A participação judaica no comércio de escravos

A insurreição contra a escravidão teve seu principal marco histórico não com a Lei Áurea, instituída hipocritamente pela princesa da casa monárquica brasileira, mas sim pela morte do primeiro negro a liderar uma revolta da população negra, Zumbi de Palmares.

Este Holocausto Negro iniciou-se com a vinda dos negros da África, que foram vendidos e negociados como mercadorias descartáveis, para o cultivo da terra, escravizados, espancados, marcados a ferro em brasa, assassinados, vítimas de açoite e outros atos de violência.

Os navios negreiros trouxeram pelo menos 13 milhões de pessoas da África para as Américas, na maior deportação da história mundial. Seu martírio começou no ano 1492, ano da chegada (e não descoberta) de Cristóvão Colombo às Américas. Neste final do século XV, a Espanha vivia uma época de grande prosperidade comercial e também de grande conturbação social. No mesmo ano de 1492, os reis católicos da Espanha, Isabel e Fernando, davam aos judeus a escolha entre a conversão, a morte ou o exílio.

Segundo J. P. Ney, em seu artigo “O comércio escravo”, “com Colombo viajaram 5 judeus-marranos (Luis de Torres, Marco Bernal, Alonzo de la Calle, Gabriel Sanchez e Rodrigo Triana). Estes acompanhantes convenceram Colombo a trazer 500 índios como escravos na viagem de retorno a Espanha. Com isso iniciou-se o drama”.

Ainda segundo este autor, o transporte dos negros como escravos para as Américas começou em 1520. Durante as décadas seguintes, o número de caçados e deportados chegou à cifra anual de até 50.000 pessoas, o que não deixou de ser um dos mais rentáveis negócios daquela época, talvez comparável aos rendimentos fáceis obtidos através da especulação nas bolsas de valores dos dias atuais.

“Escravidão: crime do milênio”

No estudo de Ney, surpreende a relação que este faz entre a procura desenfreada pelo lucro e o fato de que, conforme publicou a revista Der Spiegel em 1998, “O comércio de escravos estava nas mãos de judeus”.

“Não existe mais dúvidas de que o povo judeu foi o que cometeu este crime: eles tinham o monopólio, eles conservavam as condições comerciais, eles possuíam os navios, e era deles o lucro. Aqui não há mais nada a provar. Tudo é conhecido. O último navio de escravos, o navio ORION, pertencia à companhia de navegação judaica Blumenberg, de Hamburgo”.

Parece ser injusto culpar aqui todo um povo pelo ato de alguns de seus membros. Mesmo apesar do fato de alguns judeus terem sido protagonistas do genocídio contra os negros africanos – NR.

A relação secreta entre negros e judeus

Em 1991, a comunidade religiosa norte-americana composta de cidadãos negros, The Nation of Islam, publicou um estudo sobre a atuação judaica no tráfico negreiro. A obra levou o título de The secret Relationship between Blacks and Jews e aparenta ser bem fundamentada e documentada. Os autores do estudo deixam bem claro logo no início:

“As informações aqui contidas foram obtidas principalmente de obras judaicas. Foi dada bastante importância na obtenção das provas apresentadas somente a partir de autoridades judaicas de renome, cujas obras apareçam em revistas de história especializadas ou publicadas pelas principais editoras judaicas”.

O especialista negro norte-americano em tráfico escravo, Dr. Tony Martin, examinou o livro e o tornou leitura obrigatória em seus cursos.

Na introdução do livro pode-se ler:

“No fundo dos inacessíveis contornos da historiografia judaica, encontra-se provas incontestáveis de que os mais importantes “bandeirantes” judeus ultrapassavam em dimensão bem maior do que outros grupos étnicos ou religiosos da história, o uso dos escravos africanos capturados, e que eles participavam em todos os aspectos do comércio internacional de escravos”.

