A queda da elite satânica: Renovação de todas instituições criadas após 2 GM

Benjamin Fulford 7-2-12

Apesar do pessimismo generalizado por parte de muitos buscadores da verdade sobre a situação nos estados G5 terroristas, nos bastidores os cabalistas satânicos no controle dos bancos centrais ocidentais estão em um estado de medo extremo. Uma razão é que o secretário de defesa americano, Leon Panetta disse a um representante da Sociedade Dragão Branco na semana passada que o White Hats do Pentágono e as agências norte-americanas não estavam dispostas a perdoar os cabalistas com um comitê de verdade e reconciliação. “Temos assistido esses caras por um longo tempo”, disse ele e a conclusão foi de que o conselho da Reserva Federal precisa ser desmantelado e os cabalistas presos.

A queda de 65% no Índice Baltic Dry (preço do frete marítimo mundial) este ano é um sinal visível do desmantelamento. Isso está relacionado a um boicote global crescente aos estados G5 terroristas como visto no número crescente de países que se recusam a usar dólares americanos ou euros para o comércio. Outro sinal foi a paralisação em 03 de fevereiro do Sistema de Pagamentos Interbancários de propriedade da Reserva Federal. Sob a superfície eventos muito mais radicais estão sendo planejados.

Renovação completa de todas as instituições criadas após a 2 Guerra Mundial, incluindo o BIS, o Banco Mundial, o FMI, o Tribunal Internacional de Justiça e a ONU significarão a remoção de agentes sionistas que têm estado no controle dessas instituições por trás dos bastidores.

Os esforços histéricos pelos sionistas satanistas para começar a 3 ª Guerra Mundial por meio de um guerra entre Israel e Irã, e no oferecimento de milhões de vidas israelenses em um holocausto ou sacrifício a Lúcifer, vai ser interrompido. Mais uma vez, este escritor, que é de descendência judaica, deseja avisar todos os judeus que o símbolo da bandeira de Israel é a estrela de Lúcifer e que os cidadãos israelenses foram destinados para o sacrifício em massa pelos nazistas (nacional-socialista criado por sionistas), em honra a sua nova Ordem Mundial Sionista. Os aiatolás no Irã estão secretamente trabalhando com Benjamin Netanhayu e seus fantoches nazistas para acionar esse holocausto artificial e falso Armageddon. Esta é uma afirmação radical, mas que é factual. O símbolo dos judeus é a Menorah, adoram o Yavé o criador.

De qualquer forma, o governo israelense tem recebido avisos claros do Pentágono, dos chineses e dos russos que suas tentativas fanáticas para desencadear artificialmente o fim dos tempos não serão autorizados a prosseguir. Nenhuma das forças armadas do mundo, com a possível exceção dos elementos corruptos que estão no Irã, Israel, EUA e Europa vão permitir a 3 Guerra Mundial a ser desencadeada por esses fanáticos religiosos.

Apesar do curso belicista, o desmantelamento da grade satanista (sionista) de controle financeiro está se tornando impossível de esconder. Outro exemplo disso foi visto na semana passada, quando Alemanha, França, Itália e Grécia pediram que o Irã não parasse de vender petróleo para eles.

A mídia controlada pela corporação satanista passou por ridícula ao tentar descrever isso como um “boicote ao Irã”.

Outro exemplo das mentiras cada vez mais histéricas sendo divulgadas pelos satanistas e seus escravos acéfalos foi a tentativa de fingir que a última taxa de desemprego nos EUA tinha melhorado de 8,5% para 8,3%, quando na verdade a quantidade de pessoas desempregadas aumentou em 1,2 milhões trazendo a taxa de desemprego real para níveis de depressão de 23%.

As falhas do sistema bancário também estão se multiplicando. No Japão, segunda-feira, SMBC Nikko Securities anunciou que seus sistemas falharam e foram agora recorrer a operações de papel. Eventos similares vão proliferar de modo que apenas a parte do sistema financeiro apoiado por recibos em papel e genuínos ativos físicos continuarão após as fraudes eletrônicas perpetradas pelos satanistas for desmontado.

Nos EUA, entretanto, uma queda do candidato Mitt Romney está sendo preparada. Os preparativos também estão sendo feitas para colocar muitos dos satanistas nos campos da FEMA que tinham sido originalmente preparado para os cristãos norte-americanos e outros civis acusados de conhecer a verdade.

Na Europa, também, os gregos disseram aos banqueiros para pegar a sua dívida e colocá-la onde o sol nunca brilha. A chanceler alemã, Angela Merkel voltou de mãos vazias de uma missão para mendigar na China na semana passada. Ela imediatamente convocou uma reunião de cúpula entre Alemanha, Finlândia, Luxemburgo e Países Baixos, os únicos estados europeus com classificação AAA. A França não foi convidada, então a melhor aposta é que a garupa do euro vai se tornar uma nação Germânica. As outras nações irão emitir suas próprias moedas desvalorizadas que significa um temporada de caça a negócios Europeus para os investidores internacionais.

Na Ásia, entretanto, as negociações secretas de topo continuam. Um elemento chave é a proposta de fusão política da Coreia do Norte e do Sul com o Japão (um novo bloco asiatico). Um representante da família do dragão estará voando para a Coreia do Sul na próxima semana para discutir este assunto com o presidente coreano Lee Myung-bak.

Os sul-coreanos se encontrarão com o representante da família do dragão no aeroporto com um carro movido a água e também, posteriormente, irão levá-lo em um carro elétrico para mostrar o quão avançados os preparativos para usar as tecnologias, que anteriormente fora suprimidas, se tornaram.

Também é interessante notar que o chefe do grupo nazista Odessa, Fuhrer George Bush pai também chegará na Coréia do Sul, no mesmo período. Coreia do Norte e Norte do Japão tem sido controlados por remanescentes do exército imperial japonês aliados a Odessa e os comunistas desde o fim da 2 ª Guerra Mundial. Então, é uma suposição bastante boa que Bush pai está a tentar realizar o que o ministro das Relações Exteriores judeu nazista Henry (Heinz) Kissinger não conseguiu em sua recente visita e obter o apoio da Ásia para a Nova Ordem Mundial.

