Al Jazeera: A Grande Mentira Sionista

Considerada na opinião pública como defensora dos povos árabes oprimidos, a criação de Al Jazira foi mais um método de desestabilização mediática do Oriente Médio por parte dos Estados Unidos.

A voz do terrorismo

A rede de televisão Al Jazira foi criada em 1996 no Catar e veio para substituir a BBC em língua árabe, sendo que alguns dos seus jornalistas provêm dessa estação televisiva. A fundação oportuna de Al Jazira chegou no momento para cobrir os acontecimentos dos atentados do 11 de setembro 2001 e para difundir uma série de vídeos “autenticados” dos vários comunicados da Al Qaeda.. Sem esta estação televisiva os Estados Unidos teriam tido muito mais dificuldades em propagar mundialmente tais documentos.

Al Jazira tornou-se assim, em pouco tempo, o porta-voz mediático do nebuloso grupo terrorista Al Qaeda. Numerosos vídeos apelando à rebelião contra o ocidente, alguns dos quais do mítico Bin Laden, aparecem regularmente neste canal televisivo com toda a liberdade e sobretudo com toda a impunidade.

Sim, com toda a impunidade. Basta pensar em qualquer televisão que difundisse vídeos de apelo ao crime, assassinato massivo ou que reivindicasse atentados, rapidamente seria alvo de perseguição jurídica e da intervenção dos serviços secretos ocidentais.

Antes pelo contrário, os media ocidentais contentam-se de reproduzir acriticamente as notícias deste estranho canal televisivo, as informações, essas, foram sempre tidas como verdadeiras e fidedignas.

Um estranho estatuto

Oficialmente, esta televisão pertence ao seu fundador, o Cheikh Hamad Ben Khalifa Al-Thanir, do Catar, que tirou o seu pai do poder com um golpe de estado. Autoproclamado como um espaço de liberdade, Al Jazira está dependente administrativa e financeiramente da família regente do Catar, país dominado por um sistema político oligárquico tribal. Al Jazira beneficia de um estatuto jurídico ambíguo entre o público e o privado, estando a sua redação vedada à população local.

Al Jazira, com este objetivo mediático não-identificado, difunde assim, estranhamente, vídeos da Al Qaeda a poucos quilometros da maior base americana no Oriente Médio, o que não deixa de constituir, por si só, um mistério digno dos contos das mil e uma noites.

Ao serviço dos Estados Unidos e de Israel

Porta-voz das populações árabes, Al Jazira nunca apresentou um único programa sobre a controversa política interna do Catar. Mas pior do que isso, durante as chamadas revoluções árabes, teve frequentemente uma atitude, no mínimo, pouco imparcial.

Recentemente, tudo começou, no Egito, com a defesa de certos grupos rebeles em detrimento de outros, como foi então o apoio dado ao cheikh Kardaoui, apresentado como o verdadeiro inspirador da revolução egípcia, quando este só muito tardiamente se juntou à revolta.

As dúvidas foram desfeitas quando os espectadores se aperceberam que, enquanto a cobertura mediática das revoltas no Egito e na Tunísia tinham merecido emissões contínuas, 24 horas, os acontecimentos no Barém passaram totalmente despercebidos e as poucas reportagens apresentadas foram todas próximas das teses do governo desse país e dos Estados Unidos.

Porque é que a revolta do Barém, uma das mais pacíficas, não tem direito à neutralidade e até ao apoio de Al Jazira? Será que era uma revolta menos interessante do que as outras ou as suas reivindicações menos justas? Em contrapartida, este canal de televisão não pára de incentivar a população da Síria a revoltar-se contra o regime sírio, apesar das reformas efetuadas pelo seu presidente.

Dois pesos, duas medidas. Na realidade Al Jazira defende os seus “padrinhos” isto é, o plano americano no Oriente Médio. Al Jazira foi criada para atrair um número máximo de pessoas, ganhar credibilidade, para depois a seguir influenciar e “guiar” os povos árabes perturbados pelos recentes acontecimentos.

Outro fato elucidativo, é o de que Al Jazira sempre se mostrou complacente com as atitudes de Israel em detrimento da causa palestina. Frequentemente, foram chamados aos seus estúdios comentadores israelitas para expor os seus pontos, pouco coerente com os objetivos defendidos pelos povos árabes. A recente aproximação dos partidos palestinos e consequente possibilidade de uma solução de paz com Israel, foi em parte deitadas por terra pela revelação por Al Jazira, estilo wikileaks, de documentos secretos comprometedores para os negociadores palestinos, em janeiro deste ano.

Para dar maior credibilidade a este canal televisivo, os países membros da NATO sempre se mostraram “incomodados” com as suas divulgações e foram até ao ponto de bombardear as suas instalações em 2001, tendo obviamente falhado o alvo. Em 2005, para credibilizar ainda mais o fato de esta televisão ser “incomoda” para o ocidente, o Daily Mirror revela que Tony Blair tinha dissuadido George Bush de bombardear as instalação de Al Jazira.

Fonte: http://octopedia.blogspot.com/2011/05/al-jazira-grande-mentira.html

Saiba mais:

A guerra ao terror é uma falsificação

O que é a Al-Qaeda, quem criou?