Como este tema gira em torno de um assunto delicado para a preservação da imagem da comunidade judaica no ocidente, o livro tem sofrido constantes ataques. Incrivelmente, tais ataques irracionais somente iluminam com mais destaque a hipocrisia da dupla moral acerca das pesquisas sobre o miserável comércio de escravos. Para pesquisadores judeus, como Bernard Lewis, é social e moralmente aceitável que livros sejam editados onde a atuação de árabes no comércio negreiro seja apresentada, e é também igualmente razoável social e moralmente que se mostre o comprometimento de europeus no comércio de escravos. Porém, é totalmente “falso, maldoso e imoral” para um pesquisador não-judeu trazer à tona a participação judaica no comércio de escravos negros.

A participação judaica no tráfico de escravos africanos foi abordada pelo historiador brasileiro Gustavo Barroso em sua obra “A História Secreta do Brasil”. No capítulo que trata sobre “O empório do açúcar”, Barroso escreve “O açúcar começou a criar para o judaísmo negócio novo e lucrativo: o tráfico dos negros”.

Talvez a consciência da sociedade brasileira e ocidental irá um dia promover reparações aos cidadãos negros descendentes daqueles que foram injustiçados por tamanha crueldade. Ações para isso já estão sendo levadas a cabo por políticos como, por exemplo, a veradora do PT, Claudete Alves. Uma vez ciente da problemática envolvendo a comunidade negra brasileira, a vereadora petista poderia procurar mover uma ação reparatória junto às grandes casas bancárias judaicas nas Citys de Londres e Nova Iorque, que muito se beneficiaram dos lucros obtidos por seus pares no comércio de escravos africanos.

* Gustavo Barroso, História Secreta do Brasil, 1990, Editora Revisão, pág. 5

Versão resumida: http://malcomxrevolution.wordpress.com/2010/08/05/a-escravidao-no-brasil-pelos-brancos-judeos/

Saiba mais: Coincidências entre Jesus Cristo, Maias, Incas, Astecas, Hebreus, Egípcios e indios norte americanos

26 thoughts on “A participação judaica no comércio de escravos

  1. Isso os livros de Historia-ou seria estoria-nao mostram. Aos poucos a verdade vem a tona. Hoje os judeus recebem indenizacoes bilionarias da Alemanha por conta do suposto holocausto, e o genocidio de indios e negros que eles, os judeus protagonizaram nas Americas, quem vai pagar heim

    • LUIZINHA, JÁ COMI TUA MÃE NOPUTEIRO TRES VEZES E AGORA É A TUA VEZ… LACOB TEM UM JEBÃO CIRCUNCIDADO, VC VAI FICAR LOUCO(A)!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    • Mas os judeus escravizam pessoas até hoje… afinal eles tem o poder mundial nas mão, então se prevalecem disso…

  2. o sr. Gustavo Barroso é reconhecidamente um integralista e nazista, o livro “História Secreta do Brasil” é declaradamente anti-semita e, por ele, foi condenado em 2004, pelo Supremo Tribunal federal, por anti-semitismo e por imprimir e vender livros racistas.
    Parece-me que o artigo avalidado no blog (do sr. Ney) poderia ter sido escrito pelo próprio Gustavo Barroso, com um pseudônimo. O livro The secret Relationship between Blacks and Jews, por sua vez, não tem autoria (são anônimos os autores) e trazem tantas incorreções e barbaridades que é um absurdo levar a sério tal publicação.
    O interessante é que não há quem sustente as bobagens que o sr. Ney apresenta como fruto de pesquisa (gostaria muito de saber que métodos emprega e como ele avalia suas fontes – usar uma revista, como a Das Spiegel como referência, para um artigo cientifico, acadêmico, sem maiores cuidados, é, no mínimo, bizarro.
    As interpretações dos fatos é tão descabida que fica claro que é uma invenção (e é difícil não acreditar que seja deliberada a intenção antisemita).
    Apesar do cuidado mostrado em alguns momentos neste post, publicar isso, dessa forma, já é um descuido.

    • Nazismo é uma criação sionista, foi financiado por banqueiros judeus azkenazis-kazarianos. Nazismo significa Nacional Zionismo. Conhecereis a verdadade e a verdade vos libertará.