No Japão, entretanto, muitos grupos de direita expressaram oposição em colocar a capital de uma fusão política planejada entre a península coreana e Japão em sul de Osaka (Tenri City). Há interesses simplesmente demasiados investidos em manter Tóquio como capital, de acordo com esses grupos.

O visão da Sociedade do Dragão Branco é que a nova agência de planejamento econômico ou LIFE (Investimentos de longo prazo para todos) seja configurado no Sul de Osaka e que os centros de poder existentes na península coreana e o Japão possam permanecer como estão. A razão para escolher a área em torno da cidade de Tenri City em Sul de Osaka é simplesmente porque há um monte de terra plana não desenvolvida e porque o resto do Japão considera que a concentração excessiva do poder econômico e político unicamente em Tóquio não é bom para o desenvolvimento.

Uma vez que a cabala psicopata satânica seja removida do poder, haverá tanto dinheiro e oportunidades de investimento que todas as áreas irão experimentar um boom.

Por exemplo, o antigo plano para transformar as Filipinas em uma nação completamente moderna, com grandes reservas naturais está sendo espanado. Haverá projetos de desenvolvimento semelhantes ocorrendo em todo o mundo para que nenhuma área sinta-se deixada de fora ou deixado para trás.

Fonte: http://olharxver.blogspot.com/2012/01/benjamin-fulford-31-janeiro.html

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EUA financiou comunismo e revolução russa

(CMI Brasil) Existe uma grande riqueza de documentos indicando que a Revolução Russa de fato, a própria criação do comunismo, nasceu através dos capitalistas ocidentais. Um dos grandes mitos da história contemporânea é a de que a Revolução Bolchevique foi um levante popular das massas oprimidas contra a odiada classe dos Czares.

Na realidade tanto a criação quanto os fundos para a revolução russa vieram de financiadores americanos e europeus.

Segundo o New York Journal American, Jacob Schiff (tradicional banqueiro de Frankfourt) investiu cerca de US$ 20 milhões, segundo registro do Congresso Americano de 2 de Setembro de 1919 Elihu Root (membro CFR) investiu mais US$ 20 milhões. Além dos citados, Arsene de Goulevich e Alfred Milner também investiram alguns milhões de dólares para o trunfo final do Bolchevismo na Rússia.

Em 1915 uma Corporação internacional americana foi fundada para enviar fundos à Revolução Russa. Seus diretores representavam os interesses das principais famílias da elite mundial como Rothschild, Warburg (fundador do Federal Reserve – Fed) etc.

Como podem os capitalistas mais ricos do mundo, na ocasião, finaciarem um movimento que é baseada no conceito motivacional onde a classe menos privilegiada arrancaria fortuna dos ricos? Como admitir e apoiar uma ideologia que de modo tão aberto ameaçava a posição privilegiada dos ricos? Para entender essa aparente dicotomia e de fato conhecer como funciona a lógica da elite global, partimos do princípio de que eles sempre estão no controle das ações e sempre almejando o lucro.

Através da dialética hegeliana empregada na maioria dos principais eventos mundiais a partir do século XIX, a história do mundo ficaria mais bem esclarecida. Cria-se um conflito, diametralmente oposto ás opiniões em geral, negocia-se para a aplicação de uma solução menos doloroso e finaliza-se com um acordo para alcançar o resultado que se pretendia, fazendo cessar o conflito. Assim, primeiro eles (os Illuminati) criam um problema, conflito entre o comunismo x capitalismo, criam uma reação previsível da opinião pública e fornecem a solução para os problemas que eles mesmos criaram. Assim Marx trouxe a filosofia de Hegel para o mundo material e desenvolveu um instrumento excepcional para manipular pessoas e acontecimentos.

A aplicação inconteste dessa teoria de manipulação em massa foi a criação do comunismo pelos próprios capitalistas ocidentais como um inimigo perceptível das nações democráticas ocidentais e, por outro lado, o conflito resultante produziu enormes mercados de armamentos (guerra fria e corrida armamentista) e finanças (especulação financeira), ou qualquer segmento industrial e comercial que lucre bastante com esses conflitos e neuroses.

Além disso os Illiminati descobriram que não era necessário esperar por uma crise ou agitação popular. Um levante popular poderia ser criado e manipulado em benefício da elite. A Rússia com suas vastas extenções territoriais e vastas riquezas naturais era uma fonte de motivação para a sua total exploração e depredação social pela burguesia capitalista ocidental.

Em Março de 1917, Trotski, cujo nome verdadeiro era Lev Davidovich Bronstein, deixou os EUA em um navio, junto com cerca de trezentos revolucionários bolchevistas e com recursos e treinamentos fornecidos pelos banqueiros de Wall Street e City de Londres com o claro objetivo de derrubar o governo imperial czarista e terminar a guerra contra a Alemanha nazista. Quando o navio parou em Halifax, Nova Escócia no Canadá, os bolchevistas e seus recursos foram tomados em custódia pelas autoridades canadenses, que, justificadamente temiam que uma revolução na Rússia libertaria as tropas nazistas para lutar contra os soldados aliados na frente ocidental da guerra.

Mas essa preocupação foi desprezada pelo braço direito do então presidente americano Woodrow Wilson, o coronel Mandell House que de pronto formalizou ao chefe do serviço secreto britânico, William Wiseman que o presidente americano exigia a libertação de Trotski. Em 21 de Abril de 1917, antes de completar um mês da entrada dos EUA na Primeira Guerra Mundial, o almirantado britânico ordenou a libertação de Trotski, que, de posse de um passaporte americano, fornecido pelo governo americano, continuou sua viagem para a Rússia. Depois de uma revolução russa fracassada em 1905, milhares de ativistas russos foram exilados, incluindo Trotski e Lênin, que adaptou teorias de Hegel, Fichte, Ruskin e Marx para a situação econômica da Rússia. Quando Trotski retornou para a Rússia em 1917 com um passaporte americano, dinheiro e treinamento de Wall Street, Lênin também deixou o exílio, ajudado pelos alemães e acompanhado por cerca de 150 revolucionários bolchevistas, passando pela Alemanha sem nenhum problema, através do arranjo do khazariano Max Warburg e o alto comando nazista. Lênin como Trotski eram chamados de alemão pelo governo russo de Kerensky, o segundo governo provisório criado depois da abdicação do czar.

