EUA financiou comunismo e revolução russa

(CMI Brasil) Existe uma grande riqueza de documentos indicando que a Revolução Russa de fato, a própria criação do comunismo, nasceu através dos capitalistas ocidentais. Um dos grandes mitos da história contemporânea é a de que a Revolução Bolchevique foi um levante popular das massas oprimidas contra a odiada classe dos Czares.

Na realidade tanto a criação quanto os fundos para a revolução russa vieram de financiadores americanos e europeus.

Segundo o New York Journal American, Jacob Schiff (tradicional banqueiro de Frankfourt) investiu cerca de US$ 20 milhões, segundo registro do Congresso Americano de 2 de Setembro de 1919 Elihu Root (membro CFR) investiu mais US$ 20 milhões. Além dos citados, Arsene de Goulevich e Alfred Milner também investiram alguns milhões de dólares para o trunfo final do Bolchevismo na Rússia.

Em 1915 uma Corporação internacional americana foi fundada para enviar fundos à Revolução Russa. Seus diretores representavam os interesses das principais famílias da elite mundial como Rothschild, Warburg (fundador do Federal Reserve – Fed) etc.

Como podem os capitalistas mais ricos do mundo, na ocasião, finaciarem um movimento que é baseada no conceito motivacional onde a classe menos privilegiada arrancaria fortuna dos ricos? Como admitir e apoiar uma ideologia que de modo tão aberto ameaçava a posição privilegiada dos ricos? Para entender essa aparente dicotomia e de fato conhecer como funciona a lógica da elite global, partimos do princípio de que eles sempre estão no controle das ações e sempre almejando o lucro.

Através da dialética hegeliana empregada na maioria dos principais eventos mundiais a partir do século XIX, a história do mundo ficaria mais bem esclarecida. Cria-se um conflito, diametralmente oposto ás opiniões em geral, negocia-se para a aplicação de uma solução menos doloroso e finaliza-se com um acordo para alcançar o resultado que se pretendia, fazendo cessar o conflito. Assim, primeiro eles (os Illuminati) criam um problema, conflito entre o comunismo x capitalismo, criam uma reação previsível da opinião pública e fornecem a solução para os problemas que eles mesmos criaram. Assim Marx trouxe a filosofia de Hegel para o mundo material e desenvolveu um instrumento excepcional para manipular pessoas e acontecimentos.

A aplicação inconteste dessa teoria de manipulação em massa foi a criação do comunismo pelos próprios capitalistas ocidentais como um inimigo perceptível das nações democráticas ocidentais e, por outro lado, o conflito resultante produziu enormes mercados de armamentos (guerra fria e corrida armamentista) e finanças (especulação financeira), ou qualquer segmento industrial e comercial que lucre bastante com esses conflitos e neuroses.

Além disso os Illiminati descobriram que não era necessário esperar por uma crise ou agitação popular. Um levante popular poderia ser criado e manipulado em benefício da elite. A Rússia com suas vastas extenções territoriais e vastas riquezas naturais era uma fonte de motivação para a sua total exploração e depredação social pela burguesia capitalista ocidental.

Em Março de 1917, Trotski, cujo nome verdadeiro era Lev Davidovich Bronstein, deixou os EUA em um navio, junto com cerca de trezentos revolucionários bolchevistas e com recursos e treinamentos fornecidos pelos banqueiros de Wall Street e City de Londres com o claro objetivo de derrubar o governo imperial czarista e terminar a guerra contra a Alemanha nazista. Quando o navio parou em Halifax, Nova Escócia no Canadá, os bolchevistas e seus recursos foram tomados em custódia pelas autoridades canadenses, que, justificadamente temiam que uma revolução na Rússia libertaria as tropas nazistas para lutar contra os soldados aliados na frente ocidental da guerra.

Mas essa preocupação foi desprezada pelo braço direito do então presidente americano Woodrow Wilson, o coronel Mandell House que de pronto formalizou ao chefe do serviço secreto britânico, William Wiseman que o presidente americano exigia a libertação de Trotski. Em 21 de Abril de 1917, antes de completar um mês da entrada dos EUA na Primeira Guerra Mundial, o almirantado britânico ordenou a libertação de Trotski, que, de posse de um passaporte americano, fornecido pelo governo americano, continuou sua viagem para a Rússia. Depois de uma revolução russa fracassada em 1905, milhares de ativistas russos foram exilados, incluindo Trotski e Lênin, que adaptou teorias de Hegel, Fichte, Ruskin e Marx para a situação econômica da Rússia. Quando Trotski retornou para a Rússia em 1917 com um passaporte americano, dinheiro e treinamento de Wall Street, Lênin também deixou o exílio, ajudado pelos alemães e acompanhado por cerca de 150 revolucionários bolchevistas, passando pela Alemanha sem nenhum problema, através do arranjo do khazariano Max Warburg e o alto comando nazista. Lênin como Trotski eram chamados de alemão pelo governo russo de Kerensky, o segundo governo provisório criado depois da abdicação do czar.

Antes de 1917, Lênin e Trotski, com o apoio de fundos do ocidente, tinham instigado uma revolução bem-sucedida e tomado o governo russo para os bolcheviques. Os revolucionários russos foram usados para retirar a Rússia da guerra e beneficiar a Alemanha Nazista. Mas, ao nível da elite global, o monstro chamado comunismo estava sendo criado para estimular a divisão, o medo e a falta de confiança, apresentados ao mundo como comunismo x democracia para estimular uma guerra sanguinária interminavel altamente lucrativo para as elites ocidentais. – Paulo Baez CMI Brasil. Veja também: Quem criou e financiou Nazismo?

Quem são os illuminatis?

Trecho do texto retirado do site: http://www.rense.com/general77/chinsec.htm

Em primeiro lugar, os Illuminati são famílias muito puras da Europa e da aristocracia norte-americana, eles são formados por tradicionais famílias de banqueiros, a maioria de origem judaica-khazariana. Eles querem destruir a Rússia, Leste Europeu, EUA, Oriente Médio, Africa, China e Asia. Eles desprezam América Latina e apoiam ditaduras militares, políticas de empobrecimento, etc.

Eles controlam a America, Inglaterra, Europa (com excepção dos países escandinavos, Alemanha não aparece na agenda porque está no topo da pirâmide sionista), Japão, África, Irã, Oriente Médio, Coreias, Oceania etc. Eles mantém também uma forte influência na China, controla cerca de 50% da economia do país, Rússia (Putin chutou para fora), e países muçulmanos livres.

Saiba mais: Quem criou e financiou o Nazismo?

Aurora boreal no sul dos EUA: Detonação nuclear de alta altitude

O céu dos Estados Unidos passou por um raro e belo fenômeno atmosférico no dia 26/10/11. Michigan, Arkansas e grande parte do sudeste do país puderam ver o céu brilhante ficar com tons estranhos de várias cores por causa da Aurora Boreal. Uma câmera capturou imagens de uma Aurora Boreal não-polar formada no céu do Kansas, no sul dos Estados Unidos. Olha só:

Auroras só deveriam ocorrer próximo aos polos norte e sul, onde o campo magnético é mais fraco. A ocorrência de auroras longe dos polos magnéticos norte e sul poderiam ter 3 motivos:

– O campo magnetico da Terra sofreu manipulação com tecnologia HAARP ou está enfraquecido.
– As tempestades solares estão mais fortes.
– Detonação nuclear em alta-altitude.

Auroras são fenômenos ópticos observados nos céus noturnos nas regiões polares, em decorrência do impacto de partículas solares ou poeira espacial com campo magnético da Terra. Ocorre normalmente nas épocas de setembro a outubro e de março a abril. Em latitudes do hemisfério norte é conhecida como aurora boreal. No hemisfério sul é conhecida como aurora austral.

O fenômeno não é exclusivo da natureza, sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.

Aurora artificial

As auroras também podem ser formadas através de explosões nucleares em altas camadas da atmosfera (em torno de 400 km). Tal fenômeno foi demonstrado pela aurora artificial criada pelo teste nuclear estadunidense Starfish Prime em 9 de julho de 1962. Nessa ocasião o céu da região do Oceano Pacífico foi iluminado pela aurora por mais de sete minutos. Tal efeito foi previsto pelo cientista Nicholas Christofilos, que havia trabalhado em outros projetos sobre explosões nucleares. De acordo com o veterano estadunidense Cecil R. Coale, alguns hotéis no Havaí ofereceram festas da bomba de arco-íris em seus telhados para acompanhar o Starfish Prime, contradizendo relatórios oficiais que indicavam que a aurora artificial era inesperada. O fenômeno também foi registrado em filme nas Ilhas Samoa, em torno de 3.200 km distante da ilha Johnston, local da explosão.

As simulações do efeito em laboratório começaram a ser feitas no final de século XIX pelo cientista norueguês Kristian Birkeland, utilizando uma câmara de vácuo e uma esfera, provou que os elétrons eram guiados em tal efeito para as regiões polares da esfera. Recentemente, pesquisadores conseguiram criar um efeito auroral modesto visível da terra ao emitir raios de rádio no céu noturno, tomando uma coloração verde. Da mesma forma que o fenômeno natural, as partículas atingiam a ionosfera, excitando os elétrons no plasma. Com a colisão dos elétrons com a atmosfera terrestre as luzes eram emitidas. Tal experimento também aumentou o conhecimento dos efeitos da ionosfera nas comunicações por rádio. Esse experimento também lembra a tecnologia HAARP.

Operação Starfish-Prime – Aurora artificial

A operação Starfish-Prime foi um teste nuclear de alta altitude executado pelos Estados Unidos no dia 9 de julho de 1962, realizado pela Atomic Energy Commission (AEC) e a Defense Atomic Support Agency (DASA). Um foguete Thor transportou uma ogiva nuclear W49, a detonação ocorreu numa altitude de 400 km sobre as Ilhas Johnston no Oceano Pacífico. A bomba atômica tinha uma potência de 1,4 MTon. [1] O artigo “A ‘Quick Look’ at the Technical Results of Starfish Prime”, descreve da seguinte forma: “Em Kwajalein, a 1450 milhas para o oeste, uma nuvem densa e nublada se estendeu por todo o horizonte oriental entre 5 e 8 graus. A 9:00 UTC, um flash branco muito brilhante queimou as nuvens intensamente que mudaram rapidamente sua forma para uma esfera verde que se expandiu no céu claro acima do tempo nublado.