      • Concordo plenamente. Estes brancos que hoje posam de herdeiros de Abrão no estado de Israel, são de fato mercenarios grileiros que se apossaram das terras dos negros e dos palestinos, os verdadeiros semitas. Os askenazes são sim, nazistas.

      • JA VI QUE OS NAZISTINHAS TUPINIQUINS TÃO COM COCEIRA NO ANUS. JACOZÃO AQUI TA DE PAU DURO ESPERANDO O CU DE VCS. MAS LAVEM ANTES COM CLORO. E É DE GRATIS111111

    • EUROPA
      Rabi Lody van de Kamp
      rabino holandês: os judeus foram profundamente envolvido no tráfico de escravos
      por i24news
      Publicado: 2013/12/31 – 13:15, atualizada: 13:19
      Rabi Lody van de Kamp
      11633 11633 0
      Na Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de pelo menos 5.000 escravos
      Um rabino holandês franco está prestes a publicar um livro lembrando judeus holandeses de envolvimento profundo de seus ancestrais no comércio de escravos.
      “O dinheiro foi ganho por comunidades judaicas da América do Sul, em parte através da escravidão, e foi para a Holanda, onde banqueiros judeus lidou com isso”, disse o rabino Lody van de Kamp Agência telegráfica judaica. “Os não-judeus também eram cúmplices, mas nós também. Eu me sinto parte cúmplices. ”
      Van de Kamp, 65, está entre os rabinos ortodoxos mais conhecido na Holanda, sendo o autor de vários livros sobre judeus holandeses e fazer aparições na mídia frequentes.
      Seu próximo livro, um romance histórico intitulado “The Slave judaica”, segue um comerciante judeu do século 18, e seu escravo negro como eles investigam as plantações holandesas de propriedade norte do Brasil, na esperança de convencer os judeus a desfazer-se do comércio de escravos. Ao pesquisar o livro, van de Kamp descobriu dados que o chocou.
      De acordo com o relatório JTA, publicado terça-feira pelo The Times de Israel, em uma área do que costumava ser Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de uma população total de pelo menos 5.000 escravos, diz ele. Conhecido como o Jodensavanne, ou Savannah judaica, a área teve uma comunidade judaica de várias centenas antes de sua destruição em um levante de escravos em 1832. Quase todos eles emigraram para a Holanda, trazendo a sua riqueza acumulada com eles.
      Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas
      On a ilha caribenha de Curaçao, judeus holandeses pode ter sido responsável para a venda de pelo menos 15.000 escravos desembarcados por comerciantes transatlânticos holandeses, de acordo com Seymour Drescher, um historiador da Universidade de Pittsburgh. Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas, Drescher disse JTA.
      Os judeus eram tão influentes nessas colônias aquele escravo leilões programados para ocorrer em feriados judaicos muitas vezes foram adiados, de acordo com Marc Lee Raphael, professor de estudos judaicos no College of William & Mary.
      Nos Estados Unidos, o papel judaica no comércio de escravos tem sido uma questão de debate acadêmico por quase duas décadas, motivados em parte por esforços para refutar a Nation of Islã afirmação de que os judeus dominavam o comércio de escravos no Atlântico. Mas na Holanda, a questão da cumplicidade judaica é raramente discutido. Assim como esse testamento de um nobre judeu Rabino Holandês de ter tido no passado à sua família ter possuído mais de 5 mil escravos e assim como ele o Rabino Loyd van der Kemp, muitos outros judeus Holandeses também estão vindo muitos outros judeus dizendo terem sido seus ancestrais judeus Holandeses traficantes de escravos nos séculos XVII e XVIII! Portanto não é mentira, mas sim o intuito de esconderem as suas mãos sujas do sangue escravocrata!