Antes de 1917, Lênin e Trotski, com o apoio de fundos do ocidente, tinham instigado uma revolução bem-sucedida e tomado o governo russo para os bolcheviques. Os revolucionários russos foram usados para retirar a Rússia da guerra e beneficiar a Alemanha Nazista. Mas, ao nível da elite global, o monstro chamado comunismo estava sendo criado para estimular a divisão, o medo e a falta de confiança, apresentados ao mundo como comunismo x democracia para estimular uma guerra sanguinária interminavel altamente lucrativo para as elites ocidentais. – Paulo Baez CMI Brasil. Veja também: Quem criou e financiou Nazismo?

Quem são os illuminatis?

Trecho do texto retirado do site: http://www.rense.com/general77/chinsec.htm

Em primeiro lugar, os Illuminati são famílias muito puras da Europa e da aristocracia norte-americana, eles são formados por tradicionais famílias de banqueiros, a maioria de origem judaica-khazariana. Eles querem destruir a Rússia, Leste Europeu, EUA, Oriente Médio, Africa, China e Asia. Eles desprezam América Latina e apoiam ditaduras militares, políticas de empobrecimento, etc.

Eles controlam a America, Inglaterra, Europa (com excepção dos países escandinavos, Alemanha não aparece na agenda porque está no topo da pirâmide sionista), Japão, África, Irã, Oriente Médio, Coreias, Oceania etc. Eles mantém também uma forte influência na China, controla cerca de 50% da economia do país, Rússia (Putin chutou para fora), e países muçulmanos livres.

Saiba mais: Quem criou e financiou o Nazismo?

Riquezas naturais e conflitos no século XXI

A proliferação da força militar, incluindo armas de destruição em massa e guerras, também deriva, dentre outros fatores, da escassez dos recursos minerais. Inclusive, as colonizações buscavam esses recursos. E seguindo o mesmo paradigma, a tendência será o surgimento de mais conflitos pela posse de recursos existentes.

Logo, buscando a construção de um futuro de paz e justiça, assim como a pacificação da humanidade, é fundamental a mudança de paradigma. E isso pode ser feito pela instalação de uma sociedade assentada na cultura da autosuficiência, da sustentabilidade e da biodiversidade.

A mesclagem de recursos finitos com riquezas renováveis, aliada à implantação da reciclagem daquilo que se usou, torna qualquer fonte finita numa fonte quase infinita.

Com isso os recursos para a sobrevivência das novas gerações são garantidos e a prática atual de passar heranças envenenadas aos descendentes (poluição, guerras, etc) é eliminada.

Quanto mais primitiva é a consciência, maior é a propensão ao uso da força (guerras), como meio de dominação e solução de conflitos.

A instalação de uma nova consciência elimina esse paradigma antigo e encaminha a sociedade para um novo rumo, onde as necessidades das novas gerações e da sociedade na qual ela habita é suprida de forma racional e inteligente, destituindo o uso da força e a dominação como forma de manter a sobrevivência.

Certamente, desenvolvimento de uma nova consciência não significa apenas a obtenção de títulos acadêmicos.

Conhecimentos técnicos esvaziados de conhecimentos humanísticos, filosóficos e espirituais transforma a pessoa em um Eichmann – um indivíduo banal que segue ordens sem questionar as finalidades daquilo que está executando e sem ver as conseqüências práticas de sua ação.

Há muito disso nessa velha consciência: desmatamento sem planejamento, poluição do solo, da água e do ar, uso irracional dos recursos naturais, desperdício de alimentos, esgotamento dos potenciais energéticos, etc.

No modelo antigo, os recursos naturais limitados, usados sem planejamento de futuro, causava mais danos do que benefício. Porém, o não cruzamento de dados gerava a falsa idéia de desenvolvimento. Não consideravam que a poluição causada pelo desenvolvimento tem um custo social, ambiental e humano. E essa sujeira, mais cedo ou mais tarde, terá que ser limpa.

A poluição afeta toda a cadeia de biodiversidade, o clima, a vida humana. Recursos minerais usados em estado puro, além da poluição, constituem desperdício, uma vez que poderiam ser misturados a outros produtos renováveis e ter sua quantidade multiplicada. Ex. veículos híbridos, veículos elétricos, energia alternativa, tecnologia de energia livre, etc.

E tudo isso decorre da falta de desenvolvimento da consciência humana. Consciência de que seguindo o caminho da individualidade, do egoísmo, da ganância, da falta de consideração pelos semelhantes, pelas novas gerações e pela biodiversidade.

Uma sociedade egoísta e consumista quer tudo para si mesma, quer consumir e usar tudo e tomar tudo pela força.

Quem vêm depois, na linha de pensamento antigo, têm cada vez menos recurso a sua disposição. Os potenciais tinham sido esgotados, as riquezas minerais conservadas em locais distantes.

Logo, esse descendente do paradigma antigo seria um excluído condenado a padecer na miséria ou a buscar na força e na guerra a recuperação dos recursos perdidos ou tomada pela força de recursos daqueles que são mais fracos.

Esse paradigma antigo não gera um mundo de paz e justiça, mas um mundo de guerras e destruição. Guerras pelos recursos que geram desenvolvimento militar e garantem a sobrevivência da geração atual.

De um lado os excluídos, que nada tem, do outro lado, aqueles que acumularam tudo em excesso e para manter o que possuem, necessitam concentrar força, paranóias e armas. Somando tudo isso e projetando para o futuro, verifica-se que o caminho antigo é mera repetição, em roupagens novas, do período colonial. Quem tinha mais armas e menos ética, tomava as riquezas naturais dos mais fracos.

Portanto, a solução para os conflitos, guerras e construção de um mundo estável e pacífico exige a instalação de uma nova consciência. Nova consciência universal baseada no uso racional dos recursos, consciência da fragilidade humana frente a problemas ambientais, consciência de que não se pode passar adiante uma herança envenenada, seja por poluição, guerras, egoísmo ou destruição da biodiversidade.