As gigantescas formas não desapareceram e persistiram, a duração do evento foi em torno de 45 segundos. A luz esverdeada em seguida se transformou em púrpura, começou a enfraquecer a partir ponto da explosão, um brilho vermelho muito intenso e luminoso começou a desenvolver no horizonte se expandindo de dentro e para cima, até dominar todo o céu num semicírculo vermelho. A “luz obliterou o brilho de algumas estrelas, também houve a formação de arco-íris brancos que persistiram por sete dias”.

“Cerca de um segundo após a explosão, ao remover os óculos de proteção, não se observou luz intensa, porém, um disco vermelho e difuso foi observado diretamente em cima e cobrindo o céu até aproximadamente 45° do zênite. Ao longo da linha norte-sul criada pela explosão, se estendeu uma raia de cor branco-amarela que cresceu ao norte próximo ao zênite. O crescimento da região era semelhante à aurora boreal e se estendeu para o norte. Apareceram novas linhas de radiação que se desenvolveram de oeste para leste.

A aurora radioativa branca e amarela serpenteava e retorcia, retrocedendo acima do horizonte ao norte e crescendo em direção ao sul. “O disco vermelho tinha completado seu desaparecimento após dois minutos. Após 400 segundos da ignição nuclear todos os fenômenos radioativos visíveis desapareceram, com exceção de um leve brilho avermelhado ao longo da linha norte-sul, e no horizonte, em direção ao norte. Nenhum som foi ouvido em Johnston Island que poderia ser atribuído à detonação.”[2] Foram observados sinais eletromagnéticos muito fortes durante a explosão atômica, ocorreram perturbações do campo magnético terrestre significantes, as correntes induzidas na superfície se fizeram sentir em todo o Planeta. O Pulso eletromagnético ficou reverberando por um longo tempo. As induções eletromagnéticas nas rochas ígneas da Terra reverberaram também no seu núcleo [3].

O teste Starfish Prime foi realizado na alta atmosfera devido a sua rarefação na altitude de 400 quilômetros. A aproximadamente 1500 quilômetros de distância do epicentro da explosão, sobre o Havaí, o pulso eletromagnético (EMP) danificou trezentos postes de iluminação pública. A emissora local de televisão e várias emissoras de rádio foram literalmente queimadas. Os fios de alta tensão de energia elétrica das cidades próximas à região da explosão se fundiram. Também diversos transformadores de alta potência foram danificados. Os Sistemas de controle de tráfego (Sinaleiros, etc) pararam de funcionar ou foram destruídos. Em Kauai, o EMP derrubou ligações interurbanas, além de destruir as linhas telefônicas submarinas que faziam a conexão com outras ilhas. O céu em toda região do Pacífico foi iluminado por uma aurora artificial por sete dias. Os efeitos foram preditos por Nicholas Christofilos, um cientista que tinha trabalhado na Operação Argus também executada em alta altitude. [3] [4] De acordo Cecil R. Coale, alguns hotéis no Havaí sabendo que o teste seria realizado ofereceram festas nos seus telhados, contradizendo alguns relatórios que a aurora artificial era inesperada. De acordo com o Departamento norte-americano de Energia e o Escritório de Informação Científica e Técnica, a aurora também era visível e foi registrado em filme nas Ilhas Samoa, aproximadamente 3200 quilômetros de Johnston Island. [5] [1]

Pelo efeito da explosão, algumas das partículas beta seguiram as linhas de campo magnético da Terra gerando a eletroluminescência. Os elétrons altamente energéticos dos cinturões de radiação de Van Allen foram capturados pelos novos cinturões de radiação artificiais que foram gerados em torno do Planeta. Estudos da magnitude, do potencial e dos efeitos adversos de radiação depois da detonação foram feitos na região. Na medida em que era feita a avaliação global, foi observado que três satélites de órbita baixa foram destruídos pelo pulso eletromagnético. Em seguida, à medida que se coletavam dados, os cientistas observaram que um terço de todos os satélites de órbita baixa foram danificados. [6] A radiação remanescente danificou equipamentos eletrônicos de outros satélites que aos poucos pararam de funcionar. Fato inesperado foi que o primeiro satélite de comunicação comercial, o Telstar há 35.0 Km de distância foi literalmente “queimado” pela radiação, saindo fora do ar imediatamente após a explosão. A princípio, o governo dos Estados Unidos se recusou a reconhecer e indenizar os estragos que ocasionou alegando ser “causa fortuita”.[4] [7] Uma vez que o teste realizado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos tinha finalidade militar [4], a coleta de dados foi desastrosa [1]. A necessidade de dados mais precisos sobre a radiação dos cinturões de Van Allen, que continuaram após a explosão nuclear, levou Edward Teller desenvolver um instrumento de satélite inventado e construído inicialmente por um estudante recém diplomado chamado James H. Trainor [9] do Departamento de Física na Universidade de New Hampshire [5]. O inventor havia originalmente projetado o instrumento para estudar albedo de nêutrons dos raios cósmicos. O aparelho foi requerido para fazer a leitura da radiação para o governo norte-americano. O cientista não foi informado porque seu equipamento estava sendo apropriado pelo governo, o laboratório foi intimado a remetê-lo imediatamente, e contra a vontade de seu inventor [1], [2], e, às pressas para a Califórnia onde os engenheiros militares iriam enxertá-lo em outro equipamento antes de ser lançado em órbita. Quando os dados do satélite voltaram para a Terra, depois de uma semana da detonação, Trainor foi convidado a uma reunião científica, onde os dados compilados pelo seu instrumento foram discutidos no Lawrence Livermore Laboratory. [1] Em 1963 o Diário de Pesquisa Geofísica informou que a experiência Starfish Prime tinha criado um cinto de elétrons de vários MeV em torno da Terra, Bill Hess informou em 1968 que alguns elétrons do experimento Starfish Prime permaneceram durante cinco anos. [8] Outros informaram que partículas radioativas do Starfish Prime estavam descendo há algum tempo para Terra e estariam se acumulando em organismos vivos terrestres como fungos e líquens. A bomba Starfish-Prime continha Cd-109, que se misturou nas massas de ar sazonais polares e tropicais. A EMP medida por Richard L. Wakefield de Los Alamos viajou por todo o Planeta e ao espaço interplanetário. O 1962 relatório de Wakefield foi obtido através de medidas do intervalo de tempo do sinal eletromagnético recebido dentro aviões C-130 a 753 milhas náuticas da explosão da bomba atômica, a 1 graus 16 Norte, 15 graus 7 Oeste, e a 24.750 pés de altitude. [1]

As únicas nações que detonaram bombas atômicas no Espaço são os Estados Unidos e a União Soviética. O propósito era determinar a viabilidade de armas nucleares como meio de defesa contra míssieis, como também encontrar meios para destruir satélites e veículos espaciais em órbita tripulados e não tripulados no espaço. [3], [4] Como foi percebido que detonação de armas nucleares em alta atmosfera criaram um pulso eletromagnético gigantesco, o potencial como uma arma de anti-satélite ficou aparente. Em agosto de 1958 na explosão nuclear Hardtack Teak, o EMP observado no Observatório de Apia na Samoa foi quatro vezes mais poderoso que qualquer criado por tempestades solares que atingiram a Terra, enquanto em julho de 1962 o Starfish Prime, danificou a eletrônica de praticamente todos equipamentos: rádios, centrais elétricas, centrais telefônicas, emissoras de televisão, etc, em Honolulu e na Nova Zelândia, a aproximadamente 800 milhas de distância, fundiu 300 sistemas de iluminação de rua em Oahu ( Havaí), provocou aproximadamente 100 danos em alarmes dos mais diversos, causou a interrupção de comunicações de microondas em estações repetidoras em Kauai, além de literalmente cortar o robusto sistema telefônico submarino das outras ilhas havaianas. [6], [10], [1] O raio de ação para a aniquilação total de satélites devidas várias radiações produzidas por tal arma nuclear no espaço, foi determinado para ser em torno de 80 km, a bomba explodida, destruiu o satélite de comunicações distante 35.0 km. Os problemas com armas nucleares levadas ao espaço, é o raio de ação muito grande associado com eventos nucleares, era quase impossível prevenir dano indiscriminado a outros satélites, incluindo os próprios satélites americanos. O Starfish Prime produziu um cinturão de radiação artificial no espaço tão forte, que de imediato destruiu os satélites Ariel, Traac, e Trânsito 4B que simplesmente “morreram” ao passar pela região. Os satélites Cosmo V, Injun e o Telstar (geoestacionário), distante 35.0 km da Terra, sofreram degradação secundária, “morrendo aos poucos”. A taxa da dose de radiação foi pelo menos 60 rads/dia, durante pelo menos quatro meses. [10] Em geral, os efeitos nucleares no espaço têm uma influência qualitativa diferenciada do que na superfície da Terra. Uma explosão nuclear atmosférica tem uma característica de cogumelo, em alta-altitude as explosões espaciais tendem a manifestar uma nuvem esférica, outras explosões no espaço anteriores até torceram o campo magnético de terra, e as partículas carregadas que são o resultado da explosão podem cruzar hemisférios para criar uma exibição de aurora que levou à caracterização destas detonações como “as bombas de arco-íris”. Os efeitos visuais de uma explosão no espaço podem durar muito mais tempo que os testes atmosféricos, às vezes mais de 30 dias. Os soviéticos detonaram quatro bombas atômicas de alta-altitude, um em 1961 e três em 1962. Durante a Crise de Mísseis cubanos em 1962 [7], os EUA e a URSS detonaram várias explosões nucleares. Os testes soviéticos foram para demonstrar as defesas aéreas anti-balísticos que protegeriam suas cidades principais. Os piores efeitos de um teste russo foram muito parecidos com a explosão nuclear de Starfish Prime. A explosão nuclear soviéticos aconteceu no dia 2 de outubro 1962 (durante a crise de mísseis cubanos), na “Operação K” quando uma bomba atômica de 300 KT detonou perto de Dzhezkazgan a 290 km altitude. O EMP fundiu 570 km de linha telefônica com uma corrente medida de 2.500 A, e destruiu 1.0 km de cabos de energia de potência enterrados entre Aqmola e Almaty. Os danos que ambos causavam a si mesmos (EUA e URSS) e ao ambiente foram tão grandes, que o Tratado de Proibição de Teste Parcial Atmosférico e Exoatmosférico foi firmado no ano seguinte, depois de terminadas as explosões nucleares na alta atmosfera.