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  5. A VERDADEIRA HISTÓRIA DO BRASIL ESTA SENDO DESVENDADA, E MUITO JÁ SABEM QUE OS JUDEUS ESTÃO ENFILTRADO EM TODOS EPSÓDIOS DE NOSSA NAÇÃO E EM MUITAS OUTRAS. AH!! OS JUDEUS NÃO SÃO SEMITAS, E SIM “JAFETITAS ASQUENAZES”. PESQUISEM, SEMITAS OU HEBREU NÃO TEM A PELE BRANCA, ACADIANO, ARIANA.

    • Pipino! Isto que você diz eu já havia dito dentro de uma sinagoga messianica. Que fantastico! Nos encontramos em espirito. esses askenazis são trapaceiros, racistas.

  6. O nome “Judeu “é inventado ,estes homems nao tem nenhuma ligaçao com o “judeu” biblico. Estes homens sao sionistas e fazem a culpa cair em cima dos semitas os verdadeiros filhos de Abrao.

    • O TALMUD JUDAICO NÃO FOI INVENTADO, E NELE ESTA DESCRITO COMO OS JUDEUS E SEU DEUS MARAVILHOSO VÃO TOMAR POSSE DESTE PLANETA…

      • EUROPA
        Rabi Lody van de Kamp
        rabino holandês: os judeus foram profundamente envolvido no tráfico de escravos
        por i24news
        Publicado: 2013/12/31 – 13:15, atualizada: 13:19
        Rabi Lody van de Kamp
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        Na Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de pelo menos 5.000 escravos
        Um rabino holandês franco está prestes a publicar um livro lembrando judeus holandeses de envolvimento profundo de seus ancestrais no comércio de escravos.
        “O dinheiro foi ganho por comunidades judaicas da América do Sul, em parte através da escravidão, e foi para a Holanda, onde banqueiros judeus lidou com isso”, disse o rabino Lody van de Kamp Agência telegráfica judaica. “Os não-judeus também eram cúmplices, mas nós também. Eu me sinto parte cúmplices. ”
        Van de Kamp, 65, está entre os rabinos ortodoxos mais conhecido na Holanda, sendo o autor de vários livros sobre judeus holandeses e fazer aparições na mídia frequentes.
        Seu próximo livro, um romance histórico intitulado “The Slave judaica”, segue um comerciante judeu do século 18, e seu escravo negro como eles investigam as plantações holandesas de propriedade norte do Brasil, na esperança de convencer os judeus a desfazer-se do comércio de escravos. Ao pesquisar o livro, van de Kamp descobriu dados que o chocou.
        De acordo com o relatório JTA, publicado terça-feira pelo The Times de Israel, em uma área do que costumava ser Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de uma população total de pelo menos 5.000 escravos, diz ele. Conhecido como o Jodensavanne, ou Savannah judaica, a área teve uma comunidade judaica de várias centenas antes de sua destruição em um levante de escravos em 1832. Quase todos eles emigraram para a Holanda, trazendo a sua riqueza acumulada com eles.
        Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas
        On a ilha caribenha de Curaçao, judeus holandeses pode ter sido responsável para a venda de pelo menos 15.000 escravos desembarcados por comerciantes transatlânticos holandeses, de acordo com Seymour Drescher, um historiador da Universidade de Pittsburgh. Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas, Drescher disse JTA.
        Os judeus eram tão influentes nessas colônias aquele escravo leilões programados para ocorrer em feriados judaicos muitas vezes foram adiados, de acordo com Marc Lee Raphael, professor de estudos judaicos no College of William & Mary.
        Nos Estados Unidos, o papel judaica no comércio de escravos tem sido uma questão de debate acadêmico por quase duas décadas, motivados em parte por esforços para refutar a Nation of Islã afirmação de que os judeus dominavam o comércio de escravos no Atlântico. Mas na Holanda, a questão da cumplicidade judaica é raramente discutido. Assim como esse testamento de um nobre judeu Rabino Holandês de ter tido no passado à sua família ter possuído mais de 5 mil escravos e assim como ele o Rabino Loyd van der Kemp, muitos outros judeus Holandeses também estão vindo muitos outros judeus dizendo terem sido seus ancestrais judeus Holandeses traficantes de escravos nos séculos XVII e XVIII! Portanto não é mentira, mas sim o intuito de esconderem as suas mãos sujas do sangue escravocrata!