 A segunda morte de Osama Bin Laden

A Europa e EUA a beira de uma crise apocalíptica

Laços de Família: Bush e Bin Laden

Por Frei Betto

Prescott Bush (avô de George W. Bush) integrava, em 1918, a sociedade secreta nazista Skull & Bones (Crânio e Ossos). Desafiado pelos colegas, invadiu um cemitério apache e roubou o crânio do lendário cacique Jerônimo.

Deflagrada a Segunda Guerra Mundial, Prescott Bush, sócio de uma companhia de petróleo do Texas, recebeu punição do governo dos EUA por negociar combustível com a empresa alemã Luftwaffe. O tribunal admitiu que ele violara o Trading with Enemy Act.

Esperto, após a guerra, Prescott aproximou-se dos homens do poder, de modo a usufruir de imunidade. Tornou-se íntimo dos irmãos Allen e John Foster Dulles. Este último comandava a CIA por ocasião do assassinato de John F. Kennedy, em 1963.

A amizade com Dulles garantiu ao filho mais velho de Prescott, George H. Bush, executivo da indústria petrolífera, o emprego de agente da CIA. George destacou-se a ponto de, em 1961, coordenar a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba, para derrubar o regime implantado pela guerrilha de Sierra Maestra.

Fiel às suas raízes, George H Bush batizou as embarcações que conduziram os mercenários de Zapata (nome de sua empresa petrolífera), de Bárbara (sua mulher) e Houston. A invasão fracassou, 1.500 mercenários foram presos e, mais tarde, liberados em troca de US$ 10 milhões em alimentos e remédios para crianças. (Malgrado a derrota, George H. Bush tornou-se diretor da CIA em 1976).

Triste com o mau desempenho de seu primogênito como 007, Prescott Bush consolava-se com o êxito do filho nos negócios de petróleo. E aplaudiu a amplitude de visão do filho, George H Bush quando, em meados dos anos 60, tornou-se amigo de um empreiteiro árabe que viajava com freqüência ao Texas, introduzindo-se aos poucos na sociedade local: Muhammad Bin Laden. Em 1968, ao sobrevoar os poços de petróleo de Bush, Muhammad Bin Laden (pai de Osama bin Laden) morreu misteriosamente em acidente aéreo no Texas. Os laços de família, no entanto, estavam criados.

George H Bush não pranteou a morte do amigo. Andava mais preocupado com as dificuldades escolares de seu filho George W. Bush, que só obtinha média C. A guerra do Vietnã acirrou-se e, para evitar que o filho fosse convocado, Bush pai tratou de alistá-lo na força aérea da Guarda Nacional. A bebida, entretanto, impediu que o neto de Prescott se tornasse um bom piloto.

Papai Bush incentivou-o, então, a fundar, em meados dos anos 70, sua própria empresa petrolífera, a Arbusto Energy (arbusto significa bush, em inglês). Gracas aos contatos internacionais que o pai Bush mantinha desde os tempos da CIA, George W Bush filho buscou os investimentos de Khaled Bin Mafouz e Salem Bin Laden, o mais velho dos 52 filhos gerados pelo falecido Muhammad. Mafouz era banqueiro da família real saudita e casara com uma das irmãs de Salem. Esses vínculos familiares permitiram que Mafouz se tornasse o presidente da Blessed Relief, a ONG árabe na qual trabalhava um dos irmãos de Salem, Osama Bin Laden.

A Arbusto pediu concordata e renasceu com o nome de Bush Exploration e, mais tarde, Spectrum 7. Tais mudanças foram suficientes para impedir que a bancarrota ameaçasse o jovem George W. Bush. Salem Bin Laden, fiel aos laços de família, veio em socorro do amigo Bush, comprando US$ 600 mil em ações da Herken Energy, que assumiu o controle da Spectrum 7. E firmou um contrato de importação de petróleo no valor de US$ 120 mil anuais. As coisas melhoraram para o neto do velho Prescott, que logo embolsou US$ 1 milhão e obteve um contrato com o emirado de Bahrein, que deixou a Esso morrendo de inveja.

Em dezembro de 1979, George H. Bush viajou a Paris para um encontro entre republicanos e partidários moderados de Khomeini, no qual trataram da libertação dos 64 reféns estadunidenses seqüestrados na embaixada dos EUA, em Teerã. Buscava-se evitar que o presidente Jimmy Carter se valesse do episódio, a ponto de prejudicar as pretensões presidenciais de Ronald Reagan. Papai George fez o percurso até a capital francesa a bordo do jatinho de Salem Bin Laden, que lhe facilitava o contato com o mundo islâmico. (Em 1988, Salem também faleceu, como o pai, num desastre de avião).

Naquele mesmo ano, os soviéticos invadiram o Afeganistão. Bush pai, que coordenava operações da CIA, recorreu a Osama Bin Laden, um dos irmãos de Salem, que aceitou infiltrar-se no Afeganistão monitorado pela CIA, para fortalecer a resistência afegã contra os invasores soviéticos.

As informações acima são do analista italiano Francesco Piccioni. Mais detalhes no livro: A fortunate son – George W. Bush and the making of na American President, de Steve Hatfield. A atual censura consentida à mídia nos EUA, é a omissão da história de como a CIA criou, financiou e treinou o general Noriega do Panamá; Saddam Hussein do Iraque; e Osama Bin Laden.