O envenenamento da espécie humana, causado pelo modelo irracional de desenvolvimento não apenas atinge a humanidade, como também elimina outras espécies que vivem no solo, na água e no ar.

Logo, no modelo antigo há apenas dois caminhos: ou se investe no desenvolvimento de uma nova consciência, capaz de estabelecer um novo modelo de desenvolvimento racional, assentado na autosuficiência, descentralização e na sustentabilidade; ou, então se investe no desenvolvimento de armas, para preservar as riquezas ou tomar dos mais fracos os recursos necessários para a sobrevivência das novas gerações.

Inegavelmente, é melhor seguir o caminho da nova consciência que, conforme foi dito, resolve os problemas ocasionados pelo modelo antigo, inclusive recuperando aquilo que foi destruído ou desperdiçado.

Fonte: http://www.leonildo.com/e-gov25.htm

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A mudança no poder financeiro está quase completa: Nova Ordem Mundial

Benjamin Fulford

3 de Outubro de 2011

O processo de remoção do clã que tem controlado a maior parte do mundo nos últimos 300 anos está quase completo, de acordo com fontes diretamente envolvidas na queda. A queda está sendo feita pelas agencias mundiais militares, policiais e de inteligência. O grupo que está caindo é a Thule Society, conglomerado nazista Skull & Bones liderado por George Bush pai. Este grupo estava tentando começar a 3ª guerra mundial, a fim de reduzir a população mundial em 85% e começar um governo mundial fascista. Em vez disso, eles irão à falência e serão colocados na cadeia. Evidências da queda agora estão se tornando visíveis para todos verem. Por exemplo, o FMI, supostamente credor do mundo de última instância, está dizendo que não tem dinheiro para ajudar o Euro. Esta é uma evidência à disposição do público de que a estrutura pós-guerra de poder está terminando. A melhor maneira de entender o que está acontecendo é dar uma olhada no mapa:

Cumulative Current Account Balance
Fonte: Wikipedia

Este é um mapa da real situação econômica global. Ele mostra o superávit e o déficit acumulado nos países do mundo. Os países que aparecem em verde no mapa são os países que têm exportado produtos e emprestado dinheiro para os países que aparecem em vermelho. Este dinheiro é baseado em comércio físico real, por isso é apoiado pela realidade, ao contrário dos trilhões e quatrilhões de derivativos nos bancos que foram criados por meio de fraude. Nota do editor: Brasil tem sido saqueado por FED.

O que aconteceu é que os países verdes que têm dinheiro real pararam de emprestar para países ainda controlados pelos fascistas (o G6: Alemanha, Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália e seu pequeno grupo de estados escravistas), começando no outono de 2008. Essa é a verdadeira razão para o chamado choque Lehman.

Olhando para trás, a luta titânica pelo controle do sistema financeiro global e, portanto, o poder global, foi dramática.

Os fascistas rebateram o ataque inicial dos verdes usando dinheiro “fiat” (dinheiro em forma de derivativos e alavancagem financeira) para subir os preços do petróleo global. Eles também tentaram criar uma crise de fome pagando aos agricultores ocidentais com dinheiro “fiat” para cultivar biocombustível, em vez de alimentos. Esses esforços fracassaram porque os fascistas já não tinham controle do bloqueio no abastecimento de petróleo e alimentos no mundo.

Os fascistas também tentaram renegar as suas dívidas através da emissão de uma nova moeda norte-americana que eles queriam chamar de Amero. Esta proposta foi rejeitada porque os países verdes legitimamente disseram que não queriam que seus dólares ganhos com tanto esforço fossem desvalorizados. Em vez disso, os países verdes agiram para preservar o valor de seus suados dólares, recusando-se a aceitar todos os dólares criados dentro dos EUA depois de 2008. Evidência para isto pode ser encontrada em números do trade mostrando uma queda de 77% ao ano nas importações americanas do Japão ou na queda de 90% no Baltic Dry Index (o preço do frete mundial).

Isso explica porque o dólar americano não entrou em colapso, apesar imprimir incontáveis trilhões de dólares sem lastro pelo ramo americano do Federal Reserve Board. Esses dólares simplesmente não estão entrando no sistema financeiro internacional, embora estejam brincando com o Índice Dow Jones.

Os fascistas ganharam a trégua de um ano quando prometeram “mudança” no governo Obama. Isso terminou em 2009, depois de Obama mostrou através de suas ações que ele era parte do continuum fascista.

Desde então, os fascistas têm agido como junkies desempregados, vendendo qualquer coisa que podem e assinando cheques falsos para pagar o seu revendedor. Por exemplo, eles derreteram e venderam máquinas gigantes de prata usadas para o projeto Manhattan. Eles também recorreram ao roubo.

Se você olhar para os países verdes no mapa você pode ver suas metas. Eles atacaram o Japão com uma explosão nuclear ao largo da costa do Japão causando terremoto e tsunami e uma engenhosa crise nuclear, a fim de tentar extorquir (infelizmente com algum sucesso) o dinheiro do Japão.

Eles também derrubaram alguns ditadores como Mubarak no Egito para roubar seu dinheiro (eles conseguiram o fundo de Mubarak de $ 70 bilhões). Em seguida, eles invadiram a Líbia e mataram Kadafi para roubar petróleo do país e mais de US$ 100 bilhões em ativos. Eles (Anders Behring Breivik) também mataram os membros da juventude do partido governante da Noruega, a fim de tentar extorquir o fundo de US$ 1.5 trilhão daquele país.

Uma vez que eles são valentões estão com muito medo de atacar países que podem se defender (Rússia e China), os próximos alvos desses bandidos chantagistas parecem ser os países verdes mais fracos como a Arábia Saudita, Argélia e Venezuela.

Estes movimentos deram algum tempo aos fascistas. No entanto, esse tempo está se esgotando rapidamente. Recentes manobras ilegais para empurrar para baixo os preços de metais preciosos não vão ajudar.

Os fascistas também tentaram realizar um golpe contra os patriotas americanos no Pentágono e nas agências militares transportando armas nucleares através de redes de túneis militares secretos disparando bombas nucleares em Nova York e Washington. Em vez disso, essas bombas foram tomadas por forças militares patrióticas e usadas para explodir as instalações das bases subterrâneas que os fascistas estavam esperando para se esconder depois que começassem a Terceira Guerra Mundial. Essa explosão nuclear provocou terremoto em Washington, Nova York e outras regiões dos EUA.