  7. A meGaLOBO RACISMO? A violência do preconceito racial no Brasil personagem (Uma negra degradada pedinte com imagem horrenda destorcida e bosalizada é a Adelaide do Programa Zorra Total, Rede Globo do ator Rodrigo Sant’Anna? Ele para a Globo e aos judeus é

    engraçado, mas é desgraça para nós negros afros indígenas descendentes, se nossas crianças não tivessem sendo chamadas de Adelaidinha ou filha, neta e sobrinha da ADELAIDE no pior dos sentidos, é BULLIYING infeliz e cruel criado nos laboratórios racistas do PROJAC (abrev. de Projeto Jacarepaguá, como é conhecida a Central Globo de Produção) é o centro de produção da Rede Globo que é dominado pelos judeus Arnaldo Jabor, Luciano Huck,Tiago Leifert, Pedro Bial, William Waack, William Bonner, Mônica Waldvogel, Sandra Annenberg Wolf Maya, Daniel Filho e o poderoso Ali Kamel diretor chefe responsável e autor do livro Best seller o manual segregador (A Bíblia do racismo,que ironicamente tem por titulo NÃO SOMOS RACISTA baseado e num monte de inverdades e teses racistas contra os negros afro-decendentes brasileiros) E por Maurício Sherman Nisenbaum(que Grande Otelo, Jamelão e Luis Carlos da Vila chamavam o de racista porque este e o Judeu racista Adolfo Block dono Manchete discriminavam os negros)responsável dirige o humorístico Zorra Total Foi o responsável pela criação do programa e dos programas infantis apresentados por Xuxa e Angélica, apresentadoras descobertas e lançadas por ele no seu pré-conceitos de padrão de beleza e qualidade da Manchete TV dominada por judeus,este BULLIYING NEGLIGENTE PERVERSO que nem ADOLF HITLER fez aos judeus mas os judeusionistas da TV GLOBO faz para a população negra afro-descendente brasileira isto ocorre em todo lugar do Brasil para nós não tem graça, esta desgraça de Humor,que humilha crianças é desumano para qualquer sexo, cor, raça, religião, nacionalidade etc.o pior de tudo esta degradação racista constrangedora cruel é patrocinada e apoiada por o Sr Ali KAMEL (marido da judia Patrícia Kogut jornalista do GLOBO que liderou dezenas de judeus artistas intelectuais e empresários dos 113 nomes(Contra as contra raciais) com o Senador DemóstenesTorres que foi cassado por corrupção) TV Globo esta mesma que fez anuncio constante do programa (27ª C.E. arrecada mais de R$ 10,milhões reais de CENTARROS para esmola da farsa e iludir enganando escondendo a divida ao BNDES de mais de 3 bilhões dollares dinheiro publico do Brasil ) que tem com o título ‘A Esperança é o que nos Move’, o show do “Criança Esperança” de 2012 celebrará a formação da identidade brasileira a partir da mistura de diferentes etnias) e comete o Genocídio racista imoral contra a maior parte do povo brasileiro é lamentável que os judeus se divirtam com humor e debochem do verdadeiro holocausto afro-indigena brasileiro é lamentavel que o Judeu Sergio Groisman em seu Programa Altas Horas e assim no Programa Encontro com a judia Fátima Bernardes riem e se divertem. (A atriz judia Samantha Schmütz em papel de criança no apoteótico deste estereótipo desleal e cruel se amedronta diante aquela mulher extremem ente feia) para nós negros afros brasileiros a Rede GLOBO promove incentivo preconceito raciais que humilha e choca o povo brasileiro.Tda Organização Negra Nacional Quilombo – ONNQ 20/11/1970 – REQBRA Revolução Quilombolivariana do Brasil quilombonnq@bol.com.br

    • ISSO É FALTA DE PICA. PASSA LÁ EM CASA QUE EU TENHO UM DE 20 CM PRO TEU CU, DEBIL MENTAL

    • É força de expressão mas costumo dizer que 11 entre 10 pessoas no Brasil e no mundo não sabem que o aterrorizante tráfico negreiro foi monopólio de banqueiros judeus. São alguns judeus, não é o povo em si. Ademais este repulsivo comércio de seres humanos foi o maior holocausto de todos os tempos na história humana. PS: quem se interessar sobre o câncer chamado sionsmo deveria ler A INDÚSTRIA DO HOLOCAUSTO, do judeu-americano NORMAN G. FILKELSTEIN. É perseguido durante por sionistas porque não se coaduna com mentiras.

