um bom piloto.

Papai Bush incentivou-o, então, a fundar, em meados dos anos 70, sua própria empresa petrolífera, a Arbusto Energy (arbusto significa bush, em inglês). Gracas aos contatos internacionais que o pai Bush mantinha desde os tempos da CIA, George W Bush filho buscou os investimentos de Khaled Bin Mafouz e Salem Bin Laden, o mais velho dos 52 filhos gerados pelo falecido Muhammad. Mafouz era banqueiro da família real saudita e casara com uma das irmãs de Salem. Esses vínculos familiares permitiram que Mafouz se tornasse o presidente da Blessed Relief, a ONG árabe na qual trabalhava um dos irmãos de Salem, Osama Bin Laden.

A Arbusto pediu concordata e renasceu com o nome de Bush Exploration e, mais tarde, Spectrum 7. Tais mudanças foram suficientes para impedir que a bancarrota ameaçasse o jovem George W. Bush. Salem Bin Laden, fiel aos laços de família, veio em socorro do amigo Bush, comprando US$ 600 mil em ações da Herken Energy, que assumiu o controle da Spectrum 7. E firmou um contrato de importação de petróleo no valor de US$ 120 mil anuais. As coisas melhoraram para o neto do velho Prescott, que logo embolsou US$ 1 milhão e obteve um contrato com o emirado de Bahrein, que deixou a Esso morrendo de inveja.

Em dezembro de 1979, George H. Bush viajou a Paris para um encontro entre republicanos e partidários moderados de Khomeini, no qual trataram da libertação dos 64 reféns estadunidenses seqüestrados na embaixada dos EUA, em Teerã. Buscava-se evitar que o presidente Jimmy Carter se valesse do episódio, a ponto de prejudicar as pretensões presidenciais de Ronald Reagan. Papai George fez o percurso até a capital francesa a bordo do jatinho de Salem Bin Laden, que lhe facilitava o contato com o mundo islâmico. (Em 1988, Salem também faleceu, como o pai, num desastre de avião).

Naquele mesmo ano, os soviéticos invadiram o Afeganistão. Bush pai, que coordenava operações da CIA, recorreu a Osama Bin Laden, um dos irmãos de Salem, que aceitou infiltrar-se no Afeganistão monitorado pela CIA, para fortalecer a resistência afegã contra os invasores soviéticos.

As informações acima são do analista italiano Francesco Piccioni. Mais detalhes no livro: A fortunate son – George W. Bush and the making of na American President, de Steve Hatfield. A atual censura consentida à mídia nos EUA, é a omissão da história de como a CIA criou, financiou e treinou o general Noriega do Panamá; Saddam Hussein do Iraque; e Osama Bin Laden.

Agora, o neto de Prescott Bush demonstra sua fidelidade à índole do avô: invade o Afeganistão para obter, ainda que a custo do genocídio da população civil, o escalpo de Osama Bin Laden e o financiamento de fabricas do ópio para o tráfico internacional. A produção de ópio no Afeganistão tem vindo a aumentar desde a ocupação dos Estados Unidos iniciada em 2001.

Osama Bin Laden é formado em administração e economia pela King Abdul Aziz University, da Arábia Saudita. Após a morte do pai em 1968, em desastre de avião sobre os campos de petróleo da família Bush, no Texas, Osama, então com 11 anos, ficou sob a tutela do príncipe Turki al-Faisal al-Saud, que dirigiu os serviços de inteligência saudita de 1977 a agosto deste ano.

Em 1979, a pedido de George H Bush, o pai, então diretor da CIA, o tutor incumbiu Osama, já com 23 anos, de transferir-se para o Afeganistão e administrar os recursos financeiros destinados às operações secretas da CIA contra a invasão soviética àquele país. Preocupado com a ofensiva de Moscou, o governo dos EUA havia liberado a mais alta soma que a CIA recebeu, em toda a sua história, para atuar em um só país: US$ 2 bilhões.

Em 1994, quando já se tornara o inimigo público número 1 dos EUA e perdera a nacionalidade saudita, Osama Bin Laden herdou cerca de US$300 milhões da Saudi Bin Laden Group (SBG), a holding mais importante da Arábia Saudita, que controla imobiliárias, construtoras, editoras e empresas de telecomunicações. Presidida por Bakr Bin Laden, irmão de Osama, o SBG criou, na Suíça, uma empresa de investimentos, a Sico (Saudi Investment Company).