Agora, o neto de Prescott Bush demonstra sua fidelidade à índole do avô: invade o Afeganistão para obter, ainda que a custo do genocídio da população civil, o escalpo de Osama Bin Laden e o financiamento de fabricas do ópio para o tráfico internacional. A produção de ópio no Afeganistão tem vindo a aumentar desde a ocupação dos Estados Unidos iniciada em 2001.

Osama Bin Laden é formado em administração e economia pela King Abdul Aziz University, da Arábia Saudita. Após a morte do pai em 1968, em desastre de avião sobre os campos de petróleo da família Bush, no Texas, Osama, então com 11 anos, ficou sob a tutela do príncipe Turki al-Faisal al-Saud, que dirigiu os serviços de inteligência saudita de 1977 a agosto deste ano.

Em 1979, a pedido de George H Bush, o pai, então diretor da CIA, o tutor incumbiu Osama, já com 23 anos, de transferir-se para o Afeganistão e administrar os recursos financeiros destinados às operações secretas da CIA contra a invasão soviética àquele país. Preocupado com a ofensiva de Moscou, o governo dos EUA havia liberado a mais alta soma que a CIA recebeu, em toda a sua história, para atuar em um só país: US$ 2 bilhões.

Em 1994, quando já se tornara o inimigo público número 1 dos EUA e perdera a nacionalidade saudita, Osama Bin Laden herdou cerca de US$300 milhões da Saudi Bin Laden Group (SBG), a holding mais importante da Arábia Saudita, que controla imobiliárias, construtoras, editoras e empresas de telecomunicações. Presidida por Bakr Bin Laden, irmão de Osama, o SBG criou, na Suíça, uma empresa de investimentos, a Sico (Saudi Investment Company).

O SBG tem participação na General Electric (mesma empresa que construiu usina de Fukushima), na Nortel Networks e na Cadbury Schweppes. Suas finanças são administradas pelo Carlyle Group, dos EUA. Além de deter o monopólio da construção civil em Medina e Meca, lugares santos mulçumanos, o SBG ganhou a maioria das licitações para a construção de bases militares americanas na Arábia Saudita e a reconstrução do Kuwait depois da guerra do Golfo.

Os negócios da família Bin Laden são administrados também por um cunhado de Osama, o xeque Khaled Salim Ben Mafhuz, dono da 250 fortuna do mundo, avaliada em US$1,9 bilhão, segundo a revista Forbes. Seu pai fundou o principal banco saudita, o National Comercial Bank, sócio da Sico em diversas empresas.

Khaled Ben Mafhuz, presidente da ONG saudita Blessed Relief, na qual Osama trabalhava, investiu, nos anos 70, na companhia de petróleo de George W. Bush, a Arbusto Energy. Possui uma mansão em Houston e, graças à sua amizade com a família Bush, comprou uma área do aeroporto local para uso pessoal. (Logo após os atentados, cerca de 150 da família Bin Laden residentes nos EUA foram reunidos naquele aeroporto, a pedido da coroa saudita, e levados livremente, para o país de origem).

Mafhuz esteve envolvido no maior escândalo bancário dos anos 90, a quebra do BCCI (Bank of Credit and Commerce Internacional). Através do BCCI, Mafhuz comprou 11,5% das ações da Harken Energy Co., empresa petrolífera dirigida por George W. Bush. Com a quebra do banco, a maioria dos clientes passou ao Carlyle Group, fundo de investimentos criado em 1987, quatro anos antes da falência do BCCI, e que hoje controla cerca de US$ 12 bilhões.

O Carlyle Group é presidido por Frank Carlucci, ex-diretor-adjunto da CIA e ex-secretário de Defesa dos EUA. Um de seus principais assessores é James Baker, ex-chefe de gabinete do presidente Reagan e ex-secretário de Estado do presidente George H Bush. É o Carlyle Group que administra a maior parte dos fundos do SBG, a holding dos Bin Ladens, e entre seus consultores figuram George Bush pai e John Major, ex-primeiro-ministro da Inglaterra.

Quando o presidente George W. Bush, após 11 de setembro, enquadrou, como crime de terrorismo o “aproveitamento ilícito de informações privilegiadas”, ele sabia o que estava falando. Tudo indica que, graças a essas informações privilegiadas, Osama Bin Laden montou a sua rede terrorista mundo afora, movimentando recursos através de paraísos fiscais. Informações privilegiadas que, em boa parte, podem ter vindo dos Bush, graças aos vínculos entre as duas famílias.

Talvez Freud pudesse explicar um detalhe das armas escolhidas pelos terroristas de 11 de setembro: aviões. O pai e o irmão mais velho de Osama Bin Laden morreram em acidentes aéreos, ambos nos EUA. Fonte: http://www.umanovaera.com/conspiracoes/Lacos_de_Familia.htm

Assuntos relacionados:

Quem criou e financiou Nazismo?

O que é a Al-Qaeda, quem criou?

A morte de Osama Bin Laden

A guerra ao terror é uma falsificação

Numerologia e Tarot nos ataques terroristas de 11 de setembro

Atentados ao World Trade Center

Dia do ataque = 11

A data do ataque 11/9: 9 + 1 + 1 = 11

11 de Setembro é o 254.º dia do ano: 2 + 5 + 4 = 11

Depois de 11 de Setembro ficavam faltando 111 dias até ao fim do ano.

119 é o código de área para o Iraque / Iran. 1 + 1 + 9 = 11

As Twin Towers ( torres gêmeas ) – edificadas lado a lado pareciam o n.º 11

O primeiro vôo a bater numa das Torres era o vôo n.º 11

911 é o telefone de emergências nos Estados Unidos.