[1] “Operation Dominic”. Nuclear Weapon Archive. (http://nuclearweaponarchive.org/Usa/Tests/Dominic.html. Acessado dezembro de 1997).

[2] Narin, Francis; “A ‘Quick Look’ at the Technical Results of Starfish Prime. Sanitized Version”, Pgs. 19-21, LOS ALAMOS SCIENTIFIC LAB ALBUQUERQUE NM, (http://w.stormingmedia.us/1/145/A14559.html. Acessado em julho de 1997)

[3] Defense Atomic Support Agency. Project Officer’s Interim Report: STARFISH Prime. Report ADA955694. August 1962.(http://w.dtic.mil/cgi-bin/GetTRDoc? AD=ADA955694&Location=U2&doc=GetTRDoc.pdf Acessado março de 1997.)

[4] Defense Nuclear Agency. Operation Dominic I. 1962. Report DNA 6040F. (First published as an unclassified document on 1 February 1983.) Page 228-229. (http://searchworks.stanford.edu/view/1916765 Acessado maio de 1997)

[5] Vittitoe, Charles N., “Did High-Altitude EMP Cause the Hawaiian Streetlight Incident?” Sandia National Laboratories. June 1989. (http://w.ece.unm. edu/summa/notes/SDAN/0031.pdf Acessado maio de 1997)

[6] Dyal, P., Air Force Weapons Laboratory. Report ADA995428. “Operation Dominic. Fish Bowl Series. Debris Expansion Experiment.” 10 December 1965. Page 15. (http://w.stormingmedia.us/82/8245/A824599.html. Acessado junho de 1997.).

[7] United States Central Intelligence Agency. National Intelligence Estimate. Number 1-2A-63. “The Soviet Atomic Energy Program.” page 4. (http://w.foia.cia.gov/doc_list_soviet_communism.htm. Acessado agosto de 1997).

[8] Dyal, Palmer (2006). “Particle and field measurements of the Starfish diamagnetic cavit”. Journal of Geophysical Research 1 (A12211): A12211. (http://dx.doi.org/10.1029%2F2006JA011827 Acessado março de 2010).

[9] Trainor, James H.; Observatory: Helios 2 http://vho.nasa.gov/vxo/metadata.php? id=spase://VEPO/NumericalData/Helios2/E8/PT1H

[10] Early, James M.. “Telstar I – Dawn of a New Age”. Southwest Museum of Engineering, Communications and Computation. (http://w.smecc.org/james_early___telstar.htm. Acessado dezembro de 1997)

[1] Hess, Wilmot N. (September 1964). The Effects of High Altitude Explosions. National Aeronautics and Space Administration. NASA TN D-2402. (http://ntrs.nasa.gov/archive/nasa/casi.ntrs.nasa.gov/19640018807_1964018807.pdf. Acessado em dezembro de 1997.)

Fonte: http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAmroAH/a-experiencia-starfish-prime-detonacao-nuclear-na-alta-atmosfera

Veja também:

Você sobreviveria sem eletricidade por quanto tempo?

Bombas eletromagnéticas (E-Bombs – PEM – EMP)

Bombas Eletromagnéticas: E-Bombs, PEM, EMP

Sem barulho, sem fumaça, sem cheiro. A bomba é invisível: não levanta poeira, não abre nenhuma cratera. Sem mortes, sem macas tampouco… Entretanto, esta arma, improvável, existe. Seu nome: e-bomb, a bomba eletromagnética.

O efeito dos impulsos microondas sobre os sistemas eletrônicos foi descoberto um pouco por acaso, quando os exércitos constataram que, próximos de seus radares mais poderosos, os aparelhos eletrônicos entravam em pane. O campo eletromagnético criado depois de uma explosão atômica em alta atmosfera tinha as mesmas conseqüências.

Faltava estudar diversas soluções tecnológicas para a criação de uma gama variada de e-bombas a serem integradas em obuses, mísseis, aviões, caminhões, satélites, valises etc. Seus alvos? Os cabos e as redes de eletricidade, servidores, comunicações eletrônicas, computadores, e o coração dos bunkers – estes, difíceis de serem atingidos por outros meios. Conseqüências diretas? A interrupção momentânea ou definitiva das comunicações, das trocas de dados, dos sistemas de comando, dos aparelhos de detecção, de medida e de controle. Sua utilização visaria, no quadro de uma ofensiva aérea ou terrestre, a isolar o inimigo, a colocá-lo na incapacidade de controlar seus meios e suas forças ou de se informar sobre a situação da batalha em curso.

“Impacto nulo” sobre seres vivos

As bombas eletromagnéticas pertencem à categoria das chamadas armas de energia direta – mais exatamente, à família das “microondas de forte potência” (MPF ou, em inglês, HPM, high power microwaves weapon). Não pertencem mais ao domínio da ficção científica. “Tais armas se inserem na evolução lógica das tecnologias de ataque e defesa”, comenta François Debout, subdiretor das estratégias técnicas da Diretoria Geral para Armamentos (STTC-DGA) francesa. Neste caso específico, trata-se de aparelhos de diferentes tamanhos (da valise ao caminhão), compostos de uma fonte de alimentação, de um gerador de impulso, de um tubo hiperfreqüência e de uma antena capazes de produzir impulsos eletromagnéticos muito breves e muito poderosos, com freqüência, alcance e direcionamento variáveis.

Seu impacto direto sobre os seres humanos é considerado nulo, na falta de prova em contrário. “Devido à brevidade dos impulsos microondas”, explica Debout, “não se produz agitação das moléculas de água suscetível de gerar uma elevação da temperatura corporal.” Em outros termos, essas microondas, teoricamente, não têm tempo de “cozinhar” os seres vivos que se encontram em seu raio de ação – salvo em casos de alguma falha que provoque uma exposição prolongada. Em contrapartida, todos os equipamentos elétricos e eletrônicos são vulneráveis a esses impulsos. Tanto mais que a miniaturização dos componentes aumenta sua sensibilidade ao meio eletromagnético.

Cresce “clube da bomba eletrônica”

Muito provavelmente, os Estados Unidos possuem armas MPF montadas em mísseis e prevêem a instalação de outras em aviões com ou sem pilotos. Em compensação, estão nitidamente menos avançados nos programas de defesa contra esse tipo de aparelhos.

A França, por sua vez, realiza pesquisas sobre diferentes aspectos com a ajuda de laboratórios universitários (Limoges, Lille) e de escolas de Engenharia (Supélec e Polytechnique, no planalto de Saclay), “mas nenhum programa de desenvolvimento foi decidido”, afirma Debout, em nome da DGA. Como incluir armas MPF em equipamentos diversos? Como garantir a adequação alvo/meios, como evitar criar danos fratricidas ou colocar essa tecnologia em mãos inimigas na seqüência, por exemplo, da perda de um míssil equipado? Estas são algumas das questões que se colocam.

Além dos Estados Unidos, que parecem ter resolvido parcialmente ou esvaziado esses problemas, os mais avançados seriam – desde que se dê crédito aos relatórios do Departamento de Defesa norte-americano – os britânicos, os chineses, os alemães e principalmente os russos.

“Uma arma de produzir acidentes”

Em 1998, segundo o jornal sueco Svenska Dagbladet, a Austrália e a Suécia haviam comprado da Rússia, para a realização de testes, uma pequena arma MPF por uns 150 mil dólares. E, desde outubro de 2001, a empresa russa Rosoboronexport oferece equipamentos que entram nessa categoria – entre eles, o Ranets-e, um sistema móvel de defesa que age num raio de 10 quilômetros com impulsos de 10 a 20 nanossegundos e uma potência de 500 megawatts.

Em agosto de 2002, o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Donald Rumsfeld, deu a entender que tais armas – consideradas em seu país como “não-letais” 5 – poderiam igualmente fazer parte do arsenal norte-americano em caso de guerra contra o Iraque: “You never know...” (“Sabe-se lá…”), contentou-se em responder. Para Debout, com ou sem e-bomb, a “guerra limpa” continua sendo um conceito insano: “De qualquer forma, eu me recuso a chamar essa arma de não-letal. Imaginem um avião ou trem de alta velocidade sendo atingido por um sistema desses…”

“Uma arma de produzir acidentes”, conclui, filosoficamente, Paul Virilio.

(Trad.: Iraci D. Poleti)

1 – Em especial, de Robert Antinone e W. C. Ng, “HPM (High Power Microwave) Testing of Electronic Components”, Lawrence Livermore National Laboratory, Livermore, Califórnia, 10 de maio de 1989..
2 – Documentos orçamentários já liberados para consulta, “RDT&E exhibit R-2”, 1996.
3 – Idem, 1998.
4 – Ler, de Tom Jost, “DEW Safety Policy Development Plan”, 24 de junho de 2002, http://www.deps.org/DEPSpages/graph…
5 – Ler, de Steve Wright, “L’hypocrisie des armes non létales”, Le Monde diplomatique, dezembro de 1999.

Fonte: http://diplo.org.br/imprima565

Como funcionam as bombas eletromagnéticas (E-Bombs)

Qualquer um que já tenha enfrentado um apagão sabe que a experiência é extremamente desagradável. Depois da primeira hora sem energia, você passa a reconhecer o valor de todos os aparelhos elétricos que usa no seu dia-a-dia.

Mas isso não é nada comparado ao cenário geral. Se o apagão atingir uma cidade ou nação inteira e não houver recursos de emergência suficientes, as pessoas podem morrer expostas ao tempo, as empresas sofrerão perda de produtividade e toneladas de alimentos poderão se estragar. Em maior escala, a falta de energia poderia interromper as redes de computadores que mantêm o governo e corporações em funcionamento. Somos totalmente dependentes de energia; quando ela acaba, as coisas ficam complicadas rapidamente.

Uma bomba eletromagnética ou e-bomb, é uma arma projetada justamente para tirar vantagem dessa dependência. Esse tipo de bomba na verdade iria destruir a maior parte das máquinas que funcionam à eletricidade, ao invés de simplesmente cortar a energia de uma região. Geradores se tornariam inúteis, carros deixariam de dar partida, trens deixariam de funcionar e não haveria a menor possibilidade de se fazer uma ligação telefônica. Em questão de segundos uma bomba eletromagnética com potência suficiente poderia jogar toda uma cidade 200 anos de volta no passado ou deixar uma unidade militar totalmente inoperante.