As bombas foram detonadas de maneira a evitar perdas humanas. Relatos de 30.000 mortos nas bases subterrâneas são falsas.

Fontes no KGB, no Pentágono e no MI6 confirmam que as ogivas nucleares usadas para provocar o tsunami no Japão e as duas explosões subterrâneas nos EUA eram parte das quatro ogivas que foram roubadas do submarino russo Kursk. Isso significa que mais uma arma nuclear ainda está em suas mãos e, provavelmente, localizada na Europa.

É difícil saber quando a derrubada final do clã vai ocorrer, devido a alguns detalhes técnicos legais. Isso porque as autoridades que estão derrubando a quadrilha querem fazer tudo legalmente e constitucionalmente.

No entanto, a queda já começou. Além de milhares de banqueiros que já foram presos, alguns peixes grandes estão sendo alvejados. Procedimentos públicos legais já começaram, por exemplo, contra Tony Blair, Nikolas Sarkozy e a chefe do FMI, Christine Lagarde. Putin, por sua vez, recentemente demitiu seu antigo ministro das finanças Alexei Kudrin, por ter sido comprometido pelos fascistas. O chairman do UBS também foi removido por causa de suas conexões com os bandidos.

Os fascistas também têm tentado negociar sua saída desta situação. George Bush pai entrou em contato com um alto membro americano da White Dragon Society e ofereceu “todo o dinheiro fraudulento do mundo,” em troca de “ser deixado em paz.”

Infelizmente para os nazis-zionistas muitos deles tentaram se agarrar ao poder por muito tempo e não estão mais em posição de negociar imunidade para si mesmos. Fontes de White Dragon nas agências americanas dizem que os top bandidos, como os últimos quatro presidentes americanos, vão para a cadeia.

Fonte: http://holosgaia.blogspot.com/search/label/Benjamin%20Fulford

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Reunião secreta de 57 ministros das Finanças

Ditador norte coreano Kim Jong II foi assassinado

A Velha Ordem Mundial

Reunião secreta de 57 ministros das finanças

Benjamin Fulford 30 Agosto 2012

Na semana passada, uma reunião secreta de 57 Ministros das Finanças destinada à criação de um novo sistema financeiro internacional teve lugar num grande navio em águas internacionais perto da Europa, de acordo com representantes da White Dragon Society que estavam lá. A reunião, que teve lugar na Suiça, deliberadamente excluiu representantes do US Federal Reserve Board e seu subsidiário Washington DC, França, Itália, Reino Unido, Japão e Alemanha. Países como Rússia, China e Holanda estavam entre os 57 representados. Representantes do Pentágono e das agências dos EUA na reunião prometeram ignorar o Federal Reserve Board e usar seu acesso aos códigos para as contas internacionais para financiar o complexo militar-industrial dos EUA em conjunto com o novo sistema.

Os suiços usaram sua inteligência financeira para recusar aqueles que seriam seus participantes que estavam de alguma forma associados tanto com o Grupo Bilderberg, o Council on Foreign Relations ou a Comissão Trilateral. Entre as entradas recusadas estavam as de Naoto Kan (ainda Primeiro Ministro do Japão), a chefe do FMI Christine Lagarde, e o senador americano J. Rockefeller. Rockefeller estava na verdade fisicamente impedido de embarcar no navio, de acordo com duas testemunhas oculares.

Houve uma tentativa por membros da antiga quadrilha fascista da velha ordem mundial para espionar os encontros com helicópteros. Os helicópteros também estavam preparando-se para assediar o navio com armas de pulso antes de serem avisados por white hats do pentágono e forçados a deixar a vizinhança, dizem fontes da CIA.

Uma fundação será criada como um veículo para financiar o complexo militar-industrial para assegurar que folhas de pagamento continuem a ser atendidas nas agências e no Pentágono durante a transição para um governo constitucional nos Estados Unidos, disseram as fontes. A fundação vai, como medida temporária por motivos de segurança, excluir todos membros da seita khazariana sabbateísta, incluindo também, qualquer duplo cidadão EUA / Israel.

Elementos americanos e europeus do White Dragon Society estarão preparando processos judiciais para assegurar a prisão de todos os líderes conspiradores de um plano para assassinar mais de 85% da população do mundo. Vídeos de 5 cidades subterrâneas separadas, com complexos agrícolas completos, foram mostrados para participantes da reunião como evidência do genocídio planejado para 2012.

Em um desenvolvimento relacionado, várias fontes afirmam que duas das cidades subterrâneas, uma perto de Washington DC e outra perto de Denver, Colorado, foram destruídas por armas nucleares na semana passada. Algumas fontes, também ligadas a círculos de inteligência, no entanto, negam que tal ataque ocorreu.

No entanto, se o gráfico sismográfico do dito terremoto que atingiu Washington DC na semana passada não é um fake, então parece que de fato uma arma nuclear foi detonada em ou perto de uma conhecida instalação subterrânea. Em vez de mostrar uma série de terremotos pequenos edificando-se em um enorme como visto em terremotos naturais, o gráfico mostra uma agitação súbita enorme seguida por pós-choques menores típicos de uma explosão.

A mensagem para a quadrilha parece ser simples: “vocês não terão acesso aos seus abrigos subterrâneos, enquanto o resto de nós morrerá”

Também é interessante notar que vários representantes governamentais sul-americanos, incluindo Brasil na reunião dos 57 países no navio prometeram começar a confiscar terra comprada pela facção genocida em países como Uruguai, Paraguai e Argentina. Isto significa, por exemplo, que o rancho de Bush no Paraguai será apreendido em breve.

Haverá um grande impulso nas próximas semanas para começar a expurgar escravos sionistas do establishment político, militar e burocrático japonês. O expurgo será concentrado em apenas alguns traidores chave de alto nível. Mais importante, considerando que o ex primeiro-ministro Junichiro Koizumi fugiu para a Coreia do Norte (estado fantoche dos Rothschild), é agora a vez para o ex-primeiro-ministro Yasuhiro Nakasone e seus patetas Rockefeller se renderem.