      • EUROPA
        Rabi Lody van de Kamp
        rabino holandês: os judeus foram profundamente envolvido no tráfico de escravos
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        Rabi Lody van de Kamp
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        Na Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de pelo menos 5.000 escravos
        Um rabino holandês franco está prestes a publicar um livro lembrando judeus holandeses de envolvimento profundo de seus ancestrais no comércio de escravos.
        “O dinheiro foi ganho por comunidades judaicas da América do Sul, em parte através da escravidão, e foi para a Holanda, onde banqueiros judeus lidou com isso”, disse o rabino Lody van de Kamp Agência telegráfica judaica. “Os não-judeus também eram cúmplices, mas nós também. Eu me sinto parte cúmplices. ”
        Van de Kamp, 65, está entre os rabinos ortodoxos mais conhecido na Holanda, sendo o autor de vários livros sobre judeus holandeses e fazer aparições na mídia frequentes.
        Seu próximo livro, um romance histórico intitulado “The Slave judaica”, segue um comerciante judeu do século 18, e seu escravo negro como eles investigam as plantações holandesas de propriedade norte do Brasil, na esperança de convencer os judeus a desfazer-se do comércio de escravos. Ao pesquisar o livro, van de Kamp descobriu dados que o chocou.
        De acordo com o relatório JTA, publicado terça-feira pelo The Times de Israel, em uma área do que costumava ser Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de uma população total de pelo menos 5.000 escravos, diz ele. Conhecido como o Jodensavanne, ou Savannah judaica, a área teve uma comunidade judaica de várias centenas antes de sua destruição em um levante de escravos em 1832. Quase todos eles emigraram para a Holanda, trazendo a sua riqueza acumulada com eles.
        Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas
        On a ilha caribenha de Curaçao, judeus holandeses pode ter sido responsável para a venda de pelo menos 15.000 escravos desembarcados por comerciantes transatlânticos holandeses, de acordo com Seymour Drescher, um historiador da Universidade de Pittsburgh. Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas, Drescher disse JTA.
        Os judeus eram tão influentes nessas colônias aquele escravo leilões programados para ocorrer em feriados judaicos muitas vezes foram adiados, de acordo com Marc Lee Raphael, professor de estudos judaicos no College of William & Mary.
        Nos Estados Unidos, o papel judaica no comércio de escravos tem sido uma questão de debate acadêmico por quase duas décadas, motivados em parte por esforços para refutar a Nation of Islã afirmação de que os judeus dominavam o comércio de escravos no Atlântico. Mas na Holanda, a questão da cumplicidade judaica é raramente discutido. Assim como esse testamento de um nobre judeu Rabino Holandês de ter tido no passado à sua família ter possuído mais de 5 mil escravos e assim como ele o Rabino Loyd van der Kemp, muitos outros judeus Holandeses também estão vindo muitos outros judeus dizendo terem sido seus ancestrais judeus Holandeses traficantes de escravos nos séculos XVII e XVIII! Portanto não é mentira, mas sim o intuito de esconderem as suas mãos sujas do sangue escravocrata!

    • Este judeu que te ofende, deve ter lido os livros daquele judeu nojento e devasso ,Charles Bukowski. Por isso este vagabundo tem este nick “sugestivo”.
      Aqui no Brasil, estes vagabundos judeus importaram da Europa seu know how na área do rentável negócio ilegal da prostituição. eles trouxeram inicialmente para o estado do Paraná, onde eram chamados pelos brasileiros de, “cafetões” , palavra originária da roupa que usavam o “kafta”.