Há décadas as Forças Armadas dos EUA, UE, Rússia, China investem na idéia de uma bomba eletromagnética e muitos acreditam que agora elas possuem esta arma no seu arsenal. Por outro lado, grupos terroristas podem estar construindo bombas eletromagnéticas com tecnologia menos avançada, movidos pela intenção de causar sérios estragos aos Estados Unidos e outros.

A idéia básica

A idéia básica de uma bomba eletromagnética ou de uma arma de pulso eletromagnético (PEM) é bastante simples. Esse tipo de arma é projetada para aniquilar circuitos elétricos com um intenso campo eletromagnético.

Se você já andou lendo como funciona o rádio ou como funcionam os eletroimãs, então você sabe que um campo eletromagnético mesmo não tem nada de especial. Os sinais de rádio que transportam AM, FM, a televisão e as chamadas de telefones celulares, todos são energia eletromagnética, assim como a luz comum, o microondas e os raios X.

Uma transmissão de rádio de baixa intensidade induz uma corrente elétrica suficiente apenas para transportar um sinal até um receptor. No entanto, se a intensidade do sinal (o campo magnético) aumentasse consideravelmente, isso induziria uma corrente elétrica muito maior. Uma corrente grande o bastante seria capaz de fritar os componentes semicondutores de um rádio, desintegrando-os completamente.

Fica claro que comprar um rádio ou aparelhos elétricos novos seria a menor de suas preocupações. A intensa oscilação do campo magnético poderia induzir uma enorme corrente em praticamente qualquer outro objeto condutor de eletricidade, por exemplo, em cabos telefônicos, de eletricidade e até em canos de metal. Essas antenas involuntárias transmitiriam o pico de corrente a qualquer outro componente elétrico que estivesse no fim do trajeto, digamos, para uma rede de computadores conectada aos cabos telefônicos. Um surto de corrente grande o bastante poderia queimar dispositivos semicondutores, derreter a fiação, fritar baterias e até explodir transformadores.

Há várias maneiras possíveis de se criar um campo magnético dessa intensidade.

A ameaça do PEM nuclear

As bombas eletromagnéticas começaram a estourar nas manchetes há pouco tempo, mas o conceito de armamento baseado em PEM já existe há muito tempo.

A idéia remonta às pesquisas com armas nucleares na década de 50. Em 1958, testes norte-americanos com bombas de hidrogênio produziram alguns resultados surpreendentes. Uma explosão de teste sobre o Oceano Pacífico acabou estourando lâmpadas de postes no Havaí, a centenas de quilômetros de distância do local da detonação. A explosão chegou  a interferir em equipamentos de rádio em pontos tão remotos quanto a Austrália.

Os pesquisadores concluíram que a perturbação elétrica deveu-se ao efeito Compton, cuja teoria fora desenvolvida pelo físico Artur Compton, em 1925. Segundo Compton, fótons carregados de energia eletromagnética poderiam golpear elétrons e expulsá-los de átomos com números atômicos baixos. Os pesquisadores concluíram que, no teste de 1958, os fótons de intensa radiação gama produzida pela explosão arrancaram uma grande quantidade de elétrons dos átomos de oxigênio e nitrogênio existentes na atmosfera. Este fluxo de elétrons interagiu com o campo magnético da Terra, criando uma corrente elétrica alternada, que por sua vez induziu um potente campo magnético. Finalmente, o pulso eletromagnético resultante induziu intensas correntes elétricas em materiais condutores espalhados por uma extensa área.

Durante a Guerra Fria, o Serviço Secreto dos EUA temia que a União Soviética lançasse um míssil nuclear e o detonasse a cerca de 50 km de altitude sob Estados Unidos, com o objetivo de alcançar o mesmo efeito em maior escala. O temor era de que o surto eletromagnético resultante neutralizasse equipamentos elétricos por todo os Estados Unidos.

Este tipo de ataque ainda é uma possibilidade muito real, mas já deixou de ser a maior preocupação americana. Hoje o serviço secreto dos EUA presta muito mais atenção nos dispositivos PEM não nucleares, como as bombas eletromagnéticas. Essas armas não são capazes de afetar uma área tão extensa, pois não detonariam fótons a uma altura tão elevada sobre a Terra,  mas poderiam ser usadas para causar apagões em um nível mais regional.

Armas PEM não-nucleares

Possivelmente os Estados Unidos tenham armas PEM no seu arsenal, embora não se saiba de que tipo elas são. Boa parte das pesquisas sobre PEM nos EUA vêm sendo feitas no campo das microondas de alta potência (MAP).  Há muita especulação entre os jornalistas sobre se elas existem de verdade e se tais armas poderiam ter sido usadas em guerra do Iraque.

É bastante provável que as bombas eletromagnéticas de MAP dos EUA não sejam bombas propriamente ditas. Provavelmente elas se pareçam mais com fornos microondas superpotentes, capazes de gerar feixes concentrados de energia de microondas. Uma possível aplicação consistiria num dispositivo MAP instalado em um míssil de cruzeiro, o qual teria, assim, poder para danificar alvos terrestres do alto.

Essa é uma tecnologia cara e avançada, portanto, fora do alcance de forças terroristas que não dispõem de uma quantidade considerável de recursos. Mas este não é o fim da história das bombas eletromagnéticas. Utilizando suprimentos baratos e conhecimentos rudimentares de engenharia, organizações terroristas poderiam facilmente construir um perigoso dispositivo de bomba eletromagnética.

No final de setembro de 2001, a revista Popular Mechanics publicou um artigo descrevendo esta possibilidade. O artigo tratava especificamente das bombas de gerador de compressão de fluxo (FCGs), as quais datam da década de 50. A concepção deste tipo de bomba eletromagnética, ilustrada abaixo, é razoavelmente simples e potencialmente barata; o desenho conceitual dessa bomba provém de relatório escrito por Carlo Kopp, um analista militar e, já faz algum tempo que está amplamente disponível ao público, mas ninguém seria capaz de construir uma bomba eletromagnética valendo-se apenas desta descrição.

Efeitos da bomba eletromagnética

Uma ofensiva com uma dessas bombas deixaria prédios em pé e pouparia vidas, mas ainda poderia destruir um exército de bom tamanho.

Há uma variedade de situações de ataque possíveis. Pulsos eletromagnéticos de baixa intensidade poderiam causar interferências temporárias em sistemas eletrônicos, pulsos mais intensos poderiam corromper importantes dados digitais e ondas de grande potência iriam fritar equipamentos elétricos e eletrônicos completamente.

Na guerra moderna, as várias modalidades de ataque poderiam completar uma série de importantes missões de combate. Por exemplo, uma bomba eletromagnética poderia efetivamente neutralizar:

·sistemas de veículos e transportes;

·sistemas, em terra, de mísseis e bombas;

·sistemas de comunicação;

·sistemas de navegação;

·sistemas de rastreamento de curto e longo alcances.

As armas PEM seriam particularmente úteis numa invasão, visto que os pulsos poderiam efetivamente neutralizar os abrigos subterrâneos. A maior parte dos abrigos subterrâneos são difíceis de atingir com bombas e mísseis convencionais. Uma explosão nuclear poderia efetivamente arrasar muitos destes abrigos, contudo o número de vítimas nas áreas vizinhas seria devastador. Um pulso eletromagnético poderia atravessar o solo e atingir o abrigo desligando luzes, sistemas de ventilação e de comunicações, até mesmo as portas elétricas. O abrigo ficaria completamente inabitável.

Por outro lado, os EUA também são altamente vulneráveis a ataques com armas PEM. Um ataque em larga escala com arma PEM em qualquer país poderia comprometer a capacidade de organização de suas forças armadas. As tropas em terra poderiam perfeitamente operar armamento não elétrico (como metralhadoras), mas não teriam como utilizar equipamentos para planejar um ataque ou localizar o inimigo. Um ataque com uma arma PEM poderia efetivamente rebaixar qualquer unidade militar ao nível de um exército guerrilheiro.

Embora sejam geralmente consideradas não-letais, as armas PEM poderiam facilmente matar pessoas se fossem direcionadas contra alvos específicos. Se um PEM desligasse a eletricidade de um hospital, por exemplo, qualquer paciente ligado a aparelhos de suporte vital morreria imediatamente. Uma arma PEM poderia ainda neutralizar veículos e trens, inclusive aeronaves em pleno voo, causando acidentes catastróficos.

Em última análise, o efeito de maior alcance de uma bomba eletromagnética poderia ser psicológico. Um ataque maciço com armas PEM desferido contra um país faria com que a vida moderna sofresse uma parada brusca, imediata. Haveria muitos sobreviventes, mas eles teriam que viver num mundo totalmente desolado, diferente do mundo em que vivemos.

Saiba mais:

Aurora boreal no sul dos EUA – Detonação nuclear de alta altitude

Armas Geofísicas (Terremotos) vs EMP (Bombas Eletromagnéticas)

Terremoto nos EUA: Explosão Nuclear

Evidências sísmicas revelam detonação nuclear subterrânea no sul de Washington DC

Gráficos sismológicos revelam que o tremor de magnitude 5.8 que sacudiu a costa leste dos EUA, incluindo Washington DC não era um terremoto natural, mas um terremoto provocado por detonações nucleares subterrâneas. Abaixo temos a foto de um sismograma de Washington e Lee University, cerca de 85 milhas a sudoeste do epicentro do terremoto de Virginia. As ondas verdes indicam a intensidade do tremor que foi sentido em Washington DC. Sismógrafos do terremoto aqui e aqui.

A ocorrência de um terremoto natural é descrito como:

” Terremotos são provocados por ruptura da falha geológica. As primeiras ondas sísmicas a alcançar a superfície da terra são chamados ondas primárias ou ondas ”P”.

As ondas P ou primárias são as primeiras ondas a alcançar a superfície, pois têm uma velocidade de propagação maior. As ondas ”P” são ondas longitudinais que viajam a uma velocidade de cerca de 4 milhas por segundo.

As ondas S ou secundárias são ondas tranversais ou de cisalhamento. São mais lentas que as P, com velocidades de propagação de cerca de 1.5 milhas por segundo.