A White Dragon Society estará demandando a figuras underground e de direita japonesas esta semana que agora cessem toda cooperação com a facção sionista genocida. Eles serão excluídos do novo sistema financeiro se não concordarem. Aliados da White Dragon estão dispostos e capazes de ir à guerra sobre esta questão.

O editor de uma grande revista japonesa, por sua vez, aproximou-se da White Dragon Society na semana passada com evidências de que Hisashi Owada, um juiz do Tribunal Internacional de Justiça em Haia, é um escravo sionista. Enquanto no Japão, Owada foi responsável por desligar revistas e colocar jornalistas na lista negra em nome de seus senhores sionistas.

Owada é o pai da princesa Masako. Masako estava morando com o seu namorado Ministro das Relações Exteriores e rejeitou muitos convites para se casar com o príncipe herdeiro. Como resultado, o namorado foi transferido para o exterior, onde morreu de repente em um acidente de carro. Masako, em seguida, sentiu-se obrigada a casar com o príncipe herdeiro. O imperador e sua família têm sido chantageados pelos sionistas sobre isso. A humanidade em breve será libertada. Traduzido por Carla Cancellara. Fonte: http://holosgaia.blogspot.com/2011/09/benjamin-fulford-noticias.html

Saiba mais:

O Comitê dos 300

O Terrorismo de Estado

Miguel Urbano Rodrigues

A civilização enfrenta a mais grave crise de sua história. Ela difere de outras, anteriores, por ser global, afetando a totalidade do planeta. É uma crise política, social, militar, financeira, econômica, energética, ambiental, cultural.

O homem realizou nos últimos dois séculos conquistas prodigiosas. Se fossem colocadas a serviço da humanidade, permitiriam erradicar da Terra a fome, o analfabetismo, a poluição, as guerras, abrindo portas a uma era de paz e prosperidade.

Mas não é o que acontece. Uma minoria insignificante controla e consome os recursos naturais existentes e a esmagadora maioria (6.5 bilhões) vive na pobreza ou na miséria.

O fim da bipolaridade, após a desagregação da URSS, permitiu aos Estados Unidos adquirir uma superioridade enorme que passou a usar como instrumento de um projeto de dominação universal. As principais potências da União Europeia, nomeadamente o Reino Unido, a Alemanha e a França tornaram-se aliados dessa perigosa política.

O sistema de poder que tem o seu pólo em Washington, incapaz de encontrar solução para a crise do seu modelo capitalista, inseparável da desigualdade social, da sobre-exploração do trabalho e do esgotamento gradual dos mecanismos de acumulação, concebeu e aplica uma estratégia de agressão a povos do chamado Terceiro Mundo.

Em guerras ditas de baixa intensidade, promovidas pelos EUA e seus aliados, morreram nos últimos sessenta anos mais de trinta milhões de pessoas. Algumas particularmente brutais, definidas como “preventivas” visaram o saque dos recursos naturais dos povos agredidos.

Reagan criou a expressão “o império do mal” para designar a URSS no final da guerra fria. George Bush pai vulgarizou o conceito de “estados canalhas” para satanizar países cujos governos não se submetiam às exigências imperiais. Entre eles incluiu o Irão, a Líbia e Cuba.

Em Setembro de 2001, após os atentados que destruíram o World Trade Center e destruíram partes do Pentágono, George W. Bush (o filho) utilizou o choque emocional provocado por esse trágico acontecimento para impor uma estratégia de agressão imperial que fez da “luta contra o terrorismo” a primeira prioridade da política estado-unidense.

Os grandes jornais, as cadeias de televisão, as rádios, explorando a indignação popular e o medo, apoiaram iniciativas como o Patriot Act que suspendeu direitos humanos e garantias constitucionais, legalizando a prática de torturas e arbitrariedades contra suspeitos e jornalistas. A irracionalidade contaminou o mundo intelectual e até em universidades tradicionais professores progressistas foram despedidos e houve proibição de livros de autores célebres.

A campanha adquiriu rapidamente um carácter de caça às bruxas, com perseguições maciças a muçulmanos e jornalistas honestos. Uma vaga de anti-islamismo varreu os EUA, com a cumplicidade dos grandes mídia. O Congresso legalizou a tortura e prisões secretas ilegais.

No terreno internacional, o povo do Afeganistão foi a primeira vítima da “cruzada contra o terrorismo”. Os EUA, a falso pretexto de que o governo do mullah Omar não lhe entregava Bin Laden (terrorista fantoche da CIA) – declarado inimigo numero um de Washington – invadiu, bombardeou e ocupou aquele país.

Seguiu-se o Iraque após uma campanha de desinformação de âmbito mundial. O Governo de Bagdad foi acusado de acumular armas de extermínio massivo e de ameaçar portanto a segurança dos EUA e da Humanidade. A acusação era completamente falsa, como se provou mais tarde, e os EUA não conseguiram obter o apoio do Conselho de Segurança. Mas, ignorando a posição da ONU, invadiram, vandalizaram e ocuparam o país. Inicialmente contaram somente com o apoio do Reino Unido.

Crimes monstruosos e inimagináveis foram cometidos no Afeganistão e no Iraque (trafico de escravos de crianças) pelas forças de ocupação. Apenas a tortura de prisioneiros no presídio de Abu Ghrabi assumiu proporções de escândalo mundial. Ficou provado que o alto comando do exército e o próprio secretário da Defesa, Donald Rumsfeld tinham autorizado esses atos de barbárie. Mas a Justiça norte-americana limitou-se a punir com penas leves meia dúzia de torcionários.

Simultaneamente, milhares de civis, acusados de “terroristas” -muitos nunca tinham sequer pegado numa arma – foram levados para a base de Guantanamo, em Cuba, e para cárceres da CIA instalados em países da Europa do Leste.

As Nações Unidas não somente ignoraram essas atrocidades como acabaram dando o seu aval à instalação de governos títeres em Cabul e Bagdad e ao envio de tropas de muitos países ao Iraque. No caso do Afeganistão, a NATO, violando o seu próprio estatuto, participa ativamente, com 40 mil soldados, da agressão às populações. Dezenas de milhares de mercenários privados (Blackwater) estão envolvidas nessas guerras.