O SBG tem participação na General Electric (mesma empresa que construiu usina de Fukushima), na Nortel Networks e na Cadbury Schweppes. Suas finanças são administradas pelo Carlyle Group, dos EUA. Além de deter o monopólio da construção civil em Medina e Meca, lugares santos mulçumanos, o SBG ganhou a maioria das licitações para a construção de bases militares americanas na Arábia Saudita e a reconstrução do Kuwait depois da guerra do Golfo.

Os negócios da família Bin Laden são administrados também por um cunhado de Osama, o xeque Khaled Salim Ben Mafhuz, dono da 250 fortuna do mundo, avaliada em US$1,9 bilhão, segundo a revista Forbes. Seu pai fundou o principal banco saudita, o National Comercial Bank, sócio da Sico em diversas empresas.

Khaled Ben Mafhuz, presidente da ONG saudita Blessed Relief, na qual Osama trabalhava, investiu, nos anos 70, na companhia de petróleo de George W. Bush, a Arbusto Energy. Possui uma mansão em Houston e, graças à sua amizade com a família Bush, comprou uma área do aeroporto local para uso pessoal. (Logo após os atentados, cerca de 150 da família Bin Laden residentes nos EUA foram reunidos naquele aeroporto, a pedido da coroa saudita, e levados livremente, para o país de origem).

Mafhuz esteve envolvido no maior escândalo bancário dos anos 90, a quebra do BCCI (Bank of Credit and Commerce Internacional). Através do BCCI, Mafhuz comprou 11,5% das ações da Harken Energy Co., empresa petrolífera dirigida por George W. Bush. Com a quebra do banco, a maioria dos clientes passou ao Carlyle Group, fundo de investimentos criado em 1987, quatro anos antes da falência do BCCI, e que hoje controla cerca de US$ 12 bilhões.

O Carlyle Group é presidido por Frank Carlucci, ex-diretor-adjunto da CIA e ex-secretário de Defesa dos EUA. Um de seus principais assessores é James Baker, ex-chefe de gabinete do presidente Reagan e ex-secretário de Estado do presidente George H Bush. É o Carlyle Group que administra a maior parte dos fundos do SBG, a holding dos Bin Ladens, e entre seus consultores figuram George Bush pai e John Major, ex-primeiro-ministro da Inglaterra.

Quando o presidente George W. Bush, após 11 de setembro, enquadrou, como crime de terrorismo o “aproveitamento ilícito de informações privilegiadas”, ele sabia o que estava falando. Tudo indica que, graças a essas informações privilegiadas, Osama Bin Laden montou a sua rede terrorista mundo afora, movimentando recursos através de paraísos fiscais. Informações privilegiadas que, em boa parte, podem ter vindo dos Bush, graças aos vínculos entre as duas famílias.

Talvez Freud pudesse explicar um detalhe das armas escolhidas pelos terroristas de 11 de setembro: aviões. O pai e o irmão mais velho de Osama Bin Laden morreram em acidentes aéreos, ambos nos EUA. Fonte: http://www.umanovaera.com/conspiracoes/Lacos_de_Familia.htm

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Ditador norte coreano Kim Jong II foi assassinado

Benjamin Fulford 19-12-11

O ditador Norte-Coreano Kim Jong II foi assassinado neste sábado, como parte de uma grande luta de potências no Leste da Àsia, de acordo com fontes ligadas às sociedades secretas asiàticas e inteligência militares.

O assassinato de Kim foi seguido por uma série de detenções de funcionários da inteligência no Japão ligados à Coreia do Norte, bem como a expulsão de seis agentes da CIA, dizem as fontes japonesas. A morte deixou Yasuhiro Nakasone (ex-primeiro ministro do Japão), agente topo dos norte-coreanos e dos judeus-khazarianos Rothschilds no Japão, sem base de poder, dizem fontes do submundo japonês.