  8. O sigilo é a fonte mais importante para os negócios dessa gente que domina, tudo, por inépcia da goinzada. Não se ´pode confiar em nada do que digam os que têm até cemitérios separados dos outros. Os Protocolos deviam ser ensinados em todas as escolas, juntamente com o Talmud. Aí, sim, o jogo seria de igual para igual. Cabe a nós fazermos a nossa parte, lendo, nos informando, e desligando a televisão – que é o meio mais dominante dessa gente que se julga superior aos demais. Somente a instrução evita a escravidão financeira e mental. Mas de nada adianta assistir Jornal Nacional e ler Veja, por que os donos dessa mídia são os mesmos dos bancos, que influenciam na Educação do povo besta, crédulo e preguiçoso.

    • EUROPA
      Rabi Lody van de Kamp
      rabino holandês: os judeus foram profundamente envolvido no tráfico de escravos
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      Publicado: 2013/12/31 – 13:15, atualizada: 13:19
      Rabi Lody van de Kamp
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      Na Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de pelo menos 5.000 escravos
      Um rabino holandês franco está prestes a publicar um livro lembrando judeus holandeses de envolvimento profundo de seus ancestrais no comércio de escravos.
      “O dinheiro foi ganho por comunidades judaicas da América do Sul, em parte através da escravidão, e foi para a Holanda, onde banqueiros judeus lidou com isso”, disse o rabino Lody van de Kamp Agência telegráfica judaica. “Os não-judeus também eram cúmplices, mas nós também. Eu me sinto parte cúmplices. ”
      Van de Kamp, 65, está entre os rabinos ortodoxos mais conhecido na Holanda, sendo o autor de vários livros sobre judeus holandeses e fazer aparições na mídia frequentes.
      Seu próximo livro, um romance histórico intitulado “The Slave judaica”, segue um comerciante judeu do século 18, e seu escravo negro como eles investigam as plantações holandesas de propriedade norte do Brasil, na esperança de convencer os judeus a desfazer-se do comércio de escravos. Ao pesquisar o livro, van de Kamp descobriu dados que o chocou.
      De acordo com o relatório JTA, publicado terça-feira pelo The Times de Israel, em uma área do que costumava ser Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de uma população total de pelo menos 5.000 escravos, diz ele. Conhecido como o Jodensavanne, ou Savannah judaica, a área teve uma comunidade judaica de várias centenas antes de sua destruição em um levante de escravos em 1832. Quase todos eles emigraram para a Holanda, trazendo a sua riqueza acumulada com eles.
      Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas
      On a ilha caribenha de Curaçao, judeus holandeses pode ter sido responsável para a venda de pelo menos 15.000 escravos desembarcados por comerciantes transatlânticos holandeses, de acordo com Seymour Drescher, um historiador da Universidade de Pittsburgh. Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas, Drescher disse JTA.
      Os judeus eram tão influentes nessas colônias aquele escravo leilões programados para ocorrer em feriados judaicos muitas vezes foram adiados, de acordo com Marc Lee Raphael, professor de estudos judaicos no College of William & Mary.
      Nos Estados Unidos, o papel judaica no comércio de escravos tem sido uma questão de debate acadêmico por quase duas décadas, motivados em parte por esforços para refutar a Nation of Islã afirmação de que os judeus dominavam o comércio de escravos no Atlântico. Mas na Holanda, a questão da cumplicidade judaica é raramente discutido. Assim como esse testamento de um nobre judeu Rabino Holandês de ter tido no passado à sua família ter possuído mais de 5 mil escravos e assim como ele o Rabino Loyd van der Kemp, muitos outros judeus Holandeses também estão vindo muitos outros judeus dizendo terem sido seus ancestrais judeus Holandeses traficantes de escravos nos séculos XVII e XVIII! Portanto não é mentira, mas sim o intuito de esconderem as suas mãos sujas do sangue escravocrata!