Simograma do terremoto de Virginia, EUA, Fonte: University of Pittsburgh - Allegheny Observatory

Observe a falta de ondas P no terremoto de Virginia e Washington. Todos os terremotos naturais são resultado da ruptura de falha geológica, portanto, tem que haver ondas ”P”. As explosões nucleares não produzem ondas P. As explosões nucleares são muito repetinos e violentos e não emitem qualquer ondas P. Uma detonação nuclear subterrânea explicaria a falta de ondas ”P” no terremoto de Virginia e Washington. Sismógrafos aqui e aqui.

Difença entre um terremoto natural e um terremoto provocado por detonação nuclear

Com base na discrepância entre um terremoto natural que aconteceu em Paquistão (azul) e um teste de denotação nuclear subterrâneo na Índia (vermelho), parece que sim, houve um terremoto provocado por detonações nucleares subterrâneas nos EUA. Fonte da Imagem

Som de explosão antes do terremoto

Som de explosões antes do terremoto de Colorado e Virginia: http://www.youtube.com/watch?v=JArPkrS4LYQ

A probabilidade de um terremoto em Virginia

A Dominion Power (empresa de eletricidade) determinou que apenas seis terremotos de magnitude 5.5 poderia ocorrer na área durante os próximos 10 mil anos. Dominion Power estava planejando construir o seu terceiro reator nuclear na usina de North Anna Power Station em Virginia, onde os reatores nucleares tiveram que ser postos off-line após terremoto.

Numerologia

Houve dois terremotos no mesmo dia, primeiro em Colorado e depois em Virginia e ambos ocorreram a 37 graus de latitude!

Denver em Colorado é considerado a capital alternativo dos Estados Unidos em caso de guerra ou calamidade. Existem teorias sobre a existência de bunkers subterrâneos debaixo do Aeroporto Internacional de Denver.

Virginia é a sede da CIA e casa do complexo militar industrial dos EUA. Existem redes de túneis subterrâneos e armas de destruição em massa armazenados nesse local. Armas de pulso eletromagnético do tipo HAARP, podem enviar feixes de ondas eletromagnéticas, aquecendo as bombas armazenados debaixo do solo, provocando detonação das armas.

Se o terremoto foi um tiro de advertência, a mensagem para os Illuminati que governam os EUA pode ser “podemos enterrá-los, mesmo quando vocês acham que estão protegidos”. Fontes: Presscore.ca e Google.

Russos dizem: Terremoto nos EUA foi ataque nuclear

Um ataque nuclear de falsa bandeira, ou um conflito político interno?

Resumo da Notícia: A agência de inteligência Russa diz que recebeu informações nas últimas 36 horas sobre o evento e afirma que as explosões ocorreram dentro da rede de túneis do complexo militar da CIA que estão sendo construídos desde os anos 60. Os alvos das Bombas Nucleares foram os dois túneis principais da rede que ficam no Colorado e na Virgínia.

Segundo o relatório da agência a primeira bomba foi detonada perto de Trinidad – Colorado com a segunda explosão que ocorreu quase 12 horas depois, perto de Culpeper – Virginia.

Som estranho gravado em Illinois: http://www.youtube.com/watch?v=g2JO47eVjJk

Outro som idêntico na Ucrânia: http://www.youtube.com/watch?v=vMfhKZV2P9Y&feature=player_embedded#!

Este relatório, no entanto, aponta que engenheiros Russos, estão bem familiarizados com o Som original, já que eles trabalham febrilmente para preparar um adicional de 5.000 abrigos subterrâneos, ordenado pelo primeiro ministro Putin, na primavera passada, para ser entregue até o final de 2012.

Engenheiros Russos, foram capazes de duplicar este som único em março passado, quando foram chamados para Ucrânia, para desabafar uma série de Túneis profundos, com Gás venenoso, que havia matado 3 pessoas, próximo a Kiev, e que foi igualmente, capturado por Vídeo.

A grande maioria do povo americano não tem o conhecimento de que a rede de túneis militares construída desde o início da década de 1960 sob o seu país tem um custo estimado de US$ 40 trilhões.

Mapas desses túneis, e as bases subterrâneas associadas a eles, foram compilados ao longo dos anos por muitos pesquisadores independentes, juntamente com listas de suas prováveis localizações.

Diz ainda o relatório, que os túneis atacados estavam sendo utilizados pela CIA como rota de transferência da sua sede em Langley – Vírgínia à sua nova base localizada em Denver em Colorado.

O objetivo do ataque foi tentar destruir tudo o que a CIA estava transferindo para a nova sede em Denver…

Fonte: http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-russos-dizem-terremoto-nos-eua-foi-ataque-nuclear

Numerologia ocultista

Três dias antes do terremoto de Virginia e Colorado, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, havia visitado cidade de Sichuan na China, afetada pelo terremoto que em 2008 deixou mais de 87 mil mortos e desaparecidos. (fonte)

O terremoto de Sichuan foi provocado por EUA e ocorreu no dia 12 de maio de 2008, exatamente 88 dias antes do inicio das Olimpíadas de Pequim realizado em 8 de agosto de 2008. Calculador de dias aqui.  O número 8 significa sorte na China. O Terremoto nos EUA aconteceu no dia 23 de agosto de 2011, somando os números da data 2+3+0+8+2+0+1+1 = 17 (1+7 = 8).

Coincidências?

Saiba mais:

Terremoto e Tsunami no Japão: Evidências de ataque contra o Japão

Bases militares e túneis subterrâneos nos EUA

Aeroporto de Denver: Conspiração Illuminati

Bases e Túneis Subterrâneos nos EUA

Fotografia da máquina de perfurar túnel da força aérea dos Estados Unidos na Montatnha da Pequena Caveira, Nevada, EUA, dezembro de 1982. Há muitos rumores de túneis secretos militares nos Estados Unidos. Se os rumores são verdade, máquinas tais como as que são mostradas aqui, são usadas para fazer os túneis. (Fonte: Departamento de Energia dos Estados Unidos.)

Trata-se de uma máquina de cavar túnel (MCT) de 13 milhões de dólares usada para cavar um túnel no Sítio de Teste de Nevada. (Lembre-se de que a Área 51 faz parte desse sítio.) Muitos outros tipos de MCTs são usadas por muitas das agências do governo, incluíndo a ‘MCT movida a energia nuclear’ [MCTN] que derrete rocha sólida e deixa para trás paredes que parecem de vidro.

Muitas das atividades de escavações de túneis está sob intalações militares e toda informação sobre elas é restrita. Ex-funcionários das referidas instalações surgiram ao longo dos anos para falar das instalações subterrâneas enormes em lugares como Área 51, a instalação de Northrop no Vale Antelope, Califórnia (rumores dizem ter 42 níveis) e a instalação de Lockheed proxímo a Edwards, Califórnia.

O ‘Orçamento Negro/Secreto’ correntemente consume 1,25 trilhões de dólares por ano. No mínimo, esse é o montante usado em programas negros/secretos, como os relacionados com bases militares subterrâneas profundas. Presentemente, há 129 bases militares subterrâneas nos Estados Unidos. Eles tem construído essas 129 bases dia e noite, incesantemente, desde o início de 1940. Algumas delas foram construídas mesmo antes desse ano. Essas bases são, basicamente, grandes cidades subterrâneas conectadas por trens com levitação magnética de alta velocidade que têm velocidades maiores que Mach 2 [velocidade supersônica – Mach 2 = 680,58 m/s]. Vários livros foram escritos sobre essa atividade.

A profundidade média dessas bases é cerca de 1.600 km, novamente, elas são basicamente cidades inteiras subterrâneas. Todas elas têm entre 11,08 e 17,71 km3 em tamanho. Eles têm máquinas de furar a laser que podem cavar um um túnel de 11,7 km em um dia. Estive envolvido em construir um túnel para uma base militar subterrânea em Dulce, que, provavelmente, é a base mais profunda. Ela desce sete níveis e cerca de 4 km de profundidade. Ajudei a cavar mais do que 13 bases militares subterrâneas nos Estados Unidos.

Mais instigante imagens de equipamentos de perfuração de túneis:

Veja mais acesse Project Camelot

Aeroporto Internacional de Denver: Apocalipse Illuminati

Agora você vê a imagem do Denver International Airport (DIA), inaugurado em 1995 e dotado de uma arquitetura arrojada e futurista que, como o nome diz, está situado em Denver, no Colorado, em uma região central do Território Americano. Estranhamente, o antigo aeroporto que servia àquela Cidade, Stapleton, recebera ordens de desativação para que este fosse construído, ao custo de muitos bilhões de Dólares! Por isso, chamam esse complexo de “O aeroporto mais inconveniente da América”.

O custo inicial da obra era de 1.7 bilhões de dólares mas o projeto final elevou a conta para 4.8 bilhões de dólares: 3.1 BILHÕES de dólares acima do orçamento. Inúmeras irregularidades foram relatadas em relação ao local de construção:

– Diferentes empresas foram contratads para diferentes partes do aeroporto. Todos foram demitidos imediatamente à conclusão de cada trabalho. Isso leva os observadores a acreditar que foi uma estratégia para se ter certeza de que ninguém tinha um visual completo do projeto.

– 84 milhões m³ de terra foram removidos, muito mais do que o normal necessário. Isso levantou suspeitas da construção ser feita subterrânea.

– 8.500 km de fibra ótica foram instalados para comunicações (para comparação, os EUA de costa a costa tem 4.800km).

– Sistema de abastecimento que pode injetar 4.500 litros de combustível por minuto. Esse motnante é totalmente absurdo para um aeroporto comercial.

– Construção de um imenso sistema de túneis (caminhões podem circular nele) e trens subterrâneos. Muitos destes não estão sendo usados no momento.

Uma análise dos dados disponíveis me faz chegar a pelo menos uma conclusão: essa estrutura gigante é muito mais do que um aeroporto comercial comum. Ele tem capacidade para lidar com um grande montante de pessoas e veículos, levando os observadores a pensar que a estrutura possa ser usada como base militar  e outras coisas até mesmo como abringo nuclear para as elites em um futuro próximo.

Uma dessas teorias diz que o inusitado formato desse aeroporto, estamparia para o céu a imagem estilizada da cruz suástica nazista! Observe a imagem por satélite no Google Maps e tire as suas próprias conclusões.

Logo na sua entrada, uma imensa escultura recebe os visitantes: um magnífico cavalo azul empinado….