Mas há mais:

Estado de New York – É o 11º estado a pertencer à União

New York City – 11 Letras

Afghanistan – 11 Letras

The Pentagon – 11 Letras

Ramzi Yousef – 11 Letras (autor do primeiro atentado ao WTC in 1993)

O Vôo 11 – tinha 92 passageiros a bordo : 9 + 2 = 11

O Vôo 77 ( 7 vezes o número 11 = 7 x 11 = 77) – tinha 65 passageiros a bordo : 6 + 5 = 11

Para acabar com algo mais forte ainda, façam o seguinte exercício:

1.Abram o MS Word.

2.Escrevam NY (em maiúsculo).

3.Sublinhem.

4.Ponham a fonte em 90

5.Escolham a fonte em Wingdings.

O que é que vêem?

Uma caveira, símbolo da morte, junto com a Estrela de Davi, símbolo judaico.

Tabela pitagórica

Essa tabela é básica da numerologia e é usada como modelo de conversão das letras em números.

Nome completo de Bin Laden: OSAMA BIN MUHAMMAD BIN AWAD BIN LADEN

OSAMA = 6 + 1 + 1 + 4 + 1 = 13

BIN = 2 + 9 + 5 = 16

MUHAMMAD = 4 + 3 + 8 + 1 + 4+ 4 + 1 + 4 = 29

BIN = 2 + 9 + 5 = 16

AWAD = 1 + 5 + 1 + 4 = 11

BIN = 2 + 9 + 5 = 16

LADEN = 3 + 1 + 4 + 5 + 5 = 18

OU SEJA, 13 + 16 + 29 + 16 + 11 + 16 + 18 =

119

Cartas de Tarot

Nome analisado: OSAMA BIN LADEN

OSAMA = 6 + 1 + 1 + 4 + 1 = 13

BIN = 2 + 9 + 5 = 16

LADEN = 3 + 1 + 4 + 5 + 5 = 18

A soma de cada um dos nomes revela, nas cartas do Tarot:

OSAMA = 13, ARCANO 13, “A MORTE”

BIN = 16, ARCANO 16, “A TORRE FULMINADA”

LADEN = 18, ARCANO 18, “A LUA”

Em outras palavras, os nomes revelam, nas cartas do Tarot: ”a morte + torre fulminada + lua, o símbolo do Islamismo”

Tire suas próprias conclusões…

Texto completo no site

http://www.portaldf.com.br/onze/previsoes/1109/default.htm

Saiba mais:

Filmes que previram o futuro – Agenda Illuminati

A morte de Osama Bin Laden revelado como fraude

Se ontem fosse 1º de abril e não 2 de maio, a notícia de que Osama bin Laden havia sido morto durante um tiroteio no Paquistão e rapidamente “enterrado no mar” poderia ter sido facilmente descartada como mais um trote do dia da mentira. No entanto, da maneira como a notícia vem sendo recebida, é realmente preciso aceitá-la como mais uma evidência de que o governo americano possui uma crença ilimitada na ingenuidade de seus súditos. Osama Bin Laden morreu em 2008 diz a CNN.

Apenas pense. Quais as chances de uma pessoa que sofria de doenças renais, que necessitava de diálise e que, mais ainda, sofria de diabetes e pressão baixa, ter sobrevivido dentro de esconderijos montanhosos por uma década? Se Bin Laden era capaz de adquirir equipamentos para diálise e para os tratamentos médicos que sua saúde delicada exigia, será mesmo que a remessa de todo esse equipamento não poderia ser rastreada, apontando sua localização? Por que demoraram dez anos para encontrá-lo?

Considere também as alegações, repetidas exaustivamente por uma mídia triunfalista que celebrava a morte de Bin Laden, de que “Bin Laden utilizou seus milhões para financiar campos de treinamento terrorista no Sudão, nas Filipinas e no Afeganistão, enviando ‘guerreiros sagrados’ para fomentar a revolução e lutar junto a forças fundamentalistas muçulmanas no Norte da África, na Chechênia, no Tajiquistão e na Bósnia.” São muitas atividades para apenas meros milhões financiarem. Com tamanha competência administrativa, talvez os EUA devessem tê-lo nomeado diretor do Pentágono…

Porém, a questão principal é essa: como Bin Laden conseguia movimentar seu dinheiro? Qual sistema bancário o estava ajudando? O governo americano sempre consegue confiscar os ativos de pessoas e até mesmo de países inteiros, como ocorreu mais recentemente com a Líbia. Por que não conseguiu fazer isso com Bin Laden? Será que ele simplesmente andava carregando saquinhos com $100 milhões de dólares em moedas de ouro e enviava emissários para distribuir os pagamentos? Era assim que ele financiava suas operações vastas e amplamente distribuídas pelo mundo?

A notícia de ontem exalava todo o odor característico dos eventos cuidadosamente ensaiados antes de serem encenados. O cheiro forte estava impregnado nas notícias triunfalistas e carregadas de inebriantes exageros nacionalistas, com manifestantes balançando bandeiras e gritando “USA, USA”. Será que há algo mais por trás disso?

Os americanos estão tão encantados com a morte de Bin Laden que nem sequer pararam para pensar por que informações que teoricamente vinham sendo coletadas há anos demorariam tanto para finalmente descobrir que o alvo estava supostamente morando em uma construção de mais de um milhão de dólares, equipada com aparelhos de comunicação de última geração, e próxima à Academia Militar Paquistanesa! Supostamente, o “criminoso mais procurado do mundo” não ficava entrando e saindo de esconderijos, movendo-se de um lugar para o outro em montanhas desoladas, mas, sim, estava abrigado em alojamentos luxuosos em plena luz do dia. Ainda assim, não obstante sua óbvia localização, a CIA levou anos para encontrá-lo, após supostamente ter obtido informações da localização de Bin Laden por meio de prisioneiros mantidos em prisões secretas.

Após o suposto cadáver ter sido jogado no mar para “respeitar as tradições islâmicas” — lembre-se que, com Saddam Hussein, igualmente islâmico, não houve hesitação em mostrar fotos de seu corpo —, nada mais resta senão a palavra do governo americano, o qual mentiu sobre as armas de destruição em massa e sobre as conexões da al-Qaeda, sobre o 11 de setembro. Devemos acreditar que repentinamente o governo passou a falar a verdade ao anunciar a morte de Bin Laden?

Não há dúvidas de que o presidente Obama está desesperado por uma vitória. Ele cometeu o erro básico, tipicamente tolo, de recomeçar a guerra no Afeganistão. Após uma década de infindáveis batalhas, os EUA estão em um impasse, um genuíno beco sem saída. Para muitos, a situação era de derrota. As guerras dos regimes Bush/Obama arruinaram financeiramente os EUA, gerando déficits orçamentários monstruosos e um dólar em contínuo e permanente declínio. E as eleições presidenciais já serão no ano que vem.

As várias mentiras e enganações criadas pelos últimos governos, como as tais “armas de destruição em massa”, trouxeram terríveis consequências para os EUA e para o mundo. Porém, nem todos os enganos são os mesmos. Lembre-se: o único motivo apresentado para invadirem o Afeganistão era capturar Bin Laden. Agora que o presidente Obama declarou que Bin Laden foi morto com dois tiros na cabeça — disparados por forças especiais americanas operando em um país independente — e enterrado no mar, não há mais motivos para que a ocupação do Afeganistão continue.

É possível que o acentuado declínio do dólar nos mercados internacionais tenha forçado o governo americano a fazer alguns reais cortes no orçamento, os quais só poderiam advir da interrupção de algumas de suas várias guerras sem fim. Enquanto o dólar ainda não havia chegado a esse ponto insustentável, Osama Bin Laden, que muitos especialistas acreditavam já estar morto há anos, teve uma ótima serventia como o perfeito bicho-papão, sempre sendo invocado para manter a população em estado de permanente alerta e, com isso, garantir ótimos lucros para o complexo industrial-militar americano. Fonte: http://www.mises.org.br/Article.aspx?id=970

Osama bin Laden realmente morreu?

Imagem que pretende mostrar cadáver de Osama bin Laden, à direita, é uma composição de duas imagens distintas, esquerda e centro.

Nos últimos anos apareceram alguns vídeos de Bin Laden, mas foram desvendados pelos especialistas como falsificações. Na verdade nem é preciso ser um perito para ver imediatamente que trata-se de um ator que representa Bin Laden. Estes vídeos aparecem justamente quando a população norte-americana está diante de alguma decisão importante.

É assim que três dias antes das eleições para presidente a 30 de outubro de 2004, apareceu um vídeo desta natureza. (BBC) Quem se aproveitou da mensagem do falso Bin Laden, colocando medo nos eleitores. Bush venceu a eleição!

À direita vemos o verdadeiro Bin Laden e à esquerda, o falso, que nos é mostrado em vídeos desde 2002. A diferença é tamanha que qualquer comentário adicional é supérfluo.

Que Bin Laden estava muito enfermo e necessitava constantemente de tratamento é mostrado em diversos artigos de notícias sobre diversas estadias em hospitais durante seu último ano de vida. Por exemplo, a 4 de julho de 2001 (dois meses antes dos ataques terroristas em Nova York), Bin Laden foi tratado no hospital norte-americano de Dubai com medidas emergenciais e com um aparelho de hemodiálise (Guardian). Durante este tratamento, ele recebeu no hospital a visita do chefe local da CIA e eles conversaram amistosamente. Afinal, Bin Laden fora um agente contratado da CIA na guerra contra os soviéticos no Afeganistão (1979–1989) e operou sob o codinome “Tim Osman”.

Justamente um dia antes dos atentados de 11 de setembro de 2001, Bin Laden foi ao hospital militar em Rawalpindi Pakistan, para se submeter a uma diálise. Soldados paquistaneses escortavam Bin Laden (CBS). Não é interessante saber que justamente no dia do grande ataque terrorista contra a América, Bin Laden estivesse sob custódia dos militares paquistaneses e justamente na semana anterior e posterior aos ataques terroristas em Nova York, o chefe do serviço secreto paquistanês ISI, General Mahmood Ahmed, esteve em Washington e conversou no Pentágono com o pessoal da National Security Council, depois com o diretor da CIA Tenet, com pessoas da Casa Branca e com Marc Grossman, Vice-Secretário de Estado para assuntos políticos (Karachi news).

Isso significa que todas as partes sabiam onde Bin Laden se encontrava, e caso os militares norte-americanos realmente fossem da opinião que Bin Laden era o autor dos ataques, eles poderiam tê-lo prendido imediatamente no leito do hospital. Mas nada parecido aconteceu. Eles deixaram-no voltar calmamente para o Afeganistão após seu tratamento, aonde então veio a falecer algumas semanas mais tarde.

Este comportamento prova para qualquer pessoa normal que EUA criaram na mídia mundial um bode-expiatório, um super-terrorista como organizador dos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001.

Outra prova que Bin Laden foi fabricado, é a notícia que ele alugou um avião particular, o qual levou para fora do país todos os membros de sua família, apenas alguns dias depois dos ataques contra Nova York, a 19 de setembro de 2001. Embora houvesse neste momento uma completa proibição para trânsito aéreo nos EUA, este vôo foi autorizado expressamente pela Casa Branca. Nenhum membro da família de Bin Laden ou outros cidadãos sauditas foram interrogados ou detidos antes da decolagem.

O governo norte-americano afirma que 17 dos 19 terroristas são originários da Arábia Saudita e justamente quando cidadãos deste país queriam deixar os EUA e ainda pertenciam à família Bin Laden, eles tiveram a permissão expressa de Bush para partir com este avião. (PDO)

A 23 de setembro de 2001, o então ministro do exterior norte-americano, Colin Powell se contradisse em tom bem marcante, o governo iria publicar em breve os documentos que provariam a culpa de Bin Laden. (Seattle) Estas provas nunca foram apresentadas, dez anos após os atentados, e o mundo espera ainda hoje por elas.

Além disso, não é possível que o maior serviço secreto do mundo, a CIA, NSA, MI6 etc, com seus recursos ilimitados e um orçamento acima de 50 bilhões de dólares anuais e, sobretudo, os demais serviços secretos aliados por todo o globo, assim como todo o aparato militar norte-americano com centenas de milhares de soldados e satélites que vasculharam cada quilômetro quadrado do Afeganistão e recompensa de 25 milhões de dólares pela captura, não estejam na condição de localizar Bin Laden nestes lendários dez anos. Não se trata aqui de um fracasso total, pois Bin Laden já estava morto há um longo tempo – e eles sabiam disso.

Tudo isso é um grande teatro e um show para manter a opinião pública na órbita dos EUA. Se ele for declarado oficialmente como falecido, então desaba todo o castelo de cartas e o motivo da “Guerra contra o Terror”. Eles não teriam mais um inimigo contra o qual poderiam combater, que torne possível fazer guerra, invadir países alheios, suprimir a liberdade dos cidadãos, reforçar o Estado policial, garantir seus gigantescos orçamentos militares e possibilitar um enorme lucro aos conglomerados armamentistas. As industrias bélicas e de segurança são os maiores negócios que existem, ou seja, o “Terror” nunca pode parar, nunca pode haver paz, deve ser mantida a crença neste fantasma o máximo possível.

Bin Laden e sua suposta rede de terror Al-Qaeda sempre são lembrados na ocasião oportuna por Bush, Blair e todos políticos europeus, quando eles querem colocar as pessoas em um estado de medo e pânico, quando eles querem novamente nos restringir a liberdade e elevar o preço do petróleo.

Seguem algumas frases de pessoas que confirmam a morte de Bin Laden:

O presidente paquistanês Musharraf: “Eu acredito que provavelmente Bin Laden está morto, pois ele não poderia ser continuamente tratado de sua insuficiência renal”. (CNN)

O presidente afegão Karsai: “Osama Bin Laden está provavelmente morto”. (CNN)

O diretor do departamento anti-terror do FBI, Dale Watson: “Eu acredito que Bin Laden esteja morto”. (BBC)

O chefe-redator da londrina Arab News Magazine: “Nós publicamos o último desejo de Bin Laden que foi escrito no final de 2001 e mostrá-lo deitado prestes a morrer ou já morto”. (CNN)

O serviço secreto israelense: “Nós não vemos Bin Laden como um perigo e ele não está em nossa lista” (Janes) e ainda “Bin Laden morreu provavelmente na ocasião dos ataques dos norte-americanos em dezembro de 2001. O aparecimento de novas notícias e fotos são provavelmente uma fabricação”.

A CIA anunciou a 3 de julho de 2006, segundo o New York Times, que ela dispensou o departamento que se ocupava com captura de Bin Laden. A missão da unidade denominada “Alec Station” foi encerrada no último ano e os agentes incumbidos com novas missões na luta contra o terror.

A 2 de outubro de 2008, o antigo diretor da CIA, Robert Baer declarou a uma rádio: “Mas é claro que Bin Laden está morto!”

O presidente paquistanês Asif Ali Zardafi declarou a 27 de abril de 2007 sobre Bin Laden: “Nosso reconhecimento acredita que ele esteja morto”. (Ria Novosti)

Há muitas provas e indícios que apontam para o fato de Bin Laden já estar morto há muito tempo. A seguir o relato sobre seu enterro, publicado a 26 de dezembro de 2001 em um jornal egípcio.

Aqui a tradução:

“al-Wafs, quarta-feira, 26 de dezembro de 2001, Vol 15 Nº 4633, notícia sobre a morte de Bin Laden e enterro há 10 dias. Islamabad-Paquistão. Um importante oficial do movimento afegão Talibã anunciou ontem a morte de Osama Bin Laden, o líder da organização Al-Qaeda. Ele disse, Bin Laden sofre graves complicações no pulmão e faleceu serenamente de morte natural. O oficial, que exigiu o anonimato, disse ao jornal ´The Observer of Pakistan`, que ele próprio estava presente ao enterro e ele tinha olhado sua face antes do enterro em Tora Borá, há 10 dias. Ele disse que 30 companheiros de sua Al-Qaeda estavam no enterro, assim como membros de sua família e alguns amigos do Talibã. Na cerimônia de encerramento para o descanso final, foi realizada uma salva de tiros. O oficial ainda disse que seria difícil achar o local exato da cova, pois de acordo com a tradição wahhabista nenhuma marcação indica o local.

Saiba mais:

O que é a Al-Qaeda, quem criou?

A guerra ao terror é uma falsificação

O que é a Al-Qaeda, quem criou?

Quem criou a Al-Qaeda ? Os Eua usaram o Talibã para expulsar os soviéticos do Afeganistão. Bush através de sua empresa Arbusto Energy estabeleceu negócios de petróleo com membros da família Bin Laden. Como a Al-Qaeda serve para influenciar as nossas vidas e o preço do Petróleo.

O que é a “Al-Qaeda” ?

Após o 11 de setembro a Al-Qaeda tornou-se mundialmente famosa. O nome significa “a Base”, segundo a versão oficial, esse grupo terrorista seria fundado em 1987 ou 1988 pelo famoso Bin Laden. Existem muitas coisas que não batem certo, relativamente à Al-Qaeda, muitas coisas sem sentido.

Podem ter certeza que a Al-Qaeda vai influenciar as nossas vidas, mas não como se pensa. Os Eua usam a Al-Qaeda para justificar tudo, para justificar a “guerra contra o terrorismo”, a invasão do Iraque, Afeganistão e futuramente de Paquistão, e  a subida dos preços do petróleo!

Algo que se reflete nos bolsos de todos nós. Eles desde 2001 lançam “alertas” de eventuais ataques, mantendo a população americana sob constante guerra psicológica, controle mental.

Em setembro de 2001 a Al-Qaeda atacava o World Trade Center e de repente torna-se uma ameaça a nível mundial, sabendo que o atentado do World Trade Center tem muitas inverdades, envolvimento do governo, muita conspiração e serviu de lançamento para a luta contra o terrorismo.

O que ganha a Al-Qaeda com mortes de reféns jornalistas, de várias nacionalidades? Nada. Mas os Eua assim poderão ter apoio de outros países, cujos cidadãos reféns foram mortos, eis a questão. Mais tarde surge um vídeo de um americano decapitado, que se comprovou ser uma video-montagem!  Veja também a história secreta dos clãs Saud e Bush aqui.

Como tudo começou, Estados Unidos apoiaram o Taliban

Os Eua têm interesse no Afeganistão, não só pelo negócio do ópio ( 80% do ópio a nível mundial vem do Afeganistão) mas também porque querem construir lá um oleoduto e gáseoduto. O Paquistão e Afeganistão suportam cerca de 60% da droga que é enviada para os Estados Unidos.

Segundo o relato histórico oficial.

Os Soviéticos invadiram o Afeganistão em meados de 1979. Entre 1982 e 1992 os Estados Unidos, operação através da Cia, financiaram cerca de 100.000 radicais islâmicos ( de 40 países islâmicos) que se uniram para expulsar os Soviéticos. Conseguiram expulsar os Russos, com apoio dos Eua , isto é sabido em todo o mundo e notificado em inúmeros jornais.

A Cia ( Central Intelligence Agency ) apoiou a Jihad ( Guerra Santa ) em conjunto com o ISI do Paquistão ( Inter Services Intelligence ).

Os Estados Unidos injetaram cerca de 6 bilhões de dólares no Afeganistão, em armamento, treinos, etc.

Os Taliban foram muito úteis aos Eua para expulsar os inimigos Russos.

Porém a verdade é um pouco diferente, os Estados Unidos provocaram os Soviéticos para que esses invadissem o Afeganistão. A invasão Soviética deu-se em Dezembro de 1979, mas em Julho de 1979 ( 5 meses antes ) o presidente Jimmy Carter assinou a diretiva para o apoio aos afegãos contra soviéticos, de acordo com declarações de Zbigniew Brzezinski, conselheiro de segurança do presidente dos Eua. Uma operação secreta da CIA “empurrou” os soviéticos para a armadilha dos Taliban.

Ou seja , os Eua de algum modo queriam arrasar os soviéticos para guerra e, quando eles invadiram o Afeganistão, os Eua meses antes já preparavam a guerra contra eles, usando os Taliban muito bem treinados e armados, injetando ainda no país , 6 bilhões de dólares.

Os taliban conheciam bem o terreno do Afeganistão, eram os homens indicados.

O Jornal New York Times noticiou dia 15/09/01 que pelo menos sete dos “pilotos suicida” do 11 de setembro foram treinados em bases militares dos Eua.

Bin Laden foi para o Afeganistão em 1980, especialista em recrutar e treinar mujaidins, ele foi também treinado pela CIA. Sabe-se que a família Bush tem negócios de armamento e petróleo com a família Laden, por isso é que as declarações “oficiais” do Pentágono sempre diziam que Bin Laden não tinha contato com a família, que era um renegado, o que é falso.

Ele mantém laços com a família, a sua fortuna estima-se em cerca de 300 milhões de dólares, contudo deve ter muito mais.

Bush e família Laden – Negócio de petróleo

Em 1979 o primeiro negócio de Bush era a “Arbusto Energy” ( arbusto é Bush em espanhol). James Bath um amigo próximo da família apoiou-o com 50 milhões de dólares, ficando com 5% de ações . James era representante de negócios de Salem Bin Laden, nos Eua, ( Salem é um dos 17 irmãos de Bin Laden ), Bush teve algumas empresas nos últimos anos e faliram todas.

Bush (pai) enquanto presidente fora também diretor da CIA.

Para invadir o Iraque , os Eua inicialmente usaram alguns argumentos alegando que haviam ligações entre Iraque e Al-Aaeda, o que é falso. Saddam sempre foi inimigo de Bin Laden. Além disso também nunca foram encontradas armas quimicas e nucleares no Iraque.

Como a Al-Qaeda ( organização encoberta da CIA) vai influenciar as nossas vidas?

Daqui para frente , na Tv, iremos sempre ouvir “alertas” de perigo e ainda vão ocorrer alguns atentados, sempre em nome da Al-Qaeda, está claro.

Após o atentado em Khobar, o preço do petróleo atingiu máximos históricos, tudo por causa das “ameaças” da Al Qaeda, toda esta especulação faz subir o preço da gasolina, que todos nós ( em todos os países) vamos sentir na carteira.

Cada vez ressente-se mais no final do mês as despesas com a gasolina, cada vez estamos mais em crise.

Em consequência disso, todos os transportadores de bens e alimentos, face ao preço dos combustíveis, aumentam o preço, assim temos bens e alimentos cada vez mais caros! Além disso esta crise do petróleo afeta a economia dos países europeus e de outros.

Basta algum americano da Casa Branca berrar: “A Al-Qaeda vai atacar!” e é o suficiente para o mundo inteiro entrar em crise e o petróleo subir de preço, já viram ?!

Tudo não passa de interesses, as grandes multinacionais produtoras de petróleo querem lucrar com os aumentos, reparem em Portugal a Galp, Shell e Bp subiram mais de 15 vezes o preço, e continuam a subir 1 cêntimo, aumentam umas 15 vezes o preço e depois baixam 1 ou 2, voltando a subir.

Devemos recordarmos também que a família Bush, Laden e o grupo Carlyle têm negócios de petróleo, eles adoram a subida dos preços lucram bilhões de dólares, quando quiserem mais basta dizer “a Al-Qaeda vai atacar”.

Nós estamos financiando a guerra:

Repare eu, você todos nós, ao pagarmos combustíveis cada vez mais caros e consequentemente o gás doméstico também, estamos contribuindo para que essas empresas lucrem bilhões de dólares. Se a família Bush, Grupo Carlyle, família Laden têm negócios do petróleo , eles lucram.

Eu vejo isso como uma história de lobo, tantas vezes gritam “lobo”, e nada ocorre (porque são falsos alertas, já deve ser o centésimo alerta) e qualquer dia quando realmente fizerem sujeira, já ninguém acredita na história , porque tantas vezes a ouviram.

Bin Laden – o bode expiatório a serviço da CIA…

Os EUA criaram o Bin Laden, “o diabo dos tempos atuais, que ameaça o mundo inteiro”.

Ninguém capturou o Bin Laden porque não quiseram , ainda custa a acreditar que a família Laden e a família Bush têm ligações, negócios de armamento e petróleo ?

Que Bin Laden é um homem da CIA, um bode expiatório islâmico apenas para justificar esta “guerra contra o terrorismo” ?

Se ainda duvidam, aqui ficam mais notícias intrigantes!

Em janeiro de 2001 após eleições presidenciais, foi dito ás agências de inteligência para interromper com as investigações acerca da família Bin Laden e famílias reais sauditas ( foi noticiado pela BBC no dia 06/11/01 )

Maio de 2001, chefes da segurança nacional dos Eua rejeitaram diversas vezes a oferta de documentos secretos que o Sudão lhes oferecia a respeito da família Laden e Al-Qaeda, investigações, etc, os Eua não se mostraram interessados nesses documentos ( noticiado pelo The Guardian, a 30/09/01 )

Maio de 2001, o secretário de Estado Colin Powell dá 43 milhões de dólares aos Talibans, ( foi noticiado pelo Los Angeles Times em 22/05/01 ), no ano 2000 já haviam fornecido 113 milhões de dólares ao regime Taliban ( State Department Fact Sheet 12/11/01).

Porque capturaram Saddam e ainda não capturaram Bin Laden?

Porque não querem , estão enganando o mundo e forjando vídeos dele a todo o momento. Não capturaram Bin Laden porque ele é apenas um personagem fachada, querem mais provas ?

14 de junho de 2001, Bin Laden recebeu tratamento hospitalar de um doutor canadense ( Dr. Callaway ) no hospital americano de Dubai ( esse Dr. nunca quis prestar declarações à imprensa), Bin Laden recebeu também a visita de dois agentes da CIA. ( Este fato é amplamente conhecido, divulgado em vários meios, entre eles o London Times em 11/01/01 e no The Guardian a 11/01/01). Fonte: Realidadeoculta.com

Saiba mais:

A guerra ao terror é uma falsificação

 A morte de Osama Bin Laden é uma farsa