Em ambos os casos, Washington sustenta que essas guerras preventivas representam uma contribuição dos EUA para a defesa da liberdade, da democracia, dos direitos humanos e da paz e foram inspiradas por princípios e valores éticos universais. O presidente Barack Obama, ao receber o Premio Nobel da Paz em Oslo, defendeu ambas, num discurso farisaico, como serviço prestado à humanidade. Isso no momento em que decidira enviar mais 30 mil soldados para a fogueira afegã.

Os fatos são esses. Apresentando-se como líder da luta mundial contra o terrorismo, o sistema de Poder dos EUA faz hoje do terrorismo de Estado um pilar da sua estratégia de dominação.

A criação de um exército permanente em África – o Africom – os bombardeamentos constantes da Somália e do Iémen, a participação na agressão ao povo da Líbia inserem-se nessa política criminosa de desrespeito pela Carta da ONU.

Mas a ambição de poder absoluto de Washington é insaciável.

O Irão, por não capitular perante as exigências do sistema de Poder hegemonizado pelos EUA, é há anos alvo permanente da hostilidade dos EUA. Washington tem saudades do governo vassalo do Xá Pahlevi e cobiça as enormes reservas de gás e petróleo iranianas.

A campanha de calúnias, apoiada pelos media, repete incansavelmente que o Irão enriquece urânio para produzir armas atômicas. A acusação é gratuita. A Agencia Internacional de Segurança Atômica não conseguiu encontrar qualquer indício de que o país esteja a utilizar as suas instalações nucleares com fins militares. O presidente do Irão, Ahmanidejah, aliás, de acordo com o Brasil e a Turquia, numa demonstração de boa fé, propôs-se a enriquecer o urânio no exterior. Mas essa proposta logo foi recusada por Washington e pelos aliados europeus.

Sobre as centenas de armas químicas, biológicas e nucleares de Israel, obviamente, nem uma palavra. Para os EUA, o Estado sionista e neo fascista, responsável por monstruosos crimes contra os povos do Líbano e da Palestina, é uma democracia exemplar e o seu melhor aliado no Oriente Médio.

O agravamento das sanções que visam estrangular economicamente o Irão é acompanhado de declarações provocatórias do Presidente Obama e da secretaria de Estado Clinton, segundo as quais “todas as opções continuam em aberto”, incluindo a militar. Periodicamente jornais influentes divulgam planos de bombardeamentos do Irão, ou pelos EUA ou por Israel, sem excluir o recurso a armas nucleares tácticas. O objetivo é manter a tensão na guerra não declarada contra um país soberano.

Lamentavelmente, uma parcela importante do povo dos EUA assimila as calunia anti-iranianas como verdades.

Entretanto, o discurso oficial, invocando pelos governos, insiste em apresentar os EUA como o grande defensor da democracia e das liberdades, vocacionado para salvar a humanidade.

Sem o controlo da esmagadora maioria dos meios de comunicação social pelo sistema de poder imperial dos EUA e Israel, a manipulação da informação e a falsificação da História não seriam possíveis. Um instrumento importante nessa politica é a exportação da contra-cultura dos EUA.

A televisão, o cinema, a imprensa, hoje, sobretudo a Internet cumprem um papel fundamental como difusores dessa contra cultura que nos países industrializados do Ocidente alterou profundamente nos últimos anos a vida quotidiana dos povos e a sua atitude perante a existência.

A construção do homem formatado principia na infância e exige uma ruptura com a utilização tradicional dos tempos livres. O convívio familiar e com os amigos é substituído por ocupações lúdicas frente à TV e aos jogos de computador, com prioridade para jogos violentos e filmes que difundem a apologia das Forças Armadas dos EUA.

O jornalismo degradou-se. Transmite a imagem de uma falsa objetividade para ocultar a engrenagem do poder e justificar as guerras americanas como “cruzada anti-terrorista” em defesa da humanidade porque os EUA, nação predestinada, batalhariam por um mundo de justiça e paz.

É de justiça assinalar que um número crescente de cidadãos americanos denunciam essa estratégia de Poder, exigem o fim das guerras na Ásia e lutam em condições muito difíceis contra a estratégia criminosa do governo.

Nestes dias em que se multiplicam as ameaças ao Irão, é minha convicção de que a solidariedade atuante com o seu povo se tornou um dever humanista para os inteletuais progressistas.

Visitei o Irão há cinco anos. Percorri o país de Chiraz ao Mar Cáspio. Escrevi sobre o que vi e senti. Tive a oportunidade de verificar que é falsa e caluniosa a imagem que os governos ocidentais difundem do país e da sua gente. Independentemente da minha discordância de aspectos da politica interna iraniana — encontrei um povo educado, hospitaleiro, generoso, amante da paz, orgulhoso de uma cultura e uma civilização milenares que contribuíram decisivamente para o progresso da humanidade.

Para mim o Irão encarna muito mais valores eternos da condição humana do que a sociedade norte americana, cada vez mais robotizada. Porto, Portugal, 10 de Agosto de 2011.

O original encontra-se em http://www.odiario.info/?p=2178

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Eu sou Israel

Eu sou Israel – eu vim para essa terra com meu povo, os habitantes nativos dessa terra tiveram que partir ou morreram, e nós arrasamos 480 aldeias palestinas, apagando a história desse povo.

Eu sou Israel – alguns do meu povo cometeram massacres e depois se tornaram Primeiros-ministros para me representar. Em 1948, sionista, Menahem Begin comandou a unidade que exterminou os habitantes de Deir Yassin. Em 1953, Ariel Sharon (sionista) comandou a matança dos habitantes de Qibya, e em 1982 nossos aliados abaterem mais de 2,000 em Sabra e Shatilla.

Eu sou Israel – Tomei em 1948 78% das terras Palestinas, desapropriando os seus habitantes e substituindo com judeus da Europa e outras partes do mundo. Enquanto os nativos que cujas famílias se mantiveram nesta terra durante milhares de anos foram obrigados a partir e foram proibidos de retornarem, e os judeus que estão espalhados no mundo inteiro são bem-vindos com cidadania imediata.