Cujos olhos brilham intensamente à noite! Algumas teorias dizem que isso representaria um dos cavalos do Apocalipse, conforme o Livro das Revelações da Bíblia…. Todavia, a nossa interpretação é outra: – aqui há um simbolismo muito evidente, porém velado: – quem é, ou foi, militar imediatamente o reconheceria! Um cavalo com as duas patas erguidas significa…. MORTE EM GUERRA!

Na foto, o artista e escultor Luiz Jimenez, o autor do “cavalo mágico” do Denver Airport – também conhecido naquela cidade como “O Cavalo Pálido do Apocalipse” – quando produzia o seu trabalho. Estranhamente, o artista morreu vítima de um inusitado acidente: – um bloco dessa obra despencou sobre sua cabeça e o matou! Seus amigos agora dizem que o cavalo é amaldiçoado.

O simbolismo dos gárgulas sempre foi um mistério. Ninguém pode realmente explicar a razão de suas presenças, especificamente em prédios religiosos. Serão eles restos de antigas crenças que nunca se foram? Por que essa criatura está sentado em cima da mala observando todos os passageiros?

Sem dúvida, um estranho aeroporto! Pois, também no piso do seu saguão, existem símbolos – simbolismos somente compreensíveis pelos Iniciados da maçonaria!…

Como, também, mensagens cifradas!…

Algo ainda mais estranho acontece por lá: – existem alguns túneis secretos, espalhados por Denver, que conduzem ao subsolo daquele misterioso aeroporto!….

Sim, pois a construção daquele aeroporto incluiu a abertura de profundos túneis e galerias, situados bem abaixo das suas instalações! Curiosamente, as várias empresas que construíram esse aeroporto o fizeram por etapas seletivas – ou seja, cada qual não tinha conhecimento do que a anterior fizera! Por que?

É certo que existe uma linha subterrânea pública de trens que parte desse aeroporto rumo ao metrô da cidade de Denver. Porém ela é a ÚNICA em operação – os demais túneis não têm a sua finalidade conhecida! E esse misterioso complexo de túneis secretos é inexpugnável, ninguém tem acesso a ele! E sabe-se que deles emana um alto nivel de energia eletromagnética desconhecida! Especulações dizem que ali estaria situada uma espécie de “arca de sobrevivência” de modo a ser utilizada pelas elites no caso de uma catástrofe planetária, ou outros eventos quaisquer.

Esse estranho mapa nos mostraria a existência de uma vasta rede desses túneis, partindo do subsolo do Denver Airport e atingindo vários outros Estados Norte-americanos!

É realmente perturbador, uma vez que em algumas área do seu piso de granito, há também a bizarra representação de RÉPTEIS!

Aqui, vemos um mural no Denver Airport, porém com acesso negado ao público e dotado de um simbolismo bastante estranho, porém muito revelador: – em destaque, vemos um dos símbolos dos Illuminati: um crânio humano com um olho central! Examinando-se mais atentamente os personagens retratados na cena, vemos – em meio a símbolos de morte e demônios – figuras lendárias e históricas tais como: Jesus Cristo, Jimmy Hendrix, Che Guevara, D’Artagnan, Joana D’Arc, e muitos outros – todos dominados pela força maligna, significando, portanto, a negação das coisas e o domínio dos Illuminati sobre o mundo!

Aqui, vemos um mural aberto ao público. Então o site oficial do aeroporto diz que o nome do mural é chamado “Paz e Harmonia com a Natureza”. Sério? No centro da pintura, crianças tristes com animais extintos e espécies de plantas. No fundo, uma floresta pegando fogo e mais para trás, uma cidade pegando fogo.

Uma das crianças segura um bloco Maia que significa o fim da civilização.

Note, também uma criança desolada que tenta proteger um animalzinho…..

Abaixo, podemos ver três caixões abertos com garotas mortas de diferentes culturas. Já sabemos que os militares da OTAN desenvolveram armas químicas e biológicas específicas para raças. Aqui o que o Project for New American Century (PNAC), define como política militar dos EUA:

“… a arte da guerra… será vastamente diferente do que é hoje…
‘combate’ ocorrerá em novas dimensões… formas avançadas de guerra biológica que pode atacar genótipos (raças) específicos podem transformar a guerra biológica de reino de terror a ferramenta de uso político.” Outros países também estão desenvolvendo armas desse tipo.

Caixão no qual repousa o corpo de uma menina! Parece que simboliza a morte das crenças Cristãs.

Quanto a esse mural, é talvez o mais assustador: – ele nos mostra seres humanos, perdidos, famintos, maltrapilhos e em penúria, saindo dos seus refúgios em cavernas e arrastando-se pela desolada face da Terra! Uma antevisão do nosso futuro?

Crianças do Mundo dos Sonhos de Paz

…. Uma visão consoladora: – um soldado atemorizante e cruel, o símbolo do sombrio poder, nefasto e cruel, que tentou devastar e conquistar o mundo, jaz morto – sobre o seu corpo inerte, a arma despedaçada, as pombas da paz acham-se triunfalmente pousadas!

Crianças de todas as nacionalidades, vestidas em fantasias folclóricas dão armas embrulhadas em bandeiras de seus países para um…. garoto? Sim, a fantasia dos Illuminati não deixa dúvidas. O garoto no centro da imagem, segurando um martelo e aparentemente forjando uma arma aparenta ser alemão. Até mesmo a criança Americana parece ávida para dar suas armas e a bandeira para o garoto. Isso obviamente representa países do mundo todo entregando seus poderes militares e suas identidades nacionais ao “bem comum”. Outra referência à Nova Ordem Mundial, com um governo e um exército. Mas porque esse garoto está no centro de tudo? Tem tantas alusões ao Nazismo neste aeroporto, que NÃO HÁ forma de ser coincidência. Não posso evitar de pensar na “Operation Paperclip”, que trouxe cientistas Nazistas proeminentes aos EUA depois da WWII.

Essa imagem é bastante expressiva!

O Mostro acordou!!! Esta figura militar está vestido um uniforme Nazista (note o símbolo de águia no chapéu) e uma máscara de gás. Suas mãos estão segurando um rifle e uma espada que está assassinando o pombo da paz. Na esquerda uma linha sem fim de mães chorando seus bebês mortos. Essa é verdadeiramente uma pintura abominável, sem mensagem alguma de moral ou redenção. O fato de que ela está sendo mostrada no portão principal do maior aeroporto dos EUA, é totalmente aberrante.

O monstro, protegido pela mascara de gás, esta apontando em direção à carta abaixo.

Essa carta foi supostamente escrita por Hama Herchenberg, de 14 anos de idade, que supostamente morreu no dia 18 de Dezebro de 1943 no Campo de Concentração de Auschwitz. Um pouco perturbador não acha ?…. Campo de concentrações, estão hoje sendo construídos em todo o território norte-americano pela FEMA (Agência Governamental de Gerenciamento Emergências) – assim como nos tempos do nazismo, e segundo denúncias, também dotados de câmaras de gás! Procure no google: Campos de Concentração da FEMA.

….. Desde os mais remotos tempos históricos – como foi o caso do Império Romano e mais modernamente no nazismo – através dos tempos o símbolo do poder repressivo e cruel – da imposição brutal da força!….

Todavia, o soldado nazista retratado no mural do Denver Airport torna-se bastante evidente: – exatamente como esses – verdes, militares especiais, dotados de máscaras – destinados à proteção das tropas contra ARMAS QUÍMICAS E BIOLÓGICAS! Contudo, aquele estranho soldado retratado no mural do Denver Airport não aparenta ser americano. Há detalhes que o diferenciam: – o primeiro deles é que a arma que porta é um rifle de assalto AK-47, de fabricação russa e largamente utilizado no Oriente Médio e China, como também por grupos terroristas e mercenários privados controlados por Illuminati. O segundo detalhe é que o soldado nazista retratado em Denver usa uma cimitarra com a qual trespassa a pomba da paz – outro detalhe que claramente o identifica com o Oriente!

Mas essa imagem, todavia, é o mais estranho e enigmático dos murais: – mostra símbolos cósmicos, lembra tecnologia e, também, a imagem de uma criatura! Ao seu redor, as imagens lembram o renascimento sob a luz de uma aurora radiante, ao fundo. Viria a nossa salvação do espaço sideral? Ou isso sugeriria uma intervenção extraterrestre no processo?

Paz e Harmonia com a Natureza

O que você faz depois de exterminar a maior parte da população do mundo com armas químicas e biológicas? Você festeja ao redor de uma planta geneticamente modificada, é claro ! Pessoas felizes de todo o mundo são atraidas irresistivelmente em direção à planta.

Todas as espécies extintas no primeiro mural estão de volta à ação e você vê até mesmo um pequeno pombo sentado na planta. Que beleza. Eles se sentem muito melhor agora que há muito menos pessoas na terra. Os animais também estão felizes e agradecem a você por morrer. As pessoas podem agora usar conhecimento científico de alto nível para viver em um estado de felicidade sintética provida por plantas geneticamente modificadas. Se você olhar mais de perto para os filhotes de tigre, verá que eles tem rostos de crianças humanas. É bastante bizarro. Toda essa obra imoral fala sobre modificação genética e mágica.

Para resumir, esses murais claramente mostram objetivos admitidos que você pode ler em documentos chamando por uma Nova Ordem Mundial:

– Despopulação massiva da Terra
– Um governo Mundial
– Restauração da natureza

Se você leu artigo sobre as Pedras Guia da Georgia, você irá notar que os temas são estritamente similares.

Tudo muito estranho! E talvez aquilo mais relevante no saguão do Denver Airport seja esse monumento, elaborado pela Maçonaria.

“A Cápsula do Tempo, abaixo dessa pedra, contém mensagens e memórias para o povo do Colorado em 2094” – estampam os dizeres do monumento, deixado pela Grande Loja do Colorado em 19 de março de 1994 – portanto, um ano antes da inauguração daquele aeroporto (em 1995).

Divididos em quatro paredes, os murais pintados por Leo Taguma supostamente representam paz, harmonia e natureza. Quando você analizar o simbolismo nos murais, perceberá que eles contam uma história aterrorizante de eventos futuros, como algum tipo de profecia. Leo confirmou que foi dado a ele algumas guias para as pinturas e foi pago 100 mil dólares pelas primeiras. Mais tarde ele negou que foi dado instruções e se recusou a falar sobre qualquer significado oculto nas pinturas. As pinturas prévidas de Leo Tanguma eram tipicamente arte Chicanas, carregadas politicamente e orientadas para a comunidade. Entretanto, seu trabalho no DIA dá uma “vibração” totalmente diferente, fazendo-me pensar que ele desenhou a visão de outra pessoa.