Na Coreia do Norte, enquanto isso, acontece agora uma batalha de sucessão entre a fação Rothschild, que querem colocar o seu lacaio-treinado Kim Jong Un no poder versus uma camarilha militar patriótica que quer a independência do controle Rothschild, fontes do submundo japonês e dos Rothschild dizem. A ação na Ásia está ligada a uma ação global que visa a queda mundial da cabala satânica khazariana que vem tentando criar uma ditadura global, uma Nova Ordem Mundial Comunista-Fascista-Sionista.

De acordo com uma fonte de Rothschild, que recentemente visitou a Coreia, os Rothschild gostam de Kim Jong Un, educado na Suíça, porque permitiria que a Coreia do Sul (fantoche dos EUA) e Coreia do Norte se unissem permitindo a abertura da economia norte-coreana aos interesses dos Rothschild. Várias fontes americanas, asiáticos sêniores e Rothschild têm, em muitas ocasiões, predito esperar cerca de 1 milhão de refugiados satanistas khazarianos dos Estados Unidos para a Coréia do Norte uma vez que a crise financeira alcance o seu estágio final. Essas mesmas fontes também dizem que a península coreana, então, experiênciará uma época de grande prosperidade material, como resultado do influxo de satanistas.

Ryugyong Hotel. Pirâmide Illuminati na Coreia do Norte

Em qualquer caso, espera-se que a batalha na Ásia aqueça nos bastidores nas próximas semanas enquanto políticos khazarianos são removidos do poder no Japão. A facção Rothschild liderada por David Rothschild em Genebra está fazendo um esforço no Japão usando os fantoches ex-primeiro-ministro Junichiro Koizumi; o presidente do Tribunal Mundial Hisashi Owada (pai da princesa Masako); o ex-ministro das Finanças e burocrata de topo Toyo Gyohten; o presidente do Banco de Desenvolvimento Asiático Haruhiko Kuroda; e o atual burocrata de topo do MOF Eijiro Katsu. Eles vão descobrir que os capangas em que sempre confiaram como aplicadores da força (Yakuza e gangsters), não trabalham mais para eles, mas são agora filiados à Sociedade Dragão Branco e as sociedades secretas da Ásia como o Dragão negro, vermelho e azul.

Um representante da White Dragon Society ligou para o escritório dos Rothschild em Tóquio (81-3-5408-8045), e conversou com representante dos Rothschild no Japão Kenji Miyamoto que se recusou a passar a mensagem para os controladores Rothschild. Eis a mensagem: ” Rendam-se antes que seja tarde demais”.

Na verdade, os sinais do colapso do controle khazariano continuam a ser vistos na Europa e nos EUA. Aqui o chefe da facção dos khazarianos-Judaica-Nazis, Henry Kissinger entrou em contato com um representante da Sociedade do Dragão Branco e pediu “negociações,” por causa do colapso do sistema bancário ocidental. Henry Kissinger é um dos maiores criminosos de guerra e assassinos em massa da história que precisa perceber que não está em posição de “negociar” qualquer coisa, exceto uma sentença reduzida em troca de confissão pública completa.

Na verdade, é uma questão de simples matemática perceber que o sistema bancário controlado pelos khazarianos está condenado. Se tomarmos as estatísticas mais recentes do BIS sobre contratos em aberto de derivados de $ 707 trilhões em junho de 2011, o valor de face, podemos ver que o sistema financeiro está condenado. Com o PIB mundial real de 65 trilhões de dólares, os bancos têm apostando mais de dez vezes a quantia de dinheiro existente no mundo real uns contra os outros. Cada derivado é uma aposta contra uma contraparte.

Isso significa que para cada vencedor há um perdedor igual. Alguns grandes bancos, certamente perderam mais dinheiro do que existe no mundo real.

Agências de aplicação da lei dos EUA continuam a focalizar em Wall Street e o establishment político corrupto em Washington, mas parece cada vez mais provável que uma falha do sistema financeiro mundial acontecerá antes que a justiça lenta puna inevitavelmente os culpados. Também na Europa, a rede de controle khazariana parece estar caindo aos pedaços.

O Papa satânico Bento XVI foi rejeitada pela maioria dos clérigos seniores e está doente e morrendo. A nomeação de fantoches khazarianos na Grécia, na Itália, à frente do Banco Central Europeu e como Presidente da UE, não conseguiu fazer nada para evitar que a crise do Euro acelerasse. Movimentações para tornar a UE mais ditatorial não afetam ratings de crédito ou mudam a realidade financeira.