  9. exemplos de Sionistas brasileiro: família Marinho,Silvio Santos,Edir Macedo, Adolf Bloch, família Civita, família Frias quase toda a imprensa nas mão dos judeus/sionista. por isso o racismo, e o extermínio do povo negro nunca é noticiado. e qual o interesse da mídia no extermínio do povo negro? simplesmente por nó sermos os verdadeiros HEBREUS. deuteronômio 28 de 15 à 68.

    • Caro Daniel. A verdade absoluta não está escrita mas ocultada. Verdade é conhecimento e conhecimento é poder; poder é “espada”. Ninguem sai por aí espalhando espada; o que querem é colocar algemas nos punhos do povo. Aquele que pensa que a verdade absoluta está escrita, puro engano. Agora, o que você informa em seus comentários têm fundamento; eu não conheço toda a base sobre o que afirma mas concordo com muita coisa.

    • EUROPA
      Rabi Lody van de Kamp
      rabino holandês: os judeus foram profundamente envolvido no tráfico de escravos
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      Na Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de pelo menos 5.000 escravos
      Um rabino holandês franco está prestes a publicar um livro lembrando judeus holandeses de envolvimento profundo de seus ancestrais no comércio de escravos.
      “O dinheiro foi ganho por comunidades judaicas da América do Sul, em parte através da escravidão, e foi para a Holanda, onde banqueiros judeus lidou com isso”, disse o rabino Lody van de Kamp Agência telegráfica judaica. “Os não-judeus também eram cúmplices, mas nós também. Eu me sinto parte cúmplices. ”
      Van de Kamp, 65, está entre os rabinos ortodoxos mais conhecido na Holanda, sendo o autor de vários livros sobre judeus holandeses e fazer aparições na mídia frequentes.
      Seu próximo livro, um romance histórico intitulado “The Slave judaica”, segue um comerciante judeu do século 18, e seu escravo negro como eles investigam as plantações holandesas de propriedade norte do Brasil, na esperança de convencer os judeus a desfazer-se do comércio de escravos. Ao pesquisar o livro, van de Kamp descobriu dados que o chocou.
      De acordo com o relatório JTA, publicado terça-feira pelo The Times de Israel, em uma área do que costumava ser Guiana Holandesa, 40 plantações de propriedade de judeus foram o lar de uma população total de pelo menos 5.000 escravos, diz ele. Conhecido como o Jodensavanne, ou Savannah judaica, a área teve uma comunidade judaica de várias centenas antes de sua destruição em um levante de escravos em 1832. Quase todos eles emigraram para a Holanda, trazendo a sua riqueza acumulada com eles.
      Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas
      On a ilha caribenha de Curaçao, judeus holandeses pode ter sido responsável para a venda de pelo menos 15.000 escravos desembarcados por comerciantes transatlânticos holandeses, de acordo com Seymour Drescher, um historiador da Universidade de Pittsburgh. Em um ponto, os judeus controlavam cerca de 17 por cento do comércio Caribe em colônias holandesas, Drescher disse JTA.
      Os judeus eram tão influentes nessas colônias aquele escravo leilões programados para ocorrer em feriados judaicos muitas vezes foram adiados, de acordo com Marc Lee Raphael, professor de estudos judaicos no College of William & Mary.
      Nos Estados Unidos, o papel judaica no comércio de escravos tem sido uma questão de debate acadêmico por quase duas décadas, motivados em parte por esforços para refutar a Nation of Islã afirmação de que os judeus dominavam o comércio de escravos no Atlântico. Mas na Holanda, a questão da cumplicidade judaica é raramente discutido. Assim como esse testamento de um nobre judeu Rabino Holandês de ter tido no passado à sua família ter possuído mais de 5 mil escravos e assim como ele o Rabino Loyd van der Kemp, muitos outros judeus Holandeses também estão vindo muitos outros judeus dizendo terem sido seus ancestrais judeus Holandeses traficantes de escravos nos séculos XVII e XVIII! Portanto não é mentira, mas sim o intuito de esconderem as suas mãos sujas do sangue escravocrata!

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