E quando questionado sobre o sentido dessas estranhas imagens no Aeroporto de Denver, o muralista Leo Taguma declarou: – “Não entendo porque os teóricos das conspirações encontraram mensagens ocultas no meus murais sobre ambientalismo”!

Sabe-se que os tais Illuminati, dentro da sua política de engano, indevidamente se apoderaram de vários simbolismos maçônicos! Tudo, enfim, que está postado no Denver Airport seria justamente um alerta da Maçonaria contra as forças sombrias que brevemente tentarão desencadear o caos no mundo! Mas, por que Ela escolheu Denver?

Na John Hopkins University, por sua vez situada em Baltimore, Maryland, existem painéis elaborados naquele MESMO surreal estilo do Denver Airport – tais como esse acima, cujo nome é “APOCALYPSE” – no qual se pode ver a Estátua da Liberdade em meio a chamas – referindo-se à “Transformação da América por meio das mudanças planetárias e pelas guerras provocadas pelo homem”. Mensagens estranhas! Avisos proféticos? Quem sabe! E se assim for, que Deus tenha piedade da América, que Deus tenha piedade de toda a humanidade!

Fonte: Dominiosfantasticos

Saiba mais:

Superpopulação Mundial: Mito ou Fato?

Caixões da FEMA: sepultamento em massa

Bases e Túneis Subterrâneos nos EUA

 


Projeto HAARP: Secretário da Defesa Admite Guerra Ambiental

Secretario de Defesa dos E.U.A, William Cohen, em 1997, durante a “Counter Terrorism Conference”, defendendo o Programa H.A.A.R.P, desenvolvido no ALASKA, pela Marinha e pela Força Aérea americana, disse:

“Outros países estão envolvidos em um mesmo tipo de eco-terrorismo para que possam alterar o clima, detonar terremotos e vulcões remotamente, através do uso de ondas eletromagnéticas. Portanto, não faltarão mentes engenhosas por aí, que estarão encontrando formas de causar terror à outras nações. Isto é real, e essa é a razão pela qual temos de intensificar os nossos esforços, e é por isso que isto é tão importante. “

Acho que não é preciso dizer mais nada sobre o uso militar do HAARP, não acham? Isso foi dito faz 13 anos! Discurso original no site do Departamento de Defesa dos EUA: http://www.defense.gov/Transcripts/Transcript.aspx?TranscriptID=674

Resolução do Parlamento Europeu sobre HAARP

Em 1999, o Parlamento Europeu emitiu uma resolução onde afirmava que o Projeto HAARP manipulava o meio ambiente com fins militares, contestando uma avaliação do projecto, por parte da Science and Technology Options Assessment (STOA), o órgão da União Europeia responsável por estudo e avaliação de novas tecnologias.
Em 2002, o Parlamento Russo apresentou ao presidente Vladimir Putin um relatório assinado por 90 deputados dos comités de Relações Internacionais e de Defesa, onde se alega que o Projecto HAARP é uma nova “arma geofísica”, capaz de manipular a baixa atmosfera terrestre.

Fonte: http://www.defense.gov/Transcripts/Transcript.aspx?TranscriptID=674

Assunto relacionado:

Terremoto no Japão: Evidências de ataque contra o Japão

Armas Geofisicas: EUA vs URSS

Terremoto nos EUA: Desastre provocado por detonação nuclear

Terremoto na Espanha provocado por HAARP?

Centenas de tremores ocorrem anualmente na Espanha, mas a maioria nem chega a ser notada. Um terremoto devastador na Espanha é um acontecimento muito raro. O epicentro dos recentes terremotos na Espanha 11/05/11 foi na cidade de Lorca em Murcia. O primeiro tremor foi de magnitude 4.5. O segundo tremor foi mais forte,  magnitude 5.1.

No entanto, terremoto na Espanha foi realmente natural? Observe as coincidências !

11 de novembro de 1918 – O Armistício da Primeira Guerra Mundial foi assinado as 11 horas do dia 11 de novembro de 1918 que pôs fim à Guerra.
11 de setembro de 2001 – Atentado ao World Trade Center em Nova York
11 de março de 2004 – Atentado em estação de metro de Madrid (911 dias após 11 de setembro de 2001)!
11 de janeiro de 2010 – Terremoto no Haiti
11 de março de 2011 – Terremoto-tsunami no Japão
11 de maio de 2011 – Terremoto na Espanha

Numerologia

A numerologia ocultista desenvolveu-se na antiga Babilônia. É fato que a numerologia fora adotada pelos iluminati, uma sociedade secreta, que estão por trás dos governos, religiões, agências de inteligência e maiores organizações empresais em todo o mundo.

Número 11 é largamente utilizado pelos illuminati como assinatura terrorista!

De acordo com estudos da numerologia ocultista: “O número 11 é a essência de tudo o que é pecaminoso, prejudicial e imperfeito” – W. Wyn Wescott, The Occult Power of Numbers.

Sismicidade Induzida pelo homem – Explosões nucleares subterrâneas

Através do estudo das falhas geológicas, de vulcões submarinos extintos ou de atrito das placas tectônicas nas vizinhanças da nação visada, definindo-se um ponto crítico para a instalação de um artefato (bomba) termonuclear ou de nêutrons, com potência calculada para desencadear um abalo sísmico de grande intensidade, ou uma sequência de abalos com enorme efeito destrutivo.

A única explicação plausível para o ocorrido foi o de uma detonação subterranêa de artefato termonuclear ou de nêutrons, para não geração de radioatividade residual.

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Armas secretas dos EUA e URSS

HAARP: A maior arma de destruição em massa da história

Uma arma capaz de provocar terremotos e controle do clima se tornou em realidade

“O HAARP talvez seja o mais perigoso experimento militar realizado no mundo até hoje, com exceção da primeira explosão da bomba atômica.”

A revista Popular Science de novembro de 1995 apresenta uma reportagem sobre o HAARP. Essa revista, normalmente alegre e divertida, condenou com muita veemência o que está sendo construído no Alasca. A reportagem diz que o HAARP (Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência) administrado pelo Pentágono, sob coordenação da USAF ( United States Air Force) através da universidade do Alasca e da USNAVY/Naval Research Laboratory para “entender, simular e controlar os processos ionosféricos a 550 km de altitude poderiam revolucionar as comunicações e sistemas de vigilância militares”. Iniciou-se em 1990 para uma série de experimentos durante vinte anos. Os equipamentos são fornecidos pela Advanced Power Tecnologies, uma subsidiária com sede em Washington D.C. e E-System de Dallas, fabricante de longa data de tecnologias para projetos ultra-secretos e Raytheon Company, um conglomerado norte-americano que atua na área de equipamentos militares e aerospaciais.

A reportagem continua: Richard Williams, físico-químico e consultor do laboratório Sarnoff da Universidade de Priceton, está apreensivo. Especulações e polêmica cercam a questão se o HAARP poderia causar danos irreparáveis à atmosfera superior da Terra. O HAARP vai irradiar bilhões de watts de energia radioelétrica na Ionosfera e não sabemos como isso acontecerá. A ionosfera se localiza entre 60 km a 1.000 km de altitude, e devido à sua composição, reflete as ondas de rádio. Com experimentos nessa escala, poderiam ser causados danos irreparáveis a atmosfera superior da Terra em pouco tempo.

De acordo com Popular Science: A representante do estado de Alasca, Jeanette James, cujo distrito circunda o local do HAARP, perguntou várias vezes sobre os projetos aos oficiais da Força Aérea e sua resposta foi que não se preocupasse. Diz ela: Lá dentro, tenho a impressão de que isso é assustador. Estou cética. Acho que eles não sabem o que estão fazendo.

Estação do HAARP em Gakona, Alasca

HAARP está localizado em uma remota instalação de segurança máxima, cercado por cercas elétricas, câmeras de detecção de movimentos, elevam-se várias enormes antenas numa área limpa da floresta que se estende por centenas de km pelo Alasca. Concluído em dezembro de 1994 e agora em atividade, o campo de antenas é a única parte visível de um poderoso e sofisticado transmissor de rádio-energia de alta potencia.

Estações do HAARP

Menos conhecido é que existem vários tipos de HAARP ao redor do mundo:

1) Mu Radar – estação de 1 megawatt no Japão.

2) Arecibo Observatory – estação de 2 megawatt em Porto Rico.

3) HIPAS – estação de 70 megawatt no Alasca.

4) Sura – estação de 190 megawatts no centro da Rússia.

5) EISCAT – estação de 1 gigawatt em Tromsø, Norte de Noruega.

E muitos outros…

HAARP é um gigantesco campo de antenas transmissoras de energia radioelétrica de alto poder, que envia a energia até partes previamente selecionadas da ionosfera, que reflete de volta esta energia para superfície da terra, penetrando vários quilômetros no solo, perturbando o fluxo de magma terrestre e crosta terrestre, causando terremotos. Como se não bastasse outros países como a Rússia, China, Europa, Austrália, Japão etc também  fazem uso dessa tecnologia que permite influenciar o clima, perturbar a crosta terrestre e influenciar a mente (controle mental).

O HAARP dos EUA em Alasca, é dito ser apenas uma simples instalação de 3,6 megawatts. Ele tem o poder máximo 278 vezes menor que o EISCAT na Noruega. Apesar disso a sofisticação de HAARP está longe de ser inútil de acordo com a DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency).

De acordo com o gerente do programa HAARP, John L Hecksher, do Laboratório USAF Phillips, as aplicações militares desta pesquisa são limitados: “ Embora HAARP esteja sendo administrado pela Força Aérea e Marinha, é puramente uma instalação de pesquisa científica atmosférica e não oferece nenhuma ameaça a adversários e não tem nenhum objetivo militar”, diz ele. Mas esta é só a parte publicamente anunciada do programa.