De fato, fontes da CIA na Europa agora dizem que a Alemanha iniciou negociações com a Rússia para aderir à Organização de Cooperação de Xangai. Isso significaria uma Europa controlado pelo eixo russo / alemão e deixaria os franceses como parceiros juniores.

É considerado improvável que a cabala satânica khazariana desapareça tranquilamente. Continuam a tentar iniciar 3ª Guerra Mundial com o Irã e a Síria, e podem muito bem fazer algo extremamente desagradável nos próximos meses, a menos que sejam parados. Por exemplo, o Japão novamente, está a ser ameaçado com um novo conjunto de Terremotos e Tsunamis, desta vez visando Tóquio.

Se Tokyo for atacado, então o banco Monaco nas Ilhas Canárias (Vulcão de Cumbre Vieja?) poderá ser afundado no oceano, de acordo com fontes muito poderosas e anônimas que têm as suas próprias armas nucleares e suas próprias estações HAARP. Isso criará um tsunami de 100 metros ou mais de altura, que atingirá Nova York e Washington. As pessoas terão tempo para evacuar, mas as ondas podem remover a sujidade que se acumulou em Wall Street e Washington DC.

Num esforço para evitar que tais tragédias ocorram, agências de aplicação da lei dos EUA precisam prender as pessoas que controlam o Pentágono: Donald Rumsfeld, James Baker, Frank Carlucci, Henry Kissinger, Zbigniew Brzezinski, Paul Wolfowitz, George Soros e seus colegas gangsters. Os “Joint Chiefs of Staff” serão então capazes de manter as folhas de pagamento enquanto retornam os EUA ao governo constitucional.

Também é importante ressaltar novamente que o dinheiro dos satanistas khazarianos já não é suportado por qualquer coisa real e é, portanto, inútil. Sem dinheiro real, não podem pagar aos seus capangas e aos seus mafiosos. De repente, perceberão que são apenas homens fracos e velhos com poucos amigos de verdade.

Haverá mais turbulência nas próximas semanas enquanto a cabala continua a sua agonia.

Todos podemos ainda comemorar o Natal deste ano, retornando ao verdadeiro espírito de amor e tolerância. Se não é cristão, sempre pode celebrar o início do novo ano solar em 25 de dezembro. Desejamos-lhe um Feliz Natal e um Feliz Ano Novo. Fonte: benjaminfulford.net

khazarianos – A DESGRAÇA Mundial

A China será a próxima locomotiva da economia mundial. É tão conveniente que eles estão se deslocando para essa nação (Coreia do Norte) que faz fronteira com a China Continental.

O resultado óbvio é a dizimação da classe média ocidental, com a destruição da base de produtividade ocidental, e, portanto, em última análise, o “consumidor” ocidental. Será que novos mercados irão surgir para compensar a perda de consumidores?

Os khazarianos: nazistas e sinistas desejam destruir a Rússia, Leste Europeu, Oriente Médio, China e Asia. Eles consideram os povos / culturas desses países como inimigos que devem ser combatidos, escravizados ou exterminados. Um bom exemplo da agenda illuminati é o Japão, um país com fortes laços com o mundo ocidental, porém não foi poupado do triplo ataque nuclear (Hiroshima, Nagasaki, Fukushima) executado pelos estados fantoches dos khazarianos. Se torna evidente a agenda oculta dos illuminazis khazarianos.

Assim, primeiro eles criam um problema, conflito entre o comunismo x capitalismo, esperam uma reação previsível da opinião pública e fornecem a solução para os problemas que eles mesmos criaram. Os Rothschilds usam a Coréia do Norte para ameaçar Coréia do Sul e o Japão com intuito de manter controle na Asia e cercar a China.

Eles controlam toda America, Europa (com excepção dos países escandinavos, Alemanha não aparece na agenda porque está no topo da pirâmide nazi-sionista), Japão, África, Irã, Oriente Médio, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Oceania etc. Eles mantém forte influência na China, controla cerca de 50% da economia, Rússia (Putin chutou para fora), e países muçulmanos livres.

Veja também: Comunismo e Revolução Russa: Quem criou e financiou comunismo russo?

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