Eu sou Israel – em 1967, eu invadi as terras restantes da Palestina – e coloquei seus habitantes nativos sob uma regra militar opressiva, controlando e humilhando em todos aspectos suas vidas, tudo isso para passar a mensagem que os palestinos não podem retornar, que deveriam se unir aos milhões de refugiados palestinos nos acampamentos do Líbano e da Jordânia.

Eu sou Israel – eu tenho o poder para controlar a política americana e europeus. Meu controle sobre a mídia e a política americana e europeu podem eleger ou afundar qualquer político que eu escolher, e por isso, todos eles competem para me agradar. Todas as forças do mundo são impotentes contra mim, inclusive a ONU porque eu tenho o veto americano para bloquear qualquer condenação de meus crimes de guerra. Como Sharon tão eloqüentemente fala sempre, “Nós controlamos a América”.

Eu sou Israel – eu influencio a mídia americana também, e você sempre achará as notícias criadas a meu favor. Eu investi bilhões de dólares em ações de PR, CNN, New York Times, Time Warner, e outros têm feito um trabalho excelente de promover minha propaganda. Olhe para outras fontes de notícias internacionais e você verá a diferença.

Eu sou israelense – e você Palestino, querem negociar “paz!?” Mas você não é tão inteligente quanto eu; Eu negociarei, mas só o deixarei ter seu país se eu puder controlar suas fronteiras, sua água, seu espaço aéreo. Enquanto nós “negociarmos”, eu engolirei suas terras e as encherei de colônias, povoadas pelos mais extremista de meus extremistas, armados até os dentes. Estas colônias serão conectadas com estradas e você será retido em sua pequena aldeia entre eles, cercados por postos de fiscalização em toda direção.

Eu sou Israel – com o quarto exército mais forte do mundo, possuindo centenas de armas nucleares. Como ousam suas crianças confrontarem minha opressão com pedras, você não sabe que meus soldados não hesitarão em atirar na cabeça deles? Em 17 meses, eu matei 900 de vocês ferindo 17,000, principalmente civis, e continuarei fazendo isso porque eu controlo a comunidade internacional.

Eu sou Israel – e você quer liberdade? Eu tenho balas, tanques, mísseis, helicópteros, aviões supersônicos, armas nucleares, tudo pronto para te exterminar. Eu oprimo suas cidades, confisquei suas terras, derrubo suas árvores, destruo suas casas, retenho seus alimentos, confisco seus medicamentos, enveneno sua água, bombardeio suas escolas e hospitais e você ainda exige liberdade?

Você não entendeu a mensagem?

Você nunca terá paz ou liberdade, porque Eu sou Israel.

O original encontra-se em http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/01/462668.shtml

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Fim da dependência do petróleo em 2012?

Presscore.ca

A tecnologia que vai livrar o mundo do combustível fóssil está aqui. A partir de 2012 vários tipos de veículos movidos a água vão começar a inundar o mercado e evaporará a necessidade de petróleo. Em 2012 tudo que você vai precisar para abastecer o seu veículo é um litro de água – qualquer tipo de H2O para ser mais exato.

A empresa japonesa Genepax foi talvez a primeira a demonstrar comercialmente como é possível abastecer um veículo usando nada além de água. ”A principal característica deste veículo é que nenhum combustível adicional é necessário.

A base do sistema é um conjunto de membrana de eletrodos (ou MEA), que contém um material capaz de quebrar as moléculas de água transformando assim a água (H2O) em moléculas de Hidrogênio e Oxigênio, alimentando o motor elétrico.

Esse veículo representa uma ameaça para as companhias de petróleo. Essa tecnologia fará com que as guerras de agressão dos EUA no Oriente Médio sem sentido. Os EUA investiram trilhões de dólares para invadir países ricos em petróleo. Os EUA estão usando mercenários para provocar rebeliões nos países que cercam o Irão. Os EUA estão impondo sanções contra a Síria não porque a Síria está matando civis inocentes, mas porque a Síria está matando mercenários que são pagos pelo governo dos EUA para criar rebeliões que serão usados para invadir esses países. Apenas nove dias após 9/11 o governo dos EUA já havia decidido invadir o Iraque, Síria, Líbia, Somália, Sudão e por último o Irão.

Em uma entrevista em Democracy Now’s Amy Goodman em março de 2007, o general aposentado dos EUA, Wesley Clark, ex-comandante geral do comando europeu, e ex-candidato presidencial, revelou que havia discutido com altos comandantes militares sobre os planos do governo dos EUA de atacar o Iraque, Síria, Líbano, Líbia, Somália, Sudão e Irão. Por que invadir esses países? Petróleo, gás natural e controle de pontos estratégicos. A meta dos EUA é roubar as reservas de petróleo e gás natural do Oriente Médio. Eles pretendem usar a força militar para elevar o preço do combustível e controlar o fornecimento de petróleo para o Mundo.

Todos esses planos e guerras de agressões dos EUA contra Oriente Médio custaram trilhões de dólares e causaram a morte de 1 milhão de civis (só no Iraque) e a morte de 70 mil soldados estadunidenses, mortes sem sentido se uma nova fonte de combustível se tornar disponível. Uma nova fonte de combustível, mais eficiente e ecológica está disponível hoje. Esse combustível é o H2O. A água cobre 70% da superfície do planeta. Os oceanos representam 97% da água disponível no planeta. Excluindo a água dos oceanos, apenas 2.75% são água doce, 2,5% estão congeladas em geleiras, 0.68 por cento são águas subterrâneas e 0,11 por cento estão nos lagos e rios. Isso significa que pelo menos 97% da água do planeta está disponível para serem usados como fonte de combustível.

O que aconteceria se uma grande montadora começasse a vender veículos movidos a água? O preço do petróleo entraria em colapso. O Aquecimento Global já não seria um problema para humanidade. Doenças como câncer e problemas respiratórios causados pela poluição de combustíveis fósseis desapareceriam. As pessoas teriam vidas mais saudáveis e mais dinheiro em seus bolsos. As guerras contra o terror e os conflitos no Oriente Médio terminariam.

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