HAARP também tem um programa secreto: procurando metas militares mais exóticas, como localizar fábricas de armas profundamente enterradas milhares de km no solo, desencadear terremotos e alteração até mesmo do clima acima de um território de inimigos. Um documento interno de 1990, obtido por Popular Science, diz que as metas globais para os programas são de controlar os processos ionosféricos que melhore grandemente a supremacia militar e sistemas de comunicações dos EUA”. E fornece uma pequeno resumo simplificado das aplicações seguintes:

* ARMA GEOFÍSICA – O HAARP pode provocar terremoto enviando frequência de ressonância de terremoto (2.5hz) na ionosfera, a ionosfera reflete essa frequência de volta para superfície da Terra, penetrando vários quilômetros no chão. O sísmo é causado por pertubação do fluxo de magma e da crosta terrestre.

* MANIPULAÇÃO DO CLIMA – Modificar temporariamente a atmosfera superior excitando os elétrons e íons com energia radioelétrica focalizados. HAARP pode modificar a composição molecular de certa região da ionosfera, aumentando artificialmente as concentrações de ozônio, de nitrogênio, gases, etc, para alterar a temperatura da atmosfera superior, e em consequência o clima na região. Digamos que é um “aquecedor” ionosférico. Uma analogia seria um forno de microondas doméstico que aquece a comida excitando suas moléculas de água com energia radioelétrica de microonda.

* Raio-X do solo – Irradiar ondas radioelétricas na ionosfera que reflete a onda de volta para superfície da Terra, penetrando vários km no solo, sondando profundamente a superfície do chão, captando reflexos através de antenas das ondas que se irradiaram do solo para cima na ionosfera, colecionando e analisando os dados obtidos para fazer uma topografia virtual penetrante da superfície abaixo do solo.

* Radar de detecção de aeronaves furtivas – Enviar ondas radioelétricas para regiões da ionosfera inferior e superior para formar lentes “ virtuais “ ou “ espelhos “ no céu que possam refletir e detectar variações em uma grande faixa de sinais de rádio em cima do horizonte e descobrir mísseis e aeronaves stealth (furtivas).

* Comunicação terrestre-submarina – Enviar ondas de alta potência para ionosfera, usando a ionosfera como refletor de ondas ELF para comunicação a grandes distâncias com submarinos profundamente submersos no oceano.

* Escudo global anti-mísseis – Escudo anti-mísseis de alcance global que destruiria mísseis e aeronaves (incluíndo aeronaves civis) causando falhas nos sistemas de orientação eletrônica, aquecendo ou perturbando demais os sistemas de orientação eletrônica deles na medida em que voam por dentro de um poderoso campo eletromagnético.

Alteração do clima:

Em 1958, o principal consultor da Casa Branca sobre alterações do clima, Capitão Howard T. Orville, disse que o Departamento de Defesa dos EUA estava estudando formas de manipular a energia atmosférica, influenciando, assim, o clima mediante a utilização de um raio eletrônico para ionizar ou desionizar a atmosfera em determinada área.

No lado direito temos imagens de um estranho efeito atmosférico, possivelmente provocado pelo Haarp. Pesquise no Google: HAARP Clouds

Para fins militares o HAARP teria várias aplicações, por exemplo: provocar pane de equipamentos eletrônicos militares, causar blecaute de energia, perturbar sinais de telecomunicações e radares, detectar mísseis e aviões furtivos, sondar bases subterrâneas e etc.

EUA investiram dezenas de milhõesde dólares nesta pesquisa. Acontece que essas frequências de radioenergia emitidos pelo HAARP perturbam as funções cerebrais humanas.

O próprio “Airpower journal” em 1996 disse que o exército americano está a desenvolver armas psicotronicas para afetar a mente humana. Veja: Tecnologia de manipulacao psiquica – HAARP

Resumindo o que é HAARP

HAARP é um termo genérico usado para descrever armas eletromagnéticas escalar, tecnologia inicialmente desenvolvido por Nikola Tesla no início do século 20. Antenas de HAARP utilizam frequências de ondas de rádio super-potentes, focalizadas num raio que aquece uma área de 1.000 Km quadrados da ionosfera, as ondas regressão então à superfície da Terra. Os cientistas do instituto HAARP constataram que a frequência 2,5 Hz é a frequência de ressonância de um terremoto. O HAARP é usado também como aquecedor ionosferico para alteração do clima.

HAARP pode simular e enviar a frequência de ressonância de um terremoto na ionosfera que reflete essa frequência de volta para superfície da Terra – penetrando vários quilômetros no solo, perturbando o fluxo de magma e crosta da terra, desencadeando terremotos. Ao irradiar essa frequência em uma trajetória específica, HAARP pode provocar terremotos qualquer lugar do planeta. HAARP pode irradiar essa frequência em qualquer lugar do planeta usando retransmissores terrestres (semelhantes ao HAARP) ou plataformas moveis nos oceanos espalhados ao redor do globo. Uma transmissão de curta duração não é o suficiente para perturbar a matéria sólida (magma e crosta terrestre) por isso eles transmitem a frequência na área-alvo durante vários dias – até o terremoto ser desencadeado. HAARP pode também provocar drastica mudança climática mediante a utilização de um raio eletrônico para ionizar ou desionizar a atmosfera em determinada área.

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Tecnologia de manipulação psíquica: HAARP

Meio Ambiente como Arma de Destruição em Massa
Por Paulo Maurício

A grande maioria das pessoas têm pouco ou nenhum interesse para se questionar sobre os rumos tecnológicos e ambientais para os quais caminha a humanidade. A não ser pelo tão badalado Aquecimento Global e Movimento Ecológico, pouco se sabe sobre as questões mais graves que afetam a toda a humanidade. Dizem-nos que o aquecimento global tem a ver com a emissão de gases poluentes e os desmatamentos, mas se for tudo uma farsa? Nos contariam? Nos diriam que já conseguem manipular o Clima da Terra e que estão usando o Meio Ambiente como Arma de Destruição em Massa?

Alguém já ouviu falar do HAARP; o HAARP é um gigantesco campo de antenas transmissoras de alto poder, que envia energia radioelétrica até partes previamente selecionadas da ionosfera que reflete de volta esta energia em forma de ondas eletromagnéticas de baixa frequência ELF penetrando qualquer coisa viva ou morta. Como se não bastasse outros países também fazem uso dessa tecnologia que permite perturbar a crosta-terrestre para provocar terremotos, controlar o clima e perturbar o funcionamento da mente humana.

Campo magnético terrestre

Já no começo do século passado, o cientista de origem Croata, Nikola Tesla, descobriu que a terra possui uma frequência eletromagnética natural, confirmado no ano de 1950 pelo cientista alemão W. O. Schuhmann, este determinou que a Ionosfera – a atmosfera exterior que rodeia a terra, forma um condensador esférico natural, quer dizer, um meio natural de armazenamento de carga elétrica. A particularidade desta frequência terrestre de Schuhmann é, que constitui ao mesmo tempo uma frequência de ressonância natural do Cérebro Humano. Se medirmos as correntes elétricas do cérebro humano podemos constatar que este emite naturalmente ondas eletromagnéticas numa frequência entre 1 e 40 hertz. A ciência divide as frequências eletromagnéticas do cérebro humano em quatro níveis, relacionados com as diferentes estados de consciência: As ondas DELTA (1-3 hertz) correspondem ao sono e meditação profundo e aos estados de coma; As ondas THETA (4-7 hertz) correspondem ao de descanso e sono normal; as ondas ALPHA (8-12 hertz) correspondem ao estado hipnótico desperto-relaxado; e as ondas BETA (13-40 hertz) correspondem ao estado plenamente desperto. Assim sendo, por meio da mencionada frequência de ressonância terrestre, cada cérebro humano se encontra em harmonia com a ressonância terrestre natural da terra que varia entre 1 e 40 hertz, por coincidir as frequências fundamentais do cérebro humano com as da Terra. Este feito possibilita a manipulação dos cérebros humanos em grande escala através da modulação ou manipulação técnica artificial das ondas Schuhmann, tecnologia já existente e operável na forma das instalações HAARP em Alaska e em outros países. Cabe aqui dizer que os primeiros astronautas ao irem para o espaço, ficando literalmente fora dessa ressonância da Terra, sentiram transtornos fisiológicos. Pesquisas posteriores confirmaram serem devido à ausência dessa frequência existente na Terra e, para solucionarem o problema, instalaram geradores artificiais dessas frequência nas espaçonaves.

Possibilidades cientificas da manipulação mental

BrainWave Generator

O cérebro humano reage ao infra-som de frequências entre 7 e 8 hertz com a emissão das anteriormente mencionadas ondas ALPHA, equivalentes ao sono leve ou estado relaxado-meditativo-hipnótico. Quando o cérebro é artificialmente induzido para esta frequência, lhe inibe o pensar racional desperto-consciente.

As ondas eletromagnéticas de alta frequência incidem negativamente na comunicação dos neurônios. A irradiação de energia eletromagnética com radiofrequência de baixa intensidade incide nos sistemas químicos do cérebro e reduz o comportamento agressivo.

Se bem que os exemplos dados oscilam entre chocantes e fantásticos, e mais ainda, se pensarmos que existem tecnologias que efetivamente empregam ondas eletromagnéticas de diferentes origens e frequências, natural ou artificial para a manipulação mental, a existência e desenvolvimento científico das mesmas é bem conhecida baixo o eufemismo de armas não letais. Em um futuro muito próximo os seres humanos serão totalmente zumbificados e controlados pelo governo?

Exemplo de produtos comerciais de manipulação mental:

Holosonic
Ondas cerebrais são formas de ondas eletromagnéticas produzidas pela atividade elétrica das células cerebrais. Elas podem ser medidas com aparelhos eletrônicos como o Eletroencéfalogramo ou EEG. As freqüências dessas ondas elétricas são medidas em ciclos por segundo ou HZ(Hertz). As ondas cerebrais mudam de freqüência baseadas na atividade elétrica dos neurônios e estão relacionadas com mudanças de estados de consciência(concentração, relaxamento, meditação, etc.) Então como você escolhe os programas que são ideais para você? Considere as características de estados mentais que cada freqüência promove como descritas abaixo. Selecione os programas de áudio que melhor descreve suas necessidades e objetivos. (www.holosonic.com.br)

NeuroSky
Empresa aposta em comandos cerebrais para controlar brinquedos do futuro. Capacete com eletrodo envia ordens a sensores colocados em espadas ou carrinhos. NeuroSky é uma das companhias que já aposta no uso das ondas cerebrais para comandar brinquedos e videogames.
g1.globo.com

Explicação sobre ondas cerebrais

http://sincronia.110mb.com/ondasCerebrais